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asked by tidi
Muitíssimo obrigada pelo carinho.
Abraços -
asked by ricardotbh
Eu leio Carta Capital e de quando em vez Caros Amigos, sim eu sou uma pessoa assumidamente de esquerda. Veja, nem para reciclagem.
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asked by ricardotbh
Dilma, votaria, não, votarei sem pestanejar :o)
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asked by tidi
Oi Cristiano, muito prazer. Onde vc reparou q tenho vontade de lecionar na UFPA? Eu gosto da universidade e tenho quatro amigos que eram professores por lá. Quando estava no mestrado quase que também fui, daí veio a filha e os planos mudaram.
Eu pesquiso sobre África e atualmente trabalho em um projeto de consultoria sobre este tema. -
Já respondi a esta questão, veja aqui: http://www.formspring.me/mariafro/q/50059982
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asked by blogdomello
Eleições ainda estão distantes, estou sempre alerta e acho que esta vai ser a mais baixa da história, não haverá limites para a porcomídia desesperada e para o vampiro e sua trupe. Sexismo será pouco, todo cuidado é pouco, acho que delegado Bruno, 'Lula estuprador', ficha falsa da Dilma e afins serão fichinhas perto da apelação que ainda está por vir... Infelizmente.
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Não, não rezei hoje, existe muitas formas de se aproximar do sagrado que não se reduzem às rezas.
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Para mim alguém que se define de esquerda deve ter como premissa básica o reconhecimento que a desigualdade social de gênero, étnico-racial é uma construção histórica, não é natural. Se você acha que a desigualdade não pode ser transformada vc pode ser tudo menos alguém de esquerda.
Nós não temos uma esquerda pura, Lula não é e nunca foi de esquerda, mas é um sujeito progressista e isso é um avanço na história do país e nesta linha, a esquerda brasileira tem sido pragmática quando apóia uma liderança mais progressista.
Há sim confusões morais e ideológicas, historicamente a esquerda tem se mostrado mais avançada socialmente, mas mesmo ela tem enormes dificuldades de reconhecer identidades específicas. Em relação à questão de gênero e étnico-racial muitas vezes a esquerda aqui e fora do Brasil como nos países africanos, por exemplo, reproduziu práticas machistas/sexistas como ignorou ou pouco fez em relação ao racismo.
No Brasil, parcela do movimento negro reproduz uma frase q se não estou equivoca quem proferiu primeiro foi a Sueli Carneiro: "Entre a esquerda e a direita eu sou preta. -
asked by Jefred
Tenho cerca de 2 mil seguidores, acho que não é muito. Tenho blog, talvez na minha área (didáticos seja conhecida).
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asked by Jefred
Não, sei, conhecida em relação a quê? Em que meios/espaços?
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Risos, na verdade eu digo na minha bio do twitter:
"Sou assertiva como diz o RV, siga-me por sua conta e risco."
Daí, dizer aqui no meu perfil do #formspring (considerando que quem me segue já sabe disso). -
asked by Jefred
É uma direta no estômago :o)
Ser assertivo/assertiva é emitir afirmações; asseverar, declarar algo, positivo ou negativo, assumindo a validade; ser declarativo/a, enfim, no português claro, é ser categórico/a, não ficar usando de blá-blá-blá cheio de eufemismos para não dizer coisa alguma. O mundo tá cheio de gente que fica num palavrório travestido de educação, mas sem respeito às diferenças. Quer um exemplo? Os grandes críticos do PNDH3 sequer leram o documento. -
Não, acho que em todo trabalho temos momentos muito bons de realização e em outros caímos na rotina.
Eu gosto de trabalho desafiadores nos quais eu possa dar contribuições, por enquanto tenho conseguido isso. -
Demorei a fazer, mas entrei e vi alguns interressantes, perguntas engraçadas, respostas divertidas, pensei que pode ser uma possibilidade das pessoas conhecerem melhor quem segue e por quem é seguida.
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Tempo nem sempre encontro, roubo de outras tarefas, incentivo encontramos na realidade, né? Crítica no sentido negativo do termo, precisamos transformá-la :o)
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asked by jpofiro
Difícil responder quem não nos admira.
Fico com as que admiro e quem me admira, ok?
A pessoa que mais admiro e que é referência em minha vida é minha mãe, já escrevi algumas crônicas sobre ela e porque a admiro tanto; a que mais me admira acho que é minha filhota (de quem eu também sou fã :o)
Como assim não quero admirar? -
Muito, muito difícil. Acho São Paulo uma cidade muito desigual e excludente, embora não consiga ficar alheia a isso e aí me envolvo em trocentas ações para ver se ela melhora.
Nosso grande problema é dezenas de administrações que não tiveram um mínimo de preocupação com os mais pobres, abandonam os bairros que mais precisam de políticas públicas. Com exceção honrosa para a gestão Erundina e c/menos impacto a administração de Marta.
E na atualidade está em estado de calamidade pública, algo que jamais vi vivendo desde 1983 em São Paulo. Se vc acompanha o meu blog deve ter visto inclusive alguns relatos que faço sobre o bairro em que resido.
Neste sentido, mesmo detestando o desgoverno em que vivemos, acho que amo São Paulo mais que a classe média que diz adorar a cidade e não se mobiliza pra que ela de fato seja uma cidade humanizada para todos que aqui vivem.
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Conceição Oliveira’s Bio
assertiva, vc já sabe disso.



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