Tu, que dis tu; que dis tu?
Recent Responses
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Eu já fui e estou achando o site muito ruim. O design é confuso e esquisito, não dá pra comentar nas respostas e eu prefiro aqui, VOLTEM TODOS :'(
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Gente que quer aparecer nas aulas, apagar queimada na mata.
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É clichê, mas diria que entre outras coisas, pela educação. Os concursos pra professor da rede pública - temporário, ao menos, que é o que fiz há uns dias - são uma vergonha. É preciso estudar um monte de leis que não vão fazer diferença nenhuma na prática pedagógica em si e, bem, saber ler minimamente feito gente. As pessoas falam e falam mal das pedagogias modernas sem perceber que nem elas chegam a ser realizadas nas escolas; não tem pedagogia nenhuma na forma capenga e burra com a qual os professores fingem que ensinam as coisas. Antes tivesse o tal do construtivismo ou o ismo que fosse; melhor do que obrigar as pessoas a ficar 30, 40 minutos copiando qualquer textinho idiota que se passa no quadro e chamar isso de aula.
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Às vezes tenho mania de simetria em relação a sensações corporais (tipo ter de coçar os dois braços de maneira igualmente forte) e gosto de ficar contornando as coisas com os olhos, fingindo que as estou desenhando. Não sei se é decorrente de qualquer coisa desse tipo; pra mim basta doidice mesmo.
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Se for o meu de manhã, tá mais pra caca de cachorro, mesmo.
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Poder-se-ia dizer que sou uma deles (consta que meu nome é, caham, OSTROGODO), mas isso à parte, vamos lá: quem são os tais, exatamente?
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Ultimamente dos incensos de mirra e absinto que comprei em São Paulo.
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Sua certeza absoluta está absolutamente certa 8'(
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Não sei, anôn'mo. Não gosto da voz e nem vou com a cara.
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Curto não, anon. Não curto nada desse rock (ou coisa que o valha) brasileiro.
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Estamos vendo praticamente um filme por dia há mais de um mês - todos da locadora, embora cinema tenha aqui também (e sim, fora do circuito comercial também). Na verdade eu raramente ia ao cinema e nunca ao teatro, porque não sei dizer que companhias ou grupos são bons ou ruins e sempre tenho receio de ir às escuras (infelizmente as chances de ser uma porqueira constrangedora sempre são altas). Já shows só ia nos da minha irmã e esporadicamente de algum amigo. O que acaba fazendo falta mesmo são as óperas e concertos - aqui tem orquestra sinfônica mas uma vez que a gente se acostuma com OSESP e orquestras européias nunca é a mesma coisa, até pelas escolhas de programa. Sinto falta do MASP também - passamos um bom tempo agora no fim do ano olhando as gravuras da renascença européia numa exposição muito boa que está tendo lá (sem contar a tela do Vermeer). Vi o Caravaggio aqui, é verdade, mas a estrutura não era lá muito boa e as telas ficaram muito pouco tempo... Enfim, Brasília tem atrativos diferentes - eu não tinha como ir nadar no lago aos fins de semana lá em São Paulo, por exemplo - e nós paulistas temos um problema: adoramos nos gabar de que nossa cidade tem isso e aquilo e aquilo outro mas somos um bando de acomodados porque sabemos que sempre vai ter coisa, elas não vão sair de lá então podemos ir a hora em que bem entendermos (assim a procrastinação segue e segue e acabamos nunca saindo de casa pra fazer nada de muito diferente). Pois então, na verdade o que mais estranho aqui em Brasília é a própria organização da cidade mesmo; os programas ou falta deles nem tanto. Há tempo de semear e de colher, há tempo de ir a todas as peças e concertos e óperas e tempo de ficar em casa lendo, vendo filmes e fazendo fogueira.
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Bruckner.
Mentira, Brunão, foi só pra te fazer pirar. -
Digo a todas um sonoro "te conheço?" mental.
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Atualmente, Toddy gelado batido no liquidificador.
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É porque não tem nada parecido, eu acho. O morro é um livro até estranho, com um monte de pessoas rudes e duras meio gratuitamente - o prefácio à edição que eu li, feito por uma das irmãs Brontë que não a autora (não lembro qual) dizia isso, que só se entende o livro completamente quando se conhece as pessoas de certa região (na qual o cenário da história foi baseado), com os caráteres endurecidos e os ventos impiedosos.
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As pessoas ficam mimimi microfone mimimi mas é um problema, sim. É preciso ter projeção de voz, mesmo que não seja a projeção de um Wagneriano que preencha um teatro inteiro e fure uma orquestra sozinho. O problema pode vir por diversas razões, desde timidez até falta de apoio respiratório. O que se pode fazer é procurar um professor de canto ; )
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