-
All responses Most smiled responses
-
Depende do nível da concorrência. Em um processo seletivo em que há muito mais candidatos que vagas, a correção das provas é inevitavelmente comparativa. O candidato que só leu a bibliografia básica sugerida no edital tende a fazer uma prova básica semelhante a dos demais. O candidato que, além da bibliografia básica, possui uma carga de leituras maior e sabe interrelacioná-la bem com a bibliografia sugerida no edital certamente se destacará dos demais. Em suma: a bibliografia indicada pode até ser suficiente, mas tudo vai depender do nível dos demais candidatos.
-
Nenhum problema. Só vou citar um exemplo: Ferrajoli. Que eu saiba nunca fez qualquer pesquisa de campo e a excelência da sua pesquisa é indiscutível.
-
Gostava mais de Física, Matemática e História, que sempre foram o meu forte. Detestava Português e Química.
Só aprendi bem Português quando precisei estudar para passar no concurso do TJMG. As aulas de Latim, que cursei como eletiva na Faculdade de Letras, ajudaram muito. Acabei gostando tanto da matéria que me tornei professor da disciplina no PRÉ-UFMG. -
Decididamente, não. O nacionalismo pra mim é uma grande bobagem. Assim como não quero que os EUA explorem o Brasil, não quero que o Brasil explore a Bolívia. Uma criança morrendo de fome na África me agride tanto quanto uma criança morrendo de fome no nordeste.
O nacionalismo faz sentido quando se é governado por reis e há guerras para definir quem reina sob qual território. Nas democracias, se cada povo reina sob seu próprio território, não faz muito sentido o sentimento nacionalista. -
O Estadão é o melhor jornal conservador publicado no Brasil. Não tinha por que duvidar de que publicariam o que eu dissesse e, de fato, a longa entrevista foi muito fiel às minhas declarações.
Já a Veja não faz mero jornalismo conservador; faz panfletagem política descarada. Não se trata de uma mera versão conservadora dos fatos; é criação e divulgação de notícias de um universo paralelo que atenda a seus propósitos políticos. Sua credibilidade é menor que a de uma nota de 3 reais. E eu não gostaria de ver minha imagem em uma nota de 3 reais. -
Acho que todos os meus amigos sabem que sou agnóstico, mas se não soubessem e o assunto surgisse, eu diria sem problemas.
-
Provavelmente México, mas eu sou um tanto quanto imprevisível quando o assunto é viagens e posso mudar de rumo a qualquer momento.
-
Infelizmente, sim! Muitos juízes e promotores vivem em uma Torre de Marfim e julgam/acusam gente que vive em uma realidade que não existe nem em seus piores pesadelos.
-
Não só não daria como já não dei uma vez; quando disseram que era pra Veja, eu disse com toda a educação do mundo: "sinto muito, mas pra Veja eu não dou entrevistas".
-
De jeito nenhum! Você vai ter colegas bem mais velhos na universidade. O vestibular da UFMG é uma pedreira, mesmo! Acho que vale a pena estudar bastante e tentar novamente.
Nada impede, porém, que você comece o curso em uma particular e depois tente o vestibular para a UFMG no final do ano. Se aprovado, poderá pedir o reaproveitamento dos créditos cursados. -
O mestrado e o doutorado em Direito são muito bons. Conheço vários professores de lá e eles são de altíssimo nível.
Dos cursos de especialização em Direito, o único que eu conheço e posso recomendar é o de Ciências Penais, no qual inclusive já lecionei. -
Sim: True Blood, Borgias, Game of Thrones e Dexter.
-
Depende dos termos da proposta. Se me garantissem que meus textos não seriam alterados e me pagassem razoavelmente bem por isso, aceitaria sem problemas. Talvez eu não durasse muito no novo emprego, porque não iria mudar meu pensamento e meu estilo por conta dele, mas isso já é outra história...
-
Gosto muito de Processo Penal e daria aulas da disciplina sem problemas. Sempre dei aula de Direito Penal, pois prefiro lecionar nos primeiros períodos do curso, quando os alunos ainda não foram completamente subvertidos pelo sistema. Na pós-graduação, porém, em boa parte das aulas de "Teoria do Garantismo Penal", trato de temas de Processo Penal.
-
Não tenho propriamente romances preferidos; dou nota 10 para vários e, a partir daí, não saberia hierarquizá-los. Vou citar os primeiros que me vêm à cabeça:
Brasileiro: Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
Estrangeiro: O Nome da Rosa - Umberto Eco -
Normalmente acaba até saindo mais caro, pois como você conhece a qualidade dos componentes, só vai querer colocar coisa boa. Nos computadores de loja, normalmente há muitos componentes genéricos, pois a maioria do público só se preocupa com processador e quantidade de memória. A vantagem de se montar pessoalmente um computador decididamente não é o preço, mas a qualidade.
-
asked by gabrielcampanha
Com certeza! Estado laico só não é bom para quem não tolera opiniões diferentes das suas; se todos respeitarem as crenças alheias, ninguém desrespeitará a do outro. Os fundamentalistas, porém, pretendem impor suas crenças à força e, com isso, tornam a religião um código moral autoritário que só agrada àqueles que o criaram.
-
Gosto muito da Wikipédia em inglês. Completa, plural e com boas referências. Já a Wikipédia em português, eu acho bem fraquinha.
-
Saber escrever corretamente não é sinal de boas ideias. Conheço muita gente que escreve perfeitamente bem o português, mas comete reiterados homicídios à lógica e ao bom senso. Mas conheço muita gente também com ideias maravilhosas que não consegue expressá-las no melhor português, simplesmente por não ter nascido em uma família rica e culta que pudesse lhes dar uma boa formação quando criança. Não só as pessoas cultas podem usar uma praça para discursar; não há porque limitar a Internet também a uma casta de privilegiados.
-
Pra quem tem dinheiro, há muitas coisas boas, mas democrático, mesmo, só o sexo.
-
Tulio Vianna’s Bio
Professor de Direito Penal. Doutor (UFPR) e Mestre (UFMG) em Direito. Blogueiro.


Loading...