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Muito obrigado irmão pela dica, o local onde eles se reúnem é um pouco longe de mim mas gostei bastante do site.
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Sinceramente, não sei qual é o tipo mais chato: os arminoceus e calvinoceus de hoje em dia, ou os farizeus e saduceus de antigamente. Não consigo entender qual a necessidade das pessoas tem de sistematizar o pensamento dos outros para as conseguir entender, creio que o modo como rotulam as pessoas é o modo que elas tem de prendê-las. Mas Hugo fez-se entender muito bem ao formular sua "orientação teológica" como arminio-wesleyana. Este não é um termo muito popular e se eu tivesse conhecimento para a ter formulado antes eu a teria usado como reposta aos que eventualmente me perguntavam: 'Você é calvinista ou arminiano?'.
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Vlw irmão, mas São Gonçalo fica longe pra mim; é um bom lugar, mas se morasse lá iria pra região dos lagos sempre... já seria mais que meio caminho.
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Meu nome é Andrias, vlw vou falar com ele. Campo Grande fica na capital, é um bairro, mas a cidade é enorme que daria para colocar várias cidades dentro!!
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Não consegui te adicionar no face, só tinha botão de assinar "feed", mas não tem problema, conhece algum grupo da região de Campo Grande (zona oeste do Rio)?
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Hugo, havia enviado um e-mail via pão&vinho perguntando sua opinião sobre esse assunto mas li agora que alguém já havia levantado a questão aqui no form, que estou acessando agora. Vou apenas acrescentar alguns argumentos do livro "As Eras Mais Primitivas da Terra" de G. H. Pember, sobre a questão dos seis dias:
"É evidente que a teoria vazia de que um diz significa uma era ou um grande período geológico poderia ser feita para produzir alguns resultados bastante estranhos. O que é feito da tarde e manhã das quais se diz consistir cada dia? Cada período geológico foi dividido em dois longos intervalos, um de trevas totais e outro só de luz? E se assim for, o que seria feito das plantas e árvores criadas no terceiro dia ou período, quando a tarde do quarto dia começou (as tardes, devemos observar, precedem as manhãs)? Elas devem ter passado por um período de meio século de trevas totais, sem ser estimuladas nem mesmo por aquela fraca luz que o sol, sem ter-se manifestado plenamente, supriu na manhã do terceiro dia. Essa experiência teria destruído completamente toda criação vegetativa, mas, mesmo assim, vemos que ela sobreviveu e foi designada, no sexto dia, para ser alimento do homem e dos animais. Na verdade, só precisamos substituir a palavra período por dia na narrativa mosaica, para tornar bem claro que o escritor pelo menos não tinha essa intenção, nem poderia transmitir tal significado àqueles que primeiro ouviram sua narrativa lida." (Essays and Reviews [Ensaios e Resenhas], p. 240).
Acho essas argumentações muito lógicas, ele também lembra que: "Sem dúvida, a palavra "dia" é usada, algumas vezes, para designar períodos prolongados, como na expressão "o dia da tentação no deserto" (Hb 3.8) e muitas outras. Entretanto, sempre que um numeral é relacionado a ela (primeiro, segundo...), o significado logo é restrito e só pode ser utilizado em sua aceitação literal..."
Acho que o melhor argumento de Pember é "... o mandamento do Decálogo referente a dedicação de um dia (de 24 horas) ao descanso, que deve ocorrer no sétimo dia, o que nos leva a inferir que o período do Seu descanso teve a mesma duração do período do qual Suas criaturas devem descansar."
Portanto, quanto aos seis dias, acredito não existirem margens reais para especulações quanto a este assunto. Acho uma espécia de brincadeira com os versiculos bíblicos quando, querendo driblar algumas questões geológicas, teólogos sugerem coisas como essa: a de uma era para cada dia. Acho ridículo. De certo existe simbologia na bíblia, existem figuras, e parábolas, mas, esta com certeza, não parece ser sugerida por Moisés, como sendo uma delas, mas sim o relato histórico da gênese das relações de Deus com os seres humanos.
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