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Uma mistura de High Hopes (Pink Floyd), Beautiful Boy (John Lennon) e Pale Blue Eyes (Velvet Underground). Mas na real, isso muda todos os dias.
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1) a arte merecedora desse nome é capaz de englobar e transcender a política, então arte >>> política.
2) olha, de padrão eu sou contra preconceitos, mas os gaúchos de modo geral (me refiro à "identidade" gaúcha) destilam preconceito em relação ao diferente. -
"falando bobagem e amenizando com um smiley"
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Não, não é. A questão é: a literatura é um campo dominado por homens. Pega qualquer relação de Livros-Mais-Importantes-de-Sei-Lá-Eu-Que-Época e tu vai ver principalmente homens. Por que?
Primeiramente porque, pressionadas a apenas casar e ter mil filhos e faxinar a casa e lavar cuecas, muito poucas mulheres puderam se concentrar em exercer a escrita. Depois porque durante muito tempo, e até hoje, atividades intelectuais só eram levadas a sério se exercidas por homens.
Dar um reconhecimento específico a "melhores escritorAs" serve para 1. reconhecer o esforço dessas mulheres que enfrentaram muito mais preconceitos para exercer o mesmo trabalho, 2. chamar a atenção para o fato de que mesmo hoje, se fôssemos listar escritores de ambos os sexos, apareceriam bem menos mulheres - e não por elas serem menos talentosas.
Eu poderia elaborar mais - BEM mais - a respeito disso, mas acho que o formspring não é adequado pra isso... -
adoro que a pessoa manda essas coisas anonimamente. gente, se tu vai seguir a simpatia, pelo menos assume o desespero, senão a mágica se sente rejeitadinha e volta!
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opa, agora eu também tenho um secret admirer de formspring? essa moda pega hein brasiu
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na verdade, sou a favor da legalização de todas as drogas, mas não tenho interesse em usar nenhuma (e preferia, sim, que as pessoas não fumassem...)
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segundo os meus colegas de trabalho, eu solto muitos "oh, fuck" enquanto edito o fronteiras do pensamento... risos
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quando eu era criança, o adjetivo mais ofensivo que a minha mãe podia usar pra mim era "preguiçosa" (ela usava outros bem piores, mas no contexto a carga ofensiva maior era a desse). cresci com ojeriza da palavra e prometi a mim mesma nunca chamar os meus filhos assim...
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imagens, sons e palavras, tanto do mundo da imaginação e da arte como do cotidiano. outra coisa que eu acho super inspirador, por algum motivo, é andar de ônibus.
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gente idiota em primeiro lugar, cansaço físico em segundo.
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segundo os meus colegas de trabalho, eu solto muitos "oh, fuck" enquanto edito o fronteiras do pensamento... risos
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noffa, isso parece ao mesmo tempo profundo e uma possibilidade praquelas piadas de "um ateu chega no paraíso". acho que gostaria que ele me desse um high-five e botasse um som delicinha pra gente dançar e se divertir.
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de qualquer um do miyazaki! mas se é pra escolher um, howl's moving castle.
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Luiza Monteiro’s Bio
i write summer songs for no reason

