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Olá! O ideal é colocar um suporte na frente do armário, mantendo-o aberto e posicionar o Air Life de forma que a saída de O3 fique de frente para o armário. Também é importante haver supervisão durante esse processo, pois, a entrada de ar e a saída de O3 não podem ser obstruídas para prevenção de acidentes. Att. OZ Engenharia.
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A ozonização acontece por tempo de contato, por isso, não adianta injetar mais ozônio na calda para degradar em menos tempo. O Ministério da Agricultura recomenda em IN o período de 6 horas de ozonização para cada 450l de calda. Quando em excesso, uma vez que o ozônio não se solubiliza na calda tóxica, o volume a mais de gás fica na atmosfera em volta do equipamento, podendo gerar passivo trabalhista de quem opera sem os EPIs necessários.
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Possuímos equipamento da linha AquaOz que pode ser utilizado para piscinas de até 100mil Litros. Mais informações sobre o produto em: http://www.ozengenharia.com.br/servicos/pagaquaozpiscinas/index.htm
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Recomendamos o uso de 10% de cloro do total utilizado normalmente para o volume de sua piscina. Esse cloro é importante para desinfetar a piscina nos “cantos mortos”, onde não há circulação de água, porém há clientes que só utilizam o ozônio. A utilização de ozônio elimina as irritações e alergias causadas por organoclorados.
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O ozônio apresenta um maior custo de instalação, entretanto a longo prazo esse custo se paga, ou seja, a longo prazo o tratamento de águas com ozônio torna-se mais barato que com cloro, pois além de não precisar adquirir tais produtos químicos não há a necessidade de armazenamento de cloro nem a exposição de operadores com tais produtos. Desta forma o ozônio torna-se mais atrativo tanto economicamente quanto a niveis de segurança do trabalho. Como as estações de tratamento de água são gerenciadas pelos orgãos públicos, o elevado custo de instalação impede que seja utilizado ozônio no tratamento.
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O tratamento de ozônio na calda a base de óleo deve ser realizado da mesma forma que a calda a base de água. Deve-se ozonizar 450L de calda 1g de ozônio por um período de 6 horas.
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Sim, esse parâmetro está estabelecido pela NR-15, onde diz que um profissional pode ficar exposto no máximo a 0,08ppm de ozônio por um período de 8h diárias. Esse parâmetro deve ser acompanhado com um medidor de gás ozônio, e o profissional deve utilizar equipamentos de proteção individuais, tais como máscaras de carvão ativado.
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Essa medida leva em consideração a necessidade da aplicação, as variações climáticas de cada região do pais e a segurança de quem opera.
A produção acima de 2,2g, não é necessária, pois o gás não se porta da maneira "quanto mais melhor e mais rápido", o ozônio tem limite de solubilidade, assim como o açúcar na água. Além disso outro fator de extrema importância é que em altas quantidades, o ozônio se torna prejudicial à saúde de quem opera o equipamento, prejudicando as vias respiratórias, sendo assim necessário o uso de EPIs.
Calibramos o gerador para a gramagem acima citada, pois segundo a Instrução Normativa nº 02/08 do Ministério da Agricultura a exigência mínima é de um gerador capaz de produzir 1g. Tendo como base os resultados obtidos, no laboratório da PUCRS, após análises de diversos pesticidas, e das possíveis variações de temperatura, vimos que essa medida (2,2g) é a ideal para degradação de calda tóxica.
A produção demasiada de ozônio, não resulta no aceleramento do processo de neutralização da calda. Pois outro fator importante, visto em laboratório, é de que o processo necessita de um tempo de contato mínimo entre a calda e o gás, para obtermos resultados satisfatórios na neutralização dos pesticidas. A fórmula é: a cada 450l de calda tempo de 6h de ozonização. -
A empresa OZ Engenharia em seu setor de pesquisa e desenvolvimento preza pela segurança e confiabilidade de suas pesquisas. Para isso todas as análises são feitas segundo as normas técnicas do Standard Methods.
As normas contribuem para a maioria dos aspectos de nossas vidas, a aplicação de uma norma pode conduzir a uma melhora na qualidade de produtos ou serviços. Seguir uma norma técnica implica em atender a especificações que foram analisadas e ensaiadas por profissionais capacitados.
Diferentemente dos regulamentos técnicos, as normas são voluntárias. Não há obrigatoriedade em adotá-las. Entretanto, o atendimento a estas pode auxiliá-lo no cumprimento das suas obrigações legais relativas a determinados assuntos como segurança do produto, qualidade e proteção ambiental.
Comprar de empresas que utilizam as normas técnicas no seu dia a dia pode poupar tempo, esforço e despesas, lhe dando a tranqüilidade de adquirir um produto de qualidade e de estar de acordo com suas responsabilidades legais. -
A medição da produção de ozônio de um equipamento pode ser realizada com medidores eletrônicos ou pelo método iodométrico.
Nos medidores eletrônicos o gás passa pelo equipamento e a medição é feita online. Também existem, os portáteis, os quais medem a concentração de ozônio no ambiente. Eles são muito utilizados em ambientes ozonizados onde há operadores trabalhando, entretanto nestes equipamentos a concentração medida é a diferença entre a concentração produzida e a reagida.
Diferente dos equipamentos eletrônicos onde a medição é feita online, o método iodométrico é realizado apenas em laboratório, e o resultado é obtido após a titulação do Iodeto de Potássio ozonizado com Tiossulfato de Sódio. -
O ozônio é frequentemente usado no tratamento de água potável, de água de processo e de efluentes, para desinfecção nos processos de lavagem (lavagem de frutas, legumes, verduras e frutos do mar), desinfecção de piscinas, desinfecção de sistemas de lavagem de garrafas, remoção de ferro e manganês, melhoria de gosto e odor, eliminação de limo em depósitos e tubos, trocadores de calor, conexões, branqueamento de polpa de celulose, degradação de pesticidas, hidroponia, sanitização de superfícies, etc.
No ar, oozônio pode ser utilizado para remoção de odores e como barreira sanitária no isolamento de epidemias transmitidas pelo ar, confinamento de animais, desinfecção de sistemas de ar condicionado de hospitais e locais públicos. Também pode ser aplicado no ar para redução de carga microbiológica (fungos, vírus e bactérias) e em câmaras frias de estocagem de alimentos (queijos, salames, maçãs).
Alguns estudos mostram, ainda, a aplicação do ozônio na área médica, para tratamento de diabetes, câncer e herpes, além da odontologia, para tratamento de canais e desinfecção bucal. A geração de óleos ozonizados e aplicação cosmética também são outras utilidades do ozônio. -
Não. O ozônio existe na natureza e é o meio pelo qual ela limpa e purifica a atmosfera. A diferença entre o remédio e o veneno é a dose. Por exemplo: oxigênio em excesso mata; água em excesso mata, no entanto, são essenciais para a existência da vida. Hoje em dia o ozônio é usado no tratamento da AIDS, câncer, Herpes e Diabetes, sendo injetado no sistema circulatório, ou pelo simples contato com a pele ou, ainda, por assimilação retal.
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A camada de ozônio ou ozonosfera é um filtro de proteção formado pelo gás ozônio (oxigênio concentrado), que protege a atmosfera das radiações liberadas pelo sol. Situada na estratosfera, o gás é fortemente oxidante e reativo se chegar à troposfera. O ozônio ajuda a impedir a passagem dos raios ultravioletas que, se porventura chegassem à atmosfera, acabariam com todo ser vivo existente.
Em 1977, alguns cientistas descobriram um buraco na camada de ozônio na Antártida e ainda, posteriormente, registrou-se que a fina camada de ozônio estava afinando ainda mais em diferentes regiões. Existem algumas substâncias químicas que são liberadas no ar e que provocam tais danos, como os clorofluorcarbonos e os hidrocarbonetos alifáticos halogenados. Tais substâncias, ao chegarem à estratosfera, reagem com o ozônio resultando em moléculas de oxigênio e de monóxido de cloro. A poluição atmosférica, em geral, também ajuda a diminuir a quantidade de ozônio da camada de ozônio, e sua demanda não é tão rapidamente suprida. Com o buraco na camada de ozônio, os raios ultravioletas conseguem penetrar pelo filtro de proteção (camada de ozônio) e chegam até a atmosfera, provocando câncer de pele, cegueira, alergias, afetando todo o sistema imunológico e deixando-o mais vulnerável ao ataque de fungos, bactérias e outros.
Em 1985, foi assinada a Convenção de Viena e dois anos depois o Protocolo de Montreal (que por duas vezes foi modificado) por alguns países que se comprometeram em trabalhar contra o aumento do buraco na camada de ozônio. Declarado pela ONU, o dia 16 de setembro é o dia em que se comemora o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio. -
Oxidando os poluentes, o terceiro átomo da molécula de oxigênio ativo pula para a molécula poluidora oxidando-a e eliminando-a, sendo o resultado deste processo o oxigênio (O2), ou seja: tecnologia limpa, tecnologia ecologicamente correta, tecnologia para um mundo sustentável.
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Basicamente, o que diferencia o ozônio dos diversos agentes desinfetantes, é o seu mecanismo de destruição dos microorganismos. O cloro, por exemplo, atua por difusão através da parede celular, para então agir sobre os elementos vitais no interior da célula, como enzimas, proteínas, DNA e RNA. O ozônio, por ser mais oxidante, age diretamente na parede celular, causando sua ruptura, demandando menos tempo de contato e tornando impossível sua reativação. Dependendo do tipo de microorganismo, o ozônio pode ser até 3.125 vezes mais rápido que o cloro na inativação celular.
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O ozônio começou a ser conhecido em 1837 e reconhecido como substância química depois de trinta anos, quando sua forma triatômica foi descrita. A habilidade do ozônio para desinfecção de água foi descoberta em 1886 e em 1891 testes pilotos já eram realizados. A primeira instalação industrial de ozônio ocorreu em 1893, em Oudshoorm, na Holanda, para desinfecção na estação de tratamento de água potável da cidade. Até 1914 o número de estações de tratamento de água utilizando ozônio cresceu e, na Europa, já havia pelo menos 49 instalações. Em 1936 o numero passou para 100 instalações na França e 140 no mundo. O cloro, sempre mais barato e mais usado, perdeu força quando, em 1975, se descobre que gera compostos cancerígenos organoclorados (subprodutos de reações com matéria orgânica). A principal preocupação quanto ao uso de cloro é a formação de organoclorados, os trihalometanos (THM).
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Em fevereiro de 2002 o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (FDA) divulgou a Diretiva No. 7120.1, a qual define o ozônio como uma substância antimicrobiana liberada para uso em produtos e processos de beneficiamento de alimentos, sempre que utilizado em níveis adequados e por métodos de aplicação que se inserem nas boas práticas de fabricação. O FDA (Food and Drug Administration) permite a utilização do ozônio como agente antimicrobiano no tratamento, armazenagem e processamento de alimentos (21 CFR 173.368). O FDA também reconhece o ozônio como sendo uma substância segura (GRAS – Generaly Recognized As Safe) para uso na indústria alimentícia desde 1982 (Fed Reg. 47:50209-502 10).
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- Evita qualquer problema de gosto e odor desagradável;
- Proporciona água incolor e cristalina;
- Efeito benéfico sobre a pele e a saúde (ozonioterapia);
- Não irrita a pele e as mucosas;
- É ativo contra vírus, bactérias, esporos, cistos, protozoários, etc;
- Oxida metais pesados (ferro, manganês, íon sulfato, nitrito), fazendo a sua precipitação e evitando, portanto, a sua ingestão acidental ou não;
- Não deixa resíduos prejudiciais ao meio ambiente;
- Causa aumento da floculação de matéria orgânica, aumentando a efetividade da filtração da piscina;
- Produzido no local, através do ar, sem transporte, manipulação ou armazenagem de produtos químicos;
- Tem meia vida curta, ou seja, reverte-se novamente em oxigênio espontaneamente, não gerando resíduos. -
- O ozônio é um poderoso oxidante (1,5 vezes mais forte do que o cloro);
- É mais rápido do que o cloro na inativação de bactérias (até de 3125 vezes);
- Não produz toxinas;
- Decompõe-se em oxigênio;
- É um gás instável, incolor nas condições atmosféricas, com odor característico mesmo em baixas concentrações;
- Fórmula química: O3 (forma triatômica do oxigênio);
- Massa molecular: 48,0;
- Ponto de ebulição a 1 atm: - 111,9 ºC;
- Ponto de fusão a 1 atm: - 192,5 ºC;
- Massa específica do gás: 2,14 g/litro;
- Meia-vida em água a 20 ºC: 20 minutos.
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OZ Engenharia’s Bio
A OZ Indústria de Equipamentos Geradores de Ozônio LTDA. trabalha com tecnologias limpas desde 2000. É uma empresa qualificada para fornecer múltiplas aplicações, produtos e serviços à base de ozônio. Juntos, podemos construir um mundo sustentáv


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