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Nem sempre, mas lembro dos recorrentes (aqueles em que estou num ambiente grande, como um castelo, com pessoas desconhecidas ou ainda, aqueles em que estou sendo ameaçada e assaltada.)
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Sim, http://twitter.com/martadiogo.
Follow me ;) -
Em estudos Geofísicos.
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Gosto de lugares onde me sinta bem atendida.
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Sinto falta de algumas épocas, não especificamente de alguém.
Penso que certos contextos seriam diferentes hoje em dia. Que fiquem, portanto, onde estão (com algumas boas lembranças.) -
Olha só, e eu achando que tinha caído no esquecimento, hehe!
Também te amo meu anjo! -
hahaha, já! Até lembrei da cena (e faz tempo, heim?)
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O melhor da vida é Zeca Baleiro cantando "isso e ócio" =)
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Ah, que linda! Obrigada, sou motivada a carinho e emoção e isso encontro em vocês todos os dias!
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Só quando sei que serei identificada.
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A primeira mordida a gente nunca esquece!
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Claro que não.
Mas não deixo de ler cada vez mais e acreitar cada vez menos. -
Olhe a ironia... sou filha de ex-freira e cresci dentro de Igrejas. Não faltava às missas, mas raras ou nenhuma foi a vez que me explicaram devidamente o porquê d´eu ter que participar disso tudo compulsóriamente.
Fui batizada, crismada e segui impostamente os ditames da ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana). Passei mal numa missa em Aparecida do Norte - ainda quando pequena e minha mãe achava que eu estava com algum problema... e estava! Tinha sido acordada abruptamente, de madrugada e enfiada num ônibus para seguir a Romaria. Já em Aparecida do Norte, enfiaram-me dentro de uma sala cheia de pedaços de corpos (em parafina), muitos tufos de cabelos (eu tinha cabelo até a cintura naquela época e comecei a rezar tudo o que sabia para que ninguém fizesse uma promessa às custas do meu adorável cabelão), além de pessoas com os joelhos esfolados e sangrando, fazendo pedidos ou em agradecimento.
Tudo isso gerou traumas - de verdade - em minha vida. Sei respeitar crenças, mas desse tipo de alienação eu não faço parte.
Tenho uma tia freira, do mesmo convento francês "Sacre Coeur de Marie" do qual minha mãe participou. Vejo desde que nasci o desprendimento material e uma vida toda dedicada aos outros, por essa minha tia, mas não vejo o mesmo por parte daqueles que "coordenam" essas seitas.
De tudo isso, tirei precocemente minhas primeiras noções de desigualdade, alienação, desrespeito e imposição e posso dizer que cresci detestando e combatendo tudo isso.
Minha religiosidade, se é que assim pode-se chamar, está na minha crença em pessoas que se dedicam à situações melhores em que não haja diferença, discriminação ou despotismo. -
Os de estilos que demorei demais para degustar, como drum'n bass, acid e smoothjazz. Os demais, eu escaldaria para voltar a ouvir depois, rs.
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Pessoas que acham que devem ser idiotas para serem levadas a sério.
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Marta Diogo
São Paulo

