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Fico na minha área. Tem tudo por aqui (principalmente a Lagoa, que eu amo).
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Gostar eu gosto. Mas faço muito menos do que deveria.
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Quase nunca vou pra noitadas e como não bebo ácool geralmente pago só a entrada ou a consumação mínima.
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Sair de casa, muito. Sair no sentido de "farra", nunca.
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Vejo filmes, saio pra almoçar fora, fico sem fazer nada. Sempre acompanhada do maridón. ;)
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Cinema. Gosto de banquete visual que só ele tem.
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Aumentaria o meu. Acervo em Casa. :)
Ah, também abiria uma produtora de efeitos especiais de cinema e televisão. -
Deus... homem de barba branca? Nem pensar.
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Vc acha que anão não é gente? :|
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Acho que nada de novo. Mas Ben Folds sempre. ;)
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Sabe que esse ano acho que só um. Que vergonha... :(
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Uia. Acho que é a do Segredo de Maria (Que Jesus seria filho do próprio avô, por isso todo mundo acreditou quando a família afirmou que Maria estava grávida sendo virgem). Polêmica, mas ótima.
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Não é bem um julgamento, é uma cobrança: quando é que vcs vão ter filhos? Aí eu digo que não sei se queremos ter e arregalam os olhos, naquele ar "mas-como-isso-é-possível?!?".
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Fazer uma viagem internacional. Tomara que eu consiga. :)
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Acho que não. Sou meio aversa à multidões.
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Pensando agora, acho que tem duas formas de viver intensamente. Uma delas é um viver inconsequente, impulsivo, quando se faz o que vem na cabeça sem medo de consequências nem julgamentos. A outra é um viver alegre, disponível, quando se aproveita os momentos e oportunidades que a vida dá sem medo de quebrar a cara mas sem irresponsabilidade.
Digo isso porque consigo imaginar jovens malucões vivendo intensamente mas também velhinhos felizes.
Talvez viver intensamente seja só aproveitar a vida sem tanto medo de sentir. -
Nada mais justo. Não se pode negar direitos civis a nenhum cidadão.
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Elisa Colepicolo’s Bio
cabeça nas nuvens + pés no chão


