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Eu tentei não ser muito rude. Então acho que consegui.
Pessoal, olha: http://ohyeahthedoctorisin.tumblr.com/ -
Sabe que eu acho que é meio verdade? Porque num mundo decorado por moranguinhos cheirosos e habitados por ursinhos de pelúcia, como é que a gente faz graça disso? Como é que a gente dá uma choradinha boa com um mundo cheio de luz de sol? Imagina só uma história sem conflitos. Como é que você pode torcer pelo mocinho ou mocinha da história, do filme, do livro, do blog, se nada de ruim acontece? Se ninguém nem tentou passar a perna no herói, se a heroína não foi esmagada sob as patas de cavalos bretões quando nevava?
Só pra constar: tentei comprar passagem pro Brasil aqui com um sítio e eles são 171. Pegaram o dinheiro da passagem inteirinho e não pretendem me dar reembolso. Então tô na luta com o banco.
Compadeça-se. Taí sua historinha de tristezinha na vida de alguém que não escreve mais. -
Primeiro, brigada. Sério mesmo que foi engraçado e você estava lolando baixinho em frente ao computador? Que bom! Não foi minha intenção. Porque eu acho que super perdi a graça. Quando eu estou no Brasil, eu faço piadas e rio das piadas dos outros. Aqui, eu só rio de piadas alheias.
Eu tento ser boazinha e sutil com os pacientes. Até que chega uma hora que. CABUM, né? Não dá, pessoal. Tem que ter semancol, tem que ter autonoçã. Mas esse paciente, só pra esclarecer, esse anônimo, anônino deixou de ser niqui as informações foram chegando. Daí a irritação: toquei-me de qualera a situação em questão e num deu mais.
Mas, ó, outros pacientes, sou fofa, viu? Pode perguntar coisas pra mim. Inclusive, veja:
http://ohyeahthedoctorisin.tumblr.com/ -
Oi, eu mesma postei pra mim. Dureza escrever as coisas sem ter tempo de revisar. Desculpe, tá?, pessoal?
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Tenho me perguntado a mesma coisa, especialmente sobre escrever em um blog. Sabe que tem um estudo segundo o qual a gente atinge o pico da produtividade e criatividade entre 20 e 30 anos e depois a gente vai declinando, declinando até que. Eu citaria a fonte, mas como já passei dos 30, não consigo colocar palavras chave no google cujo resultado me traga esse tal estudo. Peço perdão por estar envelhecendo. Então que eu acho que talvez eu já tenha gastado toda minha imaginação e agora não consiga mais. Não tenho mais muito o que contribuir. Além de levar uma vida muito chata.
Mas criar hábitos é assim. Tem que ser igual historinha de AA. Só por 24 horas. Só essa vez. Se a gente começa a pensar que é pra sempre, ou que à nossa frente há 100 outras ocasiões em que teremos que fazer a mesma coisa, a gente desiste porque nosso cérebro não consegue lidar com a enormidade da coisa. Tem que ser de pouquinho pra que se possa gerenciar a dor.
Agora recomecei a caminhar pro trabalho de manhã e pra casa à tarde. E a preguiça me domina e eu quero ir de ônibus, porque, né?, sento minha bunda e leio meu livrinho por 10 minutos, em vez de andar por 20 ou 25 minutos, o que me ajudaria no processo de diminuição da minha bunda, que anda achando que ainda está na fase de crescimento. Mas eu luto contra o desejo de nada fazer e vou. E começo a andar. E começo a gostar. E daí fico com vontade de fazer de novo.
Parei de fumar faz 3 meses, mais ou menos. E cada vez que eu quis dar uma pitadinha foi dificílimo, porque eu imaginava que, gente!, pro resto da minha vida eu vou me privar de ficar aqui nessa janela quando eu chego do trabalho e relaxar, e mileoutros exemplos de situações em que a gente fuma. E é um hábito que se cria: o de não ir fumar cada vez que. Cada vez que dá 10 horas da manhã, depois de comer, ao chegar em casa, quando se enche a cara. Então evitei pensar no pra sempre, pro resto da vida, na semana e pensei naquela vez. Numa vez só. E repeti o processo até que não precisei mais pensar. Simplesmente foi.
Também ajuda se a gente tiver um coleguinha que faça alguma coisa com a gente. Quando a gente desanima, o coleguinha vai estar com pomponzinhos, pronto pra ir: D! O! U! T! O! R! A! Va! mos! E a gente vai. Até que o processo começa dar resultados e a gente se anima mais. A gente começa a andar e começa a sentir as pernas mais fortes. A gente começa a não fumar e percebe que não é mais fedida. A gente começa a escrever e percebe que tem gente que gasta um tempinho pra ler o que a gente escreve. A gente come legumes e percebe que sabe cozinhar. E por aí vai. Então: à luta! -
É. Faltou espaço pra ser oh yeah the doctor is in, que ficaria mais claro.
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Sem querer faltar com a educação, mas, gente, finalmente. De nada.
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Pelo que eu estou entendendo, desde os primórdios da amizade não rolava um interesse por parte da menina. Ponto. Acho que já deu com esse assunto. Desculpe ser tão direta. Mas, né? Às vezes pessoas precisam de chacoalhões.
Estou aqui pensando em qual seria a melhor maneira de falar sobre assunto sem deixar de ser delicada. Achei que a última resposta iria ser definitiva, mas me enganei. Achei que estava de bom tamanho, preservando a ficção de não conhecer as partes e utilizando tom simpático e levemente jocoso. Mas acho que a insistência tem a ver com a pouca falta de traquejo social de quem segue futucando a história, e foi essa mesma falta de traquejo que causou e, pelo visto, continuará a causar várias situações desconfortáveis.
Acho assim: a gente tem que saber quando já deu. E quando já deu, já foi. É hora de parar. É difícil de aprender, viu?, e é difícil de não querer examinar a história de nossas vidas nos mínimos detalhes e de não querer saber ou entender a versão dos fatos segundo a perspectiva de outras pessoas envolvidas. Mas há um ponto em que já não tem o menor cabimento porque a pesquisa histórica já foi até aonde poderia. É complicado de saber quando esse ponto chega, porque faz parte do aprendizado e muitas vezes rola uma insistência. De modo que eu me vejo obrigada a retirar minhas luvas de pelica. Desde já me desculpo.
Nesse caso em questão, não rolava qualquer tipo de intimidade física. Que é indicador de que não rola. Mais do que indicador. Outra dica: se você conversa sobre assuntos de menino/menina, amor à distância e, ó, como sofro e o que devo fazer, oi, não rola bicoca. Nem sempre é preciso que se digam as palavras "Gosto de você como amigo" para que se entenda que é isso aí. Mas há gente com pouca experiência social que não consegue. Que acho que era o caso. Já que você concordou com a minha análise anteriormente exposta, que até chamou de "perfeita", vou extrapolar e explicar amiúde o que me fez chegar às conclusões em minha resposta anterior.
Beijo no joelho e mão no gordinho cria aquela situação difícil porque, né?, rola essa insistência (que eu vou chamar de "física") quando não havia esse tipo de intimidade ou expectativa -- visto que a base do relacionamento entre essas pessoas já se havia formado, ao menos para a menina em questão, em somente (em negrito) amizade. E fica aquele climinha. Que longe de ser agradável ou gostoso é daquele tipo em que a gente não quer ser abrupta ou direta, e é bem pouco confortável. Esse tipo de forçação de barra acontece e rola uma cara de paisagem ou rola um sorrisinho porque obviamente as pessoas são amigas e o menino aparentemente não tem as ferramentas necessárias para compreender porque nem o primeiro mindinho deveria ter feito o caminho entre o corpo a que pertence ao gordinho da perna da outra pessoa. Ou rosto ou cabelo ou qualquer outra parte que não seja (i) as costas quando se abraça (de longe) e dá-se tapinhas ou (ii) mão (para apertar, não segurar). E há alguns segundos daquele debate interno: qual é a reação apropriada nesse caso, para que não se seja absolutamente mal educada mas também não muito sutil?
Rola aquele climinha de "meudeus o que é que está acontecendo"(com um pouco de pânico na voz interna que está proferindo essas palavras) que não se confunde em nenhum momento ao "meudeus o que é que está acontecendo" do tipo suspirinhos internos. E as pessoas são amigas, sempre frisando. E a um deles falta esse entendimento dos limites e parâmetros estabelecidos a priori. E essa falta de noção é quase como se fosse um "handicap". Não dá pra ensinar. A gente simplesmente aprende (mas parece que o aprendizado é mais difícil do que eu julgava). Ao mesmo tempo, à outra pessoa (à dona do joelho e coxa) cabe o papel de não dar criar uma situação mais constrangedora ainda. Então não rola um encorajamento. Que poderia vir em forma de uma retribuição da intimidade física porque esse tipo de contato é indesejável. Então talvez role um sorrisinho que é amarelo. Mas parece também que o dono da mão não sabe julgar as cores dos sorrisos.
O que fazer?
Se eu fosse a menina com as ferramentas de comportamento socialmente aceitável que eu tenho hoje, eu seguraria a mão do menino e diria: "Puxa, fulaninho, desculpe eu ter dado a impressão de que tudo bem fazer esse carinho tão cheio de boas intenções" (apesar de ela não ter dado, mas eu estaria sendo delicada). E continuaria: "Mas é o seguinte: nós somos amigos e eu gostaria que continuássemos a ser e, olha, não quero ser desagradável ou crua, mas não há espaço para qualquer intimidade física entre nós. Eu prezo muito nossa amizade. Além do que, você sabe do meu namoro e acho que desnecessárias são maiores explicações. The end". Parece que tudo isso não estava claro, né?, apesar de serem todos fatos que você mesmo me apresentou.
Então, que pena que se haja remexido em histórias que são desimportantes historicamente. Talvez a menina nem se lembre de que isso aconteceu. E aqui está você, futucando casquinhas que deveria ser mínimas e desimportantes sem qualquer objetivo claro que só conseguiu criar um certo desconforto (porque quem quer reviver dificuldades e embaraço? Vou dizer de novo: o que passou passou. Ficou pra trás.
Boa sorte! -
(cont) E não, não rolou beijo-beijo. Só no gordinho do joelho, na frente da coxa, e um acariciar. Ela tem - ou tinha - uma pele perfeita e era linda. Se ele avançasse pro braço e pescoço, realizaria um sonho. Mas pra ela não ficar grilada pro resto da vida ele preferiu voltar a conversar e ficar com a garota só nos seus sonhos molhados. Hoje eles ainda são amigos e ele conversa por e-mail com o cara como buddies e tem a consciência tranquila porque seguiu o superego. Mas o id não se conforma. E aí?
Outra informação importante: a gente não tinha intimidade física nenhuma, mas éramos aqueles amigos de falar de nossas incursões amorosas e nos consultarmos o tempo todo. E era mais fácil porque morávamos em cidades diferentes e digitando fica mais fácil.
Ahhhh! Então você fez certo. Garantido. Sou devagar, mas finalmente entendi! Tenha a consciência tranquila e saiba que o que passou passou. Mema. Não tem como voltar atrás. Só em casos raríssimos de historinha de filme em que as pessoas correm pra se abraçar em câmera lenta. Então nesse caso, com esses outros dados que você agora adicionou (não haver intimidade física, haver essa coisa de namoro/amor à distância, etc.) posso dizer que parabéns pra você e pra menina porque vocês continuam amigos felizes pra sempre e podem continuar se curtindo pro resto da vida, enquanto são também felizes -- ou tentando decumforça, como é comum acontecer na vida de pessoas normais -- com os respectivos interesses amorosos. A mim também me parece que, nessa situação, não ia dar pra furunfar, nem pra bicocar. Acho que a linha da amizade já havia se estabelecido fazia tempo. Quiçá desde a fase em que essa amizade estava começando. Mas que importa? Fique feliz por terem continuado amigos porque, vou te dizer, se simpatia é quase amor, posso dizer que amizade é amor mesmo: um troço que enlaça duas pessoas e quase não pode quebrar. É brega, mas é verdade.
Seu segredo está seguro comigo. Não vou contar pra ninguém, tá? -
Acho que não existe uma receita pra não pensar em ex. Por que você acha que está pensando nela? Talvez seja porque a história não está muito bem resolvida pra você. Assim ó: às vezes a gente pensa sobre o que aconteceu e entende todas as razões: ela é louca, ela me inferniza, não estou feliz, não aguento mais, vou terminar. Mas, no fundinho, fica aquela sensação vinda de não se sabe onde, de que poderia ter dado/vai dar certo se (insira mil hipóteses). Mas não deu, sabe? Não deu, não rolou, bola pra frente. É díficil porque a gente faz um plano pra vida e cria certas expectativas e daí a coisa desanda e a gente fica meio sem entender por quê e quer voltar atrás e consertar o que não dá mais pra remendar. Será que não é esse o caso? A gente fantasia outro final pra história porque a gente quer ver nossa vida indo por um certo caminho que a gente tinha imaginado que era feliz e bonito e com moranguinhos cheirosos. E é frustrante, talvez até um pouco triste, quando as coisas não seguem esse caminho.
Outra coisa pra se considerar é que talvez você não goste tanto dessa namorada nova. Será? Ou, sim, gosta muito, mas não está na hora de começar a namorar de novo. Acabou o seu namoro com a ex, mas será que deu tempo pra sarar? Porque essas coisas de coração são que nem doença: leva tempo pra gente pensar e repensar, sentir, sofrer, entender, e finalmente dá aquele alívio de quando a gente pensa: passou. Mesmo que tudo estivesse errado ainda assim é sofridinho. E acho que a gente precisa de tempo pra digerir tudo, pra fazer a casquinha e pra casquinha cair. -
Veja abaixo. E mais: se a moça estava/está a fim, pode aparecer outra oportunidade. E aí, né?, vamos ver o que acontece.
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Gente, gente! Vamos ser um pouco mais compreensivos e parar de chamar as pessoas de otárias! Todos temos inseguranças e o moço não estava só estava com medo de tomar um não, como também estava pensando em não atrapalhar a paquera da moça -- que pode parecer besta mas também é louvável.
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... Mas como ela tinha um flerte à distância já em estágio bem avançado, não avancei além disso. A pergunta é: fui ético ou otário? Ou ambos?
Um beijo no gordinho da perna ou na menina mesmo? Quem melhor do que ela pra saber o que ela quer? Se foi beijo-beijo e não no gordinho da perna e você beijou e ela beijou de volta, acho que você está meio procurando pelo (sem acento diferencial, né?) em ovo. Quem tem que saber o que fazer com o flerte à distância seria ela, não? Que teria que decidir entre beijar ou continuar com o flerte. Ou, de repente, continuar com o flerte *e* beijar. Se for um flerte como você está descrevendo. É legal ser ético -- parabéns por pensar nisso ali na hora do seu flerte não à distância. Sério. Porque falta, né?, gente assim no mundo. Que se importe com ética e moral. Por outro lado, tem que haver um equilíbrio entre essas regras de conduta e o que você quer pra si pra ser feliz. É importante pra você beijar a moça, mesmo considerando o flerte à distância? Ou você seria capaz de ignorar essa barreira. Paquera. gente. Paquera não é namoro. Não é casamento. Não é união estável. E aí acho que não cairia bem beijar, furunfar ou paquerar, mesmo havendo interesse da outra parte. Porque é muito triste ferrar com outra pessoa que, ausente, nada sabe sobre o que está acontecendo. Fica aquela situação de desonestidade com graus de separação.
Se foi beijo no gordinho da perna: caramba. Tipo de coisa que a gente faz com quem a gente tem intimidade. Por um lado, acho que meus amigos amigões têm intimidade suficiente para fazê-lo sem eu achar bizarro. De modo que eu não faria cara de desgosto. Então acho que varia com em que termos as pessoas são amigas. Porque há certos amigos com quem certas intimidades físicas não são estranhas. Com outros, sim. Com outros amigos, eu ficaria super bolada, pra usar vocabulário do Rio. Eu ia achar beeeeem, beeeem estranho e não ia ficar numa boa. Nesse caso, ia ser bem difícil pra mim fazer uma cara de que nada aconteceu.
Então qual é a sua situação? Em qual das situações acima você se encaixa. E, lembrando, né?, que essas são só algumas das possibilidades. -
Claro que pode. Tudo pode, né? Havendo duas pessoas interessadas, por que não? Mas pra mim a fronteira entre amigo e mocinho em que tinha interesse sempre foram claras. Quase 100% claras. 90%. Ou 80%. ;) O que eu posso dizer é que *eu* nunca tive um amigo-amigão (amigão mesmo) com quem eu tenha querido furunfar. Porque eu até tentei furunfar, na vida, sem haver expectative de criar um interesse maior, ou romântico. Pra mim sempre foi sem graça o furunfar sem querer o mais que isso, sabe como é?
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Era uma vez, eu convidei amigos pra minha formatura da faculdade. Entre eles, um mocinho muito massa que ficou amiguito por causa da internet, que já tinha conhecido antes ao vivo. Eu arrastava uma super asa pra ele. E ele foi um dos convidados que veio. De outra cidade. Assim: pessoa não era íntima, era de outra cidade e veio. Mas tudo isso não foi suficiente pra eu me convencer de que rolava pelo menos uma bicoca. De modo que nada rolou e a história morreu por aí. Depois de anos, conversando sobre nossas respectivas vidas, descobrimos, né?, que nossas asas se arrastavam mutuamente. (suspiro)
A moral da história é essa: não sei. Não conheço a menina. Ela já deu outros sinais? Ela é tímida? Já se engraçaram antes? De um modo geral, a meu ver, amigo é amigo e ponto. Não rola um engraçamento. Bicoca pode até rolar, mas fazendo graça: nada sério.
Então é isso: de um lado eu sei que sinais são difíceis da gente interpretar (vide historinha da formatura). Por outro, não conheço vocês.
Acho que eu esperaria outras situações pra ver se rolam outros sinais. Como eu não sei quão amigos vocês são, não sei dizer quais seriam esses sinais. Mas, no geral, havendo interesse, a gente cria situações para, primeiro, estar com a pessoa alvo de nosso interesse num contexto de grupo: vamos a um bar, vamos a uma festinha com vários amigos, essas coisas. Sem pressão. E, havendo mais interesse, vamos sozinhos ao cinema? Vamos sozinhos beber uma cervejinha? E por aí vai. -
Acho que tem que tosar, sabe? Ou passar uma cera quente e depilar. Porque o coração peludo é um impedimento às ternurices e aí tudo perde um pouco a doçura. Mas também serve de proteção e coração exposto demais, em certas ocasiões, pode magoar.
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Não saberia dizer, já que nunca tentei sozinha. Mas imagino que sim já que, pensando na situação oposta: um estrangeiro no Brasil, imagino que ter alguém pra ajudar faz bastante diferença. Acho que seria mais fácil para esse estrangeiro morar, procurar/conseguir emprego, fazer amigos, etc. e tal com a ajuda de alguém do Brasil. Não acha?
Oh Yeah! The doctor is in.
Welcome to my office. Please make yourself comfortable. Have a seat. You may lie down, if you want. Here's a tissue if you need it. I'm here to listen and help you out.
Oh Yeah! The doctor is...’s Bio
I'm awesome at giving advice. How can I help you today? Disclaimer: I am not a professional therapist or shrink. The advice dispensed here is based on personal opinions only and should be taken as such.

