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um mendigo cokm algum retardamento batendo uma pelo bolso do moletom, sozinho no bancio de trás. ngm teve coragem de interrompê-lo obviamente. coisa nojenta.
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hahah, pra Angelina Jolie, por exemplo, eu cobraria bem baratinho. Agora, tem pessoas que nem por todo dinheiro do mundo...
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ué, depende de como for a minha namorada né... e de como eu estaria com ela.
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sim, sou um saci-pererê. ¬¬
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se for pra escolher, prefiro salgado. doce é meio enjoativo. mas, cada coisa tem sua ocasião. tem momentos q tudo q vc quer é um doce...
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ah sei lá. nao tenho um superobjetivo.
viajar pelo mundo, talvez. -
hahaha, vou amanha, que tal?
tu mesmo ta cansado de saber os motivos né? Assim, desisitir qdo cheguei tao perto, seria uma derrota absurda. -
pena que a pergunta foi anonima. A patota é minha família. Tenho saudades de todos sempre, em maior ou menor grau.
Na verdade, eu procuro nao pensar nisso mto, tolamente, pq estar longe das pessoas queridas faz sofrer. Mas, bem, welcome to the real life, é assim que funciona. -
demorei pra responder isso. nao sei o que responder. mas vamos lá:
Dizem que os jornalistas de verdade se formam cobrindo "buracos de rua", então não os menosprezo. É por isso que tanta gente quer trabalhar na editoria de cidades/cotidiano. Acho que ali ainda tem um pouco daquele jornalismo antigo em que o cara tinha que cobrir tudo de tudo.
Isso é mto mais comum em cidades menores, com equipes reduzidas e redações sem dinheiro. Isso hoje se reflete ainda mais com as inovações tecnológicas, com o que as empresas gostam de chamar de "profissional multimídia" (escreve, filma, tira foto, faz boletim de rádio, e, se a cidade/veiculo for bem pequena, até diagrama).
Vejo que alguns cursos de jornalismo buscam formar estes "profissionais multimida". Acho isso bom. Quanto maior o leque melhor. Mas não dá pra endoidar deglutindo esse discurso sem pensar.
Todas as empresas já apelam pro "amor" à camisa inerente ao profissional da comunicacao. Tem isso mesmo, nao é uma coisa exclusiva dessa profissão creio, mas é verdade que se aceita ganhar mto pouco por conta disso. As pessoas dão risadas dos preços estabelecidos nas tabelas de freelas dos sindicatos, os preços reais praticados acabam sendo mto mais baixos. Enquanto isso, um advogado que aceita receber honorários menores que os da tabela da OAB pode até ser punido...
Toda essa crise do jornalismo impresso gera muitas reflexões sobre o futuro da profissão. Já li sobre isso e concordo que há um grande mercado pra informações hiperlocais. O twitter usado localmente por exemplo, tem uma utilidade incrível. Como compararam durante o mais recente apagão, parece rádio. Informação pura, sem checagem, e cabe ao jornalista pegar esses fios soltos e tecer daí fatos e histórias coesos, notícias.
Em geral, veiculos de lugares pequenos não vão ter cacife pra competir com os grandes. Mas acho besteira que tentem competir. Eles tem que ver sua vocacao propria, se querem ser uteis localmente; ver o que a sua regiao necessita. Ser útil a população, que as vezes nem percebe que não recebe notícias da sua própria região, só das cidades grandes.
Eu nao moro numa cidade de interior, mas minha percepção é de que existem poucas com rádios locais que informem a população. E na maioria desses lugares, as rádios são religiosas e/ou de música sertaneja (/preconceito mesmo).
E claro, tudo que eu falei acima seria lindo e possível num mundo bonito. Não é o mundo que vivemos. Infelizmente, tudo isso depende de política e políticos, que geralmente controlam os meios de comunicacao com mão de ferro, desrespeitando as leis que só existem pra bonito.
Nesse sentido, a anarquia da internet é maravilhosa. Com tanta coisa gratuita, dá pra fazer bastante. Bastante pelos poucos gatos pingados que tem acesso à rede.
Embora eu não goste da típica salsinha proveniente da inclusão digital (/preconceito again), ainda tenho fé de que o simples fato de alguém ter acesso à internet possa melhorar a cultura geral e nível de educação da pessoa (coisa que anda a passos de tartaruga na educação formal). Nem que isso leve algumas gerações.
Teremos salsinhas turbinadas, num futuro próximo.
PS: sei que falei muito sobre nada. Não reli. Qqer coisa, deleto e reescrevo essa joça toda qdo tiver paciência. -
"a sociedade" é uma coisa mto ampla né? Não sou mais idealista assim não. Pensando em coisas concretas e que fazem parte do meu universo visível, acho que está ao nosso alcance melhorar a distribuição de renda, embora até isso me pareça um tanto abstrato no nosso capitalismo atual.
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Ultimamente eu não ando ouvindo mta coisa, pq comprei um laptop e ainda nao transferi as musicas. Minha cultura musical vai mal das pernas.
Mas,sempre rola um Muse ou Killers :) -
Não lembro mais. Mas deve ter sido no compaq presario do meu pai, lá por 1995 ou 1996, com uma conexao da universidade (meu pai era mestrando).
Netscape Navigator na veia, mtas saudades. -
Lego, claro. Quem em sã consciência preferiria playmobil o.O?
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Tolkien mostra toda a sua genialidade com a mitologia de SdA. Nesse quesito, acho que ele é sem paralelos. Ultimamente me diverti bastante com distopias (laranja mecanica, 1984, admirável mundo novo, neuromancer, ...).
Apesar de ler outras coisas, sempre vou gostar de literatura fantástica/ficção/fantasia. Tenho e li todos os Harry Potters, já cheguei a ser fã (apenas dos livros). Mais ainda preciso ler muito mais classicos, Asimov, Clarke, Phillip Dick. E Duna, quero ler em breve.
A verdade é que ainda não encontrei meu livro preferido. -
hahaha, tenho uma ótima história sobre isso:
Fui parar pra pensar pra que curso prestaria o vestibular apenas no segundo ano do segundo grau, qdo quis fazer a prova como treineiro. Por eliminação, restaram jornalismo e computação/sist. de informação.
Decidi que jornalismo me faria mais pobre, mas seria muito mais divertido e interessante. Fiquei pensando: "fazer computação pra ficar olhando aqueles códigos pro resto da vida?".
Mantive o pensamento no ano seguinte. Daí, num jantar de família, me perguntaram isso. Eu respondi: "jornalismo ou computação". E os presentes caíram na risada.
Explico: meu tio veio pra floripa fazer computacao; depois meu pai, jornalismo; daí meu primo, computação; agora eu, jornalismo.
Genes? Sei lá... -
seriíssimo. qual o caminho se faz ao caminhar, dizem os sábios. se eu soubesse, já teria resolvido :)
acho mto chato aliás essa obrigação da sociedade de consumo de "ter que ter objetivos". Claros e bem definidos pra daqui a mtos anos. Bobagem.
Sonhos são outra coisa. -
larguei a faculdade por estar de saco cheio, mas foi depressão. Perdi uns bons anos nisso. As caraminholas sãovárias e sempre estiveram ali, só que to tentando resolvê-las, saca?
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nao questiono. so nao me completa, nunca foi meu sonho, sempre gostei e gosto de mtas outras coisas. No vestibular fiquei entre computação e jornalismo.
Mas o nao terminar a faculdade nao é por cauda dela, mas das minhas caraminholas que tento resolver. -
talvez eu seja jubilado, vai saber. eu enrolo pq é federal, se fosse paga eu teria que acabar rapido ou sair rapido pra nao ficar pagando.
jornalismo, pq eu tinha que escolher algum curso. foi por exclusao. meu pai fez faculdade disso tb, mas isso nao teve uma influencia direta na minha escolha nao.
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Galeno Lima’s Bio
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