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Livros, são quase infindáveis... e autores, vou listar alguns: Richards Dawkins, Carl Sagan, Daniel Dennett, Herbet de Souza, Roberto Campus, Gilberto Freyre, Olavo de Carvalho, Milton Santos, Josué de Castro, Caio Prado Júnior, Jacob Gorender, Roberto Pompeu de Toledo, Stefhens Kanits, Gilberto Felisberto Vasconcelos, Frei Betto, Marilene Felinto, (alguns nomes podem conter erros)... etc.
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A minha opinião, professor, é a de que o 11 de setembro foi um evento representativo do "choque" de civilizações que ocorre entre a civilização ocidental e a islâmica.
Um evento que deve servir como indicativo de que a humanidade deve ser educada no sentido de que possa substituir a religião como ethos universal, por uma ética onde o humano seja reconhecido como valor supremo, e onde o divino seja relegado a categoria de "bens" culturais. -
Acho utópico professor, acho que damos importância demais a diferenciação, gostamos de ser diferentes e de tirar vantagens pessoais, das coisas e dos outros. Acho que o poder será sempre um mal necessário.
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Olha, seria melhor com identificação.... a gente poderia perguntar também.
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Não, estou no trabalho e queria está dormindo em casa.
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Tava sem fazer nada aí pensei, ah... estou parado mesmo... que mal faz?
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Heheheh tá todo mundo fazendo pergunta a todo mundo. De minha parte foi mal aí galera.
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Perdoe-me Amanda, mas eu ainda não sei usar esse negócio direito, daí a minha ignorancia sobre os smiles. HEHEHEHE.
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Logocentrismo é uma denominação, geralmente caracterizada de forma pejorativa por uma corrente cultural chamada de desconstrucionismo, que significa a tradição ocidental de dar uma ênfase à razão e a crença na verdade como modelo de pensamento, utilizando-se sempre de teoria baseada no logos como a forma adequada de interpretação da realidade. Daí, logocentrismo.
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Resposta de Ernesto:
Quando se diz que algo "é" está se dando alguma característica que lhe seja essencial, isto é, sem a qual ele deixa de ser aquilo que é. Nem tudo é bem caracterizado, de forma que se possa dizer o que é. Por exemplo, consideremos a mente. Ela não é material e, de certa forma, nem deixa de ser. Não é material porque um cérebro recém morto preserva toda a sua estrutura intacta, mas a mente já não está nele. Não deixa de ser material porque sem o substrato material não existe mente. O que é ela, então? Eu diria que é uma "ocorrência" advinda da estrutura e do funcionamento do cérebro. Mas não é uma entidade substancial, isto é, algo que seja composto por um certo conteúdo de que seja feito. Nem mesmo espírito, já que isto não existe. A mente está numa espécie de limbo ontológico, desde que já não se considera que exista alma e que as concepções puramente materialistas não dão conta de explicar a totalidade dos fenômenos psíquicos.
Outro conceito nebuloso é o de "vida". A vida não é simplesmente um fenômeno químico, uma vez que ainda não se conseguiu produzir vida biológica sem que se parta de um sistema que já seja vivo. Por outro lado também não é um fenômeno espiritual, uma vez que não se consegue detectar nada desse tipo em nenhum experimento controlado. Toda vida existente hoje proveio de outra vida pré-existente. Mas houve uma primeira vida, que proveio de um sistema que não era vivo. A ignição da vida a partir da não vida ainda não é explicada. O apelo para a interveniência divina é um atalho simplista demais. Mesmo que seja verdadeiro, há que se investigar como poderia ter se dado. Além disso, seria possível que um artefato pudesse ser construído e dotado de "vida", mesmo não biológica? O que seria então "vida"? Um virus é um ser vivo, mesmo quando em estado cristalizado latente? E um príon? Uma molécula de DNA é viva? A vida é e não é quase tudo o que se diz que ela é.
Consideremos outra questão. O que é o Universo? Se dissermos que é o conjunto de tudo o que existe, existiu e existirá e se considerarmos que Deus é algo que existe, Deus faz parte do Universo. Mas se ele for o criador do Universo teria que existir antes que o Universo existisse. A não ser que o Universo sempre tenha existido. Então Deus não seria o seu criador. Poderia ser ele mesmo. Estas considerações dão suporte ao Panteísmo e ao Panenteísmo. Os conceitos de Deus e de Universo são problemáticos. Que atributos são essenciais a Deus? Teria ele, caso existisse, algum atributo não essencial? A bondade certamente que não é, pois é incompatível com a onipotência e quer me parecer que a onipotência é essencial para Deus.
Ainda para pensar: O homem é um animal racional. É mesmo? -
Cara, pensava até que era um blog até normalzinho hehehhe, quando as idéias, sempre gostei muito de astronômia, biologia etc e tal. Obrigado.
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