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Então! Não rolou a tal festa. Mas eu estava pra tocar com eles, sim.
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Porque são assuntos distintos. Saber que existe Machu Picchu não quer dizer que deuses estiveram por lá.
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Já foi respondido. Leia o histórico, por favor.
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São pessoas em cima do muro.
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Não creio que seja possível ser um cristão niilista já que, pela própria definição, o niilismo compreende o nada. No cristianismo, cultua-se o sentido de salvação.
Segundo o Diconário Priberam:
niilismo
(latim nihil, nada + -ismo)
s. m.
1. Redução a nada.
2. Negação de todo o princípio religioso, político e social. -
(CONTINUAÇÃO: ...mas não aceita estar errada principalmente no quesito religioso. Enfim, depois de 4 anos nos reencontramos. Passei meu facebook p/ ela e lá ela viu meus posts sobre ateismo, e me questionou severamente. Me disse q apesar d tantos anos não acredita sempre fui atéia e está decepcionada comigo e pelo jeito não quer mais papo. Gosto demais dela. Apesar disto ela é uma ótima pessoa, mas não me aceitou. Sinto muito, tenho amor por ela, mas estou morrendo de raiva, o q vc me aconselharia a fazer?)
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Se ela não quer mais papo e não consegue tolerar uma diferença que vocês têm, então você é mais amiga dela que ela sua.
Eu tenho amigos cristãos, budistas, kardecistas... Eu me dou bem com todos porque, na relação que tenho com eles, religião é o que menos importa. Nós acrescentamos conhecimento, damos risada, enchemos a cara, estamos lá quando um ou o outro precisa... Amigo é isso.
Desculpa, mas essa menina não é sua amiga. Ou ela é burra demais para não valorizar uma amizade. -
Como eu já disse aqui anteriormente, isso tem a ver com valores morais e culturais. Uma pessoa que desafia esses valores fatalmente será agredida de alguma maneira já que trata-se do íntimo do agressor.
É mais ou menos como se eu chegar na sua casa e dizer que seus pais não prestam, que seus irmãos são uns bostas... Ninguém gosta, né? Pois é, para os religiosos, não acreditar nos deuses deles é uma agressão. Só que aí vai da índole de cada um: tem os que partem para a ignorância e a turma do deixa-disso. -
(CONTINUAÇÃO - é um estúpido, e eu fico com medo de falar. O que eu posso fazer? Ficaria muito agradecido se respondesse essa pergunta. obg. e um abraço)
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Vamos fazer uma coisa? Releia toda sua pergunta trocando a palavra "ateu" pela palavra "engenheiro" e a palavra "deus" pela palavra "matemática". Você verá como não há problema nenhum nisso que você está dizendo. -
Se você não considera mais a existência de deus, então você é ateu.
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Vamos esclarecer o que é "existir".
Tenho pensado bastante neste limiar entre "existir" no campo imaginativo e o "existir" no campo real. Eu sempre gosto de tomar como exemplo os personagens do Monteiro Lobato.
A Emília existe? Sim, ela existe pois é um conceito criado por uma mente. Ela é um personagem de histórias infantis. Existe no imaginário, no folclore, nos livros infantis e nos programas de televisão. Mas, até onde a Emília atua no campo real, no campo físico? Só poderia atuar se estivesse contida em um agente humano, que é quem tem contato real, ou se ela própria estivesse encarnada como tal agente -- quer dizer, se a Emília tivesse RG, CPF e endereço. Mas, enquanto a Emília não se encontra nesta situação, ela não é nada além de um conceito ilustrativo de uma condição: uma boneca de pano tagarela que vive em um sítio.
É a mesma relação que há com Deus. Ele existe no campo imaginativo, nos livros religiosos na cultura, no folclore, mas não como um agente físico. Então, quando você me pergunta se eu acreditaria em Deus, você na verdade quer saber se eu serei submisso a ele, se vou me prostrar e pedir misericórdia. Existe uma diferença entre saber que existe e venerar. Eu nunca vi ninguém acender uma vela para o Antônio Ermírio de Moraes, e ele existe!
Deus é um conceito que envolve muitos parâmetros. Para que ele exista, é preciso também existir medo, esperança, respeito e ordem. São todos esses parâmetros que constituem as religiões. Sendo assim, eu considero lícito dizer que deus existe enquanto um conceito filosófico que altera o comportamento e o pensamento humano, e neste momento ainda não nos cabe julgar se é para melhor ou para pior; estamos apenas teorizando a coisa.
Para responder sua pergunta, não, eu não serviria a um deus, qualquer que fosse ou que tivesse algum tipo de poder. Não é o tipo de regime que me agrada e, principalmente, não seria o tipo de pessoa com a qual eu me sentaria para tomar cerveja.
Só para finalizar, nunca foi provado que existe um deus físico, um agente, por mais que o ônus da prova esteja com quem acredita nele. Os ateus, neste caso, estão alheios porque não há evidência para que tal ser esteja entre nós. -
Belo exemplo de perdão, hein? Cada vez mais o cristianismo se torna o pior exemplo de conduta.
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Honestidade.
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Eu não tenho medo de morrer. Só que isso não me impulsiona a fazer coisas que possam atentar contra minha própria vida. Como diria Vinicius de Moraes, "a vida é uma só, meu amigo, não se engane, não." Temos apenas esta chance para fazer o melhor que podemos e deixar um legado para as próximas gerações. Eu acredito que a vida é isso, além do básico da biologia, que é perpetuar a espécie.
Uma coisa é você não ter medo de morrer, outra bem diferente é transformá-la em uma montanha russa constante. Uma hora o carrinho sai dos trilhos. -
Se ele for americano, diga "that's the way the cookie crumbles'.
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Ah, alguma coisa que o Giovanella tá aprontando...
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Ééééé... Eu não iria para este lado. Da maneira que eu entendo, ateu é quem não acredita. Ponto. O agnóstico nem acredita nem desacredita; fica em cima do muro. A questão de provar ou não já é outra parte do processo.
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O Ateu Responde
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