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Essa pergunta me fez sorrir porque eu lembrei que fizeram uma festa surpresa pra mim no meu aniversário do ano passado. Me afoguei na batida de vinho e foi lindo ;_;
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HOLY MOTHER OF GOD. Não acredito que deixei isso passar, como eu tô desatualizada, PQP. Não tenho certeza se saiu o álbum já ou só vazaram algumas das músicas novas, mas obrigada por ter me lembrado!
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Com 12 anos eu estava cogitando fazer uma chacina com uma metralhadora.
Ok, não. Mas quase. -
Só recebo perguntas coletivas praticamente, as individuais diminuíram e não me dão muita vontade de respondê-las. :~
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Sou uma delas e acho que ninguém tem que achar nada sobre. Não é algo bonito ou feio, é apenas necessário ou não.
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Tenho que discordar, viu. Eu sei dessas coisas porque I'm insane as shit, não porque tive um interesse genuíno em saúde e nutrição. Não gostaria de trabalhar com isso anyway, Humanas pra vida. <3
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Quando eu era criança, achava inimaginável que alguém conseguisse gostar daquele gosto amargo da cerveja. Ah, os tempos dourados da inocência.
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http://lmgtfy.com/?q=hipster
Na verdade, tudo agora é motivo pra chamar alheios de hipster. Doesn't even matter, você respira = SEU HIPSTER. Lembra dos tempos dourados de 2008 em que você era emo se usava franja? Depois indie se usava xadrez, enfim. Tipo isso. -
Kill Bill, gente. Tarantino é inspirador. <3
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YOUR NAME IS BUCK, RIGHT? *bang*
AND YOU CAME HERE TO FUCK, RIGHT? *bang* -
Eu não sumo, as perguntas que somem. Quase sempre tô aqui stalkeando alheios.
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Eis uma coisa que eu não sei fazer: dar presente pros outros. Até mesmo quando é pra pessoas que eu conheço muito bem e há anos, se eu não souber de algo ~muito específico~ que a pessoa esteja querendo/precisando, eu não vou saber escolher presente.
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Nesse momento, num universo paralelo, Draco Malfoy joga suas madeixas loiras purpurinadas, te olha de cima a baixo e diz: MY FATHER WILL HEAR ABOUT THIS.
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Malfoy é amor, gente ;o; E awn, que linda. Só podia ser outra Sonserina e <3
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Os livros são narrados no ponto de vista do Harry, apesar de ser em Terceira Pessoa, então durante a saga você é guiado sob a perspectiva de que o Draco não passa de um menino riquinho, mimado e esnobe; porque é assim que o Harry o enxerga, na perspectiva dele, e é assim que ele te é apresentado. Um filho de Comensal que não se importa com ninguém além de si mesmo, que só sabe andar pelos corredores com o nariz empinado e aquele uniforme verde e prata chamando os outros de sangue-ruim - o que realmente acontece, mas veja, as pessoas são muito mais do que elas aparentam ser. Uma pessoa aparenta ser X, mas sempre há todo um universo Y por trás dela que você desconhece.
"The boy who made all the wrong choices." Com todos os seus defeitos, imperfeições e escolhas erradas na vida, acho um personagem complexo demais e humano demais pra ser simplesmente reduzido a 'um Sonserino nojento e mimado'. Desde que eu era pequena e comecei a ler os livros, eu simpatizava com ele e sentia que tinha algo a mais por trás de toda aquela aparente escrotice. Daí veio a cena em que ele tá chorando no banheiro no sexto livro (e daí vem o Harry e taca um Sectumsempra nele, OLHEM QUE AMORZIN), e me deu um aperto. Porque dá pra perceber claramente que toda a base que ele tinha sumiu, tudo no que ele acreditava começou a desmoronar. Ele sempre se sentiu pressionado, especialmente pelo próprio pai, fez coisas absurdas tentando proteger a família dele e no final, ele é só um menino confuso que não sabe lidar com as próprias emoções depois de finalmente duvidar de tudo que o ensinaram naquele tempo todo.
Não vou dizer que ele não é escrotinho com todas aquelas atitudes de MIMIMI SOU SUPERIOR E VC É POBY E SANGUE-RUIM, porque ele é sim. Mas ao mesmo tempo, ele não merece todo esse ódio que jogam pra ele durante os livros. Eu geralmente simpatizo com os "vilões" e I JUST CAN'T HELP IT, mas entendo pessoas não gostarem dele e etc - só não suporto quando se prendem somente ao estereótipo que é empurrado durante toda a saga. -
De livros: Snape, Draco Malfoy e Luna Lovegood de HP; Lisbeth Salander de Millennium.
De filmes: Tyler Durden de Fight Club; Alex de Clockwork Orange.
De séries: Brian Kinney de QaF; Shane McCutcheon de TLW; Eric Northman de True Blood; Effy Stonem de Skins; Michael Scofield de Prison Break; Dr House.
De animes: Eiri Yuki de Gravitation; Nezumi de NO.6; Break e Gil de Pandora Hearts; Ciel de Kuroshitsuji; Soubi de Loveless; Orihara Izaya de Durarara!!; Tao Ren de Shaman King; Yagami Raito de Death Note (CAN'T HELP IT, SRY).
E véi, na boa? ERIC CARTMAN DE SOUTH PARK ABOVE ALL. ♥ -
Depende da pessoa e do meio de comunicação. Se for pessoalmente, eu falo muito menos com alguém que não conheço direito do que se fosse por internet, mas isso é mais por não saber exatamente o que dizer do que pela vergonha propriamente dita. Por algum motivo bizarro, eu sou bizarra e tenho dificuldade em iniciarbarraprosseguir com conversas na real life com pessoas que eu acabei de conhecer. Demora um tempo até eu conseguir interagir direito com a pessoa, mas depois já fica de buenas.
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Louise B.’s Bio
MY NAME IS BUCK AND I CAME HERE TO FUCK









