Vamos falar de coisa boa, amiga dona de casa?
Recent Responses
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abandonei temporariamente o formspring nos últimos meses para me dedicar a repensar completamente os rumos de minha vida pessoal e profissional
não consegui fazer nada disso mas ao menos atualizei minha página no about.me
http://about.me/joaoluisjr
acho que ficou bem boa e espero em breve grandes propostas de trabalho -
Ah, em termos de concurso eu sempre me foquei mais nos da minha área, comunicação, já que eu não era exatamente um concurseiro – “quero passar num concurso seja o concurso que for” – e era mais um cara desesperado pra conseguir entrar no mercado de trabalho da área que gostava – “quero arrumar um emprego com comunicação e estou disposto até a fazer concursos públicos ou dormir com mulheres idosas por dinheiro se isso for necessário”. Então eu praticamente não tive contato com material de direito, já que, mesmo na época em que eu abaixei a barra e comecei a fazer concursos de nível médio porque qualquer coisa seria melhor do que o telemarketing onde eu tava, eu sempre tentei evitar concursos que exigissem conteúdo jurídico porque não é a minha praia e eu não imaginava que fosse conseguir me sair bem.
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Falta apelo emocional em frases como “se pega com richard dawkins que vai ficar tudo bem” ou “segura na mão do sam harris e vai”, sabe?
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“Você é a favor da venda de alma?”. E depois vem gente dizer que o jovem de hoje não tá preocupado com as grandes questões e nem acompanhando os filmes menos baladados da filmografia do Paul Giamatti.
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Diablo III eu ainda não joguei, porque ando meio ausente dos jogos de estratégia/rpg nesses últimos tempos, mas já virei noites jogando o I e o II, nos tempos dos jogos para PC de raiz, quando você tinha que ir até o cantão esquerdo no alto de Tristan para comprar itens premium com Wirt, the peg-legged boy, e ele queria te cobrar dinheiro apenas para olhar e todos nós descobríamos as profundezas mais negras de nossas almas porque sinceridade, se fosse possível apenas bater naquele garoto portador de necessidades especiais e pegar todos os itens nós sem dúvidas faríamos isso.
Mas pô, agora tem um feriado chegando aí em setembro e vou ver se arrumo pra jogar, Diablo sempre foi muito garantia de diversão pra mim. -
É que ainda que tenha melhorado muito na vida adulta eu ainda tenho um bocado do garotinho receoso que ficava preocupado quando ganhava presente fora de datas especiais porque achava que estavam tentando esconder alguma coisa – “um comandos em ação? numa quinta-feira? por que isso, mãe? vocês estão se divorciando?” – do adolescente preocupado que sempre recusava carona, independente da situação, porque não gostava de estar trancado num lugar com estranhos [ou semi conhecidos] e que resultou no jovem adulto que uma vez recusou um one night stand porque teve medo que, se levasse a garota pra própria casa, ela fosse tentar roubar o xbox dele.
Mas como eu disse, eu tô melhorando e tal. -
Putz, agora você me pegou, cara. Porque por essas ferramentas você consegue achar coisas mais mainstream, grandes lançamentos, as mensais mais importantes, mas se você quiser coisas mais específicas ou antigas, você pode tentar num ebookee da vida, mas acho que fora isso não tem muitos recursos que eu possa te sugerir. Claro, sempre dá pra achar uma coisa num site como o Rapadura Açucarada ou num blog parecido, mas não dá pra te dar garantias. Ou seja, no final das contas, se você quer alguma coisa específica, pontual mesmo, o melhor é tentar comprar num amazon ou ebay da vida, é o jeito mais fácil.
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Cara, acho que nos últimos tempos eu meio que abandonei o mundo das revistas impressas, sabe? Quando mais novo eu acompanhava quase religiosamente a Set, a Vip e a Superinteressante, mas conforme o tempo foi passando, eu fui me acostumando a buscar informação na internet e minha relação com os quadrinhos mudou, me levando a me afastar das bancas de jornal e consequentemente das revistas como um todo.
Nesse ano, por exemplo, eu acho que tudo que li de revistas foram umas Superinteressantes e umas Galileus, porque minha namorada escreveu pra lá, umas revistas de decoração por causa do apartamento novo e umas revistas de mulher nua lá onde eu corto o cabelo, porque tem uma senhora que fica no salão distribuindo revistas pra gente e dizendo coisas como “você devia ler essa, você tem cara de quem gosta de bunda grande” e coisas do tipo. Eu fico muito sem graça na maior parte das vezes, ainda mais porque eu nem sou tão ligado em bunda assim. -
Eu acho que a era dos grandes crossovers e fusões já passou, sabe? Aquela época em que dava pra escrever sobre o Homem-Aranha encontrando o Super-Homem, sobre o Batman e o Demolidor perseguindo o Coringa, sobre como a Jubileu e o Robin se encontraram pra enfrentar o Duas-Caras, discutir a predominância da cor amarela em suas roupas, flertar e mostrar que todo fanfic está fadado a algum dia se tornar realidade. Eventos como crossovers intereditoras, Marvel x DC, Amálgama, LJA x Vingadores, no futuro vão provavelmente existir apenas enquanto lembranças de uma era antiga em que esses personagens eram tratados mais como, vamos dizer, personagens, com os quais se podia brincar com um nível maior de liberdade e menos como propriedades intelectuais, franquias, com as quais se precisa ter o máximo de cuidado possível para evitar desvalorização e coisas do tipo.
Não estou falando que esses eventos não visavam basicamente dinheiro [porque todo crossover, quer seja intereditoras ou intraeditora, visa aumentar tiragem, trazer lucro, dar destaque a um personagem] mas acho que no ambiente em que nós vivemos, quando a escala deixou de ser Marvel x DC pra se tornar Disney x Warner, negociações que antes eram feitas entre editores e criadores agora envolvem CEOS e executivos de alto-escalão, tornando bem mais improvável que eventos assim aconteçam fora da esfera dos quadrinhos independentes.
Diante disso, fica apenas a lembrança de tempos mais inocentes, mais simples e com tradutores mais da zoeira, porque numa edição de Amálgama que saiu no Brasil tinha um trecho de Spider-Boy na qual o próprio personagem principal cantarolava “spider-boy, spider-boy/tão bonito que até dói/tem camisa, tem baralho/tem dinheiro pra...caramba”. Sério, nunca mais seremos tão felizes quando em 1996. -
Eu sinceramente achei Dark Knight Rises um ótimo filme. Boa direção, grandes atuações e um roteiro que ofereceu pra trilogia do Nolan um final ao mesmo tempo criativo, inesperado e total e completamente coerente com as ideias e conceitos que foram apresentados nos dois primeiros filmes. Na verdade o único defeito que eu consigo apontar é a dificuldade que a trama tem pra realizar a transição entre o começo que o roteiro tinha e o final que o roteiro queria, precisando dar algumas forçadas de barra no caminho, mas nada que atrapalhe o filme ou torne a experiência menos interessante.
Assim, eu entendo que existe uma escola reclamacionista, que define como meta colocar defeitos em toda e qualquer produção que faça sucesso – “os vingadores é muito infantil”, “batman é muito adulto”, “em thor temos um deus nórdico negro”, “demolidor tem um ator que nem é cego de verdade” – e que ao mesmo tempo existe uma vertente pedestalista que defende que nenhum cineasta do qual nós gostamos pode ter nenhum defeito em nenhum filme – “se você achou forçada a cura da coluna do batman você é burro”, “se você achou estranho o blake descobrir a identidade do batman você é feio”, “se você achou o filme corrido você tem cabeça de melão” – mas eu acho que o filme conseguiu ter ótimas qualidades mas mesmo assim não deixa de ter os seus defeitos.
Mas resumindo: é um grande filme e torna Batman possivelmente uma das melhores trilogias da história do cinema, junto com aqueles episódios de Family Guy zoando Star Wars, que eu acho bem engraçados. -
A sensação que eu sempre tenho em relação a grandes paisagens, imensos espaços naturais e longuíssimos power points com imagens de florestas [ou de campos holandeses de flores] é basicamente dividida em duas partes:
a) a sensação de pequenez e irrelevância diante de grandes eventos naturais intocados pelo homen, que nos lembram que o mundo continuaria existindo sem nós, que nossas presença não é e nem nunca foi essencial, e que somos apenas pequenas criaturinhas dentro de um ecossistema gigante, dentro de um planeta imenso, localizado numa galáxia enorme, num universo teoricamente infinito e que pode nem ser o único universo se tudo aquilo que a gente vê em Fringe for verdade. Isso é sim, num certo nível, uma forma de tristeza porque faz parecer que esforços são inúteis, que ações não repercutem, que aquilo que pra você é prioritário não é nem mesmo vagamente relevante no grande esquema das coisas.
b) a sensação de liberdade e tranqüilidade diante dos mesmos grandes eventos que nos lembram que, já que o mundo continua existindo sem nós, nossa presença não é essencial e nada que fazemos é relevante no grande esquema das coisas, não é o fim do mundo ter atrasado o relatório, não é grande coisa ter esquecido de colocar o aluguel no débito automático e em milhões de anos, quando o sol explodir em supernova, ninguém vai se lembrar que naquela excursão do colégio pro programa do Luciano Huck você ficou bêbado e chegou 3 vezes na mesma garota sem lembrar que ela era ela ou mesmo que você era você e muito menos que quando você chegou em casa, por alguma razão, não estava mais usando suas meias e sim um par de meinhas rosas da hello kitty.
Ou seja, é normal um pouco de tristeza sim, afinal, era uma excursão de colégio pro programa do Luciano Huck. -
Apenas tente se imaginar pegando um carona de 15 minutos até a rodoviária ao som disso aqui no modo repeat : http://grooveshark.com/s/Tokyo+Drift/2fCtHH?src=5
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Então, 30 Rock tá na minha lista de séries que eu sei que são legais, sei que eu vou gostar, já assisti esparsamente, mas ainda não me decidi a ver de forma contínua, por razões que não sei precisar, junto com Walking Dead, Game of Thrones, Parks and Recreation e aquele reality show do Jean Claude Van Damme no qual ele passa meia hora conversando com uma água viva e você fica se perguntando o que esse cara fez com a vida dele.
Mas é aquilo, assistindo e me sentindo mais embasado eu comentarei sobre a série, sem problemas. -
Eu ia escrever uma resposta bem longa, mas tem um cara chamado Chris Sims que abordou o tema bem melhor do que eu conseguiria.
http://www.comicsalliance.com/2012/06/15/ask-chris-110-the-best-imaginary-story/
Mas resumindo: eu prefiro os Elseworlds da DC porque eles mostram variações mais drásticas e criativas do universo deles, enquanto na Marvel são mudanças nascidas da alteração de apenas uma variável de alguma trama clássica e cuja resposta sempre é: “se isso acontecesse todo mundo ia morrer”.
No mais, não sei se por intenção sua ou por algum problema do seu computador, você me enviou essa pergunta cerca de 93 vezes, o que me permitiu entender plenamente como minha ex-namorada se sentiu naquela noite em que eu bebi demais e deixei 6 recados na caixa postal dela em duas horas.
Obrigado por mais essa valiosa lição, internet. -
Só queria aproveitar essa oportunidade pra compartilhar a sensação que eu tenho, sempre que recebo qualquer email ou notificação do formspring, que de se trata de uma rede social idealizada e conduzida por garotos solitários de 12 anos. Digo isso porque hoje chegou um aviso de que um comentário que eu fiz havia recebido um smile e o texto relacionado a ele foi "Your comment on [****] received 1 smile! That's pretty mind-blowing".
Não cool, não funny, não nice, mas mind-blowing. Ou seja, estamos lidando com pessoas tão impressionáveis, tão assustadiças, com expectativas tão baixas em termos de interação humana que quando alguém, por alguma razão, manifesta qualquer nível de simpatia diante de uma declaração sua, eles esperam que isso basicamente exploda a sua mente.
Minha simpatia pelo formspring se renova a cada dia. -
Eu tenho plena certeza de que em algum lugar existe um fanfic erótico sobre isso e que num dado momento o Starfox entra nesse quarto pra entregar uma pizza, algo assim.
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Sobre a Essência do Medo eu já tinha falado aqui, então acho que o link pode ajudar - http://www.formspring.me/joaoluisjr/q/348083002300984348
Já sobre a Era Heróica, eu acho que não houve mudanças drásticas em relação aos títulos publicados, se tratando mais de um reflexo, nas revistas de linha, das mudanças que Fear Itself causou e que envolveram o cancelamento de algumas séries que eu gostava, como Avengers : The Initiative e Incredible Hercules [ainda que a iniciativa meio que tenha continuado em Avengers Academy]. No geral os títulos que eram bons continuaram bons e pouca coisas de destaque foi lançada [eu mencionaria Secret Avengers, Avengers Academy e Astonishing Spider-Man & Wolverine. ah, The Childrens Crusade vale a pena acompanhar também porque gera repercussões nos Vingadores, ainda que o atraso da série seja insano].
Ou seja, no geral é menos um evento e mais uma fase que eles tentaram implementar, dando um tempo nos grandes crossovers e focando mais em histórias auto-contidas nos títulos e tal. Claro que depois eles voltaram com os mega-crossovers e agora eles tão falando que vão voltar com as histórias auto-contidas porque esses são os quadrinhos, o tempo é cíclico e o mundo está sendo sustentado por um elefante mesmo. -
Ainda que eu costume contar histórias diferentes de acordo com quem faz a pergunta – pro meu irmão disse que foi num bar, pros amigos em minas disse que foi num casamento, pra minha mãe disse que ela me ganhou num jogo de pôquer, o que fez a minha mãe dizer novamente que eu preciso aceitar que não sou engraçado – a verdade é que a gente se conheceu de um jeito bem bobo e simples, que consistiu nela, um dia qualquer, aparecendo no meu twitter por alguma razão qualquer e eu, que sempre fui o cara mais tímido e menos propenso a ficar afim de alguém pela internet no mundo– you say amizade virtual i say tráfico de órgãos – começando a stalkear the hell out of her até notar que realmente estava ficando emocionalmente ligado aquela fotinha pequena cercada de links legais por todos os lados e tentar algum tipo de abordagem mais direta porque apenas ficar olhando pro profile dela e mentalizando não tava dando lá aquele resultado todo.
Aí eu, superando décadas de timidez e travamento patológico, puxei papo um dia, ela me respondeu, ficamos naquela troca marota e links e conteúdo não-relacionado até trocarmos msn, eu ficar semanas plantado em casa pra falar com ela fingindo da forma mais descarada que tudo tinha sido coincidência – “olha, você online duas e meia da manhã num sábado, que estranha coincidência, logo quando eu estava aqui em casa...humm...tecendo...humm...lã...no meu...humm...tear” – até que eu, tal qual um personagem de videogame juntando força pra dar um especial, reuni coragem pra convidá-la pra sair e ela disse sim.
E sim, eu sei, nesse momento você só consegue pensar em uma coisa: “meu deus, msn?”. Mas é aquilo, eu sou muito oldschool com comunicação em tempo real, é um defeito meu. -
Não sou um grande especialista na obra e vida da simpática banda do Damon Albarn, mas o que conheço eu sinceramente gosto bastante, indo desde Song 2 como canção definitiva para se lançar contra paredes em eventos sociais – acredite, isso acontece – até No distance left to run como canção predileta para términos traumáticos e a mudança de paradigma religioso que o clipe de Coffee and TV causou na minha vida fazendo com que eu seja um homem adulto que questiona a existência de um plano superior para os seres humanos após a morte mas acredita piamente que exista um céu para as caixinhas de leite descartadas.
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Isso me lembra um dos meus primeiros dias no trabalho, em que a gente estava aprendendo mais sobre a área de comunicação da empresa, tendo uma visão geral de diversas áreas de atuação e diversos projetos patrocinados, até chegar no campo de responsabilidade social. Aí vieram uns caras do projeto Tamar e falaram um pouco sobre o trabalho deles, a trajetória, as ações que eles realizavam, e no final passaram um vídeo muito bacana. Aí então eles perguntaram se alguém tinha alguma dúvida, algum comentário, e um colega meu que tinha vindo do Pará levantou a mão e disse “acho bonito vocês cuidarem porque tartaruga não pode acabar, isso com arroz é uma delícia”. E eu ri e tal. Até perceber que ele tava falando sério, aí eu fiquei meio culpado e constrangido.
Quanto a tortuguita, sou da escola dos que primeiro comem a cabeça, para cessar as atividades vitais da tartaruga de chocolate, e só depois partem pras perninhas, o rabo e depois o corpo. Ainda me sinto culpado, sabe?
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João’s Bio
Rio de Janeiro
Meu irmão mais novo me disse uma vez que um dos cds favoritos dele, em todo o mundo, era o da trilha sonora de "Velozes e Furiosos - Desafio em Tóquio". Eu fui criado pelos mesmos pais que esse garoto.

