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Coisa mais fácil do mundo.
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Extrovertida com momentos melancólicos, muitas das vezes por causa da fome.
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Sim. Graças a todos eles sou uma pessoa melhor e agradeço a Deus por eles terem surgido em minha vida.
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Não preciso morrer para você ouvir isso. Atenção ao que dizem.
http://www.youtube.com/watch?v=Psa3kK-ebyU&feature=relmfu -
Mas desde quando violência *sempre" gera violência e gentileza gentileza?
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Eitcha. Nem Hitler diria que Hava Nagila provoca surdez temporária.
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Festa do burro.
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Sei bastante que sei algo que sei pouco.
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Ué, falei: "Ah tá, pode deixar." Me levantei, saí e nunca mais voltei a falar com aquele xibungo.
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Conheço versões infantis ilustradas de obras como "Divina comédia" e "Odisséia". Agora, HQs de "obras-primas" da literatura não conheço. (A não ser que "Viagem ao centro da terra" seja considerada obra-prima. É a única que conheço.)
Agora, de certa forma o cinema já fez isso, não? E nem por isso a literatura foi destruída, porque ambos coexistem sem problema. A única coisa que posso dizer é que nunca vi um filme que fosse superior à obra-prima que pretendeu adaptar. Não vejo problema com adaptações cinematográficas. Mas sempre acho o livro (o bom livro) que serviu de inspiração melhor. -
Não. Talvez só Deus perdoe facilmente.
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Não sei. Mas sempre me lembro do que houve com o presidente Kallio, que "declarou, ao assinar o tratado [de Moscou, em 1940]: 'Que fique seca a mão que é forçada a assinar um documento como este.' Cinco meses depois, um ataque de apoplexia paralisou-lhe o braço direito." (Lukács, "A última guerra europeia", p.86, n.28)
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Você quer saber como fui concebida? Minha mãe sonhou, meu pais quis, e eu nasci.
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Desculpa, seu guarda. Um gavião roubou MESMO minha carteira. OLHA LÁ ELE VOANDO!
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NÃO SE MATE!!!
Ô caminhante, senta e escuta a minha história.
Estou eu no ônibus quando entra uma senhora. Branca, branca, de vestido vermelho, vermelho. Senta no outro lado do corredor. Uns 2min depois, uma voz começa a recitar: "Homens e mulheres, que seus lares sejam manchados pelo seu próprio sangue. Homens e mulheres, que todos vocês paguem com a própria dor todo o mal que fazem. Homens e mulheres, que as suas famílias sejam massacradas. Homens e mulheres, que, por prostituírem suas próprias filhas, vocês sejam destruídos. Homens e mulheres..." Na hora penso: "Caraca, a mulher está jogando uma praga do demo." Claro que começo a rezar. Aí um passageiro se invoca e liga um rádio na última altura. Tocando uma série de FADOS. O ambiente estava dominado então por cânticos chorosos portugueses, e no fundo a mulher recitando a praga do demo. Foi uma viagem bizarra.
Enfim. Ela era do partido do "pereçam-os-ímpios-menos-eu-que-sou-bacaninha".
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Tanja Krämer’s Bio
Carioca, e basta














