Tudo o que você sempre quis saber sobre marcas, mas tinha vergonha de perguntar!

RSS Feed
  1. All responses Most smiled responses
    1. Sebastiany Branding

      Tem diferentes formas de lidar com a situação.

      Nenhuma perfeita.

      Todas as opções que já usei no passado envolviam acabar com o nosso desconforto, e deixar o amigo, ou desconfortável no nosso lugar, ou consciente de que não é tão simples assim.

      Afinal, porque NOS é que temos que ficar desconfortáveis com a cara de pau dos outros, não é mesmo?

      Mas o objetivo também pode ser mostrar um pouco do que fazemos, e mostrar que não é tão simples assim. Abaixo 7 métodos para você ver o que prefere.
      ____

      MÉTODO 1) PERGUNTE:

      Dependendo do que seu amigo faz da vida, você pode fazer uma comparação. Pergunte se ele vende ou faz de graça alguma coisa que envolva o trabalho dele. Tente colocá-lo no seu lugar.
      ____

      MÉTODO 2) PERMUTA.

      Se for interessante para você, você pode eliminar o mal estar seu e ao mesmo tempo medir o grau de companheirismo do seu amigo. Se ele for sério, topará a proposta que explicarei a seguir, se não for, você vai saber:

      Proponha a ele uma permuta: Pode ser pela equiparação de valores, pode ser pela equiparação de horas... depende do que ele faz. Exemplo:

      Se o seu trabalho custaria 10 mil, explique a ele que usualmente esse trabalho custa 10 mil (faça sempre o valor cheio), mas que ele toparia fazer de graça em troca de 10 mil reais em produtos ou serviços dele (funciona se for uma loja, restaurante, consultoria etc). Se o seu amigo for sério, verá MUITA vantagem na troca, porque provavelmente 10 mil em produtos (pelo valor de venda) custaram e ele um valor menor que este.

      Se o seu trabalho consome 100 horas, e o que seu amigo vende são serviços, você pode propor em troca 100 horas de trabalho dele.
      ____

      MÉTODO 3) EXPLIQUE.

      Muitas vezes quando um amigo pede alguma coisa de graça ele não tem muita noção do tempo ou do trabalho que pode envolver o projeto. É normal, afinal é também nossa tendência achar que a vida dos outros é sempre mais fácil que a nossa.

      Não vejo problema em fazer algo de graça para um bom amigo ou um parente realmente muito próximo (coleguinhas e parentes que você só vê uma vez por ano não contam). O problema é a ESCALA do que fazemos. Se você fosse médico, talvez desse uma consulta de graça para um amigo, afinal, é só uma horinha, não é mesmo?

      Mas e se você fosse operá-lo? você pagaria todo o custo do anestesista, sala de operações, custos de materiais etc? Claro que não.

      Neste caso, o ideal é detalhar o que seria o roteiro total do projeto, com todas as horas e detalhes, etapas, custos de materiais etc. Proponha para ele o trabalho completo, e depois diga que em nome de sua amizade, que você não vai cobrar as primeiras 2 horas de trabalho, ou dê algum brinde ou desconto que você daria para qualquer outro cliente durante a negociação.
      ____

      MÉTODO 4) CACILDA BECKER.

      Conte a história (verídica) que uma vez um amigo da Cacilda Becker pediu para ela conseguir uns ingressos de graça em uma de suas peças, ela então respondeu: "Não me faça fazer de graça a única coisa que sei fazer cobrando". Ou Seja, simplesmente diga não de uma forma gentil e educada, mas que o faça perceber o quão inapropriada foi a sua solicitação. Afinal, se eu der de graça o produto do qual vivo e pago as minhas contas, então eu vou viver do que?
      ____

      MÉTODO 5) SEJA TÃO SIMPLISTA QUANTO ELE.

      Lembro que na época em que ainda estudava arquitetura fiz isso com um amigo que queria idéias para um projeto para casa ele, e funciona muito bem se você estiver em um bar (onde eu estava).

      Como neste caso o seu "amigo" acha que tudo é muito fácil e simples, faça algo igualmente fácil e simples. Desenhe qualquer coisa em um guardanapo de papel de entregue gentilmente para ele. Não precisa ser escroto, para um amigo você pode dar boas idéias. Mas não gaste mais do que 20 minutos, que é mais ou menos o tempo que ele acha que demora uma criação.

      Com um guardanapo ele nunca vai conseguir resolver nada sozinho. Então ao enfrentar as dificuldades de resolver tudo o que envolve o projeto, ele talvez perceba que tem que lhe contratar.

      As pessoas pensam que tudo é muito fácil, parte porque nossa cultura não valoriza o trabalho intelectual, parte porque não conhecem as complexidades envolvidas em um projeto de design. Deixe elas então enfrentarem as dificuldades sozinhas.
      ____

      MÉTODO 6) VIRE SÓCIO.

      Funciona quando a pessoa procura projetos de marcas, mas não sei se funciona em outras áreas de projeto:

      Empolgue-se com o projeto dele, diga que sim, você pode fazer investir no projeto sem cobrar (não diga "de graça") se for interessante para você. Mas você precisa perguntar ao seu amigo quanto ele está investindo na empresa nova. Digamos que ele vai investir 190 mil.

      Depois você pode apresentar a ele todo o seu roteiro de trabalho, e tudo o que você poderia fazer por ele, no que de outra forma (se ele não fosse seu amigo) custaria a ele em torno de 10 mil reais. (use os seus exemplos de valores)

      Diga então que você está disposto a investir esses 10 mil reais em trabalho seu em troca de uma participação porcentual equivalente nos resultados da empresa dele, neste caso 5%.

      Se o seu amigo for sério e for mesmo seu amigo, ou ele vai topar, ou ele vai preferir pagar e ficar com todo o lucro e todo o risco, ou então você vai ter a rica oportunidade de descobrir que ele não é tão amigo assim. Não é mesmo?

      ____

      MÉTODO 7) UM POUCO DE TUDO.

      Uma alternativa que usa um pouco de cada uma acima é detalhar o trabalho em horas e fazê-lo perceber que não é tão simples, e que o projeto vai consumir (por exemplo) 40 horas (uma semana). Se ele insistir, pergunte a ele o que ele faria no seu lugar para pagar 1/4 das suas contas do mês pelo período em que você não vai ganhar dinheiro porque está trabalhando para ele.

      Se ele ainda assim insistir, eu sinceramente refletiria bastante com que tipo de amigo tenho saído. As vezes uma mudança de ares e companhias pode fazer muito bem.

      Para finalizar já tinha abordado um pouco deste tema nesta outra postagem. Explicando como fazemos hoje na Sebastiany.

      http://www.formspring.me/Sebastiany/q/180059788929960373

    2. Sebastiany Branding

      Oi Cecílio, tudo bem!

      Não sei como avaliar o curso pois não conheço sua grade, apesar da seriedade de conceitos que percebo no discurso do grupo troiano.

      O nome é "curso avançado", então me parece mais uma complementação a uma pós graduação do que uma pós em si. Novamente pelo nome a expectativa é que seja para profissionais que já sabem e entendem sobre branding. Se for isso mesmo pode ser muito bacana como a complementação de um Master ou MBA.

    3. Sebastiany Branding

      Oi lúcio, não sei se entendi sua pergunta, mas existem diferentes premiações para projetos de marcas, porém todas internacionais.

      Existe o Wolda, o Hiibrand, o rebrand, procure no google que você encontra.

      Sobre o registro, do ponto de vista jurídico, deve ser feito no INPI. Este artigo esclarece um pouco mais sobre o tema:

      http://logobr.org/branding/registro-de-marcas-leis-design/

    4. Sebastiany Branding

      Oi Marcus, tudo bem!

      Não é uma tendência, porquê não é um modismo ( e em design de marcas, modismos devem ser evitados pois são passageiros, e marcas deveriam ser projetadas para durar.

      Também não são uma coincidência, embora o nosso foco de atenção e nossa percepção seletiva possam destacar mais algumas coisas que outras.

      Se voltarmos em um período de tempo de 6 décadas, marcas todas em minúsculas eram sim pouco comuns. O mais comum era usar todas ou pelo menos a primeira letra em maiúsculas. Associamos as maiúsculas a imagem de força, porte, solidez, pauta que esteve no design de marcas durante muito tempo. Havia também um verto senso de respeito gramatical, afinal se é um nome, deveria começar com maiúscula. Ou pelo menos era assim que se pensava.

      Mas a muito tempo as minusculas tem entrado com força na consideração dos profissionais. Lembra da primeira versão da marca do Banespa feito pelo Cauduro? Naquela época isso era novidade, e por se tratar de um banco, uma surpresa.

      Mas já nos anos 90 o uso apenas de minúsculas passou a ser bem mais comum, e hoje já é parte do repertório dos profissionais de design, tanto quanto as maiúsculas, unicases, versaletes etc.

      Claro que há uma mudança de pauta nas marcas. Se no passado força, porte e solidez eram atributos centrais, hoje cada vez mais se fala de marcas mais humanas, próximas e amigáveis. E as minúsculas se enquadram bem nesta necessidade, embora não sejam a única solução para este problema de comunicação.

      Ajudei?

    5. Sebastiany Branding

      O primeiro ponto é, não adianta escolher uma profissão pelo mercado, até porque 4 ou 5 anos depois é provável que ele tenha mudado muito. Então o HOJE de quando ingressar na faculdade e o amanhã de quando você sair não serão o mesmo.

      Tudo o mais que eu escrever, são apenas a percepção de 1 profissional. Recomendo que você colete outras. Provavelmente serão diferentes.

      Não sei onde você está. Mas existem muitas boas faculdades em São Paulo.

      A Anhembi é muito boa em design gráfico e ótima em design de games e design digital,

      O Senac também é ótimo em design gráfico e foca mais no trabalho criativo e individual do que o que no em grupo, que eu pessoalmente valorizo mais.

      Nos cursos que tem PRODUTO a FAU é ótima, mas a Belas artes e a Faap também são muito boas.

      E tem muitas outras que imagino que sejam boas, mas que conheço pouco, como a ESPM.

      Mas no fim, o que vale mais é o seu esforço pessoal. Mais que a universidade em si. Mas também recomendo cuidado, porque embora isso seja uma verdade, também é uma desculpa muito comum para não tentar entrar em um curso melhor,

    6. Sebastiany Branding
    7. Sebastiany Branding

      Não existe UMA melhor forma e acredito que cada escritório lhe dará uma resposta diferente.

      De nossa parte apresentamos o processo e o resultado em PDF, no monitor de 22 polegadas da sala de reunião (pretendemos comprar um maior em breve) e fazemos a apresentação em uma reunião presencial.

      Em alguns casos, quando o cliente está em outro estado ou no exterior a apresentação é feita on-line.

    8. Sebastiany Branding

      Muito positivo do ponto de vista do aprendizado, desenvolvimento da equipe e criação de novas metodologias de avaliação e diagnóstico de marca.

      No entanto o aumento de todos os custos resultou em um saldo financeiro pouco expressivo.

      Ainda assim estamos otimistas, pois são as novas metodologias que geraram muitos dos projetos de médio e grande porte deste ano.

    9. Sebastiany Branding

      Oi Montecinos, tudo bem!

      A identidade visual é um dos muitos pontos de contato de uma marca. Como também é a arquitetura, publicidade, atendimento, uniforme, produto, decoração, RP, o que falam da sua marca etc.

      Mas é só isso, um ponto de contato. Então podemos sim realizar a construção de uma marca sem ter a identidade visual como ponto de contato principal.

      Escritórios de branding que surgiram da área de design de identidade visual e verbal (como a Landor, Wolf Ollins, Ana Couto, Limpincot, GAD, a própria Sebastiany entre outras) migraram para identidade de marca, e depois para o branding. É natural na cultura destes escritórios ver a identidade de marca como um dos principais pontos de contato na construção da marca. Os argumentos usados até fazem sentido, afinal a identidade da marca (visual e verbal - muito além do logo) está presente em quase todos os demais pontos de contato, influenciando os mesmos de forma positiva ou negativa. Por isso mesmo é normal vermos projetos de branding sendo apresentados com ênfase neste ponto de contato.


      Mas da mesma forma, escritórios de branding de outras origens também tendem a ver suas atividades predecessoras com elevado grau de importância, seja ele a administração, o marketing, a publicidade etc.

      Até o mercado atingir sua maturidade veremos muitos desses RUIDOS de conceito, principalmente por parte daqueles que, desejando almejar uma nova fatia de mercado, começam a FALAR em branding, mas continuam FAZENDO somente ou publicidade, ou design, ou marketing etc.

    10. Sebastiany Branding

      Falar sempre em 5 ou mais anos é muito difícil para qualquer área de atuação. Apenas como exemplo, quando entrei na USP em 1995 o curso mais concorrido era o de publicidade e propaganda (mais que medicina). Quando me formei o mercado formal de publicidade já não comportava nem um décimo dos novos profissionais formados.

      Por isso mesmo aprendi a não fazer previsões desse tipo.

      Sem dúvida, é ainda um mercado muito pequeno, embora atraente pela diferenciação que promove para as empresas frente aos seus concorrentes. Há sim portanto muito espaço para crescer e ser valorizado.

      O maior entrave é ser uma atividade ainda cheia charlatões e falsos gurus, que não sabem do que estão falando e que se misturam com os profissionais sérios.

      É um mercado onde quase todos os profissionais vem de outras áreas: design, publicidade, marketing etc Afinal não existe graduação em Branding, só pós graduações e poucos passaram por uma. A maioria apenas leu alguns livros.

      Porém muitos destes profissionais formados em outras áreas dizem que fazem branding, e na verdade continuam a fazer design, publicidade, marketing etc, causando uma enorme confusão.

      Ainda á comum sermos procurados na Sebastiany por clientes que dizem querer um projeto de branding, quando na verdade o que querem é o design da identidade de sua marca. Tudo bem, também fazemos identidade visual (na verdade ID ainda corresponde pela maior parte dos projetos), e em muitos casos um projeto de branding não é o que o cliente precisa.

      Mas ao vender marketing, design ou publicidade com o nome de Branding, os charlatões atrapalham muito o entendimento por parte do mercado sobre o que é branding e sua importância nas estratégias corporativas.

      De forma pessoal, acho que é um mercado muito interessante, Mas o que me atraiu para ele não foi a perspectiva de crescimento, nem a possibilidade de uma renda maior, afinal, nada disso é garantido nem hoje, quanto mais em uma perspectiva de 5 ou mais anos. O que me atraiu para a gestão estratégica de marcas é o prazer que tenho ao trabalhar com as estratégia de marca de uma empresa.

      É algo que amo fazer...

      E você? Do que gosta?

    11. Sebastiany Branding

      Rodolfo, realmente estamos com problemas nos menus do blog. Mas é possível ainda assim ler os artigos. Basta navegar entre as páginas (1, 2 , 3 , 4 etc) Sabemos que ainda não é o ideal, mas não lhe deixa desatendido por enquanto.

    12. Sebastiany Branding
    13. Sebastiany Branding
    14. Sebastiany Branding
    15. Sebastiany Branding

      As bolsas do PROUNI são uma boa opção. Mas realmente o que pesa nessa caso são as notas que você teve durante o colégio. Nunca foi tão importante ser bom aluno no Brasil como agora.

      Se não for esse o seu caso, todas as demais opções tem é claro um custo. A primeira é conseguir um financiamento universitário. A segunda é trabalhar para pagar a faculdade (muitos dos meus alunos faziam isso). A terceira é ficar como está... E no longo prazo talvez essa última opção seja a mais cara.

    16. Sebastiany Branding

      No ES não conhecemos. Mas em São Paulo, para pequenas tiragens que podem ser feitas tanto em serigrafia quanto impressão digital temos duas indicações - a www.VIAPRINT.com.br (o contato é o RÔMULO) e a www.ATIVAPRINT.com.br (o contato é o EMERSON)

    17. Sebastiany Branding

      Estamos estruturando dias específicos do ano (provavelmente em janeiro) para recebermos somente profissionais formados que queiram conhecer a Sebastiany. O mesmo que já fizemos no início deste ano com o evento em um sábado específico. Infelizmente não podemos receber sempre as pessoas que querem nos conhecer pois isso atrapalharia o dia a dia de trabalho do escritório, e imporia muitos custos.

      Assim que tivermos uma nova data para esse evento, iremos divulgá-la na nossa página do facebook.

      http://www.facebook.com/SebastianyBranding

      Já no caso de estudantes que estão fazendo trabalhos para faculdade e que precisam, para este trabalho, entrevistar um designer ou visitar um escritório, por enquanto o que fazemos é recebê-los durante o almoço (almoçamos juntos para responder as perguntas). Mas neste caso é importante que o aluno traga uma carta do professor ou coordenador do curso.

    18. Sebastiany Branding

      É uma ótima opção para quem procura opção, e uma péssima solução para quem procura solução.

    19. Sebastiany Branding

      Não sei se entendi bem a sua pergunta...

      Como cliente, simplesmente pararia de comprar da marca... talvez sendo uma das minhas marcas favoritas eu até desse uma segunda chance.

      Mas não sei se existe uma posição diferente minha como "designer"...

      Acho que a minha posição seria a mesma se eu fosse médico, advogado, engenheiro...

      É isso? Abraços #GUI

    20. Sebastiany Branding

      Na cidade de São Paulo existem bons MBAs, e outros tantos pipocando o tempo todo em diferentes escolas. Aqui no escritório recomendamos (por conhecermos melhor) apenas 2 MBAs:

      1) Anhembi Morumbi - Business School São Paulo

      2) ITAE - Faculdades integradas Rio Branco

      Certamente existem muitos outros bons MBAs, mas acho que o google conseguirá lhe apontar mais opções e respostas do que nós!

Sebastiany Branding

São Paulo, Brazil

www.sebastiany.com.br

friends
smiles
63 all-time

Sebastiany Branding’s Bio

A Sebastiany Branding é um escritório especializado em design e estratégias de marcas.

www.sebastiany.blog.br
www.sebastiany.com.br
@sebastiany

Advertisement

Who made Sebastiany Branding smile

  • RGoiania2011
  • Carol Hoffmann
See all »

Who Sebastiany Branding responded to

  • Bruno Martins
  • Gláucio
  • FLPVL - frente de luta pela volta da lambada
  • Henrique A Stangini
  • G
  • jozzi
  • Edgar Santos
  • Simara
  • Ezequias Viana
See all »

Who Sebastiany Branding is following

  • dani cruz
  • Raphaella Quarterone
  • Caio Cardoso
  • Rafael Rosa
  • Cardoso Jr
  • FLPVL - frente de luta pela volta da lambada
  • Delano Rodrigues
  • Libra Design
  • Petter Martins
See all »

Who is following Sebastiany Branding

  • biancheti
  • Sérgio
  • Diogo Cão
  • Alex
  • Melina Pettendorfer
  • Renata Capela
  • Rafa Cividini
  • Vitor Carvalho
  • Luiz Fortunato
See all »