-
-
quem me dera ouvir de alguém a voz humana
que confessasse não um pecado, mas uma infâmia
que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
não, são todos o ideal, se os oiço e me falam
quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
arre, estou farto de semideuses!
onde é que há gente no mundo? -
eu nem lembro dessa minha resposta que você disse que eu dei, mas! mas! eu não sei rastrear ip pelo formspring, não. engano todo mundo muito bem. tenho cara de gente que hackeia orkut alheio, né?
-
eu consigo por intermédios confidenciais. tão confidenciais quanto a sua pergunta.
-
isso me lembra a época do orkut em que me mandavam depoimento "oiiiie, ñ acc" porque tinham um segredo revelador! aceitava todos :)
-
é bom poder falar com você, seu bino. seu binário.
-
tenho medo de agulha. eu ainda não tomei a vacina de 15 anos só por causa disso e evito ir no médico pra não tomar soro, injeção ou fazer exame de sangue.
então não, não faria uma tatuagem.
até porque eu posso pegar um tétano e morrer. -
o mundo virtual é uma enganação, mesmo
-
acho que mais uns dois meses. mas nunca devemos confiar que esse é o fim. geralmente não é.
-
quem respondeu aquelas perguntas não existe mais! essa que te responde sou eu, mas só agora.
fora que eu tenho o login e a senha e me acho no direito. -
o mundo só vai prestar no dia em que a gente ver um gato maltês casar com uma alegre andorinha, saindo os dois a voar, cada um com um coco amarrado em seus pés.
-
é espontâneo. digo x assim que eu vejo uma câmera mirando-me como alvo, sem vergonha do aparelho - sei que muita gente não sorri por causa dele -, realçando minhas bochechas de fofão. às vezes tem gente jogando no celular e eu penso que é paparazzi disfarçado. as pessoas acham muito simpática e talvez um pouco assustadora a menina que aguarda flashes com um sorriso imóvel e um tanto falso. acho que tô programada pra parecer feliz nas marcações do facebook, pra contradizer com as frases depressivas que eu posto de vez em sempre. deve ser isso.
fora que se eu não sorrio, eu fico com cara de japa má (vide foto). -
não sei se é o ideal, mas eu só li a metamorfose por causa da adaptação do peter kuper pra hq.
-
o meu problema sempre foi preguiça (ainda que no chrome eu só precise colocar a pesquisa direto na barra de endereços, que direto direciona pro google). mesmo assim, vai! podia ter uma barrinha de pesquisa, pequenininha, aqui do ladinho, no cantinho.
-
a comunidade só está aceitando doações de alimentos não-perecíveis. está difícil de armazenar.
-
seria a figurante. aquela que aparece sempre na novela como várias pessoas (a moça do café, a atendente da loja, a menina atravessando a rua, a namorada que no outro episódio é prima do cara, etc) só pra ver se tem uma grande oportunidade quando esbarrar "sem querer" no diretor.
-
acho que meu maior medo é ficar sozinha. não medinho de ficaaaar sozinha (em casa ou sei lá), ou de terminarem de comer antes de moi e me largarem na mesa tendo de mastigar só 7x pra agilizar o processo, nem de estar na minha e comentarem algo do tipo "uh! que menina emo! credo, só fica lá no canto dela...", porque se fosse isso, pelo menos o último, eu já teria vencido o pior dos males na segunda série*.
o engraçado é que eu quase nunca faço questão de me entender, mas eu fico pensando no que me faz ter medo disso, eu, que sempre tenho gente por perto e tal (vou deixar parecer que sou popular).
é que eu sou bem estranha, sabe? uma hora sou a menina que fica na dela, que capota num sofá qualquer e se isola do mundo, noutra sou a nega que conta uma ou duas piadas, fica satisfeita com o resultado (risadas, mas palmas são bem-vindas) e vai embora, e logo menos sou a menina que vira um pequeno mamilo no centro da roda de alguns poucos amigos, brincando um monte até que todo mundo me manda calar a boca. sou essas várias pessoas aí.
sei lá, acho que não me contento em ser uma só coisa. não basta ser só diferente, tem que ser normal. não basta ser simpática, tem que ser arrogante. aí acontece que eu sou bem extrovertida, mas também sou putamente solitária. isso daí é muito escroto, porque não é só o meu humor do dia. não sei se eu preciso fazer uma tomografia, se é algum complexo em que eu não consigo ser só eu ou se meu eu é essa bagunça mesmo. talvez eu cheguei num ponto onde eu tenho medo de não ter tempo pra ser tudo o que eu gostaria, porque vejo as coisas passando rápido e deslizando dos dedos fácil demais. talvez eu carregue muita gente no peito, talvez eu queira os dois extremos pra ter maior probabilidade de gostarem de mim ou talvez eu seja uma grande farsa.
na verdade, eu sou um grande mistério...
* cena real em que eu estava aos sete anos de idade no meu canto, cortando os pulsos com a tesoura de picotar papel em zigue-zague ao som de simple plan, com meu lápis de olho preto borrado de tantas lágrimas e tinta aquarela que eu usei no desenho que a sôrinha passou pra fazer antes e acabei sujando quando cocei o rosto
mentira. geralmente, eu tava estudando, porque, né, tenho que cumprir meu papel esteriotipado de japa nerd. -
"sou uma pessoa com dificuldade para se descrever", toma essa!
tá, eu sou melhor em quem sou eus do orkut
~quem se descreve se limita~
-
yoshimi’s Bio
ninguém me leva a sério.
por que vocês tem que?
Wants Questions About
- questões de vestibular
- sonhos
- mitologia grega
- batata












