Bate-papo sobre RP. Você pergunta, eu tento responder. Se não der c erto, escreva para rodrigo@mundorp.com.br :

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  1. All responses Most smiled responses
    1. Rodrigo Silveira Cogo

      Não posso responder. Estive na FECAP em duas oportunidades: pra participar de um evento da ABRP-SP num auditório, e para apresentar um trabalho meu selecionado para o Intercom Sudeste numa sala de aula. Ou seja: eu poderia falar pra vc do espaço físico que vi, no máximo. O restante - como currículo, corpo docente, laboratórios, espaço para pesquisa e extensão, preço... - eu não tenho a menor ideia. Sobre reconhecimento vindo de empresas, eu li uma vez pesquisa que indicava alguma preferência dos empresários por Fundação Getúlio Vargas, Insper (antigo IBMEC SP) e USP, não havendo nenhuma outra instituição listada, embora isto seja um profundo preconceito, certo?

    2. Rodrigo Silveira Cogo

      O salário profissional de hoje, janeiro de 2012, é importante pra você que acaba de passar no vestibular, que nem iniciou ainda as aulas e que vai ter, no mínimo, quatro anos pela frente? Será mesmo? Será que o salário que você pesquisar e ficar sabendo em janeiro de 2012 será alguma coisa válido em janeiro de 2016, na sua formatura? E olha que eu estou imaginando que você não vá atrasar o curso (eu atrasei em um semestre...), porque do contrário este prazo pode ser mais longo. Na dinâmica do mundo em que vivemos, onde até mesmo algumas profissões morrem, sugiro que você deva hoje preocupar-se em ser um excelente aluno(a).

    3. Rodrigo Silveira Cogo

      Listas de universidades que ofereçam o curso de RP (ou outro curso, tanto faz) acabam sendo sempre falhas. Motivo: a universidade/faculdade tem o curso na sua grade - disponível no site, no folheto - mas pode estar temporariamente não abrindo vagas para o próximo vestibular. Ainda assim pode ser um jeito de você se localizar sobre que instituição de ensino superior tem permissão para o curso desejado. Então, olhe aqui: http://www.mundorp.com.br/centerp/rp.cursosgraduacao.html .

    4. Rodrigo Silveira Cogo

      Não posso fazer avaliação nenhuma de nenhum curso que eu mesmo não tenha frequentado. Vai ser um "achismo" que não colabora em nada contigo. Procure quem já cursou pra ter uma percepção mais fidedigna.

    5. Rodrigo Silveira Cogo
    6. Rodrigo Silveira Cogo

      A escolha de estudo/área para graduação é algo absolutamente pessoal. Não posso responder este tipo de pergunta. A menos que você deseje saber por qual motivo eu escolhi RP. Se foi esta a intenção, digo que foi algo absolutamente acidental, porque meu interesse inicial era Psicologia, e depois de fazer teste vocacional apontou Comunicação Social, e neste campo eu pretendia fazer Jornalismo. Analisando, de maneira leiga e até reducionista, que eu não queria ser repórter de rádio, TV e jornal, acabei me encaminhando pra Relações Públicas. Minha decisão pela carreira deu-se no ano de 1989 no interior do Rio Grande do Sul, e este contexto histórico e geográfico faz bastante diferença na hora de ler esta minha resposta.

    7. Rodrigo Silveira Cogo

      Não tenho conhecimento da operação do Prouni nas instituições. Talvez este tipo de listagem possa estar disponível no site do Ministério da Educação. Sobre a parte dos "melhores cursos", isto é absolutamente relativo. Rankings são feitos sob critérios que nem sempre o aluno-candidato pode achar importante, como por exemplo o número de professores-doutores que a instituição avaliada oferece, ou o nível de atualização dos computadores. Não acredito em rankings, mas sim na visitação do aluno-candidato às instituições que ele, por alguma seleção geográfica, ou de preço, ou de indicação de ex-alunos, tenha tido interesse prévio.

    8. Rodrigo Silveira Cogo

      Camila, sugiro que você procure a professora Marlene Marchiori (Universidade Estadual de Londrina) ou também a professora Sidinéia Gomes Freitas (Universidade de São Paulo). Elas têm condição de fazer indicações mais precisas do que eu.

    9. Rodrigo Silveira Cogo

      Até onde eu compreendo a situação da profissão regulamentada de Relações Públicas em território brasileiro, as taxas pagas a uma autarquia federal como o Conferp são parte da lei - e como tal, antes mesmo de entrarmos no curso já existiam e devem ser acatadas. Não incentivo a ilegalidade, embora eu possa fazer coro a questionamentos públicos sobre a validade da atuação do Conselho Federal da nossa categoria. De fato, fica difícil visualizar os benefícios que a anuidade traz para quem paga e para a profissão como um todo. Entramos aí num ciclo: o Conferp não consegue trabalhar por problema de caixa, de baixa arrecadação; ou a negativa de pagar anuidade por pessoas formadas na área decorre da falta de trabalho do Conferp? Acho que as duas coisas, e neste sentido é bem bacana ver a diretoria atual se mexendo - não pode é só ficar na retórica, em nenhum dos lados.

    10. Rodrigo Silveira Cogo

      Desconheço existência deste tipo de tabela. Talvez a Associação Brasileira de Agências de Comunicação - www.abracom.org.br possa ter algum tipo de parâmetro, mas do ponto-de-vista da pessoa jurídica prestadora de serviços - e não de "profissionais de comunicação" como prestadores autônomos.

    11. Rodrigo Silveira Cogo
    12. Rodrigo Silveira Cogo

      Realmente não tenho, Mércia. Você precisa dar um foco: qual área da comunicação você tem mais talento e quais empresas poderiam interessar-se por isto. Então, você pode recorrer a listagens de entidades empresariais da sua cidade ou região ou estado, bem como pesquisar nos diretórios de endereços da internet. Mas não adianta simplesmente enviar por e-mail, eu sugiro um contato prévio telefônico para sondar existência de vaga e você não perder tempo e não alimentar esperanças e causar futura frustração. Este conhecimento do panorama do mercado é algo que pode ir sendo construído desde o tempo de estudante, acompanhando matérias na imprensa em cadernos de negócios e economia. Outra dica é você recorrer ao site da www.aberje.com.br e da www.abracom.org.br e buscar as associadas destas entidades da sua região.

    13. Rodrigo Silveira Cogo

      Eu acho excelente que a segregação feita na graduação (diferentemente do passado, quando eramos formados em bacharéis em Comunicação Social) possa ser reequilibrada com uma formação de pós-graduação mais generalista, complexa e interdisciplinar.

    14. Rodrigo Silveira Cogo

      Eu poderia pesquisar na internet e tentar lhe dar um retorno. Mas prefiro dizer que não tenho conhecimento de causa pra prestar resposta. Penso em pessoas nas áreas de marketing promocional, marketing direto e marketing de incentivo - que são correlatas do ponto-de-vista do apelo mercadológico, mas ninguém na grande área de PP.

    15. Rodrigo Silveira Cogo

      A questão não está, no meu entendimento, na profissão, mas no estilo de vida e visão de mundo do profissional. Se for uma pessoa irritadiça, vai acabar ficando nervoso (e logo depois estressado) por conta de seu jeito de interpretar/enfrentar os desafios do cotidiano. Agora, por outro lado, tem um ponto irrecusável da profissão de RP, que é estar sempre na dependência de uma série de outras pessoas ou fornecedores. E, no meu caso especialmente, quando o desempenho não depende só de mim (meu esforço, minha inteligência, meu talento, minha dedicação), acho complicado ficar administrando as entregas de terceiros.

      Pense num evento cultural: você contrata o artista, depois vê som e luz, então tem transporte, alimentação, hospedagem, camarim do(s) artista(s), sem esquecer da campanha publicitária e da comunicação dirigida para vender ingressos ou posicionar institucionalmente seu patrocinador (folheto, ingresso, programa, anúncio, cartaz e outras mídias - além das eletrônicas), afora a contratação de espaço de sediamento. Ou seja, o RP fica como um grande centro gestor de terceiros, e naturalmente que isto se torna estressante.

    16. Rodrigo Silveira Cogo

      Acompanhe os eventos de:
      - www.aberje.com.br;
      - www.abracom.org.br;
      - www.aba.com.br;
      - www.informagroup.com.br;
      - www.iqpc.com;
      - www.abemd.org.br;
      - www.ampro.com.br;
      - www.megabrasil.com.br;
      - www.abrapcorp.org.br;
      - www.intercom.org.br;
      - www.nosdacomunicacao.com .

      São fontes boas para saber sobre eventos - sejam das próprias entidades indicadas acima, sejam de outros organizadores. Se você quer assuntos mais específicos, aí daria pra acrescentar outros sites, como na área de eventos e cerimonial o www.ibradep.com.br e assim por diante.

    17. Rodrigo Silveira Cogo

      Este tipo de questão, que penso poder ser mais "pessoal" pra você, sugiro que a gente troque impressões por e-mail. É um formato mais privado, além do que o registro aqui fica sem sentido. Topa? rodrigo@mundorp.com.br Estou viajando pra Brasília e volto quarta, mas tento te responder neste meio tempo.

    18. Rodrigo Silveira Cogo

      Bem, vamos por partes:

      - HORÁRIOS, depende de uma série de fatores, como tipo de vínculo empregatício que você tem e especificações do contrato de trabalho (fixo ou temporário, tanto faz). Quer dizer: se você está num projeto com duração determinada e que precisa terminar num dado prazo, pode ser que trabalhe 10h-12h-14h-16h por dia. Agora, se você está empregado com carteira assinada numa empresa, eles precisam seguir a legislação trabalhista. Você até pode fazer algumas horas extras, mas vai ser remunerado por elas e somente se concordar. Todavia, claro que muitas recusas de trabalhos extras podem indispor você com sua chefia. Então, eu trabalhei em hotel, que tinha eventos em final de semana e numa produtora cultural com shows e turnês, e portanto os horários eram bem diferentes. Também trabalhei numa entidade empresarial com horários bem mais regrados. Em ambos os casos, eu fui prestador de serviços/fornecedor. Não tem regra;

      - LOCAL DE TRABALHO, depende de uma série de fatores, como o ramo de negócio e o seu tipo de atividade. Você pode ser de uma equipe de agência de comunicação que faz monitoramento de redes sociais e portanto pode fazer tudo de sua própria casa, sem sequer frequentar o ambiente da agência ou do cliente. Você pode, de outro lado, trabalhar oito horas por dia (ou mais) numa indústria no interior de um estado, ou numa mineradora, que requer um conhecimento cultural do contexto/comunidade que acaba sendo importante você morar por lá. De novo, não tem regra.

      Aliás, trabalhar em ciências humanas é estar preparado para as diferenças, surpresas, imprevistos, sustos, instabilidades, dado que nosso alvo sempre é o ser humano - que pode ter o "chapéu" de imprensa, funcionário, político, ativista ambiental, fornecedor, cliente, ou vários "chapéus" ao mesmo tempo.

    19. Rodrigo Silveira Cogo

      Não entendi sua pergunta. Veja: se você deseja saber como estará o mercado futuro para quem entrou agora no curso (e portanto é considerado universitário ou acadêmico), não tem como projetar. Com o ritmo acelerado de mudanças do mundo, e especialmente no Brasil em direção a um mercado de trabalho mais aquecido em geral e mais esclarecido no que tange à comunicação organizacional, daqui a quatro ou cinco anos podemos ter um cenário muito diferente.

      Se você deseja saber, na verdade, como está o mercado para futuros professores (acadêmicos, portanto), é uma área que tenho conhecimento empírico - ou seja, de ler em jornais, revistas, eventos. Não sou professor e não teria uma opinião especializada pra lhe fornecer. Penso, somente, que tem vários cursos de relações públicas fechando, ou não oferecendo vagas nos vestibulares - sobremaneira nas instituições particulares que analisam a potencialidade financeira de seus cursos de graduação - mas de outro lado há uma crescente oferta de cursos de pós-graduação (com ênfase nas especializações e MBAs) que absorvem novas possibilidades para professores.

      Seria isto que você perguntou?

    20. Rodrigo Silveira Cogo

      Não tenho conhecimento de alguma proibição legal para criação de pós-graduação com esta nomenclatura. Existem nomes parecidos já em andamento, como na Faculdade Cásper Líbero e na Escola de Comunicações e Artes da USP - Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas. O aluno ganha este título de especialista neste tema.

      Isto não indica, e não sei se esta seria sua dúvida, que este egresso de curso de pós-grad latu senso sobre RP possa vir a obter registro como profissional de RP para exercício legal da profissão em território brasileiro. Isto não pode, não existe esta brecha na legislação vigente (por enquanto).

Rodrigo Silveira Cogo

São Paulo, SP

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Rodrigo Silveira Cogo’s Bio

Profissional de Relações Públicas e extremamente curioso sobre as possibilidades interativas potencializadas pela internet.

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