5/8/13 – Great news friends, Formspring has been saved and is now under new management. Get ready for some cool and exciting new features. Stay tuned for more updates and happy posting!!

Go ahead, Cornelius, you can cry.

Recent Responses

    1. Muni
    2. Muni
      moonyj4m responded to Formspring 16 Mar

      pfvr exportando todos os dados agora.

    3. Muni
      moonyj4m responded to blueirony 7 Mar

      Tô quase terminando a primeira temporada e minha escala de amor está assim:

      (Reid = Garcia) > (Morgan = Elle) > Hotch > Gideon

      No momento estou shipando Morgan/Eu e Garcia/Eu.

      Adorei CM porque é um negócio diferente da vibe CSI mais comum e eu nem costumava gostar muito de séries com temática policial - até Dexter, que é diferentão, me faz dormir. Não teve nenhum caso realmente RUIM até agora, e olha que isso é raro. É tipo o contrário de Elementary, que tem uns casos meio mé, mas desenvolvimento lindo de personagens. CM também tem lá seus momentos com os personagens, mas a maior parte da dedicação vai pros casos. O problema é só aquela perda básica de fé na humanidade, mas Community conserta.

    4. Muni
      moonyj4m responded to Formspring 8 Feb

      Dia desses, fuçando a wikipedia, descobri um negócio chamado Paradoxo de Moravec. Foi descoberto que funcionalidades altamente elaboradas da inteligência humana requerem pouquíssima computação das máquinas de inteligência artificial, mas, por outro lado, é absurdamente difícil fazer com que essa mesma máquina tenha a percepção e mobilidaede de uma criança de um ano.

      Da série: coisas aleatórias que me fascinam.

    5. Muni

      Assisti Les Misérables e o gif acima descreve meus sentimentos.

      Eu sei que tem crítica esculhambando o pobre do filme, mas eu achei tudo lindo. Quer dizer, depois do estranhamento inicial. Não vi muitos musicais na vida (e nunca tinha visto nenhum no cinema, olha que triste), e mesmo os que vi não seguem essa linha de cantar TUDO. TUDO. Espirrou? Espirra cantando. Então estranhei no começo e fiquei imaginando quando é que o negócio iria engatar. Desnecessário dizer que quando chegou na Fantine eu já tava chorando como um bebê. Ela passa, sei lá, uns quarenta minutos no filme e agora se eu ver uma foto da Anne Hathaway na minha frente já começo a chorar.

      Eu também não sabia muito sobre a história antes de ver, porque nunca vi o musical nem li o livro, só achava que todo mundo morria - mas todo mundo MESMO, não sobraria ninguém. Enfim, achei o filme muito bonito e absurdamente triste e ele total me ganhou por cenas específicas que me fizeram (e ainda fazem) sofrer demais. Gostei também do fato de que a música não é.... limpa, sabe? Eles cantam sofrendo e chorando e soluçando e é um negócio mais cru, acho digno.

      Cenas que fizeram meu coração virar uma ervilha: I dreamed a dream, a morte da Fantine (COMO ASSIM não tem essa música na trilha sonora oficial), todas as ocorrências de Do you hear the people sing, toda a sequência da revolução (o que é a morte de Enjolras e do outro que não sei o nome, meu deus. aliás, Vive la France já virou um meme interno com o amigo com quem assisti o filme), Empty chairs at empty tables (QUANTO SOFRIMENTO MEU DEUS) e o finzinho, com o Wolverine morrendo e todo mundo cantando junto. Choray.

    6. Muni
      moonyj4m responded to pepper 6 Feb

      Eu lembro de que tentei assistir o primeiro filme dessa leva nova de 007 quando saiu, mas não cheguei nem na metade. Nunca me liguei muito no 007 e confesso que só assisti Skyfall mesmo por causa dos gifs do Q no tumblr (sempre os melhores motivos). Então, não sei, mas acho que se eu tivesse visto os outros filmes ou tivesse pelo menos um pouco mais de noção do ~universo~ 007 teria percebido melhor o que faz o filme ser bom. Eu gostei e achei divertido etc e tal, mas já me disseram, por exemplo, que foi bem diferente do que os outros filmes do tipo costumam ser, e essas nuances eu não percebo.

      Mas olha.

      É muita gente boa de uma vez só, não sei lidar com tamanho amor. E uma aleatoriedade: os últimos dois filmes que vi com o Daniel Craig (esse e Os homens que não amavam as mulheres) começam com um clipe -q

    7. Muni
      moonyj4m responded to Formspring 6 Feb

      Não é tão estranho assim, mas gosto de pão + requeijão + farofa (ou cheetos, ou algo do tipo).

    8. Muni

      Eu ia começar a descrever e reparei que a menina é praticamente uma sósia da @reinasincabeza, que não mais está no formspring. Conhecedores gonna conhecer. E ela tem uma tatuagem de dragão nas costas e fsjhfeahiahdla.

    9. Muni
      moonyj4m responded to lolla 1 Feb

      Zorra Total
      Aquele programa sobre celebridades da Rede TV
      Programa do Amaury Jr.
      Programas policiais (em tempo: eu tinha muito medo do Linha Direta)
      Zorra Total?

    10. Muni
      moonyj4m responded to pepper 1 Feb

      No dia que recebi essa pergunta eu tinha acabado de baixar Abril despedaçado e Cidade de Deus, daí ia deixar pra responder quando assistisse os dois. Mas a experiência me alertou que isso não dá certo porque eu nunca respondo e/ou levo meses pra assistir as coisas, então né.

      Na verdade, eu praticamente só vejo filmes nacionais quando eles passam na televisão, e mesmo assim, ~estatisticamente~, não vejo muitos. Sei que gosto d'O homem que copiava, que devo ter visto umas quinze vezes, e Central do Brasil. Tem um documentário muito bom também, que vou incluir aqui porque motivos, chamado Meninas, que fala sobre três adolescentes grávidas. Acho que Os famosos e os duendes da morte é ~promissor~, embora beire perigosamente o hipsterismo chato e eu nunca tenha terminado de ver. Gosto de Apenas o fim também, apesar de ter criado mais expectativa nele do que deveria.

      E tem os filmes pelos quais eu sinto simpatia. Nunca assisti Cidade de Deus inteiro, numa sentada só, mas já vi pedaços de toda parte do filme nas vezes em que passou na televisão, inclusive o final. Quando fui abrir o arquivo que baixei, descobri que veio com legenda embutida em inglês e acho que o clima do filme foi um pouco prejudicado porque eu ficava lendo as legendas achava tudo engraçado -q Também nunca assisti Carandiru inteiro, mas quero ver. Aliás, tem uma boa quantidade de filmes com o Rodrigo Santoro que eu nunca vi inteiros, mas que tenho quase certeza que são muito bons e vou ficar triste se não forem; entram nessa conta Bicho de sete cabeças e Abril despedaçado - esse último eu descobri que na real é adaptação de um livro albanês e li o livro e morri de amor.

      A trilha sonora d'A mulher invisível é muito boa, embora eu não seja lá muito fã do filme em si. Também gosto de Lisbela e o prisioneiro por motivos de fofura, e O auto da compadecida porque é uma daquelas coisas que você pode passar o resto da vida reassistindo.

    11. Muni
      moonyj4m responded to ferfones 1 Feb

      Tô terminando Summer 78 num ritmo lento, porém existente. Acho que em parte porque sei que vai acabar e vou sentir falta :( Às vezes, só às vezes, tenho vontade de escrever fic (sem ser Summer), mas depois de quinze minutos passa. Acho que escrever fic de Harry Potter já deu o que tinha que dar, pra mim. Passei um bom tempo escrevendo MUITO, a ponto de parar tudo o que escrevia que não fosse fic, e o resultado foi muito bom, tem coisas que eu leio hoje e ainda gosto muito de saber que escrevi e percebo que me ajudou a melhorar em muita coisa que vou levar pra ficção em si também. Tenho vontade escrever fics de outros fandoms (Doctor Who oi), mas não sinto a segurança pra me movimentar dentro do canon com a que sentia com HP. Those days are gone.

      Sais de Prata eu reli hoje mesmo e deu saudade. Sei que tenho em algum lugar no computador o capítulo seis quase terminado, e volta e meia tento escrever de novo, mas preciso confessar o inconfessável: eu não sei o que fazer. Sais de Prata é um gênero que eu não tenho experiência e fui tateando no escuro; geralmente escrevo coisas que, apesar de ter um propósito geral, meio que flutuam sem um final planejado específico. Sais é o tipo de coisa que PRECISA de final específico, e como o final que eu tinha pensado originalmente meio que é uma bosta, fico com vergonha alheia de mim (??) e acabo não escrevendo. Shame on me.

      Tenho um ~projeto~ relativamente sério e que gosto muito, que se chamava Uma Valsa para Santino (título passível de mudança) e que é, provavelmente, a coisa mais consistente que já imaginei (abaixo apenas do Will). Mas envolvia falar de morte em níveis muito mais profundos do que eu conseguiria suportar na época. Esse ano eu pensei em continuar srs bsns, já que minha relação com isso mudou um pouco, então veremos. Curiosamente, um dos meus problemas principais com essa história era não conseguir achar o narrador. Tenho várias versões do primeiro capítulo, cada qual com um teste de narrador diferente, é uma bagunça.

      Tem o Will <3 Gosto muito de escrever diálogos, que são os que eu posto no túmbulo. Os diálogos e as cartas são, cada um a seu modo, os jeitos mais eficientes de fazer isso andar. Não sei quando vou parar pra mexer na estrutura da novo, então por enquanto vou só sendo feliz mesmo. Preciso de umas conversas com o Orlando, tho. É o problema de narrar em primeira pessoa, eu acabo focando demais no principal e a visão dos outros personagens pode ficar comprometida por causa disso (?).

      Acho que é isso <3

    12. Muni
    13. Muni

      Posso <3

      Bom, eu quis assistir o filme por motivos óbvios (as in poder ficar admirando o Ezra Miller sem sentir culpa porque dessa vez ele não é um assassino) e fiquei com um pézinho atrás clássico reservado a filmes que tem potencial de ultrapassar as barreiras do indie e se tornarem apenas chatos. Não foi o que aconteceu.

      Comprei o livro antes de ver o filme, mas demorou pra chegar e não deu pra resistir. Mas depois que eu li, o filme ficou melhor ainda. Eu, pessoa lesada que sou, não tinha percebido que o filme não se passava nos dias atuais e só ficava pensando "ué, por que eles não gravam um cd???". Sei lá, existe alguma coisa em Perks que é muito simples e que é justamente o que faz com que ele seja muito bom. Talvez seja o jeito do cara escrever, talvez seja o fato de ter sido baseado na vida dele, talvez seja o Charlie, talvez seja um monte de coisa junta. Não sei.

      Antes de ler, a única coisa que achei fraca no filme (além da atuação da Emma, que é só okay, DSCLP MUNDO), foi que dava a impressão de que havia muita backstory nos outros personagens que eram colocadas um pouco de lado em favor do Charlie - e isso é compreensível em uma adaptação. Só que lendo o livro eu vi a coisa por outro lado. Na verdade, quando você pára pra pensar que o escritor é o diretor e também o roteirista, você percebe que ele tem todo o poder nas mãos. Poderia cagar tudo, se fosse ruim em qualquer uma dessas coisas - o que não foi o caso. O fato é que ele escreveu um livro, contou a história desses personagens e fechou ali. E aí, tempos depois, pôde abrir essa história de novo e mexer nela, e mostrar outros lados e outros detalhes dos seus próprios personagens e até mesmo mudar coisas nele que favoreceriam o filme. Porque, sim, tem umas diferenças entre o filme e o livro, mas nenhum prejudicial, é mais questão de ritmo. Quando você escreve, você tem noção de que o que vai aparecer na história é só um pouquinho do que o personagem de fato é; existe muita coisa por trás, muitos detalhes que foram pensados com carinho e que não precisam ser mostrados no final. E aí, um dia, você pega e mexe nisso de novo e adapta sua própria história. Morri de meta-amor.

      E o livro é muito muito bom. É simples, é um livro sobre um garoto de quinze anos, e sobre as coisas que acontecem na vida dele e sobre como ele se sente em relação a tudo isso. A fórmula é antiga, mas é o Charlie, gente. Muitas vezes eu li um livro e terminei me identificando muito com o personagem, e sofrendo e sendo feliz junto como ele como se fossem os meus sofrimentos e conquistas, mas eu terminei Perks pensando "Caralho, Charlie, COMO EU QUERIA QUE CÊ FOSSE MEU AMIGO." Não é nem que eu não me identifique com ele (quem nunca), mas é que de certa forma ele passa uma solidão, uma nostalgia, que faz você despertar para o outro. Não é um livro ~triste~, mas é uma puta nostalgia e talvez tenha feito diferença também a época em que li. Se eu tivesse lido com quinze anos, o efeito seria diferente. Mas eu li agora, e nostalgia é tudo que existe na minha vida, haha.

    14. Muni
      moonyj4m responded to ferfones 26 Jan

      FERDA LINDA <3

      Nesse dia eu tinha visto uma foto do Tom Hiddleston no tumblr e pensei que ele serviria, porque CHEEKBONES e por causa do sorriso (http://bit.ly/10YNNxP). Acho que ele se daria bem no Will pós-30 (olha que amor http://bit.ly/14iBGvj), que é mais tranquilo (e amargurado com a vida, o universo e tudo o mais). Pra fase mais jovem já é mais difícil, mas se o Will fosse uma história de sucesso produzida pela HBO lá pelo começo dos anos noventa, seria o River Phoenix, e total estou me baseando em My own private Idaho pra dizer isso. Além do mais, eu gosto de como o olhar dele era desafiador e isso encaixaria direitinho (http://bit.ly/VaA565).

      Por incrível que pareça, pensar em alguém pro Orlando é mais difícil ainda. O Aidan Turner poderia servir, mas só em alguns ângulos muito específicos (http://bit.ly/10YPQSF) -q Achei esse moço chamado Oscar Isaac também (http://bit.ly/VfdGm3), mas tá foda.

      E é isso, hahaha. Nunca pensei muito em pessoas específicas para os outros personagens, até porque Will e Orlando são os que eu tenho mais detalhes ~visuais~ e, portanto, são mais difíceis de escolher. Esses atores aí eu peguei mais por um detalhe ou outro que encaixa.

    15. Muni
      moonyj4m responded to blueirony 22 Jan

      Vi poucos dos principais, mas juntando até as categorias mais obscuras já vi: Life of Pi, Frankenweenie, Brave, O Hobbit, Skyfall, Avengers e Prometheus (nem forcei, né).

      Eu achei as indicações desse ano meio mé, não sei se por algum sentimento mais profundo (q) ou simplesmente porque vi poucos mesmo. Ainda alimento esperanças de ver Django e Les Miserables no cinema.

      Então vou falar sobre Life of Pi.

      Eis que no finzinho do ano passado, lá pro dia 29, fui com meu irmão e minha cunhada tentar ver O Hobbit. Primeiro fomos num shopping que tinha dado o horário errado no jornal, e aí depois tentamos outro. Chegando lá, disseram que não ia ter sessão porque na noite anterior tinha tido uma confusão na sala (!) e tava tudo quebrado (!!), mas que a sessão de Pi ia começar naquele instante, se a gente quisesse... Aí fomos, já tava lá mesmo, fazer o quê.

      Confesso que, logo no começo, quando o Pi fala pro escritor que quando terminar a história ele vai acreditar em deus, torci o nariz no melhor estilo I-wanna-see-you-try, porque tenho vinte pés atrás com esse tipo de premissa. Mas gente. Muitos dias depois eu li uma crítica que dizia que o final respeitava o espectador, e acho que é exatamente isso mesmo.

      É um filme muito, muito, muito bonito, em muitos sentidos, vale a pena ver no cinema e em 3D. No fim das contas, ele transcende uma "simples" questão de acreditar ou não em deus, porque o filme não é sobre isso; é uma jornada de auto-conhecimento que passa por muita coisa, e o final não te diz o que você deve tirar disso. Você é que tira, sozinho.

      E o Suraj Sharma é um lindo que nunca havia atuado antes, gente. Apenas. E não foi indicado /chatiated

    16. Muni
      moonyj4m responded to pepper 21 Jan

      Tô com mixed feelings porque tem horas que me empolgo muito e tem horas que fico tipo "calma, você não sabe nada sobre ela ainda". Eu gostei desse negócio de ela morrer todo episódio (é assim mesmo?) e acho interessante que ela seja um mistério, mas tenho medinho porque Moffat. Gostei do episódio de natal por causa das referências e porque adoro o Doctor amargurado/revoltado com a vida/de luto.

      Eu tento não parar pra analisar o final da Amy e do Rory porque sei que vai ter uns furos estranhos, hahaha. Então apenas chorei como um bebê e fiquei triste porque o negócio foi triste, mas acho que já não era sem tempo (mas Rory </3). Acho que a Clara combina com o Eleven, então talvez ele não regenere enquanto ainda estiver com ela, mas #queremos #twelve.

    17. Muni
      moonyj4m responded to CiroArgus 21 Jan

      Preciso dizer que te amo - Cazuza (que é provavelmente a melô da vida amorosa de uma enorme fatia da população entre a sétima série e o primeiro ano. mas passou e a música é <3)

      Death Cab for a Cutie (vale uma BANDA INTEIRA?)

      Aliás, várias bandas que parei de ouvir por tempo indeterminado depois de um namoro particularmente longo e musical: String Quartet, Porcupine Tree, Iron Maiden, Omar Rodriguez Lopez, Black Sabbath, Led Zeppelin, etc.

    18. Muni
    19. Muni
      moonyj4m responded to Formspring 16 Jan

      Sete reais, cartão do plano de saúde, das Lojas Americanas, do banco, minha identidade, umas moedas e mais notas do Subway do que seria saudável supor.

    20. Muni
      moonyj4m responded to Formspring 4 Jan

      No trabalho eu pesquiso coisas aleatórias na Wikipédia (frequentemente sugeridas pelo doodle do dia no google), traduzo alguma coisa, salvo drafts no tumblr, escrevo (minha cabeça fica incrivelmente ~limpa~ pra escrever de manhã, pena que odeio acordar cedo E ainda tenho que trabalhar), leio blogs/formspring, vou beber água em horários cuidadosamente calculados para não encontrar ninguém no caminho, mudo a temperatura do ar condicionado mil vezes, checo o facebook no celular, respondo essa pergunta.

      Na aula, se eu não estiver dormindo, estou procurando lugar pra ler, desenhando, comendo ou passeando entre as prateleiras da biblioteca.