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Mais louca do que velha.

Recent Responses

    1. @escobar_leticia

      Sou um tanto niilista quanto à isso. Para mim, uma pessoa tem direito pleno á sua própria vida e não cabe ao Estado ou á demais seres interferirem nela desde que não cause danos á outros seres.
      Na questão do suicídio, creio que deveria haver acompanhamento psíquico de análise para todos aqueles que considerem essa opção, para que assim pensem muito sobre e saibam se essa é ou não a alternativa que buscam, para não ocorrer de que num surto a pessoa cometa suicídio. Após um período de análise, creio que o indivíduo deva, também, considerar suas ligações emocionais com demais seres, se há ou não dependentes e afins. Após isso, caso realmente seja o que a pessoa quer, e não vá interferir drasticamente na vida de outras pessoas, creio que seja de seu direito decidir o que irá fazer com sua vida, até mesmo suicidar-se.

    2. @escobar_leticia

      Não há coisas erradas somente no Brasil, há em todos os países, todos os lugares.
      Coisas erradas dependem de conceitos, o que é errado no Brasil, pode ser certo em outro país e vice-versa, mas, se for para analisar a situação do nosso país, poderíamos dizer que a causa de nossos problemas, podendo usar como exemplo a violência nas ruas, é o nosso meio social. Há homens que nascem puros e a sociedade os corrompe, assim como há homens que nascem maus de certa forma, o que devemos ter consciência é que não há pré-determinação genética para um comportamento, um desvio mental, e sim, pré-disposição, porém, o que determina se um ser será violento ou não, não é sua pré-disposição ou a falta dela, e sim, o meio social em que esse ser faz parte. Se uma criança pré-disposta à psicopatia (não determinando o nível), for criada em um ambiente saudável, provavelmente será mais sadia mentalmente que aquela que sem pré-disposição foi criada em um ambiente violento em diversas formas.
      Dito isso, chegamos à conclusão que o problema de um menino que nasceu na favela vir á se tornar traficante, ou de uma criança que sofria abuso sexual na infância, tornar-se abusadora na sua fase adulta é justamente o meio em que vivem, os estímulos externos que recebem da sociedade, da sua subcultura.
      Para melhorarmos a situação necessitamos melhorar nosso meio social, nossos costumes e criarmos um ambiente saudável para novos seres, melhorarmos não somente a qualidade da educação na escola, como nas casas, e, para aqueles já desajustados ás normas sociais, imposta pela nossa cultura maior às subculturas, devemos criar formas de reintegração social, melhorando nossos meios para que esses seres vejam novas alternativas, e, interferirmos, não por punição por meio de prisão e afins, e sim, por meio de auxílio psicológico e social.

    3. @escobar_leticia
      naoseicriaruser responded to ailuj 7 Jan

      Na do futuro pra ver se valeria á pena se atirar de uma ponte para trocar logo de vida ou seria melhor se cuidar ao extremo para evitar a hora do pesadelo.

    4. @escobar_leticia

      Não vou ser hipócrita e dizer que somente o amor é importante, pois o sexo é algo fundamental sim num relacionamento amoroso. Enquanto houver apetite sexual num ser, será fundamental a prática do sexo em seu relacionamento ou até mesmo fora dele.
      Mas como então há casais que seguem o costume da castidade e / ou que não possuem vida sexual ativa a partir de uma idade elevada ? Os primeiros vivem sobre uma constante agonia conquistada com sua auto privação de algo simples, natural e extremamente importante para a vida humana. Os segundos não possuem mais tanto apetite sexual, portanto conseguem-o controlar, ou então por disfunções físicas privam-se de tal atividade e acabam por ter que se acostumar com tal nova realidade. Mas e então como há casais em que um possui disfunções sexuais e o outro continua propício ao sexo, porém não trai seu parceiro? Aí entra a questão do respeito á si mesmo e ao próximo, da admiração, do caráter e do amor, apesar da auto privação, como no primeiro caso, mas esta não imposta por si mesmo, e sim por outros fatores que a impulsionaram.
      Não há um relacionamento com paixão que não tenha sexo, porém, há como ter um relacionamento com amor sem sexo.

    5. @escobar_leticia

      Acredito que não seja algo impossível, porém, é algo inviável no momento. Não há como dizer com certeza se um dia a ciência conseguirá tal façanha pela impossibilidade de prever o amanhã, apesar da impossibilidade da impossibilidade (teoria da probabilidade sempre nos ''pega''), mas creio que com o avanço científico da medicina, genética e áreas afins, isso possa vir à ocorrer num futuro não tão distante assim. Porém, também creio que caso isso um dia venha á ser possível, levará um bom tempo para ser divulgado, pois com certeza é algo que mexe com todas as instituições sociais. Analisaremos então algumas instituições e questões sociais sobre o tema:
      Religião - Com certeza para provavelmente qualquer religião no mundo isso seria uma fronta à seus princípios básicos e então seria algo repugnado.
      Família - Para a família teríamos inúmeras questões delicadas como a re-animação de um ente querido já falecido, que mexeria com toda a estrutura familiar em todos seus sentidos.
      Política - Caso isso tornasse-se algo viável, quais seriam as questões de importância para o Estado sobre? Como confortar os ''re-animados'' no mundo com os demais seres e recém nascidos para próximas gerações? O que fazer com tantos seres?
      Mas gostaria de deixar claro que interpretei a pergunta como uma questão científica e não espiritual, e inclusive, a frase de Hawking certamente foi dita com um pensamento de mesmo plano, pois Hawking não crê em vida após a morte num sentido místico e espiritual.

    6. @escobar_leticia

      Tudo aquilo que puder ser objeto de desejo ou repulsão, logo, qualquer coisa é capaz de enlouquecer uma mente se for desejada ou temida de forma extrema. O medo e o desejo controla o ser humano.

    7. @escobar_leticia
    8. @escobar_leticia

      Vesti umas 4 roupas hoje, mas a que estou vestindo agora é um blusão de linho bege largo, um short e um cobertor. Sim, janeiro e eu assim com 39°C de febre e sem ninguém pra me cuidar.

    9. @escobar_leticia

      Nenhuma. Só comemorei uma vez o natal na casa da minha vó católica quando era criança, e apesar de ter passado esse natal com a família do meu guri, apenas disse ''obrigada'' aos que me desejavam votos de natal. Talvez a maioria tenha me achado estranha por isso, mas para os mais próximos expliquei que não comemorava datas cristãs.

    10. @escobar_leticia

      Acho meio idiota essa história de retrospectiva, porém, é inevitável, pelo fato de ser habitual, que façamos ao menos uma mera resenha sobre o que se passou durante nosso ano que foi digno de mantermos em nossas lembranças, seja bom ou ruim.
      Eu, particularmente tenho um certo costume de pensar nos fatos marcantes, fazer uma lista e dividi-los entre bons e ruins. Os bons relembro, e os ruins relembro tentando achar um motivo para a falha que levou-o a ser ruim e como evitar que acontecimentos ruins ocorram novamente. Após isso, sempre gosto de analisar se fiz algo de importância pessoal à mim no ano, e fazer uma lista de atividades que gostaria de executar no próximo ano, mas nada de ''ser feliz'' ou algo do tipo, e sim, algo como ''estudar (insira o que deseja aqui)'' e afins.

    11. @escobar_leticia

      Eu to sempre fazendo listas, faço listas pra tudo, até para organizar meus horários antes de algum evento ou algo do tipo. Costumo fazer listas com horários ou então organizadas por espécie, e logo, por ordem alfabética. Acho que tenho um certo TOC com listas.

    12. @escobar_leticia

      Igreja é comércio. Logo, se o dono da vendinha da esquina precisa pagar impostos, o pastor das ovelhas hominídeas também.

    13. @escobar_leticia

      Acredito que nasci porque meus pais fizeram sexo sem camisinha e sem demais métodos contraceptivos. E, que nasci para ajudar a dar continuidade à nossa espécie humana e para tentar fazer algo de útil à nossa sociedade a fim de contribuir de maneira positiva para o mundo, para que assim meus descendentes e os descendentes alheios vivam em um lugar melhor.
      ( É, eu não creio em um deus ou deuses e nem por isso sou uma má pessoa. Abraço aos crentes. )

    14. @escobar_leticia

      Bueno, essa pergunta é totalmente pessoal, então vamos lá:
      Jamais, de maneira nenhuma compraria algo feito de couro, pois não importa a diferença de preço, de duração e sim como o produto foi feito. Não conseguiria comprar um produto no qual houvesse sofrimento, tanto de origem animal, produto em que os testes foram feitos em animais, produto que foi manufaturado por trabalho escravo e afins.
      Ok, para muitos eu sou louca, idiota, chata e etc por pensar dessa maneira e / ou também pensar que podemos ''mudar o mundo'' se começarmos por nossos hábitos pessoais, mas é realmente isso que eu penso.

    15. @escobar_leticia

      Obviamente a menina, pois esta é uma vida, os embriões são apenas possibilidades de vidas.
      ( Não sei me estender muito nessa resposta porque somente diria blá blá blá aquilo lá só era um monte de esperma então punheta seria assassinato e aborto realmente deveria ser crime mas na verdade é totalmente normal tanto a masturbação que resultaria num esperma ''posto fora'' como o direito ao aborto e a vida da criança sim deve ser colocada em primeiro lugar pois é uma vida já formada blá blá blá etc etc. )

      / Desculpa meu vocábulo chulo aqui /

    16. @escobar_leticia

      Com as que sorriem pouco. Olha, talvez algum colega meu vá acabar lendo essa resposta, apesar de ser pouco provável, há de ter essa probabilidade, então, não sei se deveria falar sobre, mas deixando o receio de lado, vamos lá:
      Eu simplesmente tenho nojo de pessoas que sorriem pra tudo, mas não pessoas que são alegres por natureza mas que expressam isso naturalmente, e sim, por pessoas como muitas das minhas colegas que entram, continuam e saem dos lugares com risos e sorrisos altos e enormes e que possibilitam que enxerguem até seu esôfago. Isso me dá náuseas e às vezes vontade de virar a mão na face desses seres xexelentos.
      Pessoas que costumam sorrir com muita frequência, geralmente são como as que citei acima, são espalhafatosas, nojentas, repulsivas e que causam um sentimento horrível e indescritível aos demais diferentes delas, quando estes não encontram-se em um boa dia. Ou até mesmo quando estão em um bom dia.
      Já pessoas que sorriem pouco, que riem pouco, que sorriem de canto e tapam a boca enquanto riem de uma maneira tímida e sorriem mais frequentemente com os olhos do que com a boca são lindas, são interessantes.

    17. @escobar_leticia

      Na minha opinião, matar um cão para consumo é equivalente a matar uma vaca ou uma galinha para consumo, também. Em minha concepção, a vida tem o mesmo valor independente de qual espécie for esta. Mas como disse, isto é em minha concepção, pois cada pessoa possui uma opinião diferente sobre, o que costuma variar de acordo com o meio cultural em que esta está inserida.
      Há dois tipos de consciência: Subjetiva e objetiva. A consciência subjetiva é a que temos em nosso íntimo, dá para dizer-se que é nosso instinto ético, já a objetiva é aquela que nos é adquirida ao longo dos anos sobre a influência de determinados costumes e culturas.
      No caso do consumo da carne canina por humanos, podemos colocar as duas consciências sobre o caso. Relacionando a consciência subjetiva sobre, temos como claro que jamais mataríamos tal animal, pois este seria tido como um ser de uma outra espécie, porém, amigável. Já relacionando a consciência objetiva, temos diversas questões para analisar, pois como objetiva, dá se pela influência cultural que é exercida pelo ser em questão, e, na maioria dos povos ocidentais tal ato é tido como repulsivo, porém, na cultura oriental é caracterizado como algo comum, assim como o consumo de outras matérias tidas por nós como repulsivas. Ou seja, o fato de chineses e alguns outros alimentarem-se da carne canina não quer dizer que estes estejam errados, e sim, que ao nosso ver, de acordo com nossos costumes culturais, estão. Não há como colocar uma cultura como certa e errada, e sim, como específica.
      Claro que, se eu fosse analisar de acordo com meus princípios, consideraria algo hediondo, e considero, porém, temos que ter em mente as divergências culturais, que inclusive há entre veganos / vegetarianos e onívoros obviamente.

    18. @escobar_leticia

      Kitkat é coisa de hipster. Bis branco, por favor.

    19. @escobar_leticia

      Preconceito com a divergência de classes sociais. Embora os por opção sexual e raça sejam horríveis também, esse é um grande mal.

    20. @escobar_leticia

@escobar_leticia’s Bio

Pelotas,Brasil

https://www.facebook.com/escobar.leticia

17.Pelotas mas queria Londres.Estudante de edificações.Vegetariana.Gosto de cinema,arquitetura,decoração,música,literatura,coisas antigas,artes num geral.Não sou agradável,não tenho vida social e nunca namorei.Prazer.