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Não pego coisas híbridas. Ainda mais algo que cheire peixe.
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Gente, eu conheço isso. Eu evidentemente levaria a pessoa que amo, mesmo que isso seja egoísta. Mas eu sei que eu, pelo contrato social, eu deveria sair do carro e abrir, então, espaço para mais duas pessoas: a senhora e o médico. Não o faria, porém.
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Ultimamente tenho ouvido muito The Doors, Pink Floyd e descobri algumas músicas interessantes do Chico Buarque! Na verdade, redescobri-las.
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Creio que nesse momento minha maior prioridade é estar bem comigo mesmo e tentar reorganizar os meus pensamentos de modo que eu não surte com as minhas dúvidas e pré-suposições.
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Eu descobri que adoro a independência parcial dos meus pais. Mesmo que eles ainda me mandem dinheiro - ou seja, eu sou sustentado por eles - , eu não dependo totalmente, pois eu sou o responsável por mim mesmo aqui. Também descobri que gosto de me sentir num lugar desconhecido, numa 'terra estrangeira', num lugar onde as pessoas não me conhecem. E, não menos importante, descobri que aqui é bem mais legal do que Rio Claro.
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Sim, eu acredito que a vinda pra universidade e o contato com outras pessoas fez com que eu mudasse totalmente o meu comportamento e também a minha forma de pensar. Acho que eu aprendi a viver um liberalismo prático, que antes só existia na teoria. Vir pra universidade me fez perceber que a vida acontece de modo muito mais intenso do que eu imaginava...
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Considerando tudo o que aconteceu, eu acho que primeiramente passei por um momento de grande êxtase, no qual tudo o que aconteceu foi realmente interessante e válido. Por um tempo, nem mesmo o meu modo impulsivo de agir - modo este que me proporcionou bons momentos com pessoas de quem gosto muito - foi problema durante um tempo. Agora, no entanto, eu me sinto desanimado em relação ao fato de que sei que as coisas - antes boas - ficarão tensas e parcialmente destruídas. Sinto que andei por um caminho sem volta e que fiquei parado nele, sem nem poder voltar e nem conseguir ir pra frente. Eu imagino que o que está por vir seja tenso, penso que as coisas se modificarão de uma forma indesejável.
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Eu achei que o trote foi legal. Penso que não seja muito produtivo ter feito o pedágio, mas mesmo assim eu achei que foi legal tê-lo feito. Quanto às brincadeiras e a terem me pintado, acho que foi divertido também.
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Decerto não. Mulheres também praticam. Se não fazem, deveriam.
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Por causa da estética, talvez.
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É muito complexo para eu responder isso tudo!
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Já ouviu falar que fazem carnes de hambúrguer a partir de minhocas... acho que o processo é semelhante com os bebês. Provavelmente são recém-nascidos abandonados nos hospitais e estes, para levantar uma verbinha, vendem as crianças para experimentos científicos e comércio industrial.
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Os outros estão ajudando a outros-em-terceiro-grau. Formamos um círculo, eu acho.
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Talvez façam isso por bom senso. Temos também que considerar que suas necessidades talvez não sejam unicamente sólidas. Ou talvez nem mesmo sejam sólidas, logo apontar para a bunda seria incoerente.
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Porque as nossas perguntas implícitas são: "Onde você estava quando se deu conta de que o havia perdido?" e "Se lembra dos lugares em que esteve com ele?".
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Acredito que é porque é sempre mais simpels acreditar naquilo que não está ao nosso alcance. Assim, o incrível soa crível. E isso se aplica as histórias: o melhor meio de tornar uma história falsa verdadeira é dando proporções imensas!
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Luís. 18 anos. Touro. 07/05. Subjetividade demais. Subjetividade demais. Ver filmes. Filmes e livros. Eu mesmo. I Don't Want to Miss a Thing. Despedida em Las Vegas. Reciprocidade. Eu mesmo. Não me lembro. Colocar as canetas com as pontas viradas para o lado contrário ao que o zíper do estojo abre. TV. Você. Renan.
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Sabe... isso nunca me passou pela cabeça. Mas agora eu tenho certeza de que vou fazer isso um dia!
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Não tenho essa vontade, não...
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Pergunta muito curiosa essa!
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