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    1. Purin Jr.
    2. Purin Jr.

      Trata-se de um símbolo do Movimento da Nova Era. É uma cruz de cabeça para baixo com os "braços" quebrados. Segundo os adeptos do movimento, este símbolo signifca "Paz Sem Cristo".

      Como não podemos aceitar este símbolo, pois cremos que a verdadeira Paz, só em Cristo!

    3. Purin Jr.
    4. Purin Jr.

      SALVAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO

      O que Paulo pensava quando disse aos filipenses que desenvolvessem a sua própria salvação?

      - A graça barata é o inimigo mortal da igreja de Cristo.

      - Hoje encontramos bem poucos que buscam uma graça valiosa e preciosa.

      - A graça é sem preço, a graça é sem custos; a essência da graça, saibamos, é que a conta foi paga adiantadamente.

      Essa passagem afirma que, por Deus estar operando em você, você deve então efetuar a sua salvação. Deve estar envolvido, empenhando responsavelmente todos os esforços no desenvolvimento, no cultivo, na elaboração da salvação que já recebeu.

      Desenvolver a salvação requer obediência. Jesus Cristo não é apenas salvador. Ele é SENHOR!!!

      Desenvolver a salvação requer temor. Purifiquemo-nos de qualquer mancha, e tornemo-nos à santidade perfeita do Senhor.

      Desenvolver a salvação requer responsabilidade. Não é transferível. É algo do que se presta contas. Quando crianças, fazemos porque nos mandam. Agora adultos, cumprimos nossas tarefas e deveres por consciência. Isso é maturidade!


      O RESULTADO DA OBRA REDENTORA DE DEUS EM NÓS
      Sem murmurações – somos muito queixosos. Troquemos nossas infantis reclamações por gratidão e louvor.

      Nosso louvor e gratidão hão de produzir um testemunho fiel para o mundo!


      CONCLUSÃO
      Este texto, portanto, deixa claro que há dois tipos de crentes:
      (1) Os que querem viver uma salvação barata, letárgica, infantil e sem brilho
      (2) Os que querem ter o seu caráter moldado pela obediência ao Senhor. Deixar Deus mudar a sua alegria e viver isso com gratidão.

    5. Purin Jr.
    6. Purin Jr.
    7. Purin Jr.

      Desde os seus primórdios, no século 19, o movimento ecumênico se esforça para estabelecer diálogo e aproximação entre os mais diversos movimentos cristãos do mundo.

      Tendo como objetivo principal promover a cooperação das igrejas nas ações sociais, o movimento tem se apresentado como uma das mais contraditórias ações do Cristianismo.

      Se por um lado, o discurso ecumênico busca apresentar caminhos para atender às necessidades mais profundas da humanidade, por outro abre a guarda da defesa dos fundamentos invioláveis da fé cristã no que tange a moralidade e a ética, com o objetivo de obter um maior número possível de adeptos.

      Os defensores e idealizadores do Movimento Ecumênico esmeram-se para elaborar princípios de leitura e de ação que viabilizem o convívio pacífico entre as várias igrejas cristãs existentes, baseados na tolerância e aquiescência. Entretanto, o idealismo esbarra na complexidade do diálogo.

      A proposta ecumênica está fundamentada numa interpretação livre das palavras de Jesus em sua oração sacerdotal registrada no Evangelho de João, capítulo 17: “...que eles sejam um, como eu e tu somos um...”

      A questão exegética fica prejudicada, uma vez que a aplicação das Escrituras parece não levar em consideração o objeto da intercessão do Mestre – seus seguidores.

      Em face desta questão, a ideologia ecumênica firma-se numa linha frágil de sustentabilidade, pois Jesus referia-se a unidade de fé e não de práticas – muito menos religiosas. E o catolicismo, quando fala de unidade da fé, expressa-se na fé católica e não na fé cristã.

      Teoricamente, o Movimento Ecumênico propõe o resgate da unidade de fé, mas na prática determina a tolerância e aceitação de todo tipo de expressão da mesma, mesmo que isto coloque em jogo os fundamentos conservadores da moral e da doutrina cristã apostólica.

      Ainda que se afirme o contrário, o que se vê é um esforço para que a tão almejada unidade se estabeleça pelo retorno, ou pelo menos à conivência, com os tradicionais dogmas do romanismo. A própria ICAR relata que o maior desafio é fazer com que o protestantismo mude o seu discurso que é chamado por Roma como “pregação anticatolicista”, aproximando-se de uma postura advogada e denominada por ela de “respeito ao diálogo entre os diferentes”.

      Wolff em seu livro “O Ecumenismo do Brasil” afirma que “(...), a abertura para o diálogo ecumênico por parte da Igreja Católica, não implica em assumir uma atitude passiva diante da perda de seus fiéis. É condição para o diálogo o não-proselitismo. Esse é combatido com todas as forças, e com ele não existe diálogo.” (p.63)

      Ora, se a própria ICAR estabelece um limite para o diálogo ecumênico, torna-o inviabilizado, revelando que não é apenas unidade, mas conformidade de métodos e práticas que na verdade motivam o ecumenismo cristão.

      Entretanto, se o diálogo se estabelece no patamar na transformação da sociedade através de ações na direção dos aspectos sócio-político-econômico-cultural, cria-se um campo favorável à unidade das Igrejas na tentativa de buscarem juntas as respostas às questões oriundas da realidade.

      Mas a questão vai mais além do que ações sociais. A realidade que se apresenta é que sempre estarão em voga os aspectos da religiosidade, pois a visão cristã não dissocia as necessidades humanas do indivíduo das suas necessidades espirituais. O homem, em sua plenitude, precisa de respostas, incluídas aquelas referentes ao transcendente.

      Segundo Wolff, a ICAR continua encarando as outras confissões cristãs não-católicas como sendo imperfeitas em suas instituições. Logo, um diálogo pode significar submeter-se à “perfeita” instituição de Roma.

      Ainda que o discurso ecumênico afirme que a unidade não significa uniformidade, o que se percebe é que, na prática a aproximação entre as várias linhas cristãs deverá tender submeter-se à égide romana.

      Há quem interprete o movimento ecumênico como uma continuação, ou resquício, do movimento da contra-reforma que intencionou reverter o êxodo de fiéis católicos para a profissão da fé protestante.

      Concluindo, ainda que o movimento ecumênico se diga uma resposta à necessidade de aproximação de todas as manifestações religiosas, ele é contraditório. De um lado ele é um esforço para o diálogo e para a cooperação entre grupos cristãos muito diversos, além de buscar soluções para alguns problemas graves da atualidade. Por outro lado, seu interesse em arrebanhar o maior número de adeptos, o tem conduzido para o relativismo teológico, além de abrir e de negociar valores da sociedade secular que contrariam os princípios bíblicos atemporais da moral cristã. Se tivermos de abandonar palavras tais como pecado, salvação, condenação, transformação e regeneração o movimento ecumênico se apresenta como a grande apostasia da genuinidade do caráter de Cristo formado em nós.

      Enfim, não vale a pena!

    8. Purin Jr.

      Envie um e-mail para purin@batistadomeier.org.br. Estou à disposição para tirar as suas dúvidas de maneira mais específica.

      E apareça! Nossos cultos de domingo são às 10h15 e às 19h.

      Seja bem-vindo na volta ao lar!

    9. Purin Jr.

      O ensino nas igrejas deve ser baseado nas Escrituras de Gênesis ao Apocalipse.

      Um cristão autêntico não enxerta nem extrai nada das Escrituras.

      O primeiro testamento deve ser lido, interpretado e aplicado à vida, à luz do entendimento do Novo Testamento que revela a graça de Deus por meio de Jesus.

      Os evangelhos são suficientes para revelar tudo o que precisamos saber acerca de Jesus e do Reino de Deus para agora e para a eternidade.

      As cartas, sejam elas paulinas, de Pedro, de Tiago, de João, de Judas, aos Hebreus e o livro de Atos trazem luz para a compreensão acerca da vida dos primeiros cristãos e de como eles viviam os ensinos deixados por Jesus.

      É isso!

    10. Purin Jr.

      Não faria.

      Quem já fez, está feito! A retirada de uma tatuagem é ineficaz!

      O remendo ficará pior do que o soneto.

    11. Purin Jr.
    12. Purin Jr.

      Há, hoje, dois principais modelos de igreja: “Igreja com Propósitos” e “Igreja em Células”. Dedi¬quei-me ao estudo de ambos participando de clínicas de treinamento de liderança, além de leitu¬ras dos respectivos manuais. Optei por não seguir a nenhum dos dois. Ambos têm aspectos construtivos, que se forem observados com zelo e prudência podem contribuir para o dinamismo da obra de Deus na atualidade. A minha dificuldade está no fato de que tais modelos estabelecem padrões que devem ser seguidos a despeito da cultura e da realidade de cada local como se for¬massem uma grande cadeia de filiais de uma determinada matriz. Isto inibe a criatividade e a li¬berdade que deve nortear a identidade da igreja local. Outra dificuldade que eu encontro nestes modelos é o fato de que seus idealizadores e defensores arvoram-se sobre afirmações que esta¬belecem uma visão a ser seguida pela “cartilha”. Se não a seguimos, não usufruímos da tal “bên¬ção” de determinada “unção”. Isto é distintivo e preconceituoso.

      Pessoalmente, eu fujo dos modismos. Eles são perigosos e, em alguns casos, destruidores.

      A leitura do livro “O Desenvolvimento Natural da Igreja” (Christian Schwarz) ajudou-me a firmar minhas convicções acerca de um método a ser seguido para o crescimento da igreja local. Nesse livro, é apresentada a capacidade do crescimento da igreja local a partir do seu potencial particu¬lar dado por Deus. Cada localidade forma uma comunidade diferente. Isto faz com que cada igreja seja diferente também.

      Schwarz propõe que todas as igrejas possuem marcas que caracterizam a sua qualidade e saúde, e isto se reflete na maneira como crescem. São elas: liderança capacitadora, ministérios orienta-dos pelos dons espirituais, espiritualidade contagiante, estruturas funcionais, culto inspirador, gru¬pos familiares, evangelização orientada para as necessidades e relacionamentos marcados pelo amor fraternal.

      Tenho entendido que estas marcas estabelecem os valores que norteiam o programa da igreja local, sem rótulos, ou modismos dos grandes movimentos “capitalizados”.

    13. Purin Jr.

      Não. Basicamente por convicção, não necessariamente por ser ele de todo reprovável. Tem seus problemas de aplicabilidade no contexto brasileiro, sim. Por outro lado, erram os que demonizam ou colocam o modelo inteiro na lixeira. Há princípios e valores que podem ser aproveitados. Você conhece bem o modelo?

    14. Purin Jr.

      Prezado anônimo, seria mais proveitoso responder sua pergunta, se você se identificasse...

      Mas vamos à resposta com uma pergunta: de onde você tirou essa idéia???

      Estou ligado ao Instituto Haggai (sou graduado) e não sou entusiasta do modelo igreja com propósitos. Sua teoria, tese ou hipótese está furada!

      Não generalize, nem projete suas experiências (ou frustrações) como se todos fossem o que você acha que são.

      Próxima pergunta?

    15. Purin Jr.

      Acredito, sinceramente, que Jesus não se enquadraria em qualquer denominação existente.

      Novamente, ele andaria pelas ruas da cidade, pregando e vivendo o Reino de Deus sem enquadramento religioso. Ele estaria cercado de gente esquisita e às quais nossa religiosa se tornou tão distante.

      Assim como os religiosos o acharam esquisito e impróprio para sua época, Jesus seria uma pedra no sapato diante da nossas controvérsias, nossas incoerências, nosso ritualismo, nosso jeito de fazer igreja tão institucionalizada, tão burocrática, tão antropocêntrica, tão vaidosa, tão carnal.

      Provavelmente ele derrubaria a banca de muito pastores eletrônicos, ele jogaria no chão os estandes de venda onde a fé é comercializada e indulgentada.

      Não me supreenderia se eu, no meu pecado, olhasse para Jesus com ar de despreso e ele fitaria meus olhos com graça e misericórdia e diria: eu o amarei até o fim.

      Se Jesus estivesse na terra, eu não o veria preso à qualquer denominação. Eu gostaria de ser um daqueles pequeninos os quais ele ergueu sobre seu colo e sorriu para eles, ou talvez um daqueles cegos, surdos ou mudos que ele curou.

      Quero ser qualquer um daqueles que experimentaram a alegria de descobrir a liberdade que há em seguir a Jesus sem depender de ritos ou tradições.

      Quero ser um daqueles que foram atraídos pelo olhar, pelo toque, pelas palavras, pelo amor!

    16. Purin Jr.

      Ainda não! Quando me arrepender, encerrarei a conta. O que não estou gostando é do fato de as pessoas, como você, perguntarem e não assinarem as perguntas.

      Isto tem me feito pensar em cancelar a conta, até que eles alterem essa funcionalidade. É claro que eu posso responder apenas as perguntas que eu quiser.

      Mas falar, escrever, perguntar ou qualquer outra coisa anonimamente é, para mim, covardia!

      Qualquer coisa anonimamente é fácil...

      Quem tem ouvidos, ouça.
      Quem tem boca, fale.
      Quem tem dúvida, pergunte.
      Quem tem nome, assine.
      Quem tem caráter, assuma!

    17. Purin Jr.

      A Educação é tarefa primordial e intransferível dos pais.

      Sendo assim, eu diria o seguinte: "Educar os filhos todos os dias de tal maneira que eles vejam me nós, pais, a alegria que temos em ser igreja"

      Educar na igreja não é transferir para ela o papel que é dos pais.

      Educar na igreja é servir de exemplo e estímulo para que nossos filhos descubram no tempo próprio a bênção da salvação por Jesus Cristo e a alegria que ser Corpo de Cristo aqui na terra com os olhos na eternidade.

    18. Purin Jr.

      Como uma prática de relaxamento simplesmente, parece ser ótima!

      O problema é que há conceitos de espiritualdiade embutidos que precisam ser conhecidos e confrontados com as Escrituras.

      Se conflitam entre si, eu prefiro a Bíblia!

    19. Purin Jr.

      Já que você falou em valores, responderei com base naquilo que são as coisas mais importantes na minha vida. Se eu as buscar e cumprir, creio que terei o melhor da minha vida:

      - AMAR A DEUS ACIMA DE TODAS AS COISAS
      - VIVER EM FAMÍLIA REFLETINDO A GLÓRIA DE DEUS
      - SERVIR ÀS PESSOAS DE MANEIRA A SUPRI-LAS ATRAVÉS DO MINISTÉRIO PASTORAL
      - TESTEMUNHAR DE CRISTO ATRAVÉS DE UMA ESPIRITUALIDADE CONTAGIANTE FRUTO DE UM RELACIONAMENTO COM O DEUS VIVO
      - CRESCER E APERFEIÇOAR SEMPRE ATRAVÉS DO ESTUDO E CONSTANTE APRENDIZADO

    20. Purin Jr.

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