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Porque jornalismo eu posso, também, trabalhar com cinema e com produção. E eu não sou nem um pouco genial para trabalhar com cinema. Mas quem é que ia saber que eu pensei em fazer cinema na minha vida, gente?
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Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro. É, não viajei muito pelo país :\
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Li algumas edições. Algumas reportagens muito boas, outras que não me surpreenderam muito. Gostei muito de uma sobre Bondage.
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Sim, mas, como eu disse, sou relapsa. Gosto muito de ficar no meu canto, sozinha, e os meus amigos são todos tão festeiros e animados. Eu os adoro, sempre me fazem rir, eu só sou um pouco solitária.
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No momento ando ouvindo muito Foo Fighters, The Clash, Depeche Mode e não sei mais.
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Dilma. E essa é a primeira vez que eu digo isso.
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Últimamente ando ouvindo muito uma verão com cello, violino e afins de Time is Running Out, do Muse. Mas ando meio fissurada em músicas dos anos 1980, tipo as do Wham!.
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Eu acho o meu texto bastante fraco. Não gosto dele. Ele não envolve, sabe? Ele é, simplesmente, chapado. Ou seja, não acho que eu escrevo bem.
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Não muito. Posso ser bem relapsa, principalmente como amiga. Mas, as pessoas que realmente me entendem, sabe que, por mais que eu seja meio desatenciosa, eu tenho todo o mundo no meu coração.
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Gosto. Principalmente em dias quentes, quando podemos sentar numa mesa na calçada e ver a vida passar. Também gosto de pubs e todo ambiente aconchegante.
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Eu li o Reconhecimento de Padrões, do William Gibson. Bastante bom, ainda mais que fala muito sobre teoria da comunicação, além de ter uma trama bastante envolvente. Só achei que ele poderia ter amarrado mais todo o mistério da história, mas enfim, né. Lerei mais livros dele.
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Sim, gosto, mas com parcimônia. Prefiro a cidade, a agitação, os perreios. Não sou uma pessoa que gosta de "sossego".
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Cara, nunca pensei nisso. Na real, às vezes esqueço que sou uma pessoa física e que, um dia, irei morrer.
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Ou prefiriria morrer antes. Morro de medo de chuva de fogo e pans.
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Ah, todo mundo já se sentiu sem dignidade.Vivo falando demais, então isso normalmente faz eu me sentir mal, mas logo esqueço.
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Natalia Eiras’s Bio
possuída pelo ritmo ragatanga

