-
-
Impressão minha ou você ia mesmo continuar esta frase? Se for isso mesmo, por favor, anôn, continue!
E muito obrigada! =) -
Não. Foi super rápida, acredita!? Pois é.
Eu pensei que eu ia chorar, que eu ia tirar meus cabelos (os poucos que eu tinha, na época), mas foi bem rápido. E não doeu.
Claro que eu senti, mas foi tranquilo. -
Não tenho lá muitas redes sociais, mas meu Twitter é /subculturenw.
-
Opaaaa, chega mais. ;) Hahahahaha.
Contar pra minha mãe foi fácil. É o que eu sempre digo: as mães sempre sabem. Mas o dia que eu contei foi meio "pá!", as vezes eu me pego pensando se não foi por esse motivo que eles se separaram.
Eu estava no primeiro ano, e bem, eu ia ter que contar, né?! Eu estava namorando uma menina, e queria apresenta-la aos meus pais. Minha irmã já sabia, e sempre foi normal pra ela, mesmo ela sendo hétero (pelo menos diz ser, duvido da sexualidade dela).
Enfim. Cheguei em casa da escola e fui conversar com a minha mãe. Cheguei nela de boa e disse "olha, mãe... eu gosto de meninas. Sim, eu sei... mas eu realmente gosto de vaginas". Minha mãe riu, me abraçou e disse "você continua sendo minha princesinha". Simples.
Mas com o meu pai foi foda demais. Foi a pior experiência que eu já participei. Depois de uma semana d'eu contar pra minha mãe, eu decidi contar a ele. Cheguei nele e disse "precisamos conversar". E ele me perguntou se era realmente urgente porque ele estava com um monte de coisas pra fazer. E eu disse que era, que era meio "vida ou morte". E então ele me deu ouvidos.
Eu disse exatamente o seguinte: "pai, sabe quando a gente olha para o sexo oposto e não sente absolutamente nada? Bom, você não deve saber como é, você é hétero, mas eu não sou. Eu olho para os meninos, e não sinto nada de atração física, nadinha" ele ficou me olhando pasmo, levantou da cadeira e disse "eu não criei uma filha pra ela virar sapatão!" nisso eu me levantei da minha cadeira, bati a mão na mesa e disse "foda-se! Não quero que você goste, só quero que você respeite a mim e a minha namorada. Eu nunca faltei com respeito a você, e não quero faltar agora. Só quero respeito por aqui".
Dois dias depois, eu peguei meu pai brigando sério com a minha mãe sobre isso. Ele mandava indireta do tipo "você nunca cuidou bem dela, se ela virou essa coisa é culpa sua". Mas eu sabia que me meter não ia adiantar.
Então deixei eles se arrumarem. Eles se separaram depois de alguns dias.
É difícil pra mim porque eu sempre me lembro de que eles podem SIM terem se separado por causa da minha orientação sexual. Minha mãe diz que não, que já havia outros problemas, e eu tenho acreditar que havia sim outros problemas, mas as vezes eu não acredito.
Eu ainda falo com meu pai as vezes... "discutimos" sobre política, música e futebol. Mas ele nunca toca nesse assunto, então, não toco também.
É melhor assim. :) -
Já ouvi tantos "elogios" piores que este aí.
Você acha MESMO que eu vou me sentir mal? -
Eu adoro meu cabelo e meus olhos.
E não gosto muito das minhas mãos. -
Porque os gosto dos livros mesmo. ;)
-
Nhac. Eu sempre tive essa vontade, e agora eu meio que realizei. Briguei com a minha mãe por isso, mas tá certo... o cabelo é meu mesmo.
-
Sim! Eu fiz uma semana passada, que é a frase "e então, que seja doce" na minha nuca.
-
Agradeço, de coração. :3
-
Relaxa, isso não te impede de você receber as perguntas. ;;
-
Caralho, não tem o que responder... disponha! :3
E ah, nhw, claro, obrigada pelo "elogio". -
Eu não me considero feia nem bonita, não fico me observando e criando uma conclusão sobre minha "beleza".
-
Miriam Carla
Nárnia.
Miriam Carla’s Bio
"Nada em mim foi covarde, nem mesmo as desistências: desistir, ainda que não pareça, foi meu grande gesto de coragem."



