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asked by sigrist
Não tenho o mesmo jogo de cintura que ele.
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asked by Miwky
Ainda não conheço Salvador. Adoraria conhecer a cidade. O que eu espero quando puder ir é dar um abraço no Ednilson Sacramento.
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asked by Miwky
Lembro que você falou disso numa lista de discussão certa vez, mas não era eu, não.
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Como fonte de informação ou para atuação? Se for a segunda opção, sou introvertido demais para a televisão.
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Acho que jornalista pode exercer a função de assessor de imprensa. Mas penso que são coisas bem diferentes e que não devem ser misturadas
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asked by julio
Eu acho que pode ser uma idéia, desde que a Record não se limite a reproduzir as jornadas esportivas da Transamérica. Não se pode esquecer que a linguagem do AM é bem diferente do FM. Agora, se houver a possibilidade de que uma transmita uma partida diferente da outra, aí vejo grandes possibilidades de sucesso. Detalhe: não sei até que ponto a mantenedora da Record (IURD) irá se escandalizar ou não com o conteúdo das piadas do Gavião.
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asked by mondobacana
Olha, eu gosto das revistas eletrônicas (incluo aí o MondoBacana e o SY) porque acho que esses veículos tem uma liberade de pauta que não se vê na grande imprensa, sempre atrelada à agenda de lançamentos. Vale lembrar: eu falo dos jornais do eixo Rio-SP. Pode ser que no interior existam jornais fazendo uma cobertura decente. Quanto aos profissionais, tem gente que eu respeitava muito, mas a partir do momento em que tomei conhecimento de algumas histórias de bastidores passei a ficar com um pé atrás. Mas quero fazer menção a um nome: Mário Marques (e que se danem aqueles que irão me acusar de puxador de saco). A partir do momento em que eu trabalhei com ele, eu passei a sacar coisas que eu não entendia antes. Achava que a birra que ele tem com certas bandas era gratuita, mas não era. O Mario tem uma formação musical diferente (nem melhor, nem pior). Enquanto a maioria de seus pares, digamos, vem do punk, ele vem do rock progressivo. As vezes, no punk, se dá mais valor a idéia que ao resultado. Já "escola" do progressivo valoriza o resultado. Um dia ainda desenvolvo melhor esse conceito, mas acho que é possível entende-lo em linhas gerais.
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asked by redemanchete
Eu descobri o Rádio Base em 2002. Naquela época, os blogs ainda não tinha sistema de comentários e eu sempre procurava debater os temas que o pessoal propunha lá mandando e-mails. O Marcos Ribeiro sempre publicava. Além disso, eu escrevia sobre rádio para outros sites, como o Observatório da Imprensa. Nesse meio tempo, fiz amizade com a equipe do blog (incluindo também o Marcos Lauro), trocamos msn, essas coisas. Num belo dia de 2006, abro meu e-mail e lá está um convite automático do Blogspot, enviado pelo Ribeiro, para postar também no Rádio Base. E desde então, tenho feito parte da equipe.
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asked by micael
Você mora em Americana, né? Pergunto isso antes, pq aqui em São Paulo nós temos dois perfis de rádio AM: esse, que você citou, e um outro mais sofisticado, representado por emissoras como Bandeirantes, Jovem Pan, Eldorado, CBN e alguma outra que eu esqueça, todas elas de perfil jornalístico. Outro detalhe: de uns tempos para cá, especialmente nos grandes centros, o FM veio incorporando vários elementos do AM. Por exemplo: há uns 30 anos, era impossível ouvir música sertaneja em FM, pelo menos aqui na capital. Bom enrolei demais. O que eu acho que vai garantir a sobrevivência do AM é a chegada do rádio digital, com aquela promessa de que será possível ouvir o AM com qualidade de FM, sem interferências de qualquer tipo. Isso vai tornar a frequência mais atraente para o ouvinte
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É, o Eto'o ainda é melhor. Mas boto fé no Obina. Um dia ele deslancha.
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asked by julio
José Silvério. Começei a ouvir suas narrações em 1983 e nunca mais parei. Sua técnica me agrada. Sabe ser sério e engraçado nas horas certas e não quer aparecer mais que o evento que está transmitindo
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asked by robsonleandro
A primeira pergunta difícil que me fazem..hehe. Gosto dos dois. Torço pela recuperação técnica do AM.
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