Pedra, papel ou tesoura?

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    1. Paloma Saraiva

      Depende daquilo que deve ser mudado, né, Brasil? Se o(a) namorado(a) for assaltante? Se for sociopata? Se for apenas enrolado(a)? Traidor(a)? Preguiçoso(a)?

      Depende do nível da mudança pela qual você está esperando.

      Uma coisa eu tenho clara: ninguém muda ninguém. Os indivíduos mudam a si mesmos se assim quiserem, portanto não é encheção nem de mãe, nem de amigo e nem de namorado(a) que faz alguém mudar. :/

    2. Paloma Saraiva

      Ah, mas isso depende de tanta coisa! Tem que ver quem é que tá deixando essa aproximação desnecessária ocorrer.

      Já ocorreu comigo, por exemplo, de eu ficar morrendo de raiva da ex por causa do contato demasiado dela, mas depois perceber que quem dava trela e abertura para esse contato era o próprio namorado (tsc, tsc tsc...). Então tem que analisar situação por situação.

      Se for culpa do namorado, punição pro namorado. Se for inconveniência da ex, medidas de afastamento entre os dois.

      Falou Paloma, conselheira amorosa. XD

    3. Paloma Saraiva

      Posso não ter o corpo considerado padrão da beleza nacional, mas sou feliz com o que tenho e, principalmente, sou capaz de enxergar o que tenho. Portanto, se eu sou gorda (ou se não sou magra), o resto do mundo inteiro tem obesidade mórbida. Como sabemos que isso não é verdade, o mais provável é que você, estimado anônimo(a), tenha algum distúrbio relacionado à visão. Conselho da Paloma: oftalmologista com urgência, amigue! \o/

    4. Paloma Saraiva
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    6. Paloma Saraiva
    7. Paloma Saraiva
    8. Paloma Saraiva
    9. Paloma Saraiva

      Não tem problema misturar esses dois pronomes. O primeiro é para pessoas que ocupam altos cargos; o segundo, para demonstrar respeito. O que não pode misturar, por exemplo, é "senhoria" com "magnificência", porque esses são para pessoas diferentes (a saber: para funcionários públicos graduados e para o reitor da universidade, respectivamente). :)

    10. Paloma Saraiva

      Hã... "importante" tem tantas acepções, né? Mais marcante? Mais decisivo? Mais importante profissionalmente? Mais importante emocionalmente?

      Acho que não sei responder. :/

    11. Paloma Saraiva

      Que eu fiz? Que eu vi? Que eu não vi?

      Que eu fiz: nenhum.

      Que eu vi: "There will be blood" (talvez, mas pode ser que me lembre de outro depois)

      Que eu não vi: não sei, porque eu não vi..

    12. Paloma Saraiva

      Gosto do ambiente, de alguns professores e de alguns colegas. A balança é favorável, se eu colocar prós e contras nela. :)

    13. Paloma Saraiva

      Sumida tá é você! :)

      Tenho feito o mesmo de sempre: faculdade, trabalho, dormir, tomar banho... XD

    14. Paloma Saraiva

      Acho que eu nunca me senti invisível... quer dizer, não completamente. Mas acho que um bom exemplo de invisibilidade é quando você está andando pelo centro, ou pelos corredores da faculdade, e cruza com um monte de gente desconhecida que não te vê (ou finge que não), não te olha, não te nada e tals.

      É ao mesmo tempo normal e esquisito. O_o

    15. Paloma Saraiva
    16. Paloma Saraiva
    17. Paloma Saraiva
    18. Paloma Saraiva

      Tenho dois grandes medos:

      1º- Medo de que a minha mãe morra.
      2º- Medo de cobra.

    19. Paloma Saraiva

      Pois é. No quesito remuneração, essa área não vai te deixar rica, por mais que você seja a melhor profissional do mercado. Tem que estar na área por gosto mesmo. Fome você não passa, mas não tem luxo, não. :)

      A diferença entre noturno e diurno é que um é de manhã e o outro, à noite (dur). Bom, tem algumas diferenças poucas. De manhã tem francês e não tem alemão; já de noite é o oposto. O resto das línguas tem nos dois turnos. Além disso, o pessoal da noite costuma ser mais velho (de idade mesmo) do que o povo da manhã (povo da noite trabalha e tals). Tem alguns professores que só dão aula de noite ou só de manhã, também, mas isso não faz muita diferença porque é muito tranquilo você pegar matérias no turno que não é o seu, sabe? Eu, por exemplo, que sou da manhã, faço uma matéria à noite neste semestre, mas teve semestre em que eu já fiz até 3 de noite. O_o

      É isso. :)

    20. Paloma Saraiva

      Nossa, que pergunta mais... subjetiva! :)

      Bom, eu adoro tudo referente ao meu curso e à minha área, principalmente os estudos linguísticos, então sou suspeitíssima para falar. Mas vou tentar falar alguma coisa, ainda assim.

      Vamos lá, a área: traiçoeira. Tem muito profissional bom no mercado e muito profissional medíocre. Os primeiros disputam as poucas vagas bem remuneradas no mercado com unhas e dentes. Os últimos envergonham os primeiros e, infelizmente, fazem a "fama" dos profissionais como um todo. A atuação é, em quase 100% dos casos, a docência. Difícil ser bacharel e conseguir emprego logo de cara, a menos que você seja autônomo e bom de serviço.

      Há uma infinidade de áreas e línguas nas quais você pode se especializar: da docência à edição; do grego ao inglês. Todas essas áreas e línguas tem sempre 2 cernes de estudo: o literário e o linguístico. Como já expliquei, prefiro o último, mas ambos são legais (se você gostar de ler bastante, é claro).

      O curso: bem, posso falar sobre o curso que eu conheço, que é o da Faculdade de Letras da UFMG. O currículo é flexível, não há uma grade única a ser seguida. Você faz um ciclo comum de matérias (nos 2 primeiros períodos) e depois, dependendo da área de seu interesse, vai guiando a escolha das matérias. Essa organização tem vantagens e desvantagens: pode tornar seu curso uma colcha de retalhos se você não souber direito o que fazer dentro da área de Letras, ou pode tornar o seu curso bem dirigido àquela área que você mais gosta, o que é muito bacana. É um curso essencialmente teórico, com quase nenhuma matéria prática (as práticas se restringem basicamente aos estágios obrigatórios, no caso das licenciaturas, e às iniciações científicas, no caso dos bacharelados), o que pode, em alguns momentos, tornar o andamento do curso meio massante.

      Bem, acho que é isso. Caso você queira saber de algo mais específico que eu não comentei, é só falar. :)

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