-
-
Sobre "ser feliz", gosto muito de uma expressão do filósofo Sêneca: "feliz é aquele que, satisfeito com sua condição, desfruta dela”. Isso pode explicar o porquê de muitas pessoas detentoras de tão poucos "bens materiais" estejam de bem com a vida, enquanto outros em melhor posição financeira ou social estejam sempre "de cara e espírito amarrados". Portanto, utilizo tal expressão do filósofo latino para responder sobre "ser feliz" - embora eu acredite que não exista o "ser feliz", e sim o "estar feliz", pois estamos tratando de uma condição que pode sofrer variações ao longo da vida; quem nunca passou por reveses? quem nunca passou por momentos melancólicos - que podem ter durado um longo tempo? O que temos aqui é a vida com todas as suas complexidades e repletas de aprendizados - por isso é deliciosa!
Com isso a "felicidade" que procuram é uma vida sem atribulações. Mas como isso é possível, se tais são necessárias para o amadurecimento? Bens e consumismo? Sim, há quem acredite que a felicidade "tem preço" e está ao alcance de um cartão de crédito.
Os filósofos - ou boa parte deles - acreditava que a felicidade consiste na virtude. Ou as virtudes, afinal temos diversas que não é possível reduzi-las a apenas uma única. Creio que ao desenvolver as virtudes - como justiça, humildade, temperança, coragem, humor ( sim, é uma virtude, como não?), amor...teremos acertado a trilha em busca de momentos de felicidade.
:)
Depois respondo a outra pergunta rs -
Tais "atravessamentos" podem ser negativos ou positivos, dependendo do uso feito destas tecnologias - o bê-a-bá básico da utilização das mesmas. Evidente que as novas tecnologias da informação e comunicação oferecem a possibilidade das pessoas estarem conectadas e em comunicação o tempo inteiro, mas até que ponto isso é bom? Até que ponto o fato de estar "disponível o tempo inteiro onde quer que seja" não está afetando mais ainda crises de ansiedade e até depressivas?
Neste modelo as pessoas ficam mais ansiosas para não perderem nada do que acontece, por exemplo, nas redes sociais: a polêmica do dia, o "trending topic" do topo, é o compartilhar, curtir... com isso até mesmo a questão da "identidade" é comprometida, com opiniões e posicionamentos ( políticos, sociais) confusos. -
É possível ESTAR feliz sozinho, embora tenhamos (muitos) momentos em que uma companhia faz muito bem. Note: companhia.
-
Isso é Hollywood, minha querida, é hollywood...
-
Me tornaria lésbica! kkkkkkkk =D
-
Sempre, a vida propicia isso.
-
E quem nunca tomou um porre? Sim, claro. Agora, se eu fiz alguma coisa que eu me arrependi depois? Não me lembro: estava bêbado! hahahaha! Mas me arrependi sim: dirigi. Isso com meus 19 anos e depois daquela vez nunca mais fiz isso (beber e dirigir - antes e durante, inclusive hahaha). Tive sorte de chegar ao meu destino vivo e com o carro inteiro rs
-
Sou um ser humano. Quer ser mais irracional do que este? rs
Mas queria ser aquele tipo de peixe que vive nas chamadas fossas abissais do Oceano Pacífico, pra ninguém (ser humano) encher a paciência kkkkkk -
Não acredito em reencarnação, que me parece ser um determinismo um tanto cruel e de certa forma até injusto, mas prefiro não me aprofundar nisso. Respeito a doutrina espírita e quem a segue, mas não sinto afinidades com o que é pregado no meio do Espiritismo, Kardecismo e suas correntes.
Experiência espiritual? A não ser que considere a paralisia do sono e alguns sonhos premonitórios como experiências espirituais. Agora, ver espíritos, ouvir sons estranhos, fenômenos como poltergeist e outros do tipo, isso nunca. Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay! =D -
Depende de quem for a pessoa ;) Aí ela (note!) escolhe!
-
Falsidade é ser (e ter) falso amigo.
Se eu pudesse eu voltaria no tempo.
Minha vida é boa.
Sempre vale a pena tentar.
Excesso de trabalho nunca é bom.
Eu nunca gostaria de ter dito nunca. -
Olhando para o espelho (hahaha), eu perguntaria:
- Este planetinha azul e seus habitantes ainda tem alguma chance de existirem por mais uns 100 anos? -
É minha especialidade: Kinojo galinha caipira com Tang Uva! Um jantar e tanto, não acha?
-
kkkkkkk! É isso que dá não acessar isso aqui depois de quase 1 ano hahahaha! Eu deveria ter apagado ou sequer respondido, mas foi tão engraçado que resolvi deixar hahaha! Fote Ferra! hahaha!
-
Viver.
-
Filme favorito: os do Monty Phyton;
Time do coração: SantosFC ( \o/ \o/ \o/ \o/ )
Canção: nunca escrevi uma canção e sou desafinado pra caramba hahaha! =D -
Creioq que possa ser possível existir a amizade entre homem/mulher. O que é "nenhum tipo de interesse"? Se há aproximação, logo há interesse - amizade, por exemplo. Os desejos do corpo existem, mas quando se criam vínculos com interesse à amizade apenas, é possível resistir.
-
Só os bons e velhos Rolling Stones, Led Zepellin, Doors, Floyd, o antigo Guns n´ Roses, Pixies...essas coisas mais tradicionais rs. Não há nenhuma banda mais nova que me chame a atenção, talvez o Arcade Fire, mas não acompanho muito.
-
A felicidade existe e este é um ponto que devemos exaltar porque ela, a felicidade, é amplamente procurada. Basta verificar em uma prateleira de livros de auto-ajuda, frases de motivação, músicas, todos procuram pela felicidade. E este é o grande problema.
Procurar pela felicidade é não encontrá-la. Novamente o ideal de "ser feliz para sempre" ou simplesmente "ser feliz" é a busca da maioria das pessoas. Claro, quem desejaria algo diferente? No entanto, agora vou responder melhor a sua pergunta, eu prefeiro buscar o "ESTAR FELIZ" do que "SER FELIZ". Logo, é um estado de espírito ( quem determina isso senão a própria pessoa?), uma condição (quem estabelece as condições para isso senão o próprio?) e um conceito (o que é estar feliz para a pessoa?) que pode ser experimentado na realidade.
Não haveria de ter influências externas e internas para a felicidade, apesar de haver na sociedade um condicionamento ao "ter" bens de consumo finitos ( carros, eletroeletrônicos, brinqudos e gadgets de última geração, acessórios luxuosos e "exclusivos", etc) à felicidade. O que determina de fato a felicidade é o gosto pela vida. E gostar da vida significa gostar da vida tal como ela se apresenta, com seus momentos difíceis, tristes, alegres, apaixonantes, decepcionantes... o que é a vida senão o viver, simplesmente isso? E vive-se em uma ilha de perfeição, sem problemas de trânsito, patrões estressados, cargas horárias desumanas, miséria em cada esquina e injustiças em cada vez que lemos as notícias do dia? Não. Podemos minimizar todos esses problemas? Sim, podemos através de vários mecanismos que no momento não vou abordar aqui. Mas entretanto vive-se, mesmo com todos esses problemas. E quase todos gostam de viver, à exceção dos suicidas e deprimidos crônicos.
Parece até algo oriundo da escola dos estóicos, mas não deixa de ser, de certa forma. Não se trata de conformismo de escolher felicidade OU infelicidade. Se gostamos de viver, estamos abertos à felicidade E à infelicidade. Lidar com isso é o que deveríamos todos buscar. E aí teríamos melhores momentos para contar aos filhos, netos e amigos ;)
Bjs =* -
Vamos lá, senhorita Jéssica!
Primeiro, comecemos pelas possíveis causas de um relacionamento não durar: expectativas e idealização do amor.
Quando eu falo em "expectativas" não entenda mal: claro que todos esperam encontrar alguém compatível, amoroso, a "tampa da panela", etc e todas aquelas qualidades. No entanto, parece que as pessoas esperam algo que dificilmente acontecerá: encontrar um(a) parceiro (a) que reúna todas as qualidades que ele(a) procura e nenhum dos defeitos que ele(a) gosta.
A partir daí temos a idealização do amor. O ideal do amor romântico, eterno e que supera a todas as adversidades. Amor é muito maior, muito mais do que isso. E um relacionamento, para ser duradouro, precisa exatamente deste além, o além-amor, livrando-se das expectativas e aceitando o(a) parceiro(a) com todas as suas virtudes e defeitos.
O grande problema que eu vejo nos atuais relacionamentos é a falta de tolerância. E aí os casais caem naquela armadilha do "ou você muda ou terminamos aqui". Primeiro, mudar personalidade? Ora, pode-se mudar comportamentos, alguns hábitos, mas a personalidade de uma pessoa foi construída através de anos e experiências diversas. Soa até arrogante uma pessoa dizer para outra "mude" com apenas alguns meses de relacionamento, por exemplo. E, verdadeiramente, quem está realmente disposto a mudar certos hábitos? Hoje vivemos uma tendência à individualização e ao descarte. "Não mudou por mim? Tchau, a fila anda".
Ora, é a sociedade do descarte, não é mesmo? No twitter mesmo vejo as pessoas se lamentarem por não existir um botão DEL ou BLOCK na "vida real". Um casal namora por 3 anos e já é visto com admiração pelo longo tempo juntos. Repare que a percepção de tempo vem modificando atualmente e isso influencia nos relacionamentos e a rotina, bem, ela existe e a tendência das futuras gerações, com o dinamismo de informações, opções ( incluo aí as opções sexuais com a facilidade de acesso à fantasias que a internet propiciou) é entendiar-se muito facilmente. Creio que daqui para frente encontraremos muitas diferenças no modo das pessoas relacionarem-se, o que já vem acontecendo de fato.
Portanto, se as pessoas cultivarem a tolerância, o partilhar e livrarem-se das expectativas e do amor idealizado, creio que seja um caminho interessante para uma relação duradoura - claro que há mais elementos do que estes, mas já escrevi demais e você poderia ficar com preguiça de ler este monte de coisa rsrsrs
Beijo =*
-
Jaime Guimarães’s Bio
Em construção ( minha bio, não o blog)



