-
-
Pava, vc diz que o sexo antes do casamento é uma coisa que deve ser decidida entre o casal. Namoro há 1 ano, ele quer, eu quero, mas rola aquela culpa prévia de "oh estou pecando", MESMO eu sabendo que essa culpa não tem razão de existir. Help me? :(
leia de novo a sua pergunta pq parece que já veio c/ resposta. =)
-
Você já teve, alguma vez, algum pressentimento que nada é real? Que a vida é só uma eterna ilusão?
Eterna não é, porque a vida,pelo menos aqui, possui um fim. O autor de eclesiastes dizia: vaidade das vaidades, tudo é vaidade, Jó dizia que "nossos dias sobre a terra passam como a sombra", o rei Davi salmodia: "O homem é semelhante ao sopro da brisa, seus dias são como a sombra que passa." Sentimento similar a sua pergunta...
Não me parece uma falsa hipótese afirmar que graças à sua finitude esse mundo é apenas uma passagem... ou melhor dizendo, aos olhos do cristão, uma período probatório e que após isso, a verdadeira vida, essa eterna, começará. Mas isso nada torna o que fazemos aqui inútil, nossos atos em território inimigo refletirão no julgamento e portanto, na nossa vida na eternidade.
Um amigo comenta que o peixe não se sente desajustado na água, mas o homem se sente desajustado no mundo em que vive... essa intuição revela que o homem foi criado não para viver nesse mundo, mas em um melhor. Ele tirou isso de Lewis:
“My argument against God was that the universe seemed so cruel and unjust. But how had I got this idea of just and unjust? A man does not call a line crooked unless he has some idea of a straight line. What was I comparing this universe with when I called it unjust? If the whole show was bad and senseless from A to Z, so to speak, why did I, who was supposed to be part of the show, find myself in such violent reaction against it? A man feels wet when he falls into water, because man is not a water animal: a fish would not feel wet. Of course, I could have given up my idea of justice by saying that it was nothing but a private idea of my own. But if I did that, then my argument against God collapsed too–for the argument depended on saying that the world was really unjust, not simply that it did not happen to please my private fancies. Thus in the very act of trying to prove that God did not exist–in other words, that the whole of reality was senseless–I found I was forced to assume that one part of reality–namely my idea of justice–was full of sense. Consequently atheism turns out to be too simple. If the whole universe has no meaning, we should never have found out that it has no meaning: just as, if there were no light in the universe and therefore no creatures with eyes, we should never know it was dark. Dark would be without meaning.”
Vc como agnóstico está aberto à possibilidade de uma continuidade ao invés da fatalidade materialista do universo congelado, mesmo que desconheça a natureza dessa continuidade, eu creio que seria prudente ponderar racionalmente as alternativas ao invés de ter uma surpresa desagradável, não decidir acaba ao fim o mesmo que decidir pelo não, alguém que está sempre procrastinando o casamento até a morte, quando a noiva morrer ele não estará casado, a existência é finita e requer uma decisão, aliás é sobre isso, e não sobre provar que Deus existe, que o famoso argumento de Pascal se refere ( http://www.peterkreeft.com/topics/pascals-wager.htm ). "Dare to decide!" Como diria Kierkegaard ( http://nihil-sub-sole-novum.blogspot.com/2011/08/dare-to-decide.html ) -
vc já ficou sem grassa quando em um filme comessou uma cena de sexo e seus pais estávam do seu lado??
putz, fico + sem graça qdo vejo esse tipo de maus-tratos ao idioma...
-
Kennedy Lucas’s Bio
jgjhvcd jxcvkgh vkjfg m,m,vb ktfjhbv








Loading...
