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asked by GovRJ
Não sei se vc conhece as ações da Austrália, que vejo como bom exemplo de reconstrução conceitual: http://www.environment.gov.au/
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Há um estudo que gosto muito, em transportes metropolitanos, que vc pode encontrar em http://www.stm.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=16&Itemid=41 .
Também recomendo fortemente a palestra de Jurandir Fernandes no inovaDay, disponível em http://inovaday.igovsp.net/arquivoinovaday#1604 . -
O Brasil, que já foi governado por monarquia, desde 15/11/1889 assumiu a forma de república, assumindo República Federativa do Brasil. Veja mais em http://www.brasil.gov.br/para/estudante
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Temos algum material em http://www.igovbrasil.com/search/label/Prevenção%20de%20Crimes , mas vc tambėm pode consultar a Security Innovation Network, em http://www.security-innovation.org/
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Conheço o estudo CICLOS POLÍTICOS: UM ESTUDO SOBRE A RELAÇÃO ENTRE FLUTUAÇÕES ECONÔMICAS E CALENDÁRIO ELEITORAL NO BRASIL, que você pode acessar em http://bit.ly/bzlRXL
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O termo iGov surgiu em 2006, durante o encontro do projeto e-Goia, na qual se avaliava a situação do Governo eletrônico, o e-gov, na Europa e América Latina. Naquela ocasião percebeu-se o esgotamento do modelo e-gov, visto concentrar em ferramentas e aplicativos para Governo, entretanto a pretensão era de que pudesse impulsionar a gestão pública.
Para tanto, era necessário um reposicionamento do e-gov, para que fosse mais o braço tecnológico da estratégia de modernização, capaz de construir plataformas de gestão do conhecimento e participação cidadã. Por outro lado, seriam adotadas as técnicas de gestão do conhecimento para dirigir e criar novas idéias e métodos para os serviços públicos.
Daí veio o nome innovation government ou i-gov, que rapidamente Brasil e Portugal, ambos países com representações presentes naquela reunião, adotaram.
Atualmente vários países já utilizam o mesmo tema sob o mesmo conceito. -
Estamos amadurecendo no tema e nas ferramentas de e-democracia. O que mais caracteriza essa concepção não é mais tanto o fato do meio eletrônico, mas a oportunidade de exercer o direito democrático num formato direto e colaborativo.
Veja vários exemplos e práticas em http://bit.ly/a148D5 . -
Que eu conheça, não. Alguns contratos de gestão feitos entre a Administração e as estatais prevêem garantias que ultrapassam esses momentos de transição, mas nada garante que, após a troca, isso desmorone.
Gerir riscos nesse ambiente, de forma sistemática e técnica é algo que gostaria muito de ver um modelo, de fato. -
não sei se entendi a pergunta, mas há um bom artigo sobre o tema em http://www.artigonal.com/doutrina-artigos/cargos-de-confianca-no-brasil-1046685.html .
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O Governo do Estado de São Paulo avançou muito, a ponto mesmo de reposicionar e-gov como a ferramenta e i-gov (de innovation government) como a estratégia.
Outros Estados estão acelerando o desenvolvimento de mais serviços na web e, em alguns casos mais poder ao cidadão, como é o caso do Rio Grande do Sul.
Dos municipais, os serviços online da cidade de São Paulo são muito bons, mas prejudicados por péssima interface e arquitetura de informação.
O Brasil já foi uma referência em e-gov, sim, mas tem decaído nos últimos anos, como acusa o ranking da ONU de 2008, que comentei em http://u.nu/5eib8 . Estamos esperando o ranking 2010, que será publicado em http://www.unpan.org/egovernment.asp . -
É quase um trabalho de evangelização, esse o de convencer que o mundo só anda se inovarmos, não é mesmo ?
Comece pelo básico, mostrando que governos bem sucedidos (e governantes, dirigentes, etc) são aqueles que priorizaram o conhecimento e privilegiaram ações de inovação. Temos vários exemplos para ilustrar esses cases de sucesso no igovBrasil.
Avance também propondo um piloto, um projeto pequeno e meio despretencioso, mas que garanta um lugar para o novo.
Contagie seus colegas contando os exemplos de outros governos, em geral esses governos exemplares também oferecem condições de trabalho de dar inveja.
Por fim, freqüente e promova reuniões e palestras sobre inovação. Fica meu convite para você frequentar o inovaDay http://inovaday.igovsp.net/ onde todo mês discutimos inovação em governo. -
asked by brunoscarto
Uma referência mundial, embora seja de uma cidade-estado é Cingapura que desde 2004 vem inovando em portais, mantendo seu foco no cidadão. Foram os primeiros, junto com Canadá, a adotar a arquitetura de informação por eventos da vida, a criar o MyCitizen (sub portais em que o cidadão personaliza seus serviços) e a adotar relacionamento com ferramentas web 2.0.
De fato, creio que em se tratando de sites municipais a capacidade de oferta de serviços online é bem maior. A cidade de Nova Iorque tem feito alguns avanços nesse sentido, mas ainda deve em termos de relacionamento.
Penso que portais que ofereçam serviços que possam ser totalmente realizados online, cuja arquitetura esteja vinculada à vida do cidadão e não à estrutura de governo, com testes de usabilidade validados pelos cidadãos, com foco em sua taxonomia e formas de navegar já qualificam bem um portal público, melhor ainda se agregar ferramentas de avaliação das informações, dos serviços e do atendimento, como encontramos na área de saúde no Reino Unido, com o Patient Opinion, que agora vem sendo ampliado para a área de educação. -
Governantes corruptos, sejam municipais, estaduais ou federais, são notadamente contrários às inovações voltadas a transparência, portanto projetos como Pregão Online, Open Data (Gov Aberto) e outros que facilitam o controle dos gastos públicos pela população, tendem a não ter incentivos. Talvez essas situações de governo sejam as mais carentes de inovações justamente por isso.
Uma animadora forma de contrariar essa postura anti-inovação está em estimular a sociedade em ações de e-democracia, como as relatadas em http://www.igovbrasil.com/search/label/e-democracia . -
Se a pergunta é sobre o que acho, responderei tão breve quanto a indagação: será impossível praticá-lo daqui dez anos. A rede social influenciará as tomadas de decisão.
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Mas se eu e você já percebemos, daqui a pouco seremos muitos a pressionar. Faremos isso antes dos sessenta ! :)
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teclado, tv sem internet (e vice-versa) e organogramas lineares.
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