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No dia da defesa da minha monografia, 14 de dezembro. Foi muito bom ter ouvido o que ouvi da minha banca e orientadora.
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Da família Bolsonaro para mim, com amor. Vem, gente. =)
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Não penso nada em específico. É uma orientação sexual tal qual a homo e a heterossexualidade. Em geral, ainda fonte de muitas ressalvas e desconfianças por parte de muitos heterossexuais e homossexuais. Credito isso ao nosso modelo "cognitivo" e cultural (forte no Ocidente) de entender as questões a partir de um prisma binário e dualista: homem ou mulher, bom ou mal, certo ou errado, bonito ou feito, criminoso ou inocente... As nuances causam problemas para este tipo de padrão de raciocínio: não é a toa que as travestis são o segmento da população LGBT mais discriminado.
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Já. Apenas "ficadas", sem sexo [felizmente].
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Um tanto quanto típica: não compreensão, não aceitação; depois, princípio de compreensão e, finalmente, aceitação. Com o tempo - e o interesse -, uma compreensão muito mais profunda e uma aceitação que se transformou em orgulho e alegria. =)
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Pessoalmente, acho que poucas vezes. Na internet, quase sempre. A sensação de distanciamento, anonimato e proteção que a internet propicia facilita isto. Chats e MSN são bons exemplos: conta-se, muitas vezes, detalhes sobre a vida sexual íntima sem muito pudor. Na vida real, alguns omitem seus gostos até mesmo casados. Interessante, não? =)
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A segunda opção sem dúvida. Dinheiro público não deve servir a interesses particulares.
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Sou semi-independente. Pretendo tornar-me totalmente independente em, no máximo, 2 anos, quando concluir meu Mestrado. Até aqui falo do ponto de vista financeiro. Noutros aspectos, creio-me independendo há algum tempo já.
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Recebi várias vezes uma mesma pergunta tua. =)
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Realista pendendo à otimista. Dependendo da área, mais realista do que otimista - na que mais me interessa, por exemplo (direitos LGBT), sou mais realista do que otimista. Em áreas como economia, reforma política, saúde, comunicação, penso que teremos avanços interessantes. Direitos humanos, infelizmente, é ainda uma área com menos peso e poder de manobra/negociação em relação a outros (veja-se a fragilidade dos acordos internacionais em relação aos direitos humanos e como os acordos econômicos são mais importantes do que DH). Abraço.
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Interessante questão. Diria-me que não tivesse perdido tanto tempo da adolescência com idealizações amorosas comuns à visão do amor romântico. Hoje vejo que tal concepção fez-me dedicar quase toda a adolescência a uma visão dos relacionamentos amorosos e sexuais com a qual não me identifico mais e que vejo ser, em boa parte dos casos, danosa. Ela atende muito mais às expectativas sociais construídas sobre relacionamentos do que aos desejos das pessoas. =)
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É, não precisa de comentários. No máximo, uma onomatopeia para a inteligência da interlocutora [1]: zzzZzzzzz.
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Não (feliz ou infelizmente).
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Acadêmica: certamente falta de conhecimento de base filosófica e sociológica. Pessoal: não sei, mas há (risos).
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Difícil, já que não somos um pedaço que se possa distinguir de outros pedaços-de-eu. Talvez ter o meu bom humor seja a parte mais legal de ser eu.
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Sim, muitas vezes. A verdade é que isso é normal. É a vida.
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No uso social e teórico do termo, não creio que os tenha. Entretanto, tenho dificuldades com cristãos muito ortodoxos.
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Luiz Henrique’s Bio
Em processo de alfabetização constante.

