Creme e açúcar?
Recent Responses
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Zumbis cheiram mal. Acho que nada que pudesse me devorar, haha.
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I'm in this shit for the garlic bread. You guys can brawl over the meat like a lovely pack of wolves and lionesses.
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Prefiro qualquer pessoa que faça o que lhe vier naturalmente, da forma mais sincera, desde que tenha respeito. ( E recusaria ambos os casos, então não a metodologia não muda muito o resultado. Meu preferir é no modo de achar as atitudes adoráveis.)
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Quer dizer , o tempo todo ? Na música, nas estórias, nas gravuras, e nada adianta.
( Nos outros. )
Tudo é um pouco reflexivo, ecoa por dentro. Mesmo estado completamente desgarrado do meu eu, estou confinado na carne, enclausurado em mim. Não se pode fugir do que se é, como um todo. Continua-se sendo o tempo todo, essa tortura, essa tontura.
Disse Clarice : 'verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesmo. '
É preciso se conscientizar e ao invés de ,tão comumente como de costume, se conformar, se consertar. -
Solitário,sozinho, solteiro. São coisas diferentes. Pode-se estar num momento individual, mas seus laços com as pessoas te constroem, te envolvem. Elas vivem dentro de ti, como partes do que te faz você.
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Sim, deixaria que me 'aliciassem' através do espelho, escaparia da realidade mergulhando em mim. Iria investigar a fundo, me perder no que vejo, eu que sou avesso aos espelhos.
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Sim, e parece-me que sabem mais sobre mim do que eu.
Todos fazemos um julgamento prévio, isso não é preconceito. Isso é o resultado das primeiras impressões visuais e do comportamento de alguém. Determinamos o que e como nos parece, e se nos interessa ou não. O problema das pessoas é achar que, dali, daquele ponto de afinidade inicial, a partir daquele momento, são capazes de definir alguém e saber do que se trata.
'A primeira impressão é a que fica '--- > PREGUIÇA de reavaliar, de mudar seus conceitos e construções. Odeio essa expressão. -
Iria tirar fotos que talvez comprometessem algumas pessoas, sim, mas pra que gastar isso 'estragando' a vida de alguém se posso enriquecer a minha, registrando tudo?
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Isso exige serviços públicos de calefação, acho. Não sei se acontece de nevar um pouco no sul, mas granizo já é um problema, e faz muito frio. Penso que, nevando, teríamos mais acidentes de trânsito e mais mortes, por doença ou falta de abrigo e cuidados daqueles com condições precárias de moradia ( ou que nem sequer têm onde morar ) .
Não acho que seria uma coisa legal, não, sinceramente. Neve parece bonito pra quem visita os lugares, legal pra quem só quer saber de brincar. Dá um trabalho muito árduo e cansativo limpar as estradas e fachadas das casas, e se locomover em algo escorregadio e fundo para poder 'dar corda' no seu cotidiano.
Se minha cidade fosse mais fresca e agradável, já estava era muito bom. -
Ver a comemoração dos outros com maus olhos é uma inveja individualista, um egoísmo tão triste. E aparentemente, natural. Não se pode ver alguém melhor do que si próprio, nossa.
Não se pode amar o outro na ausência de amor, algo assim. Esse comportamento da condição humana me deixa tão desgostoso. Se perdi, é por minha culpa. Se o outro ganhou, que saboreie. Engoliria minha tristeza para comemorar junto com ele, em muitos casos. Quero conseguir isso, não me cabe estragar a felicidade dos outros por não ter a minha própria, que coisa nojenta. -
Pena de morte, além de não bastar para pagar/pensar no crime, nunca é bem utilizada. Se por um lado existe o problema de libertar presos não reformados da prisão perpétua ou mantê-los vitaliciamente de modo injusto ( causando ou por causa da superlotação dos presídios ) , acredito que nosso regime penal ainda não está pronto pra isso. Nossa democracia é burocrática e bagunçada, já desrespeita a vida e a decência do povo, ia acabar fazendo ainda mais bobagens irreversíveis. Não, eu não vou entrar no 'direito do humano de tirar a vida de outro humano, código do olho-por-olho' e essas discussões filosóficas do Direito e da Sociologia, um abraço.
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Eu falo pelas impressões visuais que tenho, não pelo cunho católico/cristão da coisa.
Existe um consenso estranho do qual eu comungo de que o papa corrente tem uma cara meio 'malvada', sem ofensa aos religiosamente-sensíveis. Achava o anterior mais adorável e acessível, no pouco que o sei da vida papal. -
Na verdade, ninguém acredita é nas coisas que eu digo que não aconteceram.
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Sinto demais as coisas com facilidade, vivo de amores pela verdade das coisas, morro de amores pelo mundo.
Romanticamente falando, não consigo me apaixonar. Em compensação, sou propenso ao afeto e fascinação pelas pessoas, acho. -
São os meus favoritos. Gosto de sentir a brisa fresca-fria, enrolar-me em edredons, tomar café e aproveitar o aconchego. É como, se de repente, o externo fosse mais frio que o que há dentro de mim, e assim, as coisas ficassem mais confortáveis. Parece contraditório, mas é mais fácil de me esquentar assim.
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Eu acho que a maioria das pessoas 'normais' tem sérios problemas mentais e são todos malucos por não se atreverem a serem loucos. São adaptados a sociedade, mas renegam a própria felicidade.
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Olhamos sem ver. Tudo é magnífico e misterioso e tem mil interpretações,ângulos. Aquilo que está sempre conosco constitui cenário e passa a ser menos observado, menos percebido.
De repente, descobre-se um tesouro no próprio quintal. -
Acho que quase tudo que possuo poderia ser melhor aproveitado por outra pessoa, quase tudo. Talvez alguém que não ache tão precioso quanto eu, que não ame e preserve tanto quanto eu, mas alguém que usufrua, use melhor. Sou como um figurinista, uma costureira. Espero somente os atores para pôr em prática os meus p(l) anos e fantasias, vê-los em ação como deveriam estar.
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Espero tudo, não como expectativa, mas como possibilidade. Quando me é revelado, quando as coisas acontecem, só confirmo e aceito a concretização de algo que sempre pôde existir, assim não me choco tanto. Gosto que contem as coisas, que as pessoas sejam elas mesmas, então julgar algo como 'decepcionante' não é uma reprovação. O que é, é a verdade, e é isso que desejo, independente do que espero.
Preciso parar de esperar o extraordinário, o que ultrapasse o natural. Ambiciono demais dos meus experimentos, ás vezes.
Pedro Trindade’s Bio
WonderEnd
If you've got a little extra, give it to the band.


