-
-
Foram maravilhosos! Conhecer algumas pessoas e lugares que nem em sonho eu imaginaria conhecer foi demais. Não vejo a hora de voltar =)
-
Opa! Claro que lembro! Meus parabéns, de verdade. Torço pelo seu sucesso, me mantenha informado =)
-
Hahahaha! Quando respondi, já era a segunda vez que eu lia. É uma história que mexe demais comigo, de uma forma quase inexplicável. É tão catártico, tão surreal, a gente não tem escolha a não ser se envolver com o Florentino. E se você não terminou de ler ainda, vou parar por aqui pra não dar spoiler. Mas continue! Resista! Vale a pena =)
-
Fiquei muito, muito tempo pensando nessa resposta. Sempre tive como personagens literários favoritos personagens masculinos nos quais eu me espelhava ou me reconhecia, nunca o oposto. Vou escolher uma referência talvez meio obscura: Fenchurch, que aparece no quarto livro do Guia do Mochileiro das Galáxias, "Até mais, e obrigado pelos peixes". Uma garota, como descreve Douglas Adams, "taquicardiamente linda" E mais:
"Ela era alta, com cabelos negros caindo em ondas em volta do seu rosto pálido e sério. Imóvel na beira da estrada, completamente sozinha, parecia quase lúgubre, como uma estátua de alguma virtude importante, mas pouco popular, em um jardim formal. Ela parecia estar olhando para outra coisa que não aquilo para o que ela parecia estar olhando. Mas quando sorria, como naquele instante, era como se tivesse chegando de algum lugar. Calor e vida inundavam o seu rosto e um movimento inacreditavelmente gracioso tomava o seu corpo. O efeito era muito desconcertamente e desconcertou Arthur completamente. (...) A sua presença física dentro do carro, o seu carro, era algo extraordinário para Arthur. Sentia, saindo devagarzinho com o carro, que mal conseguia pensar ou respirar e esperava que nenhuma destas duas funções fosse vital para dirigir, senão estariam perdidos. (...)"
e por aí vai, claro. Mas enfim. É essa "desconcertância" que eu preciso. -
Nah, não há o que se desculpar. Não temos e não pretendemos.
-
Sim, conheci! Não, não nos conhecíamos pessoalmente. Ela é exatamente o que eu esperava, a mesma menina doce e querida que eu conheci via twitter.
Nunca produzimos nada juntos, e vocês se surpreenderia para o quanto os nossos assuntos divergiram do nosso "estilo" twitterístico (mas só pra exemplificar, eu ganhei dela um VINIL do PRIMEIRO álbum do - atenção - É O TCHAN. Pois é.) -
Não sou, não acho que escrevo, e muito menos cante lindo, mas muito obrigado =)
-
Conheci as três através do twitter no final do ano passado/começo desse ano, e criei uma ligação muito especial com todas.
As três são escritoras de mão cheia, cada uma a seu estilo. As três são boas amigas, também cada uma a seu estilo, e eu me identifico demais com elas, mas de formas diferentes.
Com a Bebel há, além da grande amizade e do carinho, a parceria musical, das gravações que fizemos, e é bem possível que eu vá conhecê-la no final do mês, quando for a SP.
A Dani e eu temos muitas coisas em comum, que geram muitos assuntos em comum, e até nos textos dela eu vejo muita coisa minha. É uma admiração imediata (e mútua, creio eu).
E a Nina é a minha melhor amiga além-vida-offline, minha confidente e conselheira, simples assim, e que - aliás - terei a honra de conhecer muito em breve também =) -
Não. Em uma frase, se for necessário colocar uma vírgula, ela vai antes do mas =)
(a não ser que eu não tenha entendido sua pergunta, mas enfim.) -
(da "Canção para todos os males", né? Eu realmente gosto dessa letra, obrigado por mencioná-la.)
Eu acho que o ser humano, em geral, tem dificuldade em largar o passado. E mais, se prender ao passado ao ponto de ignorar as possibilidades que o futuro traz.
Claro que, na letra, "que razões nós não teríamos pra não olhar" (que é só outro modo de perguntar se há algum motivo pra olhar pra frente) é um questionamento quase irônico. É lógico que há motivos. O tempo não para, a gente está em constante evolução e olhar pra frente é fundamental. Só é necessário "balancear" o apego às memórias, deixando pelo menos algum espaço na cabeça pras memórias que ainda estão por vir =) -
Mania? Várias. Roer cutícula, arrancar cabelo, não conseguir tomar café sem a colher dentro do copo, estar sempre batucando ou balançando a perna... Manias assim, "inofensivas", muitas.
Sobre manias desse tipo que me incomodam EM OUTRAS PESSOAS, não consigo me lembrar de nenhuma realmente irritante, ou relevante. Cada um com a sua mania, né =) -
Depende. Quase sempre, quando essas perguntas já foram feitas pra mim, posso dizer que o que a pessoa queria ouvir foi o que eu disse pelo fato de que era uma verdade. Quando não é verdade, como eu já disse... depende. Mas vamos colocar, de uma forma geral, que a resposta costuma ser sincera (mas nem por isso ofensiva, quando acaba não sendo o que a pessoa hipotética queria ouvir)
-
Vou considerar como "criança" a minha fase mais imatura. A grande "mudança" (muitas aspas, hein) da minha vida, de personalidade, de modo de enxergar o mundo e as relações humanas, se concretizou mesmo aos 17, entrando pra faculdade. Não que eu fosse um adolescente imaturo, comparado aos outros da minha idade (pelo menos a grande maioria, pelo menos no meu colégio), eu realmente era bem mais maduro (e crítico, e cético, e um pouco mais melancólico, talvez). Mas o Ricardo de hoje é uma soma de consequências e de lembranças que definitivamente apareceram aos 16/17 anos, pós-colégio e pré-faculdade.
-
Nos últimos três anos, tive a sorte de fazer coisas ótimas. Em 2009 e 2011 toquei com as minhas bandas (em 2009 com a saudosa Roque Polar, em 2011 com a quase-saudosa Dois A Rodar e com a Musictopia), e em 2010 coordenei um evento na PUCRS cinco dias antes (nos quais toquei também) e no dia do meu aniversário teve show da Cat Power (e o Inter ganhou um jogaço contra o Estudiantes, inesquecível aquele gol no finalzinho do Giuliano no meio da fumaceira =P). Nesses três anos, vi meu aniversário como motivo pra reunir os amigos, se divertir, e acho que obtive sucesso. Nos anos anteriores (dos 19 pra trás - ah, a adolescência...), não dava muita bola. Mas percebi que não gostava de comemorar porque fazia do jeito errado.
Mesmo assim, não "sinto" nada de diferente. Uso como uma desculpa pra juntar as pessoas que eu gosto de ter por perto. Só isso =] -
Posso dizer, mas não vou. DM é pessoal, lamento.
-
(Olá, amigo!) Lugar físico? Meu quarto, meu esconderijo, QG das leituras e dos pensamentos.
Mas "Twitter" responderia essa pergunta tão bem quanto =) -
Alguém que já esteve muito, muito pior (por dentro e por fora) em outros tempos, mas que ainda assim, tem muito, MUITO o que melhorar.
-
Hahahaha! Nesse caso, não. Adoro os desenhos do Kurt Halsey, e assim como aprecio gente que se identifica com o tipo de música que eu gosto, ou o tipo de literatura que eu leio, sinto o mesmo em relação às minhas escolhas pra avatar =)
Ricardo’s Bio
Nada que um copo de café não resolva.





