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Recent Responses

    1. In Press Porter Novelli

      Quem responde é Muriel de Paula, responsável pela Comunicação da In Press.

      As equipes de comunicação interna podem aproveitar esses canais para incentivar a integração e colaboração na empresa. Nesses canais os funcionários poderão sugerir, criticar e trocar mais com os outros profissionais da empresa.

      Outro benefício é justamente ter uma comunicação que facilita o diálogo, que gera conteúdo para ser discutido em torno de temas de interesse.

      Esses canais aproximam as pessoas, permitindo a descoberta de interesses em comum entre os funcionários, independente do local onde estão. Essas trocas e interações vão ocorrer tanto no nível pessoal quanto profissional, áreas de interesse, desenvolvimento de projetos etc.

      Ao mesmo tempo, elas minimizam o impacto das barreiras processuais e hierárquicas à circulação das informações e ideias dentro de uma empresa.

    2. In Press Porter Novelli

      Quem responde é Nino Carvalho, nosso gerente de Estratégias em Mídias Digitais:

      No Brasil, podemos dizer que os principais veículos já enxergaram a importância das mídias sociais, não apenas para estarem em sintonia com os benefícios que as novas tecnologias podem trazer ao jornalismo atual, mas também para atrair um novo perfil de leitor, principalmente entre os mais jovens, cada vez menos propensos à leitura do noticiário impresso.

      Embora seja comum encontrarmos diversos veículos fazendo uso do Twitter, por exemplo, atraindo um bom número de seguidores, muitos ainda pecam no que diz respeito à aproximação com o público no sentido de engajamento. Por esse motivo, ainda há muito a ser feito, visto que tais ferramentas ainda não são exploradas aproveitando-se todo seu potencial, inclusive no intuito de aprimorar o trabalho dos jornalistas, como na apuração de fatos ou busca por fontes.

      No exterior, a migração para a internet (ou essa Ruptura Mental 2.0) foi muito mais rápida. A percepção de que o mercado, com o advento da internet, está muito mais competitivo e saturado, estimulou veículos de diversos portes a investirem recursos no ambiente digital. Alguns exemplos são muito interessantes e válidos, como o El País, Clarin, CNN e BBC, que não só estão usando bem as redes sociais, como também têm customizado o consumo de conteúdo em seus sites.

      Acho que o principal motivo para isso é uma visão mais prática, racional, fria das mudanças ambientais potencializadas pela internet. O mundo está mais competitivo, os consumidores estão mais promíscuos em relação a marcas, mudam mais facilmente de fornecedor e, além de tudo, cada vez mais estamos deixando de consumir mídia nas formas tradicionais (lendo menos jornais e revistas impressos, ouvindo menos rádio, assistindo mais horas de vídeo online do que offline etc).

      Para saber mais:

      Como usar as mídias sociais no jornalismo? (Webinsider)
      http://migre.me/Laej

      CNN - http://www.cnn.com
      BBC - http://www.bbc.co.uk
      Clarín - http://www.clarin.com
      El País - http://www.elpais.com

    3. In Press Porter Novelli

      Em 2009, tivemos um aumento de 86% na participação dos brasileiros que acessam as redes sociais e isto se dá por diversos motivos, entre eles o aumento na participação da classe C quanto ao uso da internet, tornando-a cada vez mais popular.

      Para se ter uma ideia dessa realidade, no quarto trimestre de 2009, os brasileiros a partir de 16 anos que têm acesso à internet somavam 67,5 milhões de pessoas. Desse total, 51,6% pertencem às classes C, D e E.

      Para 2010, a estimativa é de que tenhamos um total de 73,7 milhões de pessoas com acesso a internet, o que é um bom número e mostra que o Brasil tem se tornado cada vez mais um fenômeno mundial e democrático no que diz respeito a inclusão digital, embora ainda haja muito a ser feito.

      Para saber mais sobre o assunto:
      Nossa pesquisa sobre o perfil do brasileiro nas redes: http://migre.me/Jzml

      Brasil tem sete novos acessos a banda larga por minuto http://migre.me/JdHG

    4. In Press Porter Novelli

      O profissional que não quiser produzir vai fazer isso independentemente das redes sociais. Ele vai tomar café, vai ficar jogando paciência, conversando pelos corredores e pronto, não produziu. O fato de ele utilizar as redes sociais nas empresas não necessariamente fará com que ele produza menos. Se esse profissional estiver nas redes, inserido em discussões relacionadas ao seu campo de atuação, ele com certeza conseguirá produzir mais e melhor. Mesmo que ele use as redes para fins pessoais, se feito com bom senso, ainda assim é positivo, pois dá ao colaborador a oportunidade de usar alguns minutos do seu dia para descansar um pouco a mente. Isso também contribui para o aumento da produtividade.

      Para entender um pouco mais sobre este assunto, sugerimos a leitura do artigo indicado abaixo:

      Redes sociais e o mundo corporativo: reprimir ou educar?
      http://migre.me/JlUo

    5. In Press Porter Novelli

      Na verdade, acreditamos que as empresas precisam liberar o uso de redes sociais e se apropriar desses canais para se comunicar também com seu público interno. Hoje, os profissionais não fazem uma separação tão rigorosa entre vida pessoal e profissional. Entre os mais novos nem mesmo existe essa separação e é aí que está o desafio. Eles acessam o webmail da empresa em casa e querem também acessar as redes sociais do trabalho. Para que isso ocorra sem problemas, é necessário ter um público interno que participe das decisões e discussões da empresa, engajados com a causa. A segurança da informação virá no mesmo nível do tipo de engajamento que os seus profissionais terão com a empresa.

      Para entender melhor este cenário, sugerimos a leitura dos artigos abaixo:

      Como a sua empresa utiliza as redes sociais?
      http://migre.me/JlSY

      A geração C e a empresa 2.0
      http://migre.me/JlT9

    6. In Press Porter Novelli

      As equipes de comunicação das empresas precisam facilitar e incentivar o diálogo, seja gerando conteúdo para ser discutido, seja incentivando que os próprios colaboradores gerem discussões em torno de seus temas de interesse. A gestão se dará tanto com estímulo e acompanhamento do que está sendo falado pelos colaboradores quanto pela habilidade dos gestores para pinçar os temas relevantes à estratégia da empresa. A partir daí, cabe aos líderes oportunizar o detalhamento dos temas selecionados em fóruns especializados e mesmo com um mix que canais que envolva encontros presenciais do grupo em questão.

      Um planejamento tático, específico para cada contexto, deve ser elaborado pelas empresas após a decisão estratégica de disponibilizar redes de colaboração interna.

      Sugerimos que você dê uma lida no artigo abaixo:

      As empresas devem liberar as redes sociais para seus funcionários?

      http://migre.me/JlOE

    7. In Press Porter Novelli

      Não sabemos exatamente que tipo de pressão sua empresa enfrenta, mas seus colaboradores já estão nas redes sociais fora da empresa. Suas opiniões estão sendo colocadas e cabe à equipe de comunicação conhecer bem o que eles desejam e acham da empresa. Que tal tentar resolver o problema, discutindo juntos possíveis soluções? Essa pode ser uma boa saída. Sempre será uma excelente estratégia de relacionamento conhecer o que pensam os colaboradores e as redes de diálogos internos se prestam de modo eficiente a esse objetivo.

    8. In Press Porter Novelli

      Mecanismos de compartilhamento aproximam as pessoas na medida em que permitem a descoberta de interesses em comum, para além das fronteiras geográficas e departamentais. Essas trocas e interações vão ocorrer tanto no nível pessoal quanto profissional, áreas de interesse, desenvolvimento de projetos etc.

      As redes sociais internas tendem aproximar os profissionais, especialmente em empresas globais, minimizando o impacto das barreiras processuais e hierárquicas à circulação das informações e ideias dentro de uma empresa.

      Mais sobre o assunto: http://migre.me/JlMC

    9. In Press Porter Novelli

      Com certeza é preciso criar regras que norteiem o comportamento dos colaboradores em redes sociais externas. Mas, que tal incluí-los na definição dessas regras? É preciso entender quais são os motivos para que seus profissionais estejam indicando a concorrência e não a própria empresa onde trabalham. Será que eles estão encontrando espaços dentro de casa para expor sua opinião? São incentivados a contribuir e indicar os produtos e serviços da própria empresa? A resposta com certeza está na boca dos colaboradores e a solução também pode estar.

      Veja os exemplos de guia corporativo para a conduta em Redes Sociais da Intel e da IBM, retirados do Blog “A Quinta Onda”, de Mauro Segura:

      http://migre.me/JlIE

      http://migre.me/ibm/1a

    10. In Press Porter Novelli

      Infelizmente, não há receita de bolo. É necessário muito diálogo, muita escuta, muitos desafios. É necessário dar cada vez mais espaço a essas pessoas.

      Na verdade, a literatura de Comportamento Organizacional, quanto trata de satisfação e motivação, mostra diversas características diferentes que devem ser consideradas em relação a cada indivíduo dentro de uma organização.

      Dentro da temática que levamos para o Mega Brasil 2010 está a crença de que satisfação e motivação são alcançadas com o engajamento das pessoas. Neste sentido, a proposta de ter plataformas de livre acesso (redes sociais internas) para a interação e o relacionamento entre os colaboradores e entres estes e a empresa, gera engajamento, além de outros ganhos como inovação, conhecimento em rede e inteligência coletiva.

      Para mais informações sobre o tema, sugiro:

      - Competências Gerenciais (Robert Quinn e outros) > http://migre.me/Jeda

      - Fundamentos do Comportamento Organizacional (Stephen Robbins) > http://migre.me/JedF

      Obrigada pela pergunta!

      @inpresspni

    11. In Press Porter Novelli

      Sim, a empresa inclui os familiares de funcionários em seus brainstorms virtuais.

      Para conhecer melhor a ferramenta de colaboração da IBM acesse o site https://www.collaborationjam.com

    12. In Press Porter Novelli

      Grande parte da verba de comunicação é usada quando uma empresa se comunica com seu público externo. Estar no Twitter ou no Formspring, por exemplo, nada mais é do que uma maneira de a empresa prometer que irá responder às perguntas desse público. Em algum momento, essa promessa terá de ser cumprida e, a partir daí, as pessoas vão querer falar com a empresa usando todos os canais possíveis.

      A comunicação interna é talvez a que tenha menos verba, mas, ao mesmo tempo é o público interno que é repsonsável por cumprir as promessas feitas. Este é mais um importante motivo para que as empresas ampliem a relevância da área de Comunicação Interna no momento da decisão sobre os investimentos: capacitar os colaboradores para cumprir essas promessa e atender às demandas do público externo. Em quase 100% dos casos, quando algo dá errado, o problema aparece na interação entre cliente e empresa, mas sua origem é a má preparação do público interno.

      Acreditamos que os mecanismos de colaboração devem ser alvo dos próximos investimentos na área de Comunicação Interna. Está comprovado que o engajamento é fundamental para que a empresa seja capaz de cumprir as promessas feitas aos clientes. A tecnologia pode nos favorecer com mecanismos que demandam investimentos assimiláveis pela empresa, tendo em vista o retorno proporcionado.

      Para concluir, repetimos a sequência proposta na palestra do Mega Brasil 2010: colaboração > engajamento > inovação e branding espontâneo > crescimento e sustentabilidade do negócio. As novas tecnologias trazem para a Comunicação Interna a oportunidade imperdível de tornar ainda mais relevante o papel da área na consecução dos objetivos estratégico das empresas.

      Para saber mais sobre o tema:

      - Sobre o “Triângulo de Serviços”, que fala sobre a comunicação interna x externa, os desafios de gerar e cumprir promessas etc, leia Marketing de Serviços: a empresa com foco no cliente (da Valerie Zeithaml e da Mary Jo Bitner) > http://migre.me/Jees

      - Diversos livros, em português, sobre Comunicação Interna > http://migre.me/JeeU

      Obrigada pela pergunta!

      @inpresspni

    13. In Press Porter Novelli

      Hoje, a In Press Porter Novelli possui escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

      Para se candidatar a uma vaga de estágio, basta preencher seus dados acessando o link abaixo:

      http://www.inpresspni.com.br/trabalhe/trabalhe.asp

In Press Porter Novelli’s Bio

Brasil

www.inpresspni.com.br

Especializada em pensar ações de comunicação de forma integrada, estratégica e personalizada, em plataformas on e offline.