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Pode até ser, mas não há indícios. Parece-me claro que O'Neill teve a chance de ir para o Liverpool, antes de o clube acertar com Hodgson. Se, após quatro anos, ele quisesse prolongar o trabaho no Villa Park, não seria uma proposta repentina, em agosto, que lhe convenceria a sair. Penso que a questão é meramente interna. Os motivos devem passar mesmo pelo que estão dizendo: falta de ambição da cúpula, iminentes vendas de Milner e A. Young etc.
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O debate também envolve preferências pessoais. Ainda acredito fortemente que a inglesa seja a melhor das ligas. Não se mensura a qualidade de um campeonato apenas pelos investimentos de dois ou três clubes. Ainda que as contratações do Manchester City façam frente às de qualquer outra equipe, a Premier League se sustenta mais pela quantidade de ótimos times do que por aquisições megalomaníacas.
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Não, Diego. Outras atividades, referentes a estágio e disciplinas na universidade, forçaram a diminuição do ritmo de postagens. Mas, como certamente já percebeu, o blog está de volta à velha forma. Agradeço a preocupação.
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A Inter foi suficientemente competente para eliminar o Chelsea. O Barcelona, para despachar o Arsenal. E o Rafael naufragou o United. Quanto à Liga Europa, o trabalho de Hodgson é excelente, e o Liverpool, apesar da temporada ridícula, tinha força o bastante para brigar pelo título.
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A atmosfera do estádio durante o jogo não denunciou isso. Mas, de fato, o sentimento após a derrota não deve ter sido de tristeza plena.
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Não sei se compreendi a pergunta. Se for o que estou pensando, não. Ovrebo foi um acidente.
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Não. A conquista da quarta posição seria mais importante que a da Liga Europa. Mas as chances do Liverpool são, de fato, mais substanciais no torneio continental.
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Até 2012, acredito que as ações devem estar direcionadas a conceitos básicos de gestão de um clube, como redução da folha salarial (não à moda West Ham!) e balança comercial favorável em transferências. Ou seja, falo de uma postura mais prudente. No longo prazo, o ideal é que os clubes otimizem seus estádios (eventualmente recém-construídos) e enfrentem mudanças no tocante à regulamentação dos modelos de administração. Essa história de comprar clube a todo momento já foi banalizada e estigmatizada como um "bom" método para afundar agremiações em dívidas.
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A Premier League disponibiliza apenas uma vaga na Liga Europa, conquistada pelo quinto colocado. Se o campeão da Carling Cup estiver entre os cinco primeiros do campeonato, o sexto melhor time da liga também se classifica. Caso o vencedor da FA Cup seja ainda um desses times, o sétimo colocado é outro que garante a qualificação. Foi o caso da temporada passada, quando a sétima posição foi muito disputada até as últimas rodadas, com o Fulham a conquistá-la.
Portanto, se o Aston Villa não vencer a Carling Cup, terá de ficar entre os seis (ou sete) primeiros para assegurar posto em uma copa europeia. -
Com van Persie lesionado, a falta de um centroavante decente. Com van Persie saudável, a falta de um goleiro confiável.
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Válida, ainda mais porque Ilan era free agent. O West Ham tinha - ainda tem, honestamente - problemas sérios no ataque, depende muito de Carlton Cole e, especialmente, de Diamanti. Só não concordo com o pacotão ofensivo: além do paranaense, chegaram ao Upton Park Benni McCarthy e Mido. Um tanto estranho para um clube que enfrenta turbulência financeira e vai sugerir uma "redução salarial voluntária" ao elenco no fim da temporada.
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Já sob o comando do Felipão, vale lembrar.
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Era um conjunto engraçado. O da Copa das Confederações de 2001, por exemplo, é provavelmente o pior da história da Seleção.
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O Manchester United tem utilizado o 4-5-1, que também pode ser interpretado como 4-2-3-1, com Carrick e os dois wingers mais à frente. O time titular contra o Aston Villa foi o seguinte: van der Sar; Rafael, Evans, Brown, Evra; Fletcher, Scholes; Nani, Carrick, Giggs; Rooney. Neste jogo, o Giggs teve o braço fraturado e ficará fora por quatro semanas. Pensando na partida contra o Milan pela Champions, seu substituto deve ser o Park. Na defesa, é provável que Vidic volte - mais uma vez - de lesão, e Ferdinand, suspenso na Premier League, atue normalmente.
O Mame Biram Diouf - que nada tem a ver com El-Hadji Diouf, do Blackburn - jogava no Molde, da Noruega. Em junho de 2009, o United acertou a transferência do senegalês, que foi, então, emprestado ao clube da Escandinávia. Em janeiro, ele conseguiu a licença de trabalho e chegou definitivamente a Old Trafford. -
Respondo assim por respeito a quem perguntou.
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Muito interessante, de fato. Visitei o blog do Phil McNulty e acompanho o posicionamento dele. A ideia é válida especialmente para proteger os treinadores em seus primeiros meses de trabalho. Caso os resultados sejam absurdamente inaceitáveis, os clubes ainda assim poderiam demitir seus comandantes, mas certamente pensariam duas vezes diante da impossibilidade de contratar algum manager de outro time. Uma outra visão indica proteção a clubes como o Burnley, que perdeu Owen Coyle para o Bolton num momento fundamental da temporada. E aí entra outra questão: se houver duas aberturas anuais, o impacto seria quase nulo - veja os casos de Bolton e Manchester City, que contrataram (e demitiram) treinadores recentemente. Por isso, entendo que, para ser eficaz, a medida deve contemplar apenas um mercado de transferências por temporada.
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Uma bizarrice natural. Alguns jornalistas reagem a determinados impulsos (um par de boas atuações no Campeonato Carioca, por exemplo) dessa maneira, digamos, populista. É impressionante o número de atacantes vinculados pela imprensa à Seleção Brasileira. No fim das contas, o Dunga não deve alterar seu elenco ofensivo - grosso modo: Robinho, Nilmar, Adriano e Luís Fabiano.
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Porque teve desempenho irregular no CSKA. Embora tenha sido o artilheiro da Copa da UEFA 2008/09, fora coadjuvante do Jô na temporada anterior.
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Futebol Inglês:...’s Bio
Futebol Inglês. Por André Vince e Daniel Leite.

