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No blogger, entre em "Configurações" -> "Publicação".
Clique em "Domínio personalizado" e você poderá até mesmo comprar o nome de domínio pelo site.
Para colocar anúncios, você pode usar gadgets na aba "Design" ou criar uma conta no Google AdSense (na aba "Gerar Receita"). -
Olá Danilo.
Acredito que as empresas investirão em processos de comercialização mais sociais. Nada muito diferente do que a Amazon já faz há tempos: aplicar Business Intelligence para direcionar o consumidor para as melhores compras, só que cada vez mais levando em consideração as conexões que esta pessoa tem.
Adicionando um pouco de teoria de análise de redes sociais neste processo, pode-se determinar quem são os maiores influenciadores do indivíduo que está comprando, e isso pode ter um impacto positivo nas vendas se o trabalho for bem feito.
O Facebook tem um patrimônio considerável nas mãos: o conhecimento deste "socialgraph", portanto pode se tornar um player importante neste setor.
Um erro que deve acontecer, principalmente no início, é que empresas vão chamar de F-Commerce o simples fato de migrar sua lojinha para o Facebook. Esta estratégia pode não apresentar grandes resultados, porque o fato da loja estar "hospedada" no Facebook não muda praticamente nada. O que fará a diferença será o estudo do perfil de consumo do usuário e o cruzamento desta inteligência com a rede daquela pessoa. Isto é bem mais complexo, mas como costuma dizer minha esposa: "não tem boi gordo que pese pouco". -
Bem, a polêmica envolve a Ford, então não sou a melhor pessoa para fazer uma análise isenta.
Além disso, é uma propaganda bem "broadcast" e apelativa em diversos sentidos.
Tudo o que posso dizer é que não é com base em propagandas assim que eu, pessoalmente, faço minhas escolhas. -
Puxa! Muito obrigado pelas gentis palavras!
Estou preparando um post sobre o que conversamos no #smwsp... e que a discussão continue! ;)
Grande abraço! -
Olá Thiago,
Antes de mais nada, peço desculpas pela demora. O aviso do Formspring foi pro antispam e só vi sua pergunta agora. Desculpe.
Não tenho uma mídia social "preferida". Cada uma cumpre um papel, e você tem que definir o que você espera na sua atuação nas Redes e utilizar as ferramentas que auxiliem a atingir seus objetivos.
Contatos profissionais costumam acontecer via Linkedin, portanto é interessante ter uma postura mais profissional nesse ambiente. Uma coisa que NÃO faço é integrar Twitter com Linkedin.
O Twitter é algo muito mais volátil, mais informal, onde nem sempre você tem laços fortes com as pessoas que te seguem. Isso permite que você se exprima (no Twitter) de forma mais natural e espontânea. Ter essas manifestações replicadas no Linkedin pode não ser interessante.
Já o Facebook é uma mistura. Até o MSN eu substituí pelo FB (uso as mensagens/chat). É uma plataforma "multifunção" - dá para colocar comentários mais "bem-humorados" mas também dá para encontrar parceiros de negócios.
Comecei há pouco a usar o Foursquare, como experiência. Quero descobrir quantos dias vão passar até alguém me encontrar fisicamente por conta dele. Até lá, é pura experiência.
Não sei se consegui responder tudo o que vc queria, mas se quiser manter contato, agora vc sabe onde me achar para continuar a discussão, né? Rsrsrs. -
Pessoalmente, entendo pouco. Mas fiquei extremamente feliz em ver, na feira de ciências da escola de meu filho, um projeto fantástico de reciclagem de lixo e geração de energia durante o processo. Além de ser um projeto em vias de adoção, fiquei feliz com o conhecimento demonstrado pelo jovem que fez a apresentação. Que bom saber que esta geração saberá responder esta pergunta com muito mais propriedade!!!
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Gostei da pergunta!
Twitter: No começo (criação do perfil), tem que pesquisar um pouco, mas o critério será sempre o conteúdo que a pessoa gera (ou mesmo retuíta). Jamais sigo alguém sem antes ler seu timeline público, e se tiver bom conteúdo, sigo. Uma boa razão para NÃO SEGUIR é se a pessoa envia uma tonelada de tweets. Aí, mesmo que o conteúdo seja bom, vai poluir a minha timeline. Se for bom mesmo, o contato terá um blog que poderei consultar de tempos em tempos.
Depois de seguir pessoas interessantes, é normal ver RT's tão interessantes quanto. Aí o processo de "garimpo" é o mesmo: checar a timeline, o conteúdo e o volume de tweets.
Facebook: Se conheço a pessoa pessoalmente (e tenho alguma relação positiva), adiciono. Se não conheço mas se apresentou de forma válida, adiciono. Se não conheço e não se apresentou, vejo os dados do perfil e analiso se tem afinidade de interesses, aí adiciono. Se não conheço, não se apresentou e não tem um perfil preenchido de forma a saber quem é, não dá para adicionar, né?
Linkedin: Nesse eu sou mais "chato". Só adiciono se tenho contato profissional mesmo.
Windows Live: Não uso mais.
Em todos os casos, acho um grande erro adicionar por adicionar ou usar o modelo "siga-que-eu-sigo". Isso só banaliza as conexões e dificulta o estabelecimento de relações válidas nas Redes Sociais. Se você quer fazer mais "pontos" que o amigo, é melhor um esporte com placar ou mesmo um videogame. Socialmedia não é competição. Muito pelo contrário. Essa palavra não cabe aqui, onde o lema é colaboração. Ah, e não venham com o termo co-opetição! Prá mim, isso é uma grande falácia! -
Com certeza, bloquear o acesso às Mídias Sociais por conta de uma pessoa que cometeu abusos não seria uma atitude produtiva.
O problema que vc expõe parece estar ligado ao indivíduo e não à liberdade que lhe foi dada. Se ele não tivesse acesso às Redes Sociais, estaria "matando o tempo" e deixando de entregar o básico por outras razões: idas ao café, conversas no corredor, desculpas mil.
Se o funcionário não está motivado, o problema não são as Mídias Sociais. É um problema que surgiu no RH - ou uma má contratação ou uma política de gestão de pessoas que não motiva o funcionário.
Tirar a liberdade daqueles que a merecem só vai gerar mais funcionários desmotivados. -
Olá,
Um ótimo lugar para aprender sobre redes sociais... são as próprias redes sociais! ;)
Nada como a experimentação num ambiente que é interativo por natureza.
Isso não significa que tudo seja aprendido na base de tentativa e erro. Há muita literatura sobre o assunto, e para compartilhar minhas experiências, eu procuro manter atualizada minha página no goodreads:
http://goodreads.com/lucianopalma -
Na minha "vida pregressa" eu falava bastante de virtualização...
Tem alguns posts que talvez ajudem em: http://blogs.technet.com/b/lpalma/archive/2008/01/10/o-passo-a-passo-da-virtualiza_e700e300_o.aspx
Não deixe de conferir o material da VMWare: http://www.vmware.com/br/virtualization/what-is-virtualization.html
Um abraço! -
Obrigado Gil!
É muito bacana trocarmos idéias através das Redes! Através desse aprendizado conjunto, podemos esclarecer para nós mesmos como queremos interagir com o mundo, e quais marcas queremos nele deixar. -
Um livro que ajuda a entender esse movimento: "A hora da geração digital", do Don Tapscott. Excelente!
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Fico contente se a resposta te ajudou!
Falando no tema, recomendo dois vídeos:
O original, em inglês: http://www.youtube.com/watch?v=u4ZoJKF_VuA
Uma "versão tupiniquim", bem mais simples e modesta (feita por mim): http://www.youtube.com/watch?v=6qJdzWeDPGE -
Olá Gil,
O desafio do primeiro emprego sempre deixa quem está saindo da academia para o mercado um pouco confuso, talvez até inseguro.
Um ótimo começo é parar para conversar com você mesmo. Sim, você leu certo. Converse com você mesmo, e reflita que carreira você realmente quer seguir e como você imagina que pode fazer isso. Faça seus planos, por mais que possam parecer ambiciosos ou até impossíveis. Sem um plano, você pode se deixar levar pela primeira oportunidade e viver o sonho de outras pessoas - e não os seus.
Com esse plano claro, mapeie as empresas que permitam que você o realize. Não olhe somente o tamanho, a fama ou os benefícios. Avalie os valores da empresa. Converse com quem trabalha lá, e também com quem saiu de lá (estes últimos te passarão informações preciosas).
Como fazer isso tudo? Pois bem, a coisa mais legal é que você pode começar a trabalhar COM redes sociais ATRAVÉS das redes sociais. Você pode procurar funcionários de empresas no Linkedin, encontrá-los no Facebook, enviar-lhes mensagens no Twitter... e quem sabe até conversar com eles fisicamente por uma cantada de bola do Foursquare - comece usando as ferramentas de Redes a seu favor! É uma ótima maneira de demonstrar domínio e atualização, e te deixará um passo adiante dos concorrentes! ;)
Independente da área, ter levado os estudos a sério conta muito, então deixe isso claro numa entrevista.
Se você já sabe porque está fazendo aquela entrevista (ou seja, se ela faz parte do plano que você fez antes), um bom entrevistado saberá ver o brilho em seus olhos.
E se isto não acontecer? Bem, se quem te entrevistou não viu isso, ou se não deu valor para isso, provavelmente aquele não era o lugar que faria teu olho continuar brilhando...
E claro, já que não faz mal a ninguém... boa sorte! ;) -
Obrigado, Suzie! Fico muito contente! ;)
Os slides estão disponíveis no Prezi: http://prezi.com/oshhvhxabrte/midias-sociais-estrategia-e-monitoracao-espm-luciano-palma -
O programa é o PREZI (http://prezi.com). Muito simples de usar, com um resultado bastante interessante.
Aliás, a apresentação está aqui: http://prezi.com/ubd6rb2uik9z/zen-talk-redes-sociais/ -
Olá Cláudia. Sem dúvida; há inúmeras publicações. Um bom começo é o livro Groundswell, da Charlene Li (traduzido como "Fenomenos Sociais Nos Negocios"). Socialnomics também é bom. Estou lendo "Social Media at Work" e é ótimo. Até o fim do ano pretendo ter uma publicação minha. Por enquanto, vou compartilhando através do blog (http://lpalma.com)
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Uso o Chrome nas tarefas corriqueiras e Firefox para manter um conjunto de "tabs" abertas para posterior leitura.
Razão do Chrome: agilidade. Firefox: extensões e possibilidade de manter muitas tabs abertas sem deixar a máquina lenta. -
Geograficamente? Sou apaixonado pela cidade de Londres. Tive o privilégio de viver na Inglaterra e admiro muito aquele país por uma coisa simples mas muito importante: o enorme respeito pelas pessoas.
No entanto, as pessoas que te rodeiam é que fazem o lugar ser o melhor para você. Este é o lugar que você deve procurar estar. Em todos os sentidos. -
Olá @ninab,
É difícil até mesmo encontrar profissionais que exerçam esta atividade no Brasil (ainda mais com esse nome muitas vezes mal interpretado).
Já perdi a conta de quantas vezes tive que explicar o papel de um evangelista (falando de empresas), mas espero que esta função se torne cada vez mais popular.
Os cursos de aperfeiçoamento nessa área estão muitas vezes relacionados à gestão de "influenciadores", e dois livros legais são "Trust Agents" e "Influencer".
Se quiser entrar em contato para continuar a discussão, no meu blog (http://lpalma.com) tem um link: "Conheça e entre em contato". Será um prazer!
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Luciano Palma’s Bio
Engenheiro, Palestrante e Consultor de Redes Sociais e Novas Mídias.
Viveu 4 anos na Inglaterra e Itália.
Curte Fotografia e estuda Redes com grande entusiasmo!





