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Fácil demais. Sou muito risonha.
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Depois de algum tempo, a gente aprende que sempre perdoar pode ser prejudicial: a si e ao outro. O outro retorna insistentemente ao erro, sabendo ser constantemente perdoado. E nós o "rebaixamos" no plano das boas expectativas.
O importante não é seguir a "lógica do perdão", mas respeitar as limitações do outro e as suas. -
O livro.
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Sim, sou bissexual.
Não apenas gosto de beijar mulheres como sinto tesão por mulheres - e considero natural. Não vejo motivo algum para esconder isso. -
De forma alguma. Sou defensora da liberdade religiosa.
Apenas defendo que a religião não explore, não humilhe, não escravize. -
Idade é um aspecto secundário. O que me cativa são as ações, o pensar, o modus vivendi do indivíduo.
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Claro que sim. Não tenho medo nem vergonha do meu corpo.
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Entendo, e confesso que ter um vlog não é má idéia. No entanto, eu precisaria de tempo para me dedicar. E as duas graduações, a Sociedade Racionalista, minhas leituras, enfim... Não sobra muito tempo, infelizmente.
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Não acredito em bênçãos.
E acredito que todos nós ignoramos alguma coisa. Como disse Paulo Freire: "Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Por isso aprendemos sempre." -
Sim.
Pela transformação que fizeram no rock, em especial a fuga dos temas românticos. -
Os Buendía, de "Cem anos de Solidão". Traduzem perfeitamente os anseios, os medos, as tragédias, os encantos e as surpresas humanas.
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As duas coisas. Como diria Beauvoir: “Eu existo, fora de mim e por toda parte do mundo; não há uma polegada sequer de meu caminho que não se insinue num caminho alheio.”
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O olhar sobre os socialmente "excluídos" da época em que se está inserido.
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Sim. Eu ainda estava no Ensino Médio quando uma colega e amiga, a Silvana, faleceu. Nunca superei muito bem, ainda penso nela com frequência e tenho a sensação de que está viva, morando longe.
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Sim. Ele foi meu primeiro namorado, meu primeiro beijo, minha primeira transa.
Quase impossível esquecer. -
Crente ou teísta?
Nunca namorei um ateu ou uma atéia. Foram todos teístas. -
"Na boa", ateísmo não é sinal de superioridade intelectual. Religiosidade também não o é.
Qualquer pré-adolescente revoltado com os pais se torna ateu, como qualquer adolescente revoltado com os pais se torna religioso. É uma escolha intransferível.
E não mede maior ou menor grau de inteligência, moral ou integridade.
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Lisiane Pohlmann’s Bio
Lisiane, Lise ou Lis. Mochileira das galáxias. Duplamente acadêmica (Administração/Serviço Social). Atéia. Colorada. Cinéfila. Leitora compulsiva. Um paradoxo vivo, obrigada.







