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Malabarismo.
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A tattoo.
Is that a trick question? -
nem minha filha dirá isso a mim
a mim => me
isso => o
me + o = mo -
Faria perguntas hipotéticas ao agressor, e dane-se a convenção de Genebra.
Não, nunca houve. Não na minha presença, ao menos. -
E do sofá.
Mas não sei se entendi a pergunta. Antepor o objeto direto ao verbo ou pô-lo antes do sujeito também? -
Nenhum deles tem grandes chances no UFC.
Se o improvável ocorrer, porém, 'always bet on black.' -
Não tenho idéia do que estás falando e aposto que é melhor assim.
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Não, acho que deves elogiar o corpo dela sempre que puder e ela, paradoxalmente, vai tomar mais cuidado consigo mesma. Desleixo é falta de amor próprio. E te fará bem igualmente.
"Amor próprio". Lembram? é o que se dizia antes do (anglicismo?) "auto-estima". -
Realmente, foi mal construída.
Tua educação, quero dizer.
"Talvez" indica que o evento pode ou não ocorrer. Com o "se puder", destaca-se que o único impedimento que, em princípio, se coloca é a impossibilidade, e não uma eventual mudança na vontade. Se eu dissesse apenas que "talvez lesse", não estaria nada claro se ainda não decidi realmente ou se já decidi mas receio não poder levar a cabo a decisão.
E a feiúra? Deixaste de dizer da feiúra. Não deixes, por favor, de apontar a feiúra. -
Não lembrarei do que disseram os anônimos, estarei muito ocupado, eu e meus filhos, tocando sonatas para flauta doce e baixo contínuo, assistindo à Flauta Mágica, comentando tiras do Calvin, comendo rabanadas com canela e açúcar.
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Não, obrigado eu. Muita gentileza.
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Não, não é.
E não saberias fazer melhor nem apontar no que consistiria a feiúra ou o erro de construção.
Mas vais tentar, e riremos todos.
Vai lá. -
Isso parece nome atacante camaronês.
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Bom, então:
1) eles é que estão certos e a maconha os ajuda a compor, escrever etc.
ou
2) a maconha não os ajuda em nada disso, mas lhes dá experiências cuja lembrança os ajuda a compor, escrever etc.
ou
3) a maconha não os ajuda em nada disso e eles não são capazes tampouco de expressar a experiência de consumir o narcótico, mas eles gostam de fumá-la e sua atividade de artística lhes dá um bom pretexto.
Ou talvez seja o (3) mas eles honestamente acham que é o (1) porque o confundem com (2), no qual de fato acreditam, enganando a si mesmos.
Ou nada disso, não sei. Nunca li nem sequer "Os Paraísos Artificiais" e não fumo maconha. -
Já não sei o que são princípios jurídicos, nem estado, nem laico. Nem tinha idéia de que estado laico fosse agora (se for, para alguém) algum princípio.
Nossa lei é, ou era, baseada nos valores morais da sociedade, e esses eram cristãos. "Conceitos bíblicos" não sei tampouco o que são. Não sei exatamente como seria nossa ética se abstrairmos o que tenha de especificamente cristão, que também não sei o que seria; e não sei se quero descobrir. -
Camões, Pe. Vieira, Pe. Manuel Bernardes, Machado de Assis, Camilo Castelo Branco, Alexandre Herculano, Ramalho Ortigão, Eça de Queirós, Olavo Bilac, Cruz e Souza, Drummond, João Cabral de Melo Neto, Gustavo Corção... essa gente aí.
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Não sei ao certo o que chamas de pólo oposto aí, mas:
Quem faz objeções a "ter filhos" não tem a mínima experiência disso e portanto ataca um fantasma. Quando falo com quem tenha filhos, posso usar a mesma expressão "ter filhos" com conhecimento de causa e na expectativa de ser compreendido, isto é, como verdadeira abstração de algo real, ou seja, como referência a um conjunto de experiências comuns.
Então não temas, não sou maluco.
Se não era disso que estavas falando, aguardo esclarecimentos.
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