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asked by H3inz3
A miscigenação não é uma questão de ser bom ou não, positivo ou negativo. Pensar assim é pensar pequeno. Temos sim que reconhecer que isso é um caminho sem volta, que o mundo é misto e não adianta pensar em diferenças de raças ou classes sociais, mas sim em uma única humanidade rica em sua diversidade. Se isso é bom ou não, não importa. O importante é como vamos viver e aceitar isso...
A globalização acaba apontando para um caminho de misturas de regiões e aproximação de pessoas e o mais natural é compreender que essas pessoas irão se relacionar e as culturas irão se misturar. A miscigenação racial é uma consequência disso. A cultural também. Criamos aqui um ser humano misto, e rico nessa mistura. Posso parecer que estou elogiando isso, mas na verdade só estou percebendo a inevitabilidade disso e aceitando essa característica do ser humano. =) -
Procurar ajuda psicológica é sempre bom, principalmente para ajudar a lidar com a sexualidade, que pode ser uma coisa muito confusa pela quantidade de minhocas e não-me-toques que as pessoas colocam sobre ela. Na verdade, a sexualidade em si é até bastante simples, o complicado é como a gente aprende a compreendê-la... E não se preocupe com essas classificações de homo/hetero/bi/anti ou qualquer outra coisa assim: simplesmente relaxe e viva o seu corpo, os seus desejos e as suas relações consigo mesma e com os outros... E conversar com outras pessoas é sempre bom, principalmente conversar com quem confiamos e temos uma certa intimidade, como nossos pais, irmãos ou amigos. O psicólogo acaba sendo uma alternativa interessante também por ser um profissional treinado para isso, com quem você pode criar esse espaço de intimidade pessoal e contar seus segredos sem medo de ser julgada.
Espero ter ajudado! Qualquer outra dúvida, é só perguntar... -
Ela não existia! A psiquiatria só foi surgir nos séculos XVIII-XIX... Mas nas culturas primitivas existiam formas diferentes de tratar e compreender o que hoje chamamos de psicopatologias. Escrevi uma pauta para o Papo Lendário sobre isso. Assim que gravarmos e ela ir pro ar, posso postá-la no meu blog como um artigo. Assim, quem quiser saber mais, é só acompanhar ou o http://www.mitografias.com.br ou o http://pablo.deassis.net.br/
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Poxa, obrigado!! Não sei exatamente quem falou isso ou sobre o quê, mas é sempre bom saber que alguém gostou de algo que fiz! =D
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Sendo maior de idade, imagino que seus agressores também são maiores de idade. Caso isso aconteça no ambiente de trabalho, vale um processo por assédio moral. Caso isso aconteça em outros ambientes, dependendo do tipo de agressão, cabe um boletim de ocorrência. O ideal é procurar um advogado para saber de seus direitos e como deve proceder. E também, caso queira, um psicólogo, para ter com quem conversar sobre isso!
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Não é verdade. Pode sim se viver unicamente de psicologia. O problema é que no nosso país, esta profissão não é tão valorizada quanto deveria, então é difícil conseguir seu lugar ao sol. Mas tenho percebido que o próprio mercado filtra os bons profissionais. Conheço muitos psicólogos que vivem unicamente de seus trabalhos como psicólogos das mais variadas áreas. Eu, por exemplo, vivo principalmente da psicologia - como professor de psicologia e como psicoterapeuta - mas ainda preciso fazer alguns outros trabalhos de consultoria educacional por fora para complementar minha renda. Mas meu plano é que eu consiga viver só do meu trabalho como psicólogo.
Como toda profissão, o início é complicado. Mas com trabalho e dedicação a tendência é você conseguir encontrar o seu caminho. Mas tem que ser algo que você gosta, se não vai ser complicado!
E boa sorte! No que mais precisar, é só contar comigo! -
Eu não respondi muitas perguntas! Na realidade, nos últimos meses tenho andado muito corrido com muitas coisas a fazer, mas espero poder retornar em breve para responder às perguntas por aqui! Não desanime, pois não deleto perguntas. Em breve responderei às suas e as das outras pessoas que já fizeram e ainda não respondi...
Enquanto isso, acompanhe um pouco do meu trabalho no meu blog http://pablo.deassis.net.br/ -
Desejo desejo desejo... tudo é desejo? Pra Freud, sim. Pra ele, seu inconsciente é puro desejos e o trabalho do seu Ego é conseguir mediar seu desejo inconsciente e suas necessidades conscientes através de recursos como a repressão, o recalque e a neurose.
Sinceramente? Acho o Freud meio simplista nisso. Não sei se tudo é desejo e realmente acredito que algumas coisas acontecem independente disso. Eu vejo o desejo como uma romantização da necessidade de compensação. Se eu não tenho, preciso compensar essa falta. Romantizo essa necessidade e chamo-a de desejo.
A compensação eu vejo como uma necessidade da natureza de buscar por equilíbrio. Se está muito claro, busco um pouco de escuridão. Se está muito silencioso, busco um pouco de barulho. Se estou muito acompanhado, busco estar sozinho. Compensação e equilíbrio.
É claro que os psicanalistas vão dizer que é bem por aí mesmo! A grande diferença é que eles vão dizer que junto a tudo isso está a necessidade da sexualidade, do sexo e do prazer. Por isso o desejo é essa busca por equilíbrio na tentativa de obter prazer.
Mas aqui eu proponho uma coisa diferente: a compensação vai ocorrer independentemente do prazer e justamente, nossos rompantes de desprazer, nossos sofrimentos e aquilo que chamamos de "patologias" são justamente movimentos da psique para buscar o equilíbrio: são compensações por vidas desreguladas em busca do prazer!
Se vivemos somente no prazer, na busca do desejo prazeroso (e desejamos o prazer justamente quando vivemos o desprazer - e como o prazer é supervalorizado, isso é praticamente sempre, pois dificilmente temos prazer e, consequentemente, vivemos o desprazer) ou fazendo de tudo para sermos felizes ou termos prazer, então precisamos, para compensar, viver o desprazer com a mesma intensidade. Por isso valorizo também a depressão, porque, eventualmente, quando a depressão ficar descompensada, a felicidade vai aparecer para equilibrar as coisas...
Agora, desejar o desejo do outro... Seria isso o amor? Será que estamos procurando que nós sejamos justamente o que o outro precisa para que este esteja em equilíbrio? E, assim, nós também precisaremos disso para nos equilibrarmos? Seriamos um a compensação do outro? Se sim, ótimo!
E dar conta desse desejo? Por que não daria conta dele? Se isso tem que acontecer, se um é a compensação do outro, então simplesmente viva!
O grande problema da nossa sociedade é essa mania de racionalizar tudo: será que consigo? será que dou conta? e se eu não conseguir? e se eu errar? e se eu falhar? Olha, a gente sempre erra e a gente precisa errar! Sem o erro não há aprendizado. Se você não der conta, ótimo, vai ter aprendido um pouco mais sobre seus limites, e terá uma oportunidade de perceber onde errou para corrigir e melhorar da próxima vez!
Erre. Falhe. Viva. Erre novamente. Uma hora você acerta. E nessa hora, você estará mais próximo de se completar. Se for junto com outra pessoa, que também precisa de você para se completar, melhor!
E boa vida! -
Hahahah Eu sou o rei da procrastinação! Até bloguei sobre isso no meu tumblr aqui: http://passis.tumblr.com/post/3788260569/passando-por-isso-neste-momento-estou-no-estagio
Mas é interessante... já tentei compreender, desenvolver teorias psicológicas sobre isso, mas sempre deixava pra depois... =P
Se você quiser saber um pouco mais, sugiro ouvir o podcast iProcrastinate.
É de um grupo de pesquisa em psicologia do Canadá. Se você conseguir ouvir em inglês, eles sempre tocam em temas muito interessantes! Recomendo bastante: http://iprocrastinate.libsyn.com/
E prometo que assim que eu tiver mais tempo, vou ouvir mais desse podcast e desenvolver ideias minhas sobre isso tb... =) -
Acho que você tem uma parcela de razão. Mas eu acho que isso acontece porque aprendemos que tem que ser assim. Basta ver as propagandas que somos vítimas, todas falando para sermos felizes e para fugir da infelicidade. Basta ver que nossos pais não conseguem, quando somos crianças, nos ver infelizes. Basta ver que, por mais infeliz que a nossa vida seja, sempre tem alguém para nos animar dizendo frases do tipo, "não precisa ficar assim, as coisas podem melhorar!" e por aí vai... posso passar a vida listando exemplos de como toda a nossa vida nos empurram que devemos ser felizes e buscar a felicidade.
Mas, onde fica a infelicidade? Onde fica a melancolia? E a depressão? E a tristeza? E o choro? E as lamentações? Tudo isso é visto como sinal de fraqueza ou, ultimamente, como manifestação de alguma doença. E por que isso? Porque existem remédios para serem vendidos! A nossa sociedade consumista empurra a felicidade porque a felicidade vende. E compramos essa mensagem e não nos permitimos viver a tristeza. Porque se vivemos a tristeza ficamos mais críticos e questionamos inclusive aqueles que querem nos manter como zumbis desse sistema caótico de felicidade a todo custo.
Eu defendo que a tristeza precisa ser valorizada tanto quanto a felicidade e que a depressão deve ser vivida como uma lição das mais valiosas: é possível parar um pouco, refletir e fugir desse caos que é a nossa sociedade moderna e procurar sentimentos mais profundos, reflexivos e críticos, longe de tudo que a modernidade nos está empurrando...
Inconscientemente precisamos viver a depressão, tanto é que quando não a vivemos inconscientemente, ela se impõe e precisamos vivê-la conscientemente! Como disse Jung, "O que não vivemos como escolha, enfrentamos como destino"...
E o que você acha? =) -
Não. Durante minha época de depressão, inclusive, por mais que fizesse essas coisas, não ficava feliz. Mas elas precisavam ser feitas. Por isso digo que a depressão é importante e fundamental para compreendermos que a felicidade não é tudo e que podemos sim viver sem tê-la como objetivo. Na verdade, é muito mais fácil quando esquecemos da felicidade e simplesmente vivemos. Se a felicidade vier, ótimo! Se não vier, não vamos nos preocupar, já que esse não era o nosso objetivo, certo?
Pra facilitar, basta pensar logicamente: Se eu trabalho esperando ser pago, e eu não sou pago, fico triste; se sou pago, fico feliz. Se eu trabalho não esperando pagamento, se não sou pago, não fico triste, e consequentemente há espaço para a felicidae; se sou pago, melhor, pois fico feliz em dobro, por receber o pagamento e por receber algo que não esperava! Então, logicamente, é muito melhor fazer as coisas porque elas precisam ser feitas e não fazê-las esperando a felicidade... Faz sentido? ;-) -
Eu tenho os meus momentos de felicidade, mas não sei se posso me considerar "feliz" em tudo. Passei durante uns bons anos por um período de depressão o que me fez valorizar a tristeza. Durante esse tempo, vivi longe da feicidade. Tinha momentos de satisfação, mas não era feliz. E mesmo assim consegui viver, valorizando a própria vida. Vivia por viver, e não para ser feliz ou por ser feliz. Descobri que a felicidade não é necessária como motor ou motivador. Foram cinco anos assim. Hoje, já recuperado, posso dizer que sei valorizar a felicidade e a tristeza, a alegria e a angústia: aprendo sempre com tudo isso e aproveito todas as sutilezas, das melhores às pires, da vida. E eu vivo assim: para aproveitar a vida e não esperando recompensas, pois essas eu mesmo faço. Só sabendo ser triste é que se consegue construir nossa felicidade. Talvez aí esteja o segredo que a depressão nos quer ensinar!
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É interessante esse tipo de pergunta porque ilustra exatamente o tipo de valores que a nossa sociedade nos empurra e eu critico veementemente. Vou fazer um paralelo com outra pergunta que me fazem em aula quando falo de moralidade ateia, ou seja, que não precisamos de Deus para sermos morais ou termos uma moralidade.
Acredita-se, pelo simples fato de estarmos acostumados a esse tipo de pensamento, que se você é ateu, não existe necessidade de moralidade, que a única coisa que impede que sejamos selvagens é Deus. Isso é um grande erro e existem inúmeros exemplos no mundo que mostra que existe moralidade sem a necessidade de uma punição divina caso sejamos imorais. Essa moralidade pode ser baseada mo bem-estar da humanidade ou na responsabilidade pessoal sobre as consequências nossas escolhas.
Enfim, não existe relação direta necessária entre Deus e moralidade e ela só é pensada porque estamos acostumados a esse tipo de pensamento. O mesmo acontece com relação à necessidade de sermos felizes!
Nossa sociedade nos ensina que devemos ser felizes o tempo todo a todo custo. E ao fazer isso, não aprendemos a viver muito menos a aceitar outros sentimentos, como a tristeza ou a angústia. O pior é que por mais que não queiramos, ficamos tristes e angutiados e esses são sentimentos necessários para a nossa sobrevivência.
Não aprendemos a lidar com esses sentimentos e só a felicidade é valorizada por um simples motivo perverso: quando estamos tristes não somos economicamente produtivos e somos mais críticos às políticas sociais do que quando somos felizes! A felicidade nos afasta da realidade e nos joga nos nossos próprios prazeres. A consequência disso? Compramos mais, consumimos mais, somos economicamente mais produtivos e questionamos menos! A felicidade a qualquer custo nos transforma em perfeitos peões sociais em retroalimentação constante desse sistema.
Se não queremos ser simples peões sociais, basta procurarmos outros valores. Fazer as coisas simplesmente porque precisam ser feitas já é um bom caminho. E isso tem a ver com o que os existencialistas chamam de "Projeto de Vida". Se temos um projeto, tendemos a fazer as coisas que nos levam a realização desse projeto. E muitas vezes as coisas que fazemos que fazem parte desse projeto são coisas que não provocam felicidade, mas nos realizam enquanto sujeito. A felicidade surge como consequência dessa auto-realização.
Um exemplo: arrumar a casa, para mim, é extremamente chato, massante, cansativo e me leva para longe de qualquer coisa que penso ser felicidade. Por isso evito em fazer isso. Porém, sei que é algo necessário a se fazer se eu quiser manter os meus projetos de vida, de auto-realização e manutenção da minha independência. Então eu faço. Faço, mesmo não gostando, mas quando termino e está tudo arrumado, sinto uma satisfação boa que pode me levar à felicidade ou a pensar que isso é ser feliz. Mas não fiz para ser feliz: fiz porque é necessário. Obtive satisfação pessoal e sei que, dentro do meu projeto, isso faz parte e com a realização do projeto sei que irei chegar à minha auto-realização e consequentemente serei feliz. Mas perceba que não fiz isso só para ser feliz. A felicidade vem como consequência, não como objetivo.
Espero ter sido claro! =D -
Olha, as informações que posso oferecer são as minhas ideias do meu post http://pablo.deassis.net.br/2011/03/bullying-a-vitima-e-a-vitimizacao/
Caso você queira algo mais especializado, infelizmente não tenho comigo nenhum trabalho ou pesquisa que fale sobre isso. Essas ideias são minhas e por isso as coloquei no meu blog. E espero que tenham servido para uma boa reflexão pessoal! -
Geralmente assocía-se esse tipo de comportamento ao que se chama de "transtorno obsessivo-compulsivo", onde o comportamento compulsivo é o de colecionar e guardar objetos para tentar aliviar um pensamento obsessivo anterior. Sugiro, nesse caso, procurar um profissional psicólogo. Um psiquiatra só irá receitar remédios de controle da ansiedade, o que irá aliviar os sintomas relacionados e que motivam a coleta. Porém, sem um bom acompanhamento psicológico, os remédios não irão resolver. E para ser sincero, acredito até que os remédios são dispensáveis. Basta ter um bom acompanhamento psicológico de um profissional que saiba compreender e acompanhar o caso.
E boa sorte! Qualquer coisa, estamos por aqui...
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Claro! Tudo é possível, desde que a pessoa realmente queira essa mudança. Pode ser difícil, mas é possível sim, principalmente quando existe um movimento de conscientização do ocorrido. O processo pode ser mais difíci, porém mais eficaz, quando o "ex-bully" consegue reconhecer seu erro e se acerta com seus "bullied" ou suas vítimas. O segredo aqui está no reconhecimento da responsabilidade sobre nossas escolhas e atos.
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Viver com ou sem felicidade é viver. Então a pergunta cai pra simplesmente: "por que deve-se viver?" Simples: porque a vida é a única coisa que temos. Existe uma frase que diz que a morte é a única certeza que temos, mas eu discordo: a vida é a única certeza que temos, porque para morrermos é necessário estarmos vivos! Logo, a própria morte nos dá a certeza da vida. Vida após a morte é uma incerteza. A própria morte é incerta, porque não sabemos absolutamente nada sobre ela além do fato de que ela ocorrerá. A vida, ao contrário, é a única certeza, pois sem ela, todo o resto seria inútil ou em vão.
Isso vale também para os sentidos da vida. A vida não faz sentido. Qualquer sentido que tentemos dar a ela, acaba mostrando paradoxos e absurdos. O segredo não está em querer encontrar um sentido na vida, mas sim viver a ponto de poder oferecer um bom sentido para ela. O sentido não está na vida, mas no viver. E todas as consequências da vida também não estão nela, mas sim no ato de viver.
Talvez essa seja uma das questões mais dificeis, justamente porque não estamos acostumados a sermos responsáveis por nossa vida e reconhecer que somos nós quem a construímos. A vida não vem pronta e nala nela é fixa. Então, podemos fazer dela qualquer coisa! E geralmente nossa vida é aquilo que fazemos dela...
Então, se você quer felicidade, não se deve buscá-la na vida, muito menos esperar por ela, mas sim construí-la com seus próprios atos e escolhas. A felicidade é a consequência de você conseguir alcançar as suas metas e viver a sua vida. Não conheço ninguém que tenha feito isso e que viva sua vida e que não seja feliz... =) -
Olá! Que bom que meu texto pode ajudar... Para as outras pessoas que querer ler o texto completo, basta acessar o link: http://pablo.deassis.net.br/2010/09/a-culpa-e-da-culpa/
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Novamente, um comentário que deveria ter ido par ao blog e não par ao Formspring. Agradeço a opinião! Para verificar o post completo, acessem: http://pablo.deassis.net.br/2010/11/como-identificar-um-mau-professor/
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Mais um comentário que deveria ter ido para o blog mas caiu no Formspring. Caso queiram ver sobre o que se trata, o post é este: http://pablo.deassis.net.br/2010/04/ensaios-sobre-bistromatica-1-a-vida-o-universo-e-tudo-mais/
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Pablo de Assis’s Bio
Psicólogo, podcaster, consultor em tecnologia, blogueiro, nerd.


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