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Consegui melhorar um pouco isso com o tempo, mas ainda sofro de uma particularidade: a antecipação de minutos. Eu tenho mania de calcular os minutos os tempo todo. Calculo quanto tempo leva pra ir do trecho x ao trecho y quando tô no ônibus, sei a variação se tiver engarrafado no ponto a ou b, se for um carro que deu um prego mais lá na frente, se for desvio de rota, quanto tempo leva pra realizar atividade tal, quanto tempo leva pra andar até não sei onde, pra comer coisa y, etc etc etc. Eu basicamente cronometro tudo que faço o dia todo, e isso é muito estressante.
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Sou chata monocromática e acabaria usando só o preto e pra escrever. Escrever muitas coisas. Paredes com coisas escritas têm um charme todo especial.
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Ran, me ilumina aqui que eu não entendi: é uma pergunta literalmente sobre o símbolo x ou tem algum contexto específico que eu não entendi ooou ainda é uma pergunta perdida que era pra outra pessoa? Confusa D:
Responde aí que depois eu apago e respondo de novo -q -
Sei nem o que é festa, meu amigo.
Mas eu gostaria de dizer que não sou o pai do Chris, mas aparentemente agora tenho dois empregos \o/ -
Depende, né? Tem umas que ficam muito boas (tipo Batman, Toy Story e etc) porque são histórias que você vê que, mesmo que no começo não tivessem a intenção de crescer, acabaram ficando coerentes na sua ~totalidade. Filmes que têm desde o começo a intenção de ser divididos em várias partes geralmente se dão bem nisso, acima dos que ficam encangando um atrás do outro just for the lulz. Exceção para Matrix que, apesar de ter sim uma história ampla o suficiente para espalhar por três filmes, simplesmente cagou nos dois seguintes e poderia ter ficado de boa no primeiro.
E vamos combinar que Indiana Jones e a Caveira de Cristal não existiu, certo? NÃO EXISTIU. -
Não, sou muito cagona pra essas coisas.
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Olha, num mundo ideal, lindo e cheiroso, provavelmente uma única lei contra preconceito/discriminação abrangeria todos os casos não só na teoria, mas também nas suas aplicações práticas. Mas não estamos nem perto de algo ideal, e as coisas não funcionariam assim, então não vamos fingir que funcionaria. Isso dito, existe sim a necessidade de leis específica contra homofobia, discriminação racial, violência doméstica/contra a mulher e violência contra idosos e outras coisas porque... bem, porque elas existem. Porque elas são sistemáticas. Porque existem grupos minoritários na população que sofrem repetidamente todo tipo de violência e, pelo menos a curto prazo, é necessária uma intervenção direta no problema - são necessidades específicas. Teoricamente, todos os cidadãos são livres e iguais. Será que são mesmo? Bem, eles não são tratados assim, e essas necessidades foram surgindo e as leis se adaptando a elas. A lei contra a homofobia não é uma panaceia, não seria sequer aplicada sempre (não é difícil ver notícias sobre policiais/delegacias que se recusam/ignoram as queixas de discriminação sexual), mas não é inútil e a simples existência dela já um avanço - não só pela proteção que ela pode dar a quem precisa quanto pelo simples fato de ser um reconhecimento de que, bem, nós existimos, estamos aqui e sofremos violência por nenhum motivo além de ódio.
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Os primeiros que me vem à mente são Johnny Depp com, erm, todos os papéis do Tim Burton e Robert Downey Junior com o Tony Stark.
Confesso que eu também não consigo dissociar muito bem o Hugh Laurie (House) e o Robert Sean Leonard (Wilson) dos seus personagens, mas é um efeito geral em séries muito longas - depois de oito anos no mesmo papel, até que ponto ainda é só o personagem, sabe? -
Pode, sim, sualimda. A gente ia fazer uma espécie de glossário com isso e mais coisas, mas como é um negócio meio tricky de explicar em duas ou três linhas acabou não rolando - embora o glossário ainda apareça por lá. Fica melhor num post mesmo, fiquem ligadinhos.
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Acredito com reservas. Explico.
Geralmente quando se fala de amor automaticamente interpretamos como o amor romântico. O amor em que eu acredito sem reservas, tão sem fronteiras quanto a Tim, sem dúvidas e inseguranças, é o amor que tenho para com os meus amigos e que eles têm para mim. E a família, Muni? Amor familiar é outra categoria, deixemos pra depois.
Quanto ao amor romântico, eu tenho lá as minhas reservas, sim. Não digo que "não acredito" porque é claro que ele existe, tá aí no mundo, as pessoas amam e são amadas de volta. O que eu não acredito é no que se refere a mim, não é no conceito geral da coisa. Já me apaixonei, intensa e rapidamente, por algumas pessoas. Continuo apaixonada por outras (ela é hetero *cries*), provavelmente me apaixonarei por outras ao longo do tempo. Mas não digo que amei alguém, porque não foi bem assim. Eu enjoo muito fácil e muito rápido das pessoas com quem me relaciono ~amorosamente e mesmo quando me apaixono sei que, quando acabar, bem, life goes on. Eu me apaixono muito pela ideia de estar apaixonada, pela ideia de ter alguém apaixonad@ por mim, mas quando acaba não ligo muito, não preciso de muito tempo pra deixar de importar com isso. Geralmente só sinto raiva ou tristeza relacionada a algum acontecimento, a alguma coisa que deixei passar, ao tempo que perdi (dependendo do caso), mas não necessariamente por perder uma pessoa. Sou muito fria nessas coisas. É isso que me leva a acreditar que amor romântico, no sentido mais clássico da coisa, não funciona pra mim. Admiro quem consegue. Admiro o casal que, depois de cinquenta anos de casado, ainda se senta pra tomar um chá e perguntar como foi o dia do outro - admiro principalmente porque, não bastasse ser bonito, eu não consigo me pôr no lugar, não consigo me imaginar ali. Um dia, eventualmente, talvez, quem sabe, eu conheça uma pessoa com quem eu queria passar o resto da vida e me apaixone loucamente tal e qual uma princesa da Disney, mas até hoje - e não é um bom parâmetro, somos tão jovens, rs - isso não aconteceu e eu não vejo muito como possa acontecer. Algumas vezes eu pensei que pudesse ter acontecido, mas não. Apenas alguns meses são necessários para que eu veja que não.
Não acho que isso seja exatamente uma coisa ruim ou triste, essa descrença no amor na minha vida. Só me deixa meio impaciente, às vezes me faz pensar se não é alguma peça com defeito. Depois vejo que é ok, e até me evita problemas ~de ordem sentimental. As únicas pessoas que eu consigo "continuar amando" romanticamente são aquelas que eu não conheço, ou que conheço muito pouco.
Ah, e eu sou muito chata, cara. Me amar é foda. -
Eu li, acho que em 2010. Então, até onde eu sei, parece que Getting the Girl (também lançado como When Dogs Cry, eu acho) é o último de uma trilogia que começa com The Underdog e Fighting Ruben Wolfe. Esses dois primeiros são chatos de achar aqui, e só li o Getting the Girl porque um amigo achou na Saraiva baratinho e comprou - também sem saber que era uma trilogia.
Na Escala de Comparação Zusak com Ele Mesmo, Getting the Girl tá mais pra Eu sou o Mensageiro do que pra Menina que Roubava Livros. É sobre um carinha e seu primeiro amor, e algo envolvendo seu irmão, porque minha memória é primorosa. Ah, achei a sinopse:
"Cameron's always lived in the shadow of his older brother Ruben. Rube's a talker, a natural, an instant favorite with all the girls he meets. Cameron on the other hand, is... quiet. Sweet. Confused. Cameron doesn't mind this. Not until Ruben starts dating Octavia. She's not like all the other girls Ruben's been with. She's got spark. And Cameron is flat-out in love with her. But a girl like Octavia would never go for a guy like Cameron... Or would she?"
Depois mais pra pegar o ritmo desse. Em parte, talvez, porque eu não tenha lido os outros, e em parte porque no começo eu ficava meio confusa com as abreviações e lendo em inglês eu tenho mesmo mais dificuldade pra pegar o estilo do autor, parece que o negócio fica mais impessoal. Zusak é desses que atinge mais quando traduzido. Ainda assim, do meio pro final eu reconheci a sinestesia marota lá e tudo ficou bem. É um livro ~menor, mas é bão também. -
É de uma série chamada Downton Abbey! Essa linda aí é a Sybil, dando três tapas da na cara da sociedade, indo e voltando, ao usar calças pela primeira vez.
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Introverted.
É só aqui que o formspring engoliu um dia de respostas da timeline? -
CAPITU É UMA SÉRIE LINDA VEJA SIM
Então, deve existir na Globo um departamento de criatividade que solta estrategicamente séries muito boas e muito originais no meio das outras, assim, do nada. Capitu é do mesmo estilo de Hoje é dia de Maria - suspeito que tenha tido a mesma direção - que é aquela coisa meio fantástica e com um estética linda (pedante que). Eu vi quando passou na televisão, então faz tempo, mas lembro de ter percebido que boa parte do texto era sem tirar nem pôr o original do livro. Gosto muito muito do ator que faz o Bentinho mais velho. E a menina que fez a Capitu, que é a Míriam da novela das seis* agora, é uma linda tão linda que não cabe em si de lindeza. E milhões e milhões de pessoas conheceram Beirut através de Capitu, HAHAHA.
Como adaptação, eu gostei muito. Como eu falei, eles se preocuparam em deixar o texto muito próximo do original e ainda conseguiram dar aquela roupagem mais ~moderna~ de um jeito que não ficou apenas bizarro. E, claro, Bentinho/Escobar assim, visualmente, fica muito mais óbvio NÉ.
*deixo aqui o meu protesto pelo lindo do Gabriel Braga Nunes não ser mais o Leo e ser agora o cara que amansa búfalos na novela das seis.
**Escobar, também conhecido como Pierre Baitelli, também conhecido como o cara que devia ser o Lestat no cinema. Vem cá, olha pra esse cara, não é Lestat, gente? http://bit.ly/JsosE9 -
Abrir as olhos às 5h45, fechá-los novamente, abrir de novo às 6h30, passar as próximas quatro horas xingando mentalmente tudo que estiver na minha frente, refletir longamente umas vinte vezes se dá pra mudar a faculdade pra noite e trabalhar de tarde, refletir longamente se eu consigo ficar sem o salário e parar de trabalhar e dormir pra sempre, chegar a conclusão de que não rola, tomar café, e continuar nisso até meio-dia.
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Gosto, sim. Minhas preferidas são, eu acho:
The grave of the fireflies (aka porra de filme triste do caralho)
Rango
O estranho mundo de Jack
Mary and Max
Toy Story (todos, né)
Vida de inseto
Os Incríveis
Tarzan
Alice no País das Maravilhas (lindo lindo lindo esse desenho, e deve ter mais de dez anos que eu não vejo)
Procurando Nemo
Wall-E
Up (todos chora)
O caminho para El Dorado (provavelmente a primeira vez que a plaquinha SUBTEXTO HOMOERÓTICO alarmou na minha cabeça)
Mulan <3
O Corcunda de Notre Dame
A noiva cadáver
Queria me lembrar de outros que não fossem Pixar/Disney, mas tá difícil. -
Cortando um bolo, eu acho?
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Tava conversando com uns amigos hoje que, se dependesse da escola, nós não teríamos sentido muito incentivo para ler. Não que eles não incentivassem, mas os livros que nos mandavam ler é que não ajudavam muito e não condiziam com o que considerávamos realmente ~instigante. Tipo, sei lá, Amor de Perdição e O Ateneu não eram exatamente um incentivo pra mim.
Tive uma professora de Português no médio/técnico que simplesmente passava uma lista bem grande de livros e nem todos eles eram relacionados com o período da literatura que nós estávamos estudando no momento. A gente podia escolher um deles pra fazer o trabalho da etapa, mas podia também sugerir outros. Acabava que tinha muita opção e não era incomum ver gente lendo bem mais do que apenas o necessário pra fazer o trabalho. Eu gostava assim.
Enfim, isso é pra dizer que eu tava comentando com eles que, se alguns desses ~clássicos da literatura~ fossem quadrinizados (essa palavra existe?), seria uma boa maneira de apresentá-los para os alunos de um jeito que os fizesse se interessar mais. Quadrinhos são muito mais atraentes, tanto pelas imagens quanto pela facilidade de leitura. Já conheci muitos livros legais procurando o texto integral depois de ler o paradidático da escola, não vejo porque não aconteceria isso também com um quadrinho que é adaptação que um livro.
Não acho que adaptações destruam as coisas. Eu prefiro pensar que elas funcionam mais como uma forma de atrair atenção, como ganchos.
Wants Questions About
- alô alô
- crush
- ~dinâmica de grupo
- o beijo da mulher aranha
- fassbender
- the avengers
- coisas da faculdade
- capitão américa
- coisas, coisas
- escrever











