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Eu fui na inauguração da Sara Nossa Terra em Porto Alegre, na Cristóvão Colombo. Se não me engano isso foi em 1996. Passei a congregar na SNT em 1998, quando fiquei sem igreja pois haviamos tentando iniciar uma igreja Renascer mas não deu certo. Eu me sentia membro da Renascer e busquei uma igreja que fosse um pouco parecida para estar congregando enquanto não tinhamos ainda plantado uma Renascer na cidade. Na época praticamente não haviam mulheres exercendo ministério pastoral em
Porto Alegre. Essa foi uma das características que me atraíram para a Sara Nossa Terra nesse período, além do livro "Avivamento Hoje" do Robson Rodovalho, líder da denominação. Alguns amigos passaram a congregar nessa igreja e lá também fiz novos amigos. Minha esposa se converteu com pregações do pastor (hoje bispo) Victor Adewole. Como sempre senti que minha relação com a SNT era mais como a de um visitante do que a de um membro, nunca deixei de visitar outras igrejas para buscar conhecer e experimentar mais do que Deus estava fazendo. Logo minha esposa (namorada na época) e eu passamos a frequentar as reuniões de um grupo que começou em uma garagem e hoje é a Igreja Rio de Vida. Estávamos insatisfeitos com algumas coisas quando soubemos que um grupo da Renascer estava se reunindo novamente em Porto Alegre. Me senti, então, retornando para casa. Depois de várias dificuldades parecia que iria dar certo, mas infelizmente o sonho acabou. Quando nossa relação com a Renascer terminou definitivamente o bispo da SNT no Rio Grande do Sul, João Heliofar, nos abraçou e deu apoio espiritual com liberdade para que decidíssemos o que fazer. Passamos um tempo com o pastor João de Souza, o Joãozinho, que havia retornado de Cascavel e estava com uma congregação nova. Depois disso passamos mais um tempo congregando na SNT. Foi só então que chegamos à conclusão que realmente não haviam condições de permanecer e saímos. Nos tornamos congregados na Igreja Batista Central aonde são membros os meus pais, minha tia e meu irmão. O pastor, Niander Winter, havia sido meu professor de inglês e filosofia no Colégio Batista. Nessa igreja nos casamos! Depois do casamento nos mudamos para Canoas e ficamos sabendo de uma igreja na cidade que era ligada à Toronto Airport Christian Fellowship através do Partners in Harvest. Como sempre me interessei muito pelo movimento que explodiu nessa igreja de Toronto nos anos 90, fomos conhecer o pessoal. A igreja se chamava Vinde e fomos muito bem recebidos por irmãos simples e amorosos. Com o tempo a visão deles foi mudando e se tornaram o que chamaram de um "centro de adoração", aonde se reuniriam pessoas de várias igrejas para apenas adorar a Deus. Respeitamos a decisão, mas fomos buscar uma igreja aonde houvesse equilíbrio entre adoração, evangelismo, ensino, serviço, etc. Participamos de uma pequena rede de igrejas caseiras informais em várias cidades da Grande Porto Alegre. Infelizmente esse grupo acabou e passamos a frequentar as reuniões da Bola de Neve. Fizemos um esforço grande para nos adaptarmos, nos envolvemos em uma célula, mas não chegamos a decidir por assinar a ficha de membresia ali. Não nos identificamos com a linha Neuza Itioka, Rebecca Brown, etc, além de outras coisas. Eu leio a respeito da Vineyard desde 1996 e conhecemos o Manga, pastor da Vineyard Rio, em uma conferência na Igreja Batista Passo d'Areia em Porto Alegre. Mandei um e-mail para ele contando minha história e a partir daí começamos a nos reunir em minha casa com o Romulo que foi enviado a uns 6 anos atrás, se não me engano, pela Vineyard Rio. Então, minha relação com a Sara Nossa Terra foi como visitante em boa parte do tempo. Atualmente nós não temos templo. Nos reunimos nas casas dos irmãos. Todos são muito bem vindos! Basta ficar em contato para saber dos encontros. Além disso, minha esposa e eu somos ainda congregados na Igreja Batista Central de Porto Alegre, que fica na Cristóvão Colombo, em frente ao Shopping Total. -
Esta é uma questão complicada de responder pois a Igreja em geral esta longe daquilo que lemos no Novo Testamento. Não quero ser um profeta apocalíptico, pois reconheço que esse afastamento ocorreu em quase toda a história eclesiastica, mas também sempre houveram pessoas dispostas a viver o Evangelho. A Igreja precisa entender qual a sua missão, que na verdade é a missão de Deus (Missio Dei). Deus age na história para o bem do ser humano. Uma das mensagens principais de Jesus foi a chegada do Reino de Deus. Paulo e os demais apóstolos não mudaram essa essência, mas procuraram aplicar essas Boas Novas às realidades em que viviam. Penso que a Igreja precisa buscar entender e viver os valores básicos (mas radicais) do Reino de Deus. Jesus anunciou que o Reino não seria algo apenas para o futuro, mas que poderíamos e deveríamos vivê-lo aqui na Terra agora mesmo. Hoje em dia o que muitas igrejas priorizam é o proselitismo religioso. O cidadão deve levantar a mão, ir até a frente do templo e repetir umas frases. Assim, fica livre do castigo eterno no inferno e passa a fazer parte de uma estrutura que as vezes é bastante rígida e hierárquica. As pessoas passam a frequentar os cultos para receberem bençãos materiais, curas e serem libertos de demônios. Esses cultos são em formato de palestra aonde as pessoas se sentam numa platéia e assistem a uma apresentação. Com o passar do tempo os "convertidos" passam a usar até uma linguagem própria. Infelizmente, pode-se frequentar um grupo assim durante anos sem desenvolver nenhuma intimidade com as demais pessoas. Recentemente fiquei chocado quando uma amiga comentou que havia se tornado diaconisa em sua igreja mas se sentia sozinha porque não tinha amigos. Quero dizer, ela estava apenas servindo a um sistema. Dizem estar servindo a Deus, mas os irmãos mal se conhecem. Uma igreja não pode ser assim. Vemos no Novo Testamento que igreja é relacionamento! Outra questão é que essa estrutura toda precisa de muito dinheiro para funcionar: aluguéis, luz, funcionários, luxos da liderança, programas em rádio, tv, etc. Essas coisas não são ruins, o problema é que as prioridades estão invertidas! O sistema religioso é mais valorizado do que as pessoas! Muito dinheiro é esbanjado enquanto poderia ser muito melhor aproveitado com obras sociais. Penso que isso seria até mais bíblico. Alguns hoje acreditam que algumas coisas "espirituais" trarão "avivamento": atos proféticos, marchas, shows gospel, cruzadas, vigílias, etc. Penso que nossas cidades seriam muito mais impactadas se realmente as igrejas vivessem o Reino de Deus. Seria uma revolução. De fato, a mensagem da chegada do Reino é a mais revolucionária que existe (Atos 17:6). Jesus disse que o mundo reconheceria os seus discipulos quando estes tivessem amor uns pelos outros (João 13:34,35). Essa visão de uma igreja que serve à sociedade e não é centrada em si mesma tem sido chamada ultimamente de "igreja missional", "missão integral". Deus quer nos usar como agentes de seu Reino para combater a miséria, as discriminações, a destruição da natureza, a violência, a opressão. Isto é ministério profético, conforme vemos na Bíblia. Estudando a vida de Jesus vemos um contraste entre o seu estilo de vida e o dos religiosos de sua época. Havia realmente um conflito entre o movimento de Jesus e o templo. Hoje a igreja precisa se analisar para ver se estaria do lado de Jesus ou do lado do templo. Jesus estava servindo, amando, curando, recebendo a todos. Ele só não suportava um tipo de gente: os hipócritas, moralistas, falsos religiosos, que colocavam a sua busca por santificação acima de tudo e todos. A aparência é muito enganosa, mas Deus conhece o íntimo dos corações. “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramemnte: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.” (Mt 7:21-23)
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Atualmente não tenho relação pois faz um bom tempo que não converso com eles, mas sempre tive um bom relacionamento com ambos. Com o Zezinho foi uma relação mais superficial, mas com o João nos relacionamos mais. Ele foi muito bom conosco em uma época difícil. Quando saímos da Renascer visitamos a SNT e por acaso acabamos conversando com ele sobre o que estávamos vivendo. Ele nos deu apoio pastoral mesmo sem nos tornarmos membros da Sara Nossa Terra. Se colocou à disposição até que decidíssemos aonde iríamos congregar. O amamos muito e somos muito gratos por esta e por outras atitudes de um verdadeiro servo de Deus. As divergências que tivemos com relação à Sara Nossa Terra não foram pessoais, mas sim com relação à denominação como um todo. Trata-se de divergências doutrinárias e de práticas. Graças a Deus, apesar de termos passado por várias igrejas, foram poucos os conflitos pessoais. Nós sempre comentamos o quanto admiramos o bispo João Heliofar de Jesus. E muitas pessoas que saíram da SNT falam o mesmo a respeito dele. Eu tenho contato e amizade com pessoas das mais diversas denominações. Não concordar com uma denominação não significa deixar de amar pessoas que fazem parte dela. Se nosso foco fosse sempre Jesus e o Reino de Deus essas divergências não teriam tanta importância, mas não posso deixar de me posicionar diante de coisas que considero serem malignas (com amor e respeito para com quem discorda).
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Sinceramente não me preocupo muito com o que pensam de mim. Procuro viver da maneira que acho correta, em paz com minha consciência. As vezes me surpreendo um pouco com algumas coisas absurdas que fico sabendo que inventam a meu respeito. Nem vou mencionar algumas das últimas que fiquei sabendo porque são mesmo ridículas demais. Bem, eu saí da Sara Nossa Terra pois me senti em uma ditadura. Minhas considerações e opiniões não foram respeitadas e acabei saindo de vez quando fui censurado. Coisa semelhante aconteceu na Renascer. De qualquer maneira, não teríamos conseguido permanecer mais por muito tempo por causa de pontos de vista muito diferentes. Não acredito na doutrina da "cobertura espiritual" e acho ridícula a "Teologia da Prosperidade". É interessante destacar que do pessoal da minha época pouquíssima gente permaneceu na SNT até hoje. Será que são todos rebeldes, insubmissos, hereges ou coisa parecida? Bem, o problema não é só da SNT ou da Renascer ou de outra denominação em específico. Tenho 31 anos de igreja e vi os mesmos tipos de problemas se repetirem em diversas denominações. No caso das igrejas neopentecostais, fico horrorizado ao ver o quanto se afastaram da teologia protestante, ou melhor, do Evangelho de Jesus. Pode analisar: aonde pregam "cobertura espiritual" e/ou "prosperidade" vais encontrar problemas semelhantes. Outro fator que esta muito fortemente arraigado na teologia neopentecostal é uma visão de "guerra espiritual" bastante pagã. E todas essas doutrinas são ensinadas de forma absolutamente fundamentalista. Mas a minha discordância é de idéias. A maioria das coisas eu não levo para o lado pessoal. Aliás, tive bastante problemas porque as pessoas para as quais expus minhas idéias as levaram para o lado pessoal e partiram para a velha tática de desqualificar o outro. Na história da igreja sempre houveram conflitos, e alguns até bastante sangrentos. Graças a Deus pelos "hereges" da história... Sei que meus posicionamentos podem causar problemas e realmente procuro evita-los, mas não consigo mais aguentar algumas coisas. As pessoas estão oprimidas por um sistema religioso que pouquissimo tem a ver com Jesus. Jesus é amor, liberdade, aceitação, paz e cura. As igrejas deveriam ser assim também. O Reino de Deus que Jesus pregou é diferente disso que esta aí sendo feito em nome de Deus. É típico de sistemas ditatoriais que aqueles que pensam diferente sejam calados e de preferência eliminados. O sistema busca se preservar. Isso sempre aconteceu e acontece também em outras instituições como partidos políticos, por exemplo. Acredito que a igreja deve ser um local aonde as pessoas possam ser autênticas e aonde os debates possam acontecer com liberdade e amor, buscando cada vez mais vivenciar o Reino de Deus. Uma coisa que acho linda demais é a diversidade... Voltando à questão, pense bem: fazem já anos que não tenho contato com o pessoal que citaste e eu não sou bem visto por eles? Isso que é amor, hein? Uma coisa que me choca as vezes é quando acontecem situações em que o sistema religioso causa uma divisão. As vezes o problema acontece entre amigos, as vezes entre familiares. Enfim, é muito triste. E tem pessoas que fazem verdadeiras loucuras pensando estar fazendo a vontade de Deus. Perdi o contato com várias pessoas porque virei "insubmisso" para elas. Será que não percebem que o sistema em que estão é extremamente insubmisso à Deus? O que acontece muitas vezes é que as pessoas lêem a Bíblia e vêem que as coisas não estão como deveriam estar e começam a questionar. Muitos que se dizem cristãos não vivem como a Bíblia ensina (vivem apenas uma versão distorcida disso, como os fariseus da época de Jesus). Mas há também muitas pessoas que querem viver o Evangelho com simplicidade e autenticidade mas não sabem como viver isso. São como ovelhas sem pastor, como Jesus disse. Aliás, é interessante analisar a relação de Jesus com o povo e destes com os religiosos da época. Bom, não vou me alongar demais nessa resposta, mas qualquer coisa é só perguntar. Sobre a questão da "cobertura espiritual" recomendo a leitura do livro "Quem é tua cobertura?" de Frank Viola, uma análise bíblica interessante dessa doutrina. Para entender um pouco mais a respeito do que Jesus ensinou sobre o Reino de Deus, recomendo "A Mensagem Secreta de Jesus" de Brian McLaren. E o mais importante: busque ao máximo conhecer a Bíblia e entender a vontade de Deus. Cuidado com o fundamentalismo.
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Não torço para nenhum time (no caso Grêmio ou Internacional). Quando o assunto surge em uma roda de amigos eu me sinto deslocado e as pessoas as vezes estranham. Parece que todo mundo PRECISA se decidir por um lado. Eu me inclinava um pouco para o Grêmio, mas quando o Inter se tornou campeão do mundo fiquei feliz. A Brendinha é colorada, mas também não chega a ser uma torcedora. Não tenho nada contra quem gosta, mas eu prefiro me entreter com outras coisas como filmes, seriados, música, livros. Quando passam notícias sobre futebol no notíciario sempre trocamos o canal. Acho engraçado quando vejo pessoas levando as coisas para o lado pessoal e falando coisas do tipo: "nós vamos ganhar de vocês"
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Entre liberais e fundamentalistas há um grupo de cristãos sinceros que buscam a verdade mas ainda não tomaram uma posição a respeito da questão da homossexualidade. Como o McLaren esta (ou estava na época) neste grupo, propôs um período de 5 anos, no mínimo, aonde o assunto seria analisado de forma imparcial. Seria um período de diálogos, debates, pesquisa, oração, etc. Isto deveria envolver tanto teólogos e estudiosos da Bíblia quanto psicólogos, biólogos e outros campos da ciência relacionados. Eu já estava interessado no McLaren, mas quando eu soube disso me identifiquei ainda mais pois tambem venho estudando o assunto a alguns anos e ainda não cheguei a uma conclusão definitiva. Esse assunto precisa ser debatido de forma séria e bíblica, sem preconceitos e, principalmente, com amor e respeito para com aqueles que discordam. Muitos preferem evitar o aprofundamento deste debate mas eu o considero importantíssimo e certamente será a grande questão a ser debatida nas igrejas neste século XXI.
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As idéias de Marx tem fontes no judaismo e no cristianismo. Sua crítica ao fetichismo se assemelha à crítica judaico-cristã à idolatria. Ele foi muito influenciado por Hegels, que teve formação em um seminário protestante da Alemanha. O termo "comunismo" tem origem na Idade Média, nas lutas entre os camponeses e a nascente burguesia. De fato, as idéias socialistas são muito mais antigas. Na época de Marx haviam várias correntes de socialismo. Muita gente desconhece isso, mas haviam muitos socialistas religiosos já antes de Marx. Um livro com bastante informações a respeito é o "Socialismo: uma utopia cristã" de Luiz
Francisco F. de Souza. Como cristão a minha base para tudo é a Bíblia, que é a coleção de livros mais revolucionários que existe. Ultimamente tenho estudado sobre o termo "Reino de Deus", que era a grande ênfase do ensino de Jesus. O movimento atual de "igreja emergente" tem ressucitado um pouco dessa preocupação com os aspectos sociais da vivência da fé cristã (influência de Jim Wallis, Tony Campolo, entre outros). -
Estamos congregando em uma pequena comunidade ligada à Vineyard. Quem esta liderando, o Romulo Lobo, foi enviado pela igreja Vineyard do Rio de Janeiro (pastor Luciano Manga). Somos um grupo informal e simples que enfatiza a vivência do Reino de Deus através dos relacionamentos.
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Não tenho formação acadêmica em teologia. Sou Bacharel em Ciência da Computação e tenho Especialização em Gestão e Estratégia Empresarial. Porém, uma das coisas que mais gosto de fazer é estudar teologia, então estou sempre comprando livros e pesquisando na web. Talvez isso tenha sido despertado em parte pela herança da minha família. Meu pai é professor de Escola Bíblica Dominical a muitos anos e cresci vendo-o preparar as suas aulas. Tenho um tio teólogo e outro missionário, então o debate bíblico sempre esteve presente. Gosto também das Ciências Sociais...
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Rolf Jesse Fürstenau’s Bio
Cristão de origem batista, desenvolvedor de software, Bacharel em CiC, Especialista em Gestão Estratégica, estudante de Ciências Sociais, teólogo amador, herege para muitos...

