You say "goodbye", and I say "hello".
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Em toda a minha vida eu só joguei RPG interpretativo. É aquele tipo de RPG que ninguém conhece e que não adianta eu perder tempo explicando como ele é porque a pessoa vai dizer algo como "ah, é tipo o RPG x" quando é totalmente diferente de qualquer outro RPG.
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Eu não acho. Pelo menos na primeira e segunda declinação é bem fácil, eu até decorei. Da terceira até a quinta declinação é um tantinho mais complicado, mas não é nada impossível.
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Mas é claro que eu dou dicas sobre agendas. E desculpa por eu só responder isso hoje, depois de quase um mês com essa pergunta aqui, mas vocês sabem... Fim de semestre é uma coisa foda.
Bem, sobre agendas: isso varia muito da pessoa, dos tipos de compromisso que ela tem, do comprometimento em todos os dias ver a agenda, de onde ela vai carregar a agenda, entre outras coisas.
Eu, por exemplo, tenho muitos compromissos porque o meu trabalho demanda isso: duas reuniões todas as semanas (no mínimo), reuniões gerais todo começo e fim de semestre, palestras e oficinas dadas por nós. Esses compromissos são frequentes e, acima de tudo, importantíssimos - principalmente porque fazem parte do meu trabalho. E, fora isso, tenho as coisas da faculdade que, bloody hell, não são poucas. Trabalhos, provas, fichamentos, seminários, eventos. Isso sem contar lembretes do tipo "pegar o material de Cultura Latina com a Bia para tirar cópia!" (eu deveria ter anotado isso e esqueci...), ou então aniversário do fulano, feriados, "dia de amor" (que são esses dias que eu não faço absolutamente nada a não ser ficar com o namorado) etc.
E sobre o espaço físico da agenda, eu gosto das agendas grandes. Grandes e com linhas e sem frescuras. E quando a pessoa usa bolsas grandes como eu, o tamanho da agenda em si não importa tanto. Tem gente que prefere agendas pequenas porque ocupa menos espaço, mas isso varia de pessoa para pessoa. Para o ano que vem, eu queria muito essa, ó: http://www.m2you.com.br/agenda-notebook-diaria-capa-dura-vermelha-large.html#, mas tá meio fora da minha situação financeira (pobre demais pra pagar 130 reais em uma agenda).
Aceito de presente de Natal, gente. -
Não costumo acompanhar blogs, na verdade, anôni. É muito difícil encontrar gente que escreva bem de verdade e fuja do clichês da internet em blogs, então, por isso, não acompanho nenhum. Prefiro os livros.
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Piercings eu não sei, no máximo um no tragus (mas como deve atrapalhar a usar fones, talvez eu não coloque). Ando até pensando em tirar o piercing do septo, não sei, depois de quatro anos... Acho que enjoei. Ando até deixando ele pra fora do nariz poucas vezes. Os alargadores eu tirei há alguns meses e não sinto falta nenhuma. Dava um super trabalho pra limpar e eu fazia isso em todo banho. E sobre tatuagens, talvez eu faça mais alguma sim, mas só se surgir a melhor ideia de mundo de novo.
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Depende do tipo de organização que estamos falando, anôni. Sou extremamente organizada com as minhas coisas da faculdade, por exemplo, ou com os arquivos e pastas no meu computador. O meu quarto às vezes parece meio desorganizado, mas garanto que cada coisa tem o seu lugar e eu sempre sei onde encontrar tudo – e eu nunca me sinto à vontade no meu quarto quando ele não está organizado novamente. Sobre ter sido adquirido aos poucos ou não, bem, eu não sei. Lembro-me de sempre organizar muito bem os meus brinquedos, os meus livros e ser perfeccionista até com o alinhamento da minha franja. Até no ballet isso refletia quando eu fazia os coques no cabelo. Nunca parei para reparar no quão organizada eu sou, mas sendo bem honesta, gosto bastante de ter controle sobre as minhas coisas.
Não sei exatamente quais conselhos dar, porque não sei exatamente onde você é desorganizado, anôni. O meu namorado, por exemplo, é desorganizado com as pastas do computador dele... A área de trabalho fica tão cheia que não cabe mais nada. Enquanto eu organizo as minhas pastas da melhor forma: por ordem alfabética. A pasta de vídeos, por exemplo, e dividida em filmes e séries; a pasta de filmes é dividida em filmes vistos e filmes que tenho que ver; a pasta de filmes vistos está dividida ou por diretor ou por gênero. E assim vai. Os meus livros não estão organizados atualmente por falta de espaço, mas quando todos cabiam no meu armário de livros, eram organizados pela ordem alfabética do nome dos autores. No meu armário do banheiro (que é dividido em compartimentos) também tem organização de monte: um lugar para as coisas de higiene bucal (pasta de dente, fio dental, antisséptico etc.), outro lugar para os cremes, outro para coisas do cabelo (óleo reparador, grampos, presilhas, escovas, pentes etc.) outro lugar para batom e rímel, outro para maquiagem para a pele, outro para demaquilantes.
Mas tem uma dica que eu daria para todas as pessoas: siga essa tag no tumblr http://www.tumblr.com/tagged/planner e TENHA UMA AGENDA. Agendas são perfeitas pra ajudar na nossa organização. E se alguém quiser dicas sobre agendas, eu posso dar. <3 -
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Ando lendo tirinhas de Peanuts, livros de crônicas e contos, livros infantis da Clarice Lispector para preparar as minhas aulas, livros de Linguística e Teoria Literária e A Rainha dos Condenados da Anne Rice por lazer próprio. Faz algum tempo que não compro livros, na verdade, anôni. Mas ando roubando bastante, sabe? E o meu namorado sempre que vem me ver deixa algum livro comigo (e eu deixo algum meu com ele).
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Não tenho nenhuma música preferida do Cícero, não, anôni. Gosto do Canções de Apartamento por inteiro. Mas tenho todo um carinho especial por Ensaio Sobre Ela e Açúcar ou Adoçante. Me lembram coisas boas, como o começo do meu namoro com o Athos, por exemplo.
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Meu namorado está no oitavo período de Engenharia Eletrônica, anôni. :) Bem diferente da minha área, sim, mas ele se daria tão bem fazendo Letras quanto eu. Admiro essa coisa nele, sabe? Ele ser muito bom em áreas completamente diferentes.
Temos planos de morar juntos, sim. Quando a gente tem certeza das coisas, os planos moldam-se naturalmente. Se tudo der certo, no fim do ano que vem (quando ele se formar), ele vem morar em Taubaté e eu pretendo morar com ele. Claro que dependemos de certas coisas para que isso aconteça: ele arrumar um emprego bom por aqui (o que não vai ser difícil, já que sobra emprego na área dele aqui pela região), eu arrumar um emprego melhor que dê para pagar a mensalidade da faculdade sozinha (já que meus pais que pagam), entre outras coisas. E quando tudo se ajeitar, casamos. -
Comentei sobre o motivo de não estar mais postando no blog há pouco tempo atrás numa postagem no meu Facebook, anôni (http://www.facebook.com/andressafmoreira/posts/423562871012453), e sinto esse pesar bem grande em dizer: não ando escrevendo. Infelizmente. Tenho muitas ideias legais na cabeça, ando com uma vontade tão grande de escrever... Mas não tenho tempo. É difícil. Meu curso exige muito de mim, e o meu trabalho também.
Sobre o fato da minha forma de escrita ter mudado depois do curso de Letras, bem, eu não duvido que isso tenha acontecido Como não ando escrevendo frequentemente, não posso afirmar com toda a certeza do mundo, mas eu acho que depois de dois semestres, muitas coisas podem ter mudado. Vejo isso quando escrevo meus trabalhos para a faculdade, por exemplo, ou quando corrijo redações dos meus alunos, ou até quando preciso fazer análises de poemas e textos. Frequentemente, enquanto escrevo os meus trabalhos, me pego corrigindo coisas que só descobri depois da faculdade. -
Poesia não se escreve. Poesia é algo IMATERIAL. Poemas se escrevem: textos com versos, estrofes, rimas, sílabas poéticas. Poesia, não. Desmistifique isso. "Ai, escrevo poesia." Não, ninguém escreve poesia. NINGUÉM.
Sobre não ter métrica e nem rima não torna o que você escreve algo que não seja um poema. Poemas modernistas, por exemplo, não possuem métrica e rima, e não deixam de ser poemas. Olavo Bilac até criou um tal Tratado de Versificação com um cara que eu esqueci o nome, de tão chato que era com essa coisa de métrica. Olavo Bilac era um chato, ficava falando coisas como "se não tem métrica e rima não pode ser um poema", mas então, na França, coroaram o “príncipe dos poetas” um tal de Paul Éluard, que escrevia em versos livres. Coisa linda, né? Depois disso, os modernistas ficaram felizes e começaram a escrever em verso livre e com ou sem rimas.
E sobre a editora: você pode tentar, mas muito dificilmente vai conseguir. Um amigo meu conseguiu publicar o livro dele porque o meu professor de Teoria Literária e Literatura Portuguesa (que também é um crítico literário e crítico de cinema) arrumou uma editora, e o mesmo aconteceu na publicação do meu livro. Você só publica se alguém te ajudar a publicar, e a editora não vai fazer isso porque a editora quer retorno financeiro. Tenho um outro amigo que já tem vários livros publicados, mas ele é contratado de uma determinada editora, então dão uma espécie de "roteiro" para ele desenvolver a história e pronto. O problema é que livros não vendem, então só publicam coisas genéricas do tipo "garantia de sucesso" (que é o que acontece com esse meu amigo).
Desculpa se eu destruí seus sonhos ou algo parecido, mas como futura crítica literária eu não vou encher linguiça falando "ai, vai em frente que você consegue" porque EU SEI que as coisas não são assim. Não tô falando pra você desistir, isso nunca, mas eu sei o quanto é praticamente impossível uma editora aceitar publicar alguma coisa de alguém sem nenhuma indicação profissional. -
Êêê! Muitos anos de coisinhas pra gente, amor. Hihi.
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Ah, que amor! Muito obrigada, anôni. <3
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Um dos meus melhores amigos faz Biologia e faz parte do projeto PIBID. Ele dá aula (no ensino médio) sobre educação sexual e diz que é super engraçado. O bom da Biologia é que, além de ser professora, você tem uma grande variedade de escolhas. Botânica, biologia marinha, zoologia, enfim... Acho que, no caso de quem faz Biologia, só vira professor mesmo quem quer ou quem não teve escolha.
Agora, sobre a timidez... Ora, eu também sou tímida. Mas a minha timidez não é maior que a minha vontade de ensinar. -
Sim, eu sou professora. Não sou professora concursada e não tenho uma turma física, como os professores "normais", até porque isso seria impossível já que ainda sou graduanda e o máximo que posso fazer são estágios. Faço parte de um projeto do governo que tem na maioria das universidades (mas apenas nos cursos de licenciatura, claro) que serve de "incentivo à docência", o PIBID. O projeto ainda não é super conhecido porque começou ano passado, e eu entrei em março desse ano. Dou aulas algumas vezes na semana e faço projetos (no meu caso, que faço Letras) que incentivem a leitura e ajudem os alunos na interpretação de texto. Claro que não faço isso sozinha: tenho mais quatro colegas, uma orientadora na escola e uma coordenadora do projeto. Quando vou para a sala de aula, mais um ou dois colegas vão comigo, mas o objetivo é eu entrar na sala de aula sozinha e sentir o que é ser professora. O PIBID é voltado apenas para as escolas públicas, claro, já que é um projeto do governo. Dou aula numa escola pública aqui em Taubaté mesmo, e não muito longe da minha casa.
Sim, o que a sua professora falou é verdade. Na minha turma, por exemplo, não tem mais que 25 alunos (e eu sei que há dez anos atrás, uma turma de Letras na minha universidade tinha cerca de 80 alunos). Ninguém mais quer Letras, porque quem faz Letras vira professor e ser professor é ser pobre, desvalorizado etc. Mentira. Vai chegar o dia em que o professor vai ser muito mais valorizado justamente pela falta de professores qualificados e aí eu quero ver quem vai falar que o professor é desvalorizado.
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Andressa M.’s Bio
Taubaté, SP.
Às vezes meu eu-lírico responde por mim.
Eis minha meta de vida: marcar o mundo.
Pode me chamar de Andy.




