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Recent Responses
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Pois é, há quem ache isso. Mas não me acho parecido com a morsa. Tem até um grupo de amigos beatlemaníacos, com quem faço parte de um evento caseiro anual para falar da banda, que sempre me falam dessa semelhança. Acho que tenho que tomar um Lucy in the Sky pra concordar.
Namorada? Tenho uma pra vida toda. Até já casamos. Só não digo que é minha Yoko porque ela não é chata e é bem mais jeitosa que a dona Ono. -
Se fosse pra beber, acho que ia curtir. Assim como não fumaria cerveja e vodca, porque não gosto de fumaça.
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Sim, sim. Envelhecer.
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Infelizmente, a Mônica Mattos não é minha prima. Mas dizem que tenho algum parentesco com o cavalo que fez aquela cena com ela.
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gosto de explorar o fundo do mar de Angra.
mas curiosamente, já andei mesmo por Dublin. pena que não foi num cavalinho de pau. -
difícil responder, mas tem muita gente que molha o biscoito nas praias. daí a água meio pegajosa às vezes.
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Por que queres saber? Estás precisando de um macho?
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Eu poderia explicar, mas ninguém entenderia.
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Na minha cidade, a paisagem com o Pão de Açúcar e o Corcovado com o Cristo, ao fundo de um biquíni bem recheado.
Mas no meu bairro... Nada, não. -
Casado até que a morte me separe.
Mas ainda namoro a WWW - World Women Web, a grande teia de aranhas da internet. Meus olhos continuam solteiros. -
Pela fama conquistada por nossa pátria com o popular "Two girls and a cup", com roteiro e direção de um compatriota nosso, devo dizer que seria um "beijo brasileiro" mesmo.
Mas tenho muita fé nos poderes do Listerine. -
Para os meus padrões, qualquer um fala palavrão demais, pois sou um gentleman, um sujeito extremamente refinado ao falar. Solto os palavrões reprimidos apenas no Maracanã.
Mas a definição de palavrão é muito pessoal. Sou editor de uma revista chamada "M...", em alusão à "merda", que até nosso presidente fala em discursos oficiais. No caso, Lula não fala palavrão demais. Apenas fala demais. -
Muito pertinente a pergunta, de fundamental importância.
Sou minoria sexual, pois não sou chegado a cu.
Mas pela paz no mundo, visitaria o fiofó de Dilma até com um beijo francês. Isso mostraria para as candidatas a Miss Mundo o que é realmente desejar a paz mundial. -
Pois é. Consegue parar se encontrar opções. Sair de redação melhora sua qualidade de vida e te abre a cabeça para um horizonte bem mais amplo. A maior parte dos jornalistas em redação trabalham quase como industriários, vão só preenchendo páginas, muitas vezes movidos a releases, sem tempo de pensar, questionar ou criar.
Mas é difícil viver só como free-lancer. Eu fui pra outros caminhos, dou consultoria editorial e em mídias sociais, faço roteiros, etc. E mato a saudade de escrever matérias ao frazer os frilas. E saio toda semana com algum colega de jornal, para continuar em contato com as boas histórias de bastidores que fazem esse mercado ser tão interessante.
Mas do jeito que as coisa andam no jornalismo, ou muitos param ou "serão parados". -
É uma pergunta que exige seriedade na resposta.
Todo dia vejo o genial Malvados, quase sempre o Te Dou um Dado e até o Kibe Loco (mesmo sabendo que posso encontrar material alheio não-creditado, embora agora o cara tenha começado a dar créditos).
Quando o Arnaldo Branco avisa no Twitter q tem coisa nova, vou no Mau Humor. Qdo o Ronald Rios avisa que tem novidade, vejo o Com a Palavra... E tb visito sempre o Interbarney e o sensacional tumblr http://eduardos.tumblr.com.
De humoristas, vale lembrar Stephen Colbert. Cartunistas: Gonzalez, Laerte, Allan Sieber, Nani e Angeli. Wagner & Beethoven tb vale a menção.
De resto, vou caindo nos sites que os humoristas no Twitter indicam (@tiodino, @deercy, @microcontoscos, @aperteoalt, @piangers, @mrmanson, etc). Funciona muito. -
Arriscaria dizer que é Camila Pitanga.
Camila Pitanga está para a Playboy assim como Luma de Oliveira está para a Brasileirinhas. -
Rapaz, eu tive a mesma impressão! E me achei bem melhor nesse avatar. Devo adotar no Twitter. Ou pedir que me fotografem contra a luz...
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Há muitas negociações para isso. Em papel, é provável que na revista Mad de fevereiro. Também deve rolar na revista M..., com previsão de volta triunfal em março de 2010.
Online, pode rolar a qualquer momento no site da M... (www.mcorporation.com.br) ou no Papo Ereto (http://papoereto.interbarney.com).
Mas não se deve confiar em nada disso. O futuro é muito imprevisível, astuto, arisco e matreiro. -
Falácias. As baratas não são isso tudo em termos de resistência. Isso é marketing da indústria de inseticidas. Eles querem que achemos que as baratas sejam vistas como seres poderosos, para que fiquemos impressionados quando os inseticidas as matem.
Quando o mundo acabar, não teremos baratas. Apenas zumbis. Esses sim herdarão o mundo. A dica é ficar amigo de um deles.
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Ulisses Mattos’s Bio
Rio de Janeiro
Roteirista e humorista. Jornalista tentando parar. Editor da revista M..., coordenador do @na_Kombi e membro do Alta Cúpula.

