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asked by anarresti
Ora bem... A primeira hipótese consigo perceber que possa acontecer. A segunda é que me parece impossível. Se uma pessoa não me atrai minimamente, nunca terá sequer oportunidade de me tocar. Nem percebo como podes pensar que alguém se predisponha a um tal nível de intimidade com outra pessoa pela qual não sente a mínima atracção. Penso que esse seja mesmo o requisito fundamental de uma relação sexual de consenso mútuo.
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Algo idêntico ao que faço em Portugal, desta feita num grupo de investigação de uma universidade belga.
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Hmm... Parece que afinal a notificação de perguntas já funciona. Peço desculpa pelo atraso de 3 meses na resposta, mas só agora com a notificação da última questão me apercebi... Não faço ideia se é um prato típico italiano ou não, mas foi a melhor massa que provei até hoje. Com queijo de cabra, tomates secos e pesto. Sabores extremos que fazem uma combinação brutal. :-)
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Sim. Temos 2 tipos sentados à secretária. (Consegues distingui-los, porque um tem um monitor CRT e outro um LCD/TFT; e enquanto o primeiro está voltado para o lado direito, o segundo está voltado para o lado esquerdo). Os tipos insultam-se mutuamente via chat, email, whatever. Depois chega uma criatura que leva o primeiro tipo e o põe frente-a-frente com o outro. Nada acontece. A criatura volta a levar o primeiro tipo para o seu habitat. Os dois tipos continuam a sua vida como se nada se tivesse passado. Moral da história: é sempre mais difícil demonstrar sentimentos extremos na presença física da pessoa-alvo. :-)
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Pensar. Ainda que por vezes não chegue a conclusão nenhuma. :p
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asked by RFragoso
Neste momento, com o cabelo desgrenhado. Foi à lavandaria e estava uma tempestade feroz. Nem o guarda-chuva pôde abrir!
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asked by RFragoso
Digamos que está em período de reflexão por tempo indeterminado. :)
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Não. Só me aborrece responder a perguntas quando não fazem o mínimo sentido. :)
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asked by anarresti
Não tenho nenhum preferido. No entanto, existe um tipo que me agrada particularmente: o piropo indirecto. Em si não é elaborado, mas tende a ser colocado de forma inteligente e intencional entre muitas outras palavras. :)
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asked by anarresti
Penso que é pior fracassar numa área de que se gosta. O facto de gostarmos aumenta o desejo de sermos bem sucedidos, o que se repercute na sensação de desilusão perante o fracasso. Por outro lado, sermos bem sucedidos numa área que detestamos pode ser uma atenuante ao ódio que ela nos merece. A questão é sempre se a realização que o sucesso nos oferece compensa o sacrifício de trabalhar todos os dias numa área que se detesta.
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asked by anarresti
(D)os meus cães, por exemplo. :)
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Gosto de me levantar cedo. O problema é que também aprecio deitar-me tarde. A hora ideal seria 7h.
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Os polígamos dirão que é construção social. Os monógamos, uma necessidade pessoal. Não sei o suficiente sobre poligamia para opinar sobre este assunto... A ideia que tenho é que o ciúme também acontece em sociedades poligâmicas, pelo que está subjacente uma certa necessidade de nos sentirmos únicos. De sermos tão especiais para alguém como esse alguém o é para nós. Haveria muito mais para discutir sobre este assunto, mas fico-me por aqui.
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Uma em que viajei até ao norte do país em altura de incêndios e tive que esperar durante horas em várias estações apinhadas de pessoal. Dessa vez o comboio nem ao destino chegou, deixou-nos numa outra estação sem transporte alternativo. Lembro-me de a minha mãe estar tão irritada que o senhor a deixou usar o telefone sem pagar (na altura ainda não existiam telemóveis).
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Penso que não. Não tenho descontracção para isso. :)
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Não me lembro da última... As gargalhadas são ocasionais em mim, não sou uma pessoa muito expansiva. No entanto, sei quando me ri mais na vida: enquanto assistia à peça "As Obras Completas de Shakespeare em 97 Minutos". :)
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![[e]vil](http://files-cdn.formspring.me/profile/20110331/n4d944df1b23c4_medium.jpg)

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