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Depende. É exatamente o tipo da questão para a qual não devemos ter uma regra absoluta.
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Tivemos, no Estado, bastante cuidado com o caso Bruno. Ele, afinal, é apenas acusado. Com condenados, bem, precisamos noticiar. Ainda mais quando se trata crimes que causam comoção pública. Até mesmo a Justiça reconhece que, em alguns crimes, o fato de o público ter se envolvido emocionalmente com a história muda a maneira como devem ser tratados.
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Absolutamente a favor. É uma expressão legítima de uma ideia, de um aspecto do que é ser humano. Tem tanto valor quanto qualquer outra ideia. Mas há limites – aqueles previstos por lei.
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Acho a plataforma divertida. Às vezes, não dá pra responder todas as perguntas =)
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Os primeiros anos de faculdade foram bem bacanas. Mas eu gosto um bocado do hoje, também.
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Não penso muito na morte. E, na verdade, não acho que tenha qualquer coisa depois dela...
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Putz... foi em 1989. Nem lembro como eram as coisas antes da internet... Mas na época não tinha web, era tudo texto e Unix. Parecia um lugar bacana para conversar sobre o assunto que eu quisesse.
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Claro que é possível. Mas não precisa gostar de tudo porque é novo, não é?
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Eu já sabia. O Glauco era bacana.
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Acho que existe um movimento de intolerância contra muçulmanos crescendo nos EUA.
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Descobrir Bruna Surfistinha.
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Me intitulei? Não sei se sou...
Pedro Doria’s Bio
Editor-chefe de Conteúdos Digitais, O Estado de S. Paulo

