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Cumprir o bom ritual de todo cinéfilo: mergulhar numa sala de cinema, ver um bom filme e se desligar do mundo lá fora.
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Um lugar mágico onde eu poderia conseguir xavecar mocinhas incautas da forma na qual sou mais eloquente: por intermédio das palavras escritas.
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Ruim. Ruim MESMO. Tentei ler "O Alquimista" e ainda dei uma segunda chance a ele encarando "Diário de um Mago". Desisti de ambos os livros antes da página 40.
E olha que ao menos as letras que ele escrevia para o Raul Seixas eram boas, por isso dei um crédito ao Paul Rabbit. "Canto Para a Minha Morte", por exemplo, é excepcionalmente boa. -
Duas opções horríveis, hein? Feito escolher entre o diabo e o capeta. :P Mas, bem, ao menos os yuppies tinham grana na conta bancária. Dos males, o menor.
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"O Jogo da Amarelinha", de Julio Cortázar, é o tal livro que eu levaria para uma ilha deserta porque explora maravilhosamente bem os recursos de uma boa prosa narrativa. "Cem Anos de Solidão", do Gabriel Garcia Márquez, mostra como uma imaginação desenfreada é capaz de desenhar todo um mundo paralelo à nossa volta. "Crime e Castigo", de Fiódor Dostoiévski, é leitura básica pra quem almeja um dia conseguir captar a essência da humanidade. "Dom Casmurro", do Machado de Assis, é a obra-prima da literatura brasileira; essencial para qualquer brasileiro que possui problemas de autoestima saber como somos capazes de ser grandes e universais sem sair de nossa aldeia. E "Luz em Agosto", de William Faulkner, é outro daqueles romances capazes de fazer a gente mergulhar em um mundo que, apesar de afastado da nossa realidade próxima, nos leva a entender melhor nossa estadia transitória por esta vida.
Dos últimos 50 anos, recomendo "A Festa", de Ivan Ângelo, "Middlesex", de Jeffrey Eugenides, "Palácio da Lua", de Paul Auster, "A Sangue Frio", de Truman Capote, e "Bone", de Jeff Smith. Livros de vários gêneros, que transitam do jornalismo literário aos quadrinhos, porque alguém que almeja ser um escritor um dia deve conhecer todas as possibilidades da palavra escrita. E não somente dos clássicos essenciais (de Shakespeare, diga-se de passagem, é preciso realmente ler tudo), mas principalmente do que a literatura do nosso tempo tem legado de bom.
"A Rosa do Povo", de Carlos Drummond de Andrade, "Quatro Quartetos", de T. S. Eliot, "A Educação pela Pedra", de João Cabral de Mello Neto, "As Flores do Mal", de Charles Baudelaire, "Um Poeta em Nova York", de Federico Garcia Lorca, e uma coletânea de Fernando Pessoa que contenha no mínimo "Tabacaria", "Poema em Linha Reta" e "Autopsicografia", são leituras básicas para quem deseja ter uma ideia de como palavras ganham novas conotações nas mãos de um grande poeta.
E, ó, só tô citando en passant prosas e versos. Se eu começar a falar de livros de filosofia, história, crítica literária e ciências, a lista vai longe. Só pra falar do meu universo limitado de conhecimento, claro. Lembra daquela música dos Paralamas? "Do muito que li, do pouco que sei, nada me resta". ;) -
A música: "In My Life", dos Beatles. O recado: "Obrigado por fazer parte da minha história".
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Parafraseando aquela música do Martinho da Vila, já tive mulheres de quase todas as cores; só faltou albina. E, para minha grande frustração, uma ruiva legítima. :P Como sou totalmente favorável a miscigenações raciais, não tenho uma preferência específica. E, sim, estou namorando.
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Todos aqueles em que me descobri apaixonado.
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Faltam algumas features de sociabilidade. Algo básico como um "blogroll" pra poder ver quem seus amigos seguem por aqui, por exemplo. Também seria legal uma opção que permitisse a cada um selecionar quais foram suas melhores respostas. Ou, pelo menos, as perguntas mais feitas, pra que as pessoas não perdessem tanto tempo respondendo aquelas que já foram feitas anteriormente. E tags que permitam uma classificação decente, para melhorar o acesso aos arquivos desta bagaça.
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Posso não ser nenhum top fodel, mas eu sei que tenho meus méritos. Eu me garanto. :)
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Mano, a frase que me veio à cabeça vai precisar de uma contextualização. Lá vai, então, uma citação sem googleadas do final de "Annie Hall", que é fácil fácil um dos melhores filmes sobre relacionamentos amorosos de todos os tempos.
Numa narração em off, o personagem do Allen, ao reencontrar a ex-namorada e recordar dos bons e maus momentos que viveu com ela, relembra a piada de um cara que vai ao psiquiatra dizendo que seu irmão acha que é uma galinha. O psiquatra o questiona: "Ué, por que você não o interna?". E o sujeito responde: "Ah, é que eu preciso dos ovos".
No fim, Allen conclui: "Relacionamentos são neuróticos, doloridos, irracionais. Mas a gente continua insistindo porque, oras, nós precisamos dos ovos". -
Se formos contar as pessoas que me adicionam aleatoriamente no Orkut e Facebook, certamente.
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"The Beatles - A História por Trás de Todas as Canções", do Steve Turner. Boa leitura, mas sugiro como complemento "Paz, Amor e Sgt. Pepper", em que George Martin em pessoa relata os bastidores da gravação do disco.
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Já tive mais. Aos poucos me acostumo com tamanha çençualidade brotando dos meus poros.
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Cito a resposta default que Os Mulheres Negras davam pra qualquer pergunta que eles recebiam no mailing deles: depende.
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Thiago, o fato é que quanto mais a gente toma conhecimento das engrenagens que movem este mundo, mais toma consciência de que é preciso ser meio insano pra se inserir numa realidade que é mais inverossímil do que a mais improvável das ficções. Devo ter começado a pirar na batatinha quando me conscientizei disso. :P
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Ôpa, agora que você está em Sampa, precisamos marcar aquele cafezinho! :)
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Tendo a companhia dos manos, fica tudo zen.
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Insatisfação com o tipo de projeto que aparecia por lá. A Polvora pegava muitos jobs voltados para o público B2B, e eu definitivamente não me sentia estimulado com esse tipo de campanha. Atualmente trabalho em esquema home-office, podendo selecionar os projetos que me interessam, com flexibilidade total de horário e envolvendo parceiros e fornecedores de acordo com cada job que aparece. Muito melhor pra mim.
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Sem dúvida. Em especial, quando as ideias ficam batucando dentro do cérebro, um olodum incessante de sinapses e abobrinhas.
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Alexandre Inagaki’s Bio
Ainda não vi qual é a graça disso aqui. Mas enfim, tentei ler livros do Paulo Coelho pra poder dizer com um mínimo de autoridade se o cara realmente é ruim. Portanto...

