Quer saber algo a meu respeito? Pergunte-me!
Recent Responses
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Neste calor eu decididamente não animo... quem sabe no próximo inverno ;)
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Fácil! E é justamente por isso que eu sei de muitos ;)
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O padrão do sistema operacional.
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O meu, só que ganhando 5 vezes mais, com o dobro de férias e sem a obrigação de corrigir provas.
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Sim, claro! Vivi uma excelente fase da minha carreira na PUC e tenho saudades dos ex-alunos e dos colegas professores, com os quais sempre mantive ótimo relacionamento. Não sei exatamente quem me substituiu na minha disciplina, mas a PUC tem um ótimo corpo docente e certamente minha ausência não fará lá muita diferença no final das contas. De todo modo, fico muito feliz de ter contribuído para sua formação, pois afinal de contas esta é a melhor recompensa que um professor pode ter por sua dedicação.
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Direito, por definição, é ciência social aplicada. Se o sujeito quer fazer ciência de base e está no curso de Direito, escolheu a profissão errada. Tal como o físico que está no curso de Engenharia ou o biólogo que está no curso de Medicina este estudante de Direito está lá só por alguma pressão social ou econômica, mas o curso não é a praia dele.
Claro que não se exige do filósofo do Direito o mesmo conhecimento de dogmática de um jurista mais prático, mas é preciso conhecê-la o suficiente para sobre ela filosofar. Não se pode Filosofar sobre algo que não se conheça. A não ser que a proposta seja fazer Metafísica, como alguns metafísicos do Direito fazem por aí. -
O meio acadêmico, pelo menos na maioria das faculdades particulares, já foi corrompido pelo dinheiro há muito tempo. Mas se formos abandonar a profissão porque ela foi corrompida pelo dinheiro, não sobrará muitas opções de trabalho nos dias atuais. Resta-nos ficar e trabalhar para melhorar a situação.
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Cada universidade e cada programa de pós-graduação cria suas linhas de pesquisa a partir de um procedimento interno definido pela própria instituição. As atuais linhas de pesquisa do Programa de Pós-graduação em Direito da UFMG foram debatidas e elaboradas em dois seminários internos dos professores do programa. No primeiro deles, apresentamos aos colegas e à comunidade em geral uma breve síntese das nossas pesquisas atuais, bem como nossos interesses futuros. A partir destas exposições, nos dividimos em grupos de trabalho com interesses de pesquisa comuns e, em um segundo seminário, cada grupo redigiu sua própria linha de pesquisa e seus projetos estruturantes.
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Fomos criados em uma sociedade machista que nos ensinou que o homem tem que ser mais inteligente, mais forte, mais alto, mais corajoso, mais bem remunerado e, principalmente, ter mais experiência sexual que a mulher. Homens e mulheres passam a vida inteira tentando seguir este padrão que lhes foi ensinado.
Alguns têm consciência da artificialidade deste modelo e das relações de poder que estão por trás dele e tentam não segui-lo. Só que, por mais que conscientemente procuremos romper com esta relação hierárquica entre homens e mulheres, elas estarão lá sempre no nosso inconsciente nos atormentando e às vezes vindo à tona nos atos falhos e nos nossos modelos de príncipe encantado/mulher ideal.
O cidadão, muitas vezes, é árduo defensor da igualdade de salários e da participação política entre homens e mulheres, mas se sente constrangido em namorar uma mulher mais forte, mais rica, mais inteligente e, principalmente, com mais experiências sexuais que ele. É o inconsciente berrando. -
Estudei francês na Faculdade de Letras da UFMG, como disciplinas eletivas da graduação. Tenho boas referências da Aliança Francesa, mas nunca estudei lá.
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De jeito nenhum. Tribunais superiores são órgãos essencialmente políticos e não seria nada republicano reservar o exercício de um poder político a apenas quem optou pela carreira da magistratura. Seria tão absurdo quanto exigir que o ministro da saúde fosse necessariamente um médico do SUS ou que o ministro da educação fosse necessariamente um professor da rede pública de ensino.
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Não só eu, mas também o Comitê Olímpico Internacional: http://www.olympic.org/content/the-ioc/recognised-sport-federations/federation25/ Só não é (ainda) esporte olímpico.
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Decididamente não são suficientes. A maioria dos juízes que conheço são muito inteligentes e educados (cultos nem tanto). O que falta neles é empatia. Falta a tão necessária capacidade de se colocar no lugar do outro, principalmente quando o outro é pobre, negro, mulher, homossexual, não cristão, em síntese, diferente dele. Sem empatia é impossível julgar bem, pois não se julga o réu, mas seus valores pessoais projetados nele. No curso de formação de todo juiz (e promotor) deveria constar como atividade obrigatória o estágio como réu por pelo menos 24 horas em uma prisão pública. Pra exercitar a empatia.
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Já fui razoável no xadrez, mas hoje em dia estou enferrujado. Dos que precisa suar a camisa, nunca fui praticante.
Tulio Vianna’s Bio
Belo Horizonte, MG
Professor de Direito Penal. Doutor (UFPR) e Mestre (UFMG) em Direito. Blogueiro.


