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Não entendi muito bem a sua pergunta. Direito e psicologia podem muito se complementar, desde para atender melhor uma determinada clientela (por exemplo, a vara da Família ou Infância e Adolescência, ou até mesmo formas de se compreender e até manipular outras pessoas. Assista Advogado do Diabo e entenda bem esse princípio, rsrsrs
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Olá Lucas! Que bom que vc gostou dos textos. Aceito sugestoes, viu? Fique a vontade para colocar os artigos. Se possível, quando citar o meu nome, coloque o link da página do texto que vc pegou, ok? Um abraço e sucesso!
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Olá Raquel! Estou ainda fechando a agenda para esse ano. Aguardem notícias! ;-)
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As a child, todos os livros bizarros do João Carlos Marinho. As a teenager, era viciada nos livros de Anne Rice... acho que vampiros seduzem todos os adolescentes, rsrsrs
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Pronto, saiu! Não é fácil resumir em um blog algo tão gigantesco quanto a Psicologia Positiva. Vou fazer em vários capítulos, ao menos o primeiro já está no ar, rsrssrs.. http://wp.me/pV9kh-9R
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Bem, aqui temos duas questões diferentes. É possível que quando ele tenha perguntando "o que é Motel" , ele não esteja fazendo uma pergunta sobre sexo. Ele pode estar perguntando sobre uma palavra que ele ouviu em algum lugar e não entendeu ou, se já sabe ler um pouco, viu um lugar extravagante cheio de cores onde estava escrito MOTEL.
O que responder?
Depende de muitas variáveis, mas, principalmente, é necessário avaliar como você e o pai (ou mãe) da criança vão querer lidar com esse tipo de situação. Vocês tem uma educação mais aberta? Preferem ignorar o assunto? Preferem delegar para outra pessoa?
Eu posso dizer que Motel é uma espécie de Hotel onde as pessoas vão para namorar.
Posso dizer que é um Hotel para viajantes que só ficam à noite.
Posso responder que Motel é uma loja de departamentos. Ou posso gritar pedindo que ele fique quieto (punindo qualquer manifestação de curiosidade da criança, tadinha).
Você primeiro deve responder para si mesmo(a) o que você quer responder. Veja que esse tipo de resposta levará para uma reflexão mais aprofundada: como vou lidar com a sexualidade do meu filho? O que fazer quando ver que ele está brincando com seu pênis? Quando ele perguntar como surgem os bebês? Quando perceber que ele fica dando beijinhos nas amiguinhas? Quando ele começar a demorar horas no banho? Quando começar a sair para baladas? Etc etc etc..
Educação sexual não começa na puberdade, começa na infância. -
Ouch! Eu espero, do fundo do meu coração, conseguir colocar meus posts em dia nesse feriado.
Porque, afinal, para que serve um feriadão? Para colocar o trabalho em dia, oras! >.< -
Entre aqueles sem nenhum amor próprio, é. Entre aqueles sem nenhum amor alheio, é normal querer jogar a ex da janela. Entre os seres humanos com amor e coragem, o mais normal é chorar as cicatrizes e seguir em frente.
E sempre dá para seguir em frente.
SEMPRE. -
Passarei... essa semana eu me obrigo a escrever um longo - e delicioso post - sobre o congresso! :-)
Foi ótimo! -
Não é o que estudos no mundo inteiro indicam.
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Porque a maioria das pessoas pauta suas vidas nos "princípios" e valores que a mídia passa.
Olhe por 5 minutos qualquer canal de TV ou folheie qualquer revista de uma banca de jornal e você verá a resposta. -
Prezado anônimo,
acabei de voltar de um congresso no Rio que discutia exatamente esse ponto.
E essa é uma pergunta que merece um post inteiro sobre isso. Sairá ainda essa semana, fique de olho! ;-) -
Comece identificando quais aspectos exatamente não estão legais e o que poderia ser feito para melhorar isso. Talvez esse texto possa ajudar: http://migre.me/5Z4bX
Identifique também o que está bom e como você pode curtir ainda mais isso.
Meu próximo post, que sairá ainda essa semana, falará justamente sobre isso. ;-) -
E muitas vezes dá esse tom arrogante mesmo. Observe que"todo o mundo" é muita gente. É TODO MUNDO, ou seja, não existe no colégio uma única alma viva mais ou tão "madura' quanto você.
Lembre-se que geralmente a questão da maturidade é algo flexível. Em alguns aspectos nós somos imaturos, em outros mais maduros, e assim por diante. Talvez não julgar taaaanto e aceitar mais as diferenças, focando não só os defeitos, mas também as qualidades dos outros possa te ajudar a se relacionar com as pessoas ao seu redor.
E pense como você está definindo maturidade aos 16 anos. -
Avaliando suas atitudes, ações, desejos e expectativas. São condizentes com alguém saudável da sua idade?
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1) Respire
2) Mas respire beem fundo
3) Lembre-se que a pontuação representa, simplesmente, um desempenho seu em determinado momento da sua vida em determinada avaliação. A nota no enem não representa você. (nenhuma nota tem a capacidade de representar quem você é).
4) Releia o item 3.
5) Identifique porque seu escore foi baixo. O problema foi falta de compreensão dos conceitos ou muita tensão nervosa? Quando a gente tá MUITO nervoso é normal trocar sinais e conceitos bobos ou esquecer coisas, como datas, nomes, eventos, fórmulas, etc.
6) Uma vez identificado o problema, parta para a solução.
7) Não deixe de mandar uma foto do seu trote quando passar numa boa faculdade. Pois eu aposto que você chega lá sim. :-) -
Até que ponto isso é ruim? Você quem tem essa resposta. Até que ponto isso atrapalha ou pode atrapalhar a sua vida? Quantas coisas você já deixou de fazer, conquistar ou experimentar em função dessa dificuldade? Como mudar? Bem, avaliando porque você acha que não valeria a pena e, principalmente, os custos e os benefícios de ficar calada X se expor. Se o problema for mais grave, aconselho procurar um BOM terapeuta.
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Veja anônimo, a identidade sexual do seu filho é algo que só ele poderá descobrir/definir. O papel principal dos pais nesse momento é oferecer um ambiente de apoio e acolhimento, seja qual for a opção sexual do mesmo. Ou seja, de amor incondicional. Ele precisa sentir que não importa se ele for hetero, homo ou bissexual, ele continuará sendo amado e respeitado por vocês. E isso não se fala, se mostra. Com atitudes no dia a dia.
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Bem, a questão da normalidade é meio delicada. Eu acredito que quando você me pergunta se isso é normal você na verdade quer saber se isso é um problema, como se algo que é normal fosse mais facilmente aceito. Bem, a violência em SP é algo muito normal. Pessoas frustradas é algo muito normal. E eu aposto que são duas coisas que você não desejaria para o seu mundo.
Mas voltando para a questão principal: o fato de você enjoar rápido das coisas. Mais do que se preocupar se é ou não normal, foque o quanto isso está - ou não - atrapalhando você.
Isso impede que você realize algo grandioso? Isso dificulta o estabelecimento de relações mais significativas com as pessoas ao seu redor? Isso te impede de vivenciar uma experiência até o final porque vc desiste rápido? Isso faz com que você tenha uma pilha de brinquedos, roupas, apetrechos, ipods, ipads, i-qualquer-coisa na estante?
Se você respondeu sim a qualquer uma das perguntas anteriores, esse "enjoar rápido" pode estar escondendo uma frustração ou uma angústia que você tenta compensar comprando coisas ou mantendo amizades superficiais. É como se a gente tentasse preencher um vazio dentro da gente com coisas de fora, e cada dia você troca de gosto como quem troca de roupa.
Se você respondeu não as perguntas anteriores, você simplesmente tem um gosto mais amplo, deve ser mais impulsivo e fica escolhendo zilhoes de coisas ao mesmo tempo. Isso é bem menos complicado que a situação acima.
Espero ter ajudado.
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