PROMOÇÃO! Faça uma pergunta e ganhe uma resposta! (P.S: NÃO sou sua filha, nem querida, nem amor)

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    1. Melin
      melilin responded to ErikTheBlue 52m

      Vá dormir com tranquilidade jovem padawan, já passou umas três horas do meu horário de ir dormir e isso não é muito legal, eu tava justamente descendo pra fazer um chá antes de dormir quando o canto do forms ficou verdinho. Vou deixar o resto pra amanhã, também :)

    2. Melin
      melilin responded to ErikTheBlue 1h

      Eu tava olhando pro armário agora, aquele olhar sem ver pq tu não tá vendo nada, na verdade, e pensando as origens disso e cara, que vergonha. Com 16 agindo como se tivesse 8. ("passou, passou~")

      A fama de estranha eu sempre tive, não lembro a que... acho que ainda no fim do 1° ano eu tinha cortado meu cabelo em várias camadas e fazia a tal da trancinha com a parte maior e trançava ela com uma fita mimosa de alguma cor muito chamativa (cores marca-texto) e ainda, quando não fazia um tope na ponta com as fitas, eu pendurava uma boneca em cada trança. EU ERA UMA LINDEZA >D

      Até o final do primeiro ano eu era só um pouquinho temperamental (conhecida por responder com sinais feios pra carroceiros que assobiavam na rua e dar pastadas na cara de meninos insistentes) e além de o temperamento e essa excentricidade toda eu ainda era a única menina que não gostava de ninguém, que não ia nas baladis, que não passava maquiagem pra ir pra aula, que apesar de ter cortes lolcos de cabelo se ele fosse torcido saía gordura de tão bem que eu cuidava, de passar o recreio com os meninos (eu NUNCA via meus colegas de sala, mas por algum motivo eles sempre sabiam que eu passava o intervalo com os guris das outras turmas), por me vestir indiferentemente, por ouvir músicas estranhas, por trocar fichas de ônibus por risoles, por gostar de Ed. Física e ter algum vício por café. Então, além de estranha o "não gostar de ninguém", "se enpiriquitar da forma errada" (que na real eu me enfeitava pra mim e não pros guris) e "gostar de Ed. Física" e sem contar, claro, que eu sou alta e não dotada sexy-sex appeals do ombro pra baixo, por algum motivo passava pros outros a impressão de que eu era lésbica. Mas como era de se esperar por todos esses meus comportamentos, eu realmente não dava a menor bola pra qualquer um desses pensamentos.

      Aí começou o 2° ano e essas coisas aí não mudaram. A única coisa que teve uma drástica intensificava foi o meu temperamento, mas é tudo ridiculamente explicável: Perto de fazer 16 anos um guri novo entrou no colégio, no mesmo ano que eu mas na sala do outro lado do colégio (tinham 15 turmas de cada ano, É) e por algum raio de acaso ele resolveu ser amigo dos meus amigos antes mesmo que eu tivesse ido falar com ele. Passei por um lapse de transtorno psicológico quando eu me sentia correspondida e tentava deixar óbvio (a mentira) que eu não correspondia batendo (literalmente) nele, aí depois de um tempo eu achei que ia ser chato eu só bater nele e que ia ficar muito evidente e tive que começar a bater nos outros. E não eram tapinhas~ Eram socos e chutes. Na metade do ano já tinham comparações entre eu e o Chuck Norris e mais pro final do ano eu percebi a merda que eu tava fazendo e fui conseguindo parar ao ponto de conseguir passar uma semana sem ameaçar ninguém~

      Que fique claro de que este relato não é algo que eu me orgulhe >D

      Mas passou, passou~

    3. Melin
      melilin responded to ErikTheBlue 1h

      Vou achar algo abraçável na luz do dia >D

      Eu ria ter que esperar até o dia pra bater a foto, de qualquer forma, pq eu teria que usar o timing e o celular não tem timing, só a máquina, e a máquina tem uma lente horribilíssima pra pouca luz então~ >D

      Mas tiro sim :3

    4. Melin
      melilin responded to ErikTheBlue 1h

      Curioso você perguntar isso pq eu tenho uma foto famosa que exatamente por isso não existe mais em que eu abraçava um ursão de pelúcia (ou melhor, usava ele pra dormir).

      Eu tinha 16 anos e fama entre meus amigos de um pouco irritadinha e todos os opostos de "meiga", então eu abraçando algo "meigo" como um ursinho de pelúcia era meio que um filme de terror pros guris. Mas ele era macio e eu tava meio dormindinho nele e um dos guris foi lá tirar foto minha.

      Essa foto veio parar comigo um ano depois pelo ORKUT. E tipo, o cara que tirou essa foto tinha perguntado se eu era lésbica e morre de medo de mim até hoje (sério mesmo, muito embora eu nunca tenha dado pra ele sinal nenhum de ir xingar ele, pelo menos não por isso) e sumiu de vista e a essa altura (já fazem 5 anos isso?) ninguém mais deve ter aquela foto.

      Sadly eu não tenho nada abraçável aqui ): Pelo menos que seja tão macio quanto (e convenhamos que vai sair estranho abraçar o abajur) e o meu cachorro não curte muito abraços >D Não sei como te "responder por foto" isso~

    5. Melin
      melilin responded to gabimota 3h

      Paz sem liberdade não é paz. E liberdade sem paz é provisória, dura meia hora e fim da liberdade :)

    6. Melin
      melilin responded to gabimota 3h

      Na verdade.. provavelmente foi o que mais influenciou minha vida no menor espaço de tempo. Quer dizer, algumas coisas podem até influenciar, digamos, 80% da nossa vida, mas geralmente essas coisas estão na nossa casa e temos convivência durante mais de 20 anos. Mas essa paixão, como uma boa paixão que foi, fez o serviço em uns 5 meses e deixou tudo do avesso quando saiu.

      Em termos de caráter, essa paixão me serviu pra que eu encontrasse qual o meu caráter, pra que eu soubesse que caráter é esse, gostar dele e seguir firme no que eu descobri ser. Não foi nenhum tipo de espelhamento pq provavelmente o que mais me aproximou dessa paixão foi justamente o assemelhamento, ao contrário, foi justamente por poder ter algo parecido com o meu ali tão próximo e tangível que eu pude dar forma pro meu.

    7. Melin
      melilin responded to gabimota 4h

      É incorreto pq é injusto, injusto pq sempre vai agredir alguém que não tem nada a ver com isso~ Quer dizer, se não agredisse ninguém então não seria injusto, não é?

      Não lembro de ter feito algo assim, ou pelo menos ainda não me toquei de ter feito ou do ato em si, mas com toda certeza já devo ter feito!

    8. Melin
      melilin responded to gabimota 4h

      "Ah, sei lá".

      Sei lá ou tu tá com preguiça de pensar?
      "To com preguiça de pensar".


      Ser ateu fanático e doutrinador (aliás, alou ateus! Não existe só o catolicismo no mundo! Os árabes lá explodindo as cabeças uns dos outros e vocês xingando católicos e tirando cera do ouvido com os dedos) ou desrespeitar de qualquer credo religioso. Gente que chama de burro mas também não explica. Agredir verbalmente os outros por nada (válido pras respostas de formspring que tu faz uma pergunta super de boa e a pessoa te responde te mandando tomar no cu - na boa, tem forms pra que então se não quer responder?), aquela infantilidade de quando não se consegue o que se quer de uma pessoa então se começa a xingar ela (tipo, "me empresta uma caneta?" "to usando a única que eu tenho" "ah, então vai <xingamentos> sua <adjetivos baixos>"), gente que não tem noção de que todas as suas ações vão gerar algum tipo de reação, fumantes/drogados (é um preconceito, desculpa, mas assim logo de cara e sem conhecer a moral vai toda pro subsolo), gente que bebe for fun, gente que acha que marca de roupa ou preço dos cosméticos a torna melhor ou superior a alguém, gente que acha que seu gosto é superior ao de alguém, gente que acha que por eu ser mulher eu vá entender "desses negócios de corpo e maquiagem", gente que visivelmente tá dizendo aquilo e daquela forma só por exibicionismo e pra ganhar alguns "óóóó"s, gente que reprime os gostos dos outros, gente que fica uma pilha de nervos quando tá ansiosa e cai naquele cúmulo do egoísmo que só a si importa, gente que só a si é importante, gente que pra se passar por "diva pop da escola" passa por cima dos outros ridicularizando qualquer um que não concorde consigo, gente que fica agourando a vida dos outros, e lá vamos nós pra mais rios coisas~

      E mesmo assim é fácil de me agradar e eu continuo gostando de gente, vai saber~ >D

    9. Melin
      melilin responded to gabimota 5h

      Deve ouvir o que quer hora. Qualidade nesse sentido que tu coloca é algo relativo ao gosto, e cada pessoa tem o seu. Tu gosta de azul e ela de amarelo, e aí? Tu não tem base nenhuma pra dizer que azul é melhor que amarelo pq tu sabe que simplesmente não é, ambas são cores e agradam a cada uma um tipo de personalidade :)

    10. Melin

      Não, pra surpresa de todos os que me conhecem a algum tempo >D

      Gostaria de pintar de um tom meio cobre, um castanho-alaranjado, mas eu AMO a textura do meu cabelo, ele é absurdamente prático e simples, eu aprendi a lidar com ele e não quero estragar isso por causa da química da tintura. Além de estragar eu ainda teria que perder algum tempo passando cremes e gastar algum dinheiro retocando a tinta E BAUM, eu não deixo o cabelo passar muito do ombro justamente pra não ter que pentear ele, então imagina se eu iria me prestar a passar creme, né? >D

    11. Melin

      Meu abraço sempre foi meio tosco, nunca soube abraçar direito até os 19. Eu não sabia chegar numa pessoa, abraço era algo meio constrangedor, eu não sabia me permitir sentir o que quer que o abraço quisesse passar, era como estar ao lado de uma pessoa que acabou de ficar hiper feliz por uma notícia e tu não vê nada de mais naquela notícia.

      Meu abraço continua tosco mas provavelmente agora de uma forma quase inversa. Agora eu quero sentir, eu sinto, eu sinto demais, eu aprendi a sentir, ele acabou virando algo exagerado mas que eu aprendi a usar. Dependendo da situação eu abraço como se a minha vida dependesse de estar próxima do abraçado, abraço mais dando do que recebendo, abraço procurando apoio, procurando reciprocidade. Abraço procurando alguém que me abrace de volta.

      Foi uma reviravolta bem estranha, um abraço da água pro azeite de oliva. As vezes eu quero abraçar pessoas que eu sinto que não tenho intimidade suficiente pra isso, quero abraçar e dizer que eu to logo aqui, amando essas pessoas e torcendo pela felicidade delas, aí eu me retenho em abraçar com os olhos, olhar com carinho e esperar que elas tenham captado isso. Outras pessoas mesmo que eu até tenha alguma intimidade eu acabo achando não conveniente fazer isso pq sou eu que preciso ser abraçada e eu ainda tenho um pouco dessa vergonha de pedir abraços ou pelo menos começar pra ser abraçada - e nossa, eu praticamente sempre quero abraços. De qualquer forma eu sei que são poucos os que me responderiam, que se importariam em saber pq eu preciso tanto disso ou que não estranhariam e me permitiriam ficar ali.

      Quando eu sei que não sou eu que preciso eu abraço com força, apertado, permito que a pessoa esteja e permaneça ali, que fique o quanto precisar. Quase como se eu colocasse a pessoa sob a minha guarda, meus cuidados e ao que eu posso oferecer: um pouco de carinho, cuidados, conforto, presença e compreensão.

      Ainda sou um pouco débil pra abraços de felicidade, mas já consigo sentir a felicidade dos outros. Ainda que eu não retribua no abraço, aprendi a retribuir em sorrisos, provavelmente pq eu ainda não tenho o costume de abraçar por felicidade.

    12. Melin

      Existe um grupo de caras fantásticos que passam quase 7 anos estudando o corpo humano e com certeza tem não só uma resposta pra ti mas provavelmente uma cura, são os mundialmente conhecidos e bem pagos médicos. Sério, te recomendo, na verdade, não só ir até eles quando tu estiver doente como também ir pelo menos uma vez ao ano mesmo que tu não sinta nada :')

    13. Melin
      melilin responded to Formspring 10h via Android

      Sempre achei que a gente SEMPRE dá E recebe - dá recebendo e recebe dando. Uma ação também é uma reação e essa reação também é uma ação pq vai gerar uma reação, não tem muita escapatória~

      De qualquer forma, sempre vai depender do que recebemos e do que damos, né?

    14. Melin
      melilin responded to ErikTheBlue 1 Jun

      Acredito que vossa senhoria (vosso senhorio?) esteja ciente de que é impossível para quem o responde escolher um único favorito e de que essa pergunta já tenha sido feita com a perspectiva de haver mais de um nome citado na respectiva resposta.

      Sadly meu repertório de obras é mais cheio de imagens (por uma questão de ser mais fácil de se ter acesso) do que de qualquer outro tipo de manifestação. Eu queria que fosse mais fácil achar performances, aliás.

      Eu tenho uma paixonete por tudo que o Goya fez não por ele ter feito, mas como ele fez no contexto que ele tava. Tenho um amor escancarado por Egon Schiele mais uma vez também pela solução representativa que ele chegou que é absurdamente fantástica e o Matisse, mas por Matisse ser o Matisse, o cara que se encontra de tudo que é coisa um pouco, inclusive colagens e ah as colagens do Matisse~ Eu adoro a coletânea JAZZ dele, a começar pelo nome >D

      Matisse ainda nem pode ser considerado pintor de tão versátil que ele foi, até pq acima de tudo o que eu mais gosto dele são os próprios desenhos. Mas tentando sair um pouco do plano, também adoro as esculturas do Tomohiro Inaba e AMO o Ai Weiwei embora ele diga "se eu sou artista ou não, isso é problema de vocês, eu só faço o que eu tenho vontade de fazer" que resume o empasse da arte contemporânea, lol. E talvez o Ai Weiwei seja o mais contemporâneos dessa lista e SOLTARAM ELE <3

    15. Melin
      melilin responded to xrawrbianca 1 Jun

      "velha" >D Eu lembro que eu fiquei indignada com isso e tinha até medo desse dente cair pq eu não conseguia acreditar que ainda tinha algum dente de leite na boca, achei que eu tava perdendo o dente, mesmo! Foi lá entre os 16 e 17 anos, foi um "puta merda, ainda não acabou isso?".

      Sinceramente, perder dente de leite é pior que ter espinhas. Só não é pior que os primeiros anos de menstruação.

    16. Melin
      melilin responded to xrawrbianca 1 Jun

      Ah, não sou muito fã de fetos e recém nascidos não, desculpa ):

      Sei lá, não acho muito atraente isso, parece um monte de pele contorcida, um monte de pele cuspida. Provavelmente eu vá precisar parir pra poder mudar minha visão sobre essa fase da vida.

    17. Melin
      melilin responded to xrawrbianca 1 Jun

      Askers, não me façam me sentir tão velha assim tão nova >D

      Eu gosto de todas as minhas cadeiras, inclusive a de espanhol que é a que eu mais tenho dificuldade, gosto da de espaço simbólico e de Idade Média, mas provavelmente a que eu mais gosto mesmo é a de Fontes Materiais, que é tipo uma introdução à arqueologia <3

      Posso dizer que eu já toquei numa boiadeira mamilar e não queria ter vivido em tempos menos civilizados >D

    18. Melin
      melilin responded to FormspringBR 1 Jun

      3, 7, 11, 27 e coisa assim.

      Reparei ultimamente uma tendencia minha de quando for inventar números aleatoriamente eu acabar usando número sequenciais mesmo falando de forma extença. Tipo, doze mil, trezentos e quarenta e cinco - eu me achando A SUPER aleatória daí eu formo a imagem desse número na minha cabeça e ele perde toda a graça >D

    19. Melin

      To sim :3 E os caras fizeram propaganda de outro congresso de IM na UFRGS e eu to pensando em ir também~ Pq as artes não tem congressos legais? Vou fazer uma intervenção artística em nome do progresso acadêmico, heim!

      Não tenho a menor idéia de quem seja esse, mas pode deixar que quanso eu descobrir eu digo "um anononimo do meu formspring te mandou um oi" >D

    20. Melin

      Ahahah :3

      Na real era mais coisa de paciência, mesmo. O que, por incrível que pareça, eu tinha mais naquela época. Pelo menos nesse quesito. Eu não era estranha só no cabelo, meu caveiro era tão comprido que dava a volta na cintura e eu deixava ele justamente preso da alça de cinto das calças, eu me enchia com todo o tipo de colar (e eles enosavam pq eu também esquecia de tirar e queria usar todos) e mais um monte de pulseira completamente aleatórias. Eu também usava literalmente a primeira roupa que eu pegava no armário (MESMO!), só cuidava pra não ir de jeans nos dias de Ed. Física. Eu conheci o cara que eu namorei nessa época (é, acredite, teve gente que gostava de mim mesmo assim >D) e três anos mais tarde ele dizia que eu era um chaveiro pronto pra colocar no bolso e que eu tinha cabelo em anexo. E o mais contraditório de tudo é que as pessoas me adoravam por isso!

      Falando sério, mesmo. Eu tive a adolescência mais feliz e saudável de todas! >D

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Curso história e artes visuais. Não sou médica nem psicóloga, tudo o que sei o Google sabe mais. Leia a bula.
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