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Recent Responses

    1. Rafael Issa
    2. Rafael Issa

      Quem souber de uma rede social em que não dê para enviar perguntas coletivas (só individuais), por favor me avise.

    3. Rafael Issa

      Religião é assunto que até pode ser discutido, sim. Entretanto, já estou meio enjoado disso e por uma razão muito simples: religião é questão de fé. Pronto e acabou. Por mais que tentemos colocar a discussão num plano puramente racional, jamais conseguiremos provar que Deus existe. Da mesma forma, jamais conseguiremos provar que Deus não existe. Logo, penso que o ateísmo é também uma questão de fé, pois o ateu (exatamente da mesma maneira que o religioso) crê numa hipótese que não pode ser definitivamente comprovada. Ateísmo é uma espécie de fé. Não há nada de errado nisso, já que as pessoas podem pensar sobre o assunto o que bem entenderem. Porém, penso que essa impossibilidade de prova de um lado ou de outro indicam certa inutilidade de discutir o tema. O que acontece nesses debates (que atualmente me enchem de tédio) é que quem acredita em Deus continua acreditando, e quem não acredita continua não acreditando.

    4. Rafael Issa

      É uma boa frase. Acho que devemos procurar agir de acordo com aquilo que "pregamos". No entanto, é normal que às vezes acabemos caindo em contradição. A contradição faz parte da vida, afinal, ninguém é perfeito e errar é humano. O problema é quando vivemos na contradição. Enfim, não sei se entendi bem a sua pergunta.

    5. Rafael Issa
    6. Rafael Issa

      Não. Sou de classe média, tenho a pele branca, e nós sabemos que em nosso país os pobres e os de pele negra é quem costumam sofrer com o preconceito.

    7. Rafael Issa

      Até certa medida não estraga, e vale como demonstração de amor. Tendo a olhar com desconfiança para quem diz que não sente nenhum ciúme do(a) parceiro(a). O tempo (posso estar errado, mas ao menos é isso o que diz minha experiência de vida) sempre acaba mostrando que quem fala assim na verdade não tem lá um grande sentimento de amor pelo(a) parceiro(a). Agora, é claro que - ultrapassada a medida do saudável - o ciúmes pode sim estragar um relacionamento. Esse sentimento tem de ser controlado, para que o ciumento não queira controlar a vida do(a) parceiro(a).

    8. Rafael Issa

      Não sei se me considero feminista, mas acho o feminismo válido na medida em que é uma reação ao machismo, na medida em que prega certa igualdade de direitos.

    9. Rafael Issa

      Não acho que essa deva ser uma meta para nós. É possível fazer bom cinema sem grandes recursos.

      Aliás, vai aí meu blog sobre cinema: http://dicascinefilas.wordpress.com/

    10. Rafael Issa
    11. Rafael Issa

      Nunca, em nenhum momento, a voz pode transmitir pro mundo o que de fato sentimos. Podemos, pela comunicação, transmitir sinais de nossos sentimentos, uma representação de nossos sentimentos, uma "cópia imperfeita" de nossos sentimentos. Mas jamais os próprios sentimentos. Entre o sentimento em si e sua representação há um abismo.

    12. Rafael Issa

      Liberdade para mim é um conceito que parece simples, mas na verdade é complicado. A existência da liberdade nos parece uma verdade óbvia e banal. Particularmente, não estou tão certo disso. Claro, nós podemos (pra começo de conversa) afirmar que liberdade é agir conforme a vontade. Tudo bem. Mas não sabemos se há mecanismos que influenciam ou até mesmo determinam a vontade. Como podemos garantir que nossas escolhas não são motivadas por condicionantes sociológicos, psicanalíticos, evolucionistas, biológicos?

    13. Rafael Issa

      Afastar-se de uma postura egocêntrica, típica de uma criança, e passar a levar em conta também os desejos, interesses e direitos dos outros.

    14. Rafael Issa

      Discordo. Claro que um indivíduo pode (e deve) fazer muita coisa em prol da sua felicidade, mas não somos seres onipotentes. Se um tsunami matar toda a família de um indivíduo, ele não poderá evitar a infelicidade.

    15. Rafael Issa

      Bom, nesse aspecto eu sou uma pessoa absolutamente fútil. Claro que seria interessante viver na antiga Grécia, mais especificamente em Atenas, e poder trocar algumas idéias com Sócrates. Mas prefiro chuveiro elétrico. Assim sendo, acho que ter nascido em 1982 está de bom tamanho.

    16. Rafael Issa

      Eu jamais cometeria a heresia de modificar Shakespeare, muito menos o final. A beleza da peça está justamente em sua tragicidade.

    17. Rafael Issa

      Seria honesto, claro. Mas não acho que essa honestidade fosse ser a principal causa de desavença com meus adversários políticos. Provavelmente, uma certa ansiedade da minha parte em querer viabilizar radicais mudanças sociais num curto período de tempo acabaria por provocar algumas tensões.

    18. Rafael Issa

      Não acho que somos ensinados a amar todo mundo. Chego até a dizer que, no tipo de cultura individualista que temos hoje, estamos ensinando as pessoas a não amarem nem mesmo os seus próprios amigos. Agora, os seus critérios de valorização do amor vão em sentido contrário aos que são pregados no cristianismo. Para você, o amor vale na medida em que é raro, voltado para poucos. Na ótica cristã, a idéia é mais ou menos a seguinte: amar nossos amigos não é tão difícil, até mesmo gente sem caráter pode amar seus amigos. Quando chega ao ponto de realmente amar um inimigo, você "vai além" do comum, dá "algo mais", transcende de alguma maneira. Penso que tal concepção pretende ser uma espécie de "utopia no horizonte". A recomendação de amor aos inimigos não significa que vamos amá-los de fato, mas que esse tipo de amor - num horizonte utópico - serve como modelo de aperfeiçoamento do ser humano.

    19. Rafael Issa

      Bom, é preciso mais segurança e mais política social. A segurança lida com as consequências de nossa sociedade desigual, e as políticas sociais tentam enfrentar as causas do problema. Por isso, a meu ver, tais políticas são o meio mais importante de enfrentamento do problema. Sei que tal afirmação é um clichê batido. Mas não vejo mesmo como solucionar o problema da violência em nosso país sem atacar as causas do problema. Somos uma sociedade que combate os criminosos, mas que não pára de os produzir.

    20. Rafael Issa

      Credo! Mas gostei da parte do "fugir pelo mundo" e da parte do fusquinha. Só não gostei da parte do barbudo.

Rafael Issa’s Bio

São Paulo

Tenho 29 anos e moro em São Paulo, onde nasci. Sou graduado em filosofia (USP) e em jornalismo (UMESP). Adoro conversar sobre tudo: cinema, literatura, música, educação, política, sociedade, relacionamento, comportamento etc.