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Podcast a gente teve um tempo. Mas acabamos abandonando por pura preguiça (ainda não consegui o profissionalismo que desejo com o NSN, apesar de tanto tempo com ele). Mas temos planos sérios de retornar com ele em breve, mas vai depender de uma série de fatores que estamos estudando. Mas aguarde que novidades virão em breve!
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Difícil dizer, hein. Compactuo muito com a teoria do psicológico Abraham Maslow, que disse que a felicidade se divide em Experiências de Pico (ou culminantes). Quanto mais temos Experiências de Pico mais temos a tendência a valoriza-las. Se somos pessoas que damos valor a esses momentos de felicidade, veremos que eles são menos raros do que parece - o que nos torna pessoas mais felizes. Dessa forma, a tendência para quem dá valor a essas experiências é ver momentos cada vez mais felizes,e dar mais valor ao recente ou romantizar ainda mais o passado, tirando qualquer propriedade "absoluta" da felicidade.
Por isso, momentos como o primeiro beijo, aquele show inesquecível, ou outra coisa similar podem ter trago mais felicidade momentaneamente, mas tendemos a dar mais valor a momentos posteriores, ou a momentos em que rola uma certa aceitação por uma classe de pessoas que você estima. Um dos momentos felizes que sempre lembro quando me fazem a sua pergunta, e refletem um pouco a minha idéia de felicidade baseada na subversão e risadas, foi quando uma professora de GEOGRAFIA me perguntou o que era uma MOLÉCULA. Eu respondi: "São dois ou mais átomos unidos por uma ligação covalente". Ela ficou de cara e Eu não perdi tempo e perguntei: "O que é uma ligação covalente?" Ela não respondeu e todo o mundo riu da cara dela por dias.
Obviamente que esse não é o momento mais feliz, mas representou um momento de pico perfeito, e ainda me faz dar muitas risadas. -
Ahn?! Reformule a pergunta, por favor porque me pareceu bem estranha!
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Essa é fácil: Império Contra-Ataca > O Retorno de Jedi > Uma Nova Esperança > A Vingança dos Sith > O Ataque dos Clones >>>>>>>>> A Ameaça Fantasma
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Nesse momento escolheria: "Ghostriders in the Sky". Pode ser a versão do Die Apokalyptischen Reiter ou a original do Johnny Cash.
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asked by barbsm
Parece até fácil, mas é bem complicado. Naturalmente que não queria perder a visão de jeito nenhum, 90% da nossa percepção depende dela. Mas a visão é isso: quase puramente perceptiva, tem menos sensação envolvida com ela - e ela tende a mecanizar uma experiência, criando uma espécie de ilusão da realidade. Por termos uma visão bem avançada, acabamos presos a ela, damos valor excessivo ao que vemos, e só acreditamos em imagens. Qualquer robô, câmera, ou traquitana tem sistemas perceptivos bem próximos da complexidade do nosso, principalmente o visual. Mas nenhum desses organismos não-vivos podem associar um cheiro com uma pessoa amada, receber um abraço apertado e fechar os olhos pra ampliar a sensação envolvida nele. Ou dar um beijo de língua especialmente prazeroso - também fechando os olhos para amplificar a experiência. Ou comer o almoço feito pela mãe depois de meses longe de casa. Todas essas conexões que os nossos sentidos menos avançados (que exigem mais proximidade para funcionarem) criam são extremamente importantes, porém muito subjetivas e poucas pessoas têm a capacidade de dar o devido valor a elas.
Em outras palavras, nosso Inconsciente é capaz de aumentar e muito nossas experiências graças a imaginação e criatividade, mesmo sem os olhos (embora precisemos dele para criar nosso repertório visual). E perder um dos sentidos minimiza um pouco essas capacidades. Somos seres presos ao visual por ter nossos olhos desenvolvidos demais, e a área cerebral destinada a processar essas informações é grande demais. Então, mesmo sendo os olhos indispensáveis (o que nos torna dependentes deles, só dando total crédito ao visível), as sensações proporcionadas pelos outros sentidos são igualmente importantes.
... Maaaas, respondendo a pergunta: não perderia de jeito nenhum os olhos e infelizmente menos me entristeceria o paladar. -
Excelente, amigo.. escrevi minha resenha aqui: http://www.nerdssomosnozes.com/2010/10/tropa-de-elite-2.html Abraços
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Ahhh, obrigado pelo elogio. Suas fotos são lindas, também =D
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Excelente pergunta que Eu ainda não possuo resposta completa. Logicamente que se o projeto da revista der certo como planejamos, ela se tornará maior que o NSN, e esse provavelmente virará uma parte dela. E isso passa por outras questões também. Uma delas é o fato de Eu estar me formando e ainda não ter achado ninguém para me substituir por um período de tempo. Em breve irei fazer meu TCC e não gostaria que o NSN ficasse parado nos mais de seis meses que dedicarei a ele. E a revista possui um formato diferenciado e menos urgente, não necessita de atualizações diárias (embora terá, provavelmente), o que diminuirá o impacto do meu afastamento e permitirá que Eu continue colaborando.
Eu vou ser sincero: nunca fui fã de escrever diariamente, por mais que tenha me adaptado a isso. Eu sou lerdo ao extremo para escrever, leio em vários lugares, consulto diversas fontes e escrever dois ou três texos por dia consumia muito tempo do meu dia, o que acabava minando a possibilidade de Eu escrever textos mais longos e apurados - ou fazendo os textos diários com mais pressa do que gostaria. Com a chegada de vários colaboradores, esse impacto foi minimizado, mas Eu ainda preciso editar vários textos por dia e isso causa uma forte dispersão de atenção.
Não encare a revista como algo a parte do NSN. Ela é o NSN, feita pela mesma equipe do NSN, e indo para um formato melhor. É como o Clube da Luta ganhando as ruas e se tornando o Projeto Caos. Os textos deixarão de ser somente informativos e se tornarão informativos + reflexivos, pois teremos mais tempo pra escrever e para apura-los. Tá certo que praticamos bastante reflexão e provocação no que escrevemos no NSN, mas queremos ampliar isso ainda mais. E se você gosta de ler na internet, não se preocupe, pois todo o conteúdo estará lá também.
Bom, é mais ou menos por aí. Lógico que o ritmo vai diminuir, precisamos de tempo para encher 100 páginas com conteúdo, mas continuaremos da mesma forma e não encerraremos o NSN, com toda a certeza. -
Bom, Eu não li o livro pra dizer com certeza, mas esse tipo de coisa pra mim não existe. Ainda mais de um cara que se propõe a ensinar a "arte de seduzir", uma das coisas menos matemáticas e teóricas que existem. O dia em que todas as mulheres forem iguais, quem sabe?! Como digo com tudo que existe de auto-ajuda: só serve pra ajudar quem escreveu. E, francamente, qual o objetivo de ficar conquistanto dezenas de mulheres e tudo o mais?
Porém, como disse, não li o livro e não sei exatamente o conteúdo dele. Creio que alguma coisa de bom deve ter pra ser absorvida, mas não chamaria de "estilo de vida". -
asked by barbsm
Não que Eu me ache uma exemplo de beleza, ou mesmo bonito (HAAHHA), mas creio que no máximo diminuiria meu nariz ou teria menos peso, mas isso posso mudar. Porém, não tenho um problema especial com isso, até já me ajudou no passado. Se fosse pra mudar, que mude tudo, dificilmente mudar um pedaço melhora o todo. O corpo humano é feito de uma forma que se torna difícil detectar "erros" ou problemas, no máximo no que Eu chamo de "acessórios", tipo nariz, orelhas e cabelo - a não ser que sejam coisas bem evidentes, mas beleza nunca é algo universal mesmo, ainda bem.
Então, acho que Eu mesmo não mudaria nada, fico feliz que fisicamente agrade as pessoas que gosto (meninas, que fique claro).
Voz do Além’s Bio
Anarquista! Paranóico! Sofista! Libertário! Jornalista!


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