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    1. OZ Engenharia

      Olá! O ideal é colocar um suporte na frente do armário, mantendo-o aberto e posicionar o Air Life de forma que a saída de O3 fique de frente para o armário. Também é importante haver supervisão durante esse processo, pois, a entrada de ar e a saída de O3 não podem ser obstruídas para prevenção de acidentes. Att. OZ Engenharia.

    2. OZ Engenharia

      A ozonização acontece por tempo de contato, por isso, não adianta injetar mais ozônio na calda para degradar em menos tempo. O Ministério da Agricultura recomenda em IN o período de 6 horas de ozonização para cada 450l de calda. Quando em excesso, uma vez que o ozônio não se solubiliza na calda tóxica, o volume a mais de gás fica na atmosfera em volta do equipamento, podendo gerar passivo trabalhista de quem opera sem os EPIs necessários.

    3. OZ Engenharia

      Possuímos equipamento da linha AquaOz que pode ser utilizado para piscinas de até 100mil Litros. Mais informações sobre o produto em: http://www.ozengenharia.com.br/servicos/pagaquaozpiscinas/index.htm

    4. OZ Engenharia

      Recomendamos o uso de 10% de cloro do total utilizado normalmente para o volume de sua piscina. Esse cloro é importante para desinfetar a piscina nos “cantos mortos”, onde não há circulação de água, porém há clientes que só utilizam o ozônio. A utilização de ozônio elimina as irritações e alergias causadas por organoclorados.

    5. OZ Engenharia

      O ozônio apresenta um maior custo de instalação, entretanto a longo prazo esse custo se paga, ou seja, a longo prazo o tratamento de águas com ozônio torna-se mais barato que com cloro, pois além de não precisar adquirir tais produtos químicos não há a necessidade de armazenamento de cloro nem a exposição de operadores com tais produtos. Desta forma o ozônio torna-se mais atrativo tanto economicamente quanto a niveis de segurança do trabalho. Como as estações de tratamento de água são gerenciadas pelos orgãos públicos, o elevado custo de instalação impede que seja utilizado ozônio no tratamento.

    6. OZ Engenharia

      O tratamento de ozônio na calda a base de óleo deve ser realizado da mesma forma que a calda a base de água. Deve-se ozonizar 450L de calda 1g de ozônio por um período de 6 horas.

    7. OZ Engenharia

      Sim, esse parâmetro está estabelecido pela NR-15, onde diz que um profissional pode ficar exposto no máximo a 0,08ppm de ozônio por um período de 8h diárias. Esse parâmetro deve ser acompanhado com um medidor de gás ozônio, e o profissional deve utilizar equipamentos de proteção individuais, tais como máscaras de carvão ativado.

    8. OZ Engenharia

      Essa medida leva em consideração a necessidade da aplicação, as variações climáticas de cada região do pais e a segurança de quem opera.

      A produção acima de 2,2g, não é necessária, pois o gás não se porta da maneira "quanto mais melhor e mais rápido", o ozônio tem limite de solubilidade, assim como o açúcar na água. Além disso outro fator de extrema importância é que em altas quantidades, o ozônio se torna prejudicial à saúde de quem opera o equipamento, prejudicando as vias respiratórias, sendo assim necessário o uso de EPIs.
      Calibramos o gerador para a gramagem acima citada, pois segundo a Instrução Normativa nº 02/08 do Ministério da Agricultura a exigência mínima é de um gerador capaz de produzir 1g. Tendo como base os resultados obtidos, no laboratório da PUCRS, após análises de diversos pesticidas, e das possíveis variações de temperatura, vimos que essa medida (2,2g) é a ideal para degradação de calda tóxica.

      A produção demasiada de ozônio, não resulta no aceleramento do processo de neutralização da calda. Pois outro fator importante, visto em laboratório, é de que o processo necessita de um tempo de contato mínimo entre a calda e o gás, para obtermos resultados satisfatórios na neutralização dos pesticidas. A fórmula é: a cada 450l de calda tempo de 6h de ozonização.

    9. OZ Engenharia

      A empresa OZ Engenharia em seu setor de pesquisa e desenvolvimento preza pela segurança e confiabilidade de suas pesquisas. Para isso todas as análises são feitas segundo as normas técnicas do Standard Methods.

      As normas contribuem para a maioria dos aspectos de nossas vidas, a aplicação de uma norma pode conduzir a uma melhora na qualidade de produtos ou serviços. Seguir uma norma técnica implica em atender a especificações que foram analisadas e ensaiadas por profissionais capacitados.

      Diferentemente dos regulamentos técnicos, as normas são voluntárias. Não há obrigatoriedade em adotá-las. Entretanto, o atendimento a estas pode auxiliá-lo no cumprimento das suas obrigações legais relativas a determinados assuntos como segurança do produto, qualidade e proteção ambiental.

      Comprar de empresas que utilizam as normas técnicas no seu dia a dia pode poupar tempo, esforço e despesas, lhe dando a tranqüilidade de adquirir um produto de qualidade e de estar de acordo com suas responsabilidades legais.

    10. OZ Engenharia

      A medição da produção de ozônio de um equipamento pode ser realizada com medidores eletrônicos ou pelo método iodométrico.

      Nos medidores eletrônicos o gás passa pelo equipamento e a medição é feita online. Também existem, os portáteis, os quais medem a concentração de ozônio no ambiente. Eles são muito utilizados em ambientes ozonizados onde há operadores trabalhando, entretanto nestes equipamentos a concentração medida é a diferença entre a concentração produzida e a reagida.

      Diferente dos equipamentos eletrônicos onde a medição é feita online, o método iodométrico é realizado apenas em laboratório, e o resultado é obtido após a titulação do Iodeto de Potássio ozonizado com Tiossulfato de Sódio.

    11. OZ Engenharia

      O ozônio é frequentemente usado no tratamento de água potável, de água de processo e de efluentes, para desinfecção nos processos de lavagem (lavagem de frutas, legumes, verduras e frutos do mar), desinfecção de piscinas, desinfecção de sistemas de lavagem de garrafas, remoção de ferro e manganês, melhoria de gosto e odor, eliminação de limo em depósitos e tubos, trocadores de calor, conexões, branqueamento de polpa de celulose, degradação de pesticidas, hidroponia, sanitização de superfícies, etc.

      No ar, oozônio pode ser utilizado para remoção de odores e como barreira sanitária no isolamento de epidemias transmitidas pelo ar, confinamento de animais, desinfecção de sistemas de ar condicionado de hospitais e locais públicos. Também pode ser aplicado no ar para redução de carga microbiológica (fungos, vírus e bactérias) e em câmaras frias de estocagem de alimentos (queijos, salames, maçãs).

      Alguns estudos mostram, ainda, a aplicação do ozônio na área médica, para tratamento de diabetes, câncer e herpes, além da odontologia, para tratamento de canais e desinfecção bucal. A geração de óleos ozonizados e aplicação cosmética também são outras utilidades do ozônio.

    12. OZ Engenharia

      Não. O ozônio existe na natureza e é o meio pelo qual ela limpa e purifica a atmosfera. A diferença entre o remédio e o veneno é a dose. Por exemplo: oxigênio em excesso mata; água em excesso mata, no entanto, são essenciais para a existência da vida. Hoje em dia o ozônio é usado no tratamento da AIDS, câncer, Herpes e Diabetes, sendo injetado no sistema circulatório, ou pelo simples contato com a pele ou, ainda, por assimilação retal.

    13. OZ Engenharia

      A camada de ozônio ou ozonosfera é um filtro de proteção formado pelo gás ozônio (oxigênio concentrado), que protege a atmosfera das radiações liberadas pelo sol. Situada na estratosfera, o gás é fortemente oxidante e reativo se chegar à troposfera. O ozônio ajuda a impedir a passagem dos raios ultravioletas que, se porventura chegassem à atmosfera, acabariam com todo ser vivo existente.

      Em 1977, alguns cientistas descobriram um buraco na camada de ozônio na Antártida e ainda, posteriormente, registrou-se que a fina camada de ozônio estava afinando ainda mais em diferentes regiões. Existem algumas substâncias químicas que são liberadas no ar e que provocam tais danos, como os clorofluorcarbonos e os hidrocarbonetos alifáticos halogenados. Tais substâncias, ao chegarem à estratosfera, reagem com o ozônio resultando em moléculas de oxigênio e de monóxido de cloro. A poluição atmosférica, em geral, também ajuda a diminuir a quantidade de ozônio da camada de ozônio, e sua demanda não é tão rapidamente suprida. Com o buraco na camada de ozônio, os raios ultravioletas conseguem penetrar pelo filtro de proteção (camada de ozônio) e chegam até a atmosfera, provocando câncer de pele, cegueira, alergias, afetando todo o sistema imunológico e deixando-o mais vulnerável ao ataque de fungos, bactérias e outros.

      Em 1985, foi assinada a Convenção de Viena e dois anos depois o Protocolo de Montreal (que por duas vezes foi modificado) por alguns países que se comprometeram em trabalhar contra o aumento do buraco na camada de ozônio. Declarado pela ONU, o dia 16 de setembro é o dia em que se comemora o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio.

    14. OZ Engenharia

      Oxidando os poluentes, o terceiro átomo da molécula de oxigênio ativo pula para a molécula poluidora oxidando-a e eliminando-a, sendo o resultado deste processo o oxigênio (O2), ou seja: tecnologia limpa, tecnologia ecologicamente correta, tecnologia para um mundo sustentável.

    15. OZ Engenharia

      Basicamente, o que diferencia o ozônio dos diversos agentes desinfetantes, é o seu mecanismo de destruição dos microorganismos. O cloro, por exemplo, atua por difusão através da parede celular, para então agir sobre os elementos vitais no interior da célula, como enzimas, proteínas, DNA e RNA. O ozônio, por ser mais oxidante, age diretamente na parede celular, causando sua ruptura, demandando menos tempo de contato e tornando impossível sua reativação. Dependendo do tipo de microorganismo, o ozônio pode ser até 3.125 vezes mais rápido que o cloro na inativação celular.

    16. OZ Engenharia
    17. OZ Engenharia

      O ozônio começou a ser conhecido em 1837 e reconhecido como substância química depois de trinta anos, quando sua forma triatômica foi descrita. A habilidade do ozônio para desinfecção de água foi descoberta em 1886 e em 1891 testes pilotos já eram realizados. A primeira instalação industrial de ozônio ocorreu em 1893, em Oudshoorm, na Holanda, para desinfecção na estação de tratamento de água potável da cidade. Até 1914 o número de estações de tratamento de água utilizando ozônio cresceu e, na Europa, já havia pelo menos 49 instalações. Em 1936 o numero passou para 100 instalações na França e 140 no mundo. O cloro, sempre mais barato e mais usado, perdeu força quando, em 1975, se descobre que gera compostos cancerígenos organoclorados (subprodutos de reações com matéria orgânica). A principal preocupação quanto ao uso de cloro é a formação de organoclorados, os trihalometanos (THM).

    18. OZ Engenharia

      Em fevereiro de 2002 o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (FDA) divulgou a Diretiva No. 7120.1, a qual define o ozônio como uma substância antimicrobiana liberada para uso em produtos e processos de beneficiamento de alimentos, sempre que utilizado em níveis adequados e por métodos de aplicação que se inserem nas boas práticas de fabricação. O FDA (Food and Drug Administration) permite a utilização do ozônio como agente antimicrobiano no tratamento, armazenagem e processamento de alimentos (21 CFR 173.368). O FDA também reconhece o ozônio como sendo uma substância segura (GRAS – Generaly Recognized As Safe) para uso na indústria alimentícia desde 1982 (Fed Reg. 47:50209-502 10).

    19. OZ Engenharia

      - Evita qualquer problema de gosto e odor desagradável;
      - Proporciona água incolor e cristalina;
      - Efeito benéfico sobre a pele e a saúde (ozonioterapia);
      - Não irrita a pele e as mucosas;
      - É ativo contra vírus, bactérias, esporos, cistos, protozoários, etc;
      - Oxida metais pesados (ferro, manganês, íon sulfato, nitrito), fazendo a sua precipitação e evitando, portanto, a sua ingestão acidental ou não;
      - Não deixa resíduos prejudiciais ao meio ambiente;
      - Causa aumento da floculação de matéria orgânica, aumentando a efetividade da filtração da piscina;
      - Produzido no local, através do ar, sem transporte, manipulação ou armazenagem de produtos químicos;
      - Tem meia vida curta, ou seja, reverte-se novamente em oxigênio espontaneamente, não gerando resíduos.

    20. OZ Engenharia

      - O ozônio é um poderoso oxidante (1,5 vezes mais forte do que o cloro);
      - É mais rápido do que o cloro na inativação de bactérias (até de 3125 vezes);
      - Não produz toxinas;
      - Decompõe-se em oxigênio;
      - É um gás instável, incolor nas condições atmosféricas, com odor característico mesmo em baixas concentrações;
      - Fórmula química: O3 (forma triatômica do oxigênio);
      - Massa molecular: 48,0;
      - Ponto de ebulição a 1 atm: - 111,9 ºC;
      - Ponto de fusão a 1 atm: - 192,5 ºC;
      - Massa específica do gás: 2,14 g/litro;
      - Meia-vida em água a 20 ºC: 20 minutos.

OZ Engenharia

Porto Alegre, RS

www.ozengenharia.com

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A OZ Indústria de Equipamentos Geradores de Ozônio LTDA. trabalha com tecnologias limpas desde 2000. É uma empresa qualificada para fornecer múltiplas aplicações, produtos e serviços à base de ozônio. Juntos, podemos construir um mundo sustentáv

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