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asked by seufurtado
Rapaz, acho que com esse nome, não... é que esse nome, além de SBT ao contrário, é também de um canal de variedades chamado Turner Broadcasting System (do mesmo grupo que controla CNN e Cartoon Network - e MUITO MELHOR, claro, que o canal fictício criado por mim...), e, inclusive, um pequenino detalhe-lhes, a TBS está chegando ao Brasil, já está na Via Embratel, CTBC TV e GVT TV, segundo a dona Uíquipédia. Olha o site deles: http://www.canaltbs.com.br/test/. Talvez a nossa paródia 'ophisial' do SBT passe a ser aquela sigla que o TVDNN já fez em um vídeo mais antigo.
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Devo considerar isso como um elogio?... Ou é você, Dr. Dráuzio??? Bom, também temos alguns conosco que não o são.
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Então, eu usava várias camadas do efeito de sombra ao mesmo tempo, em valores crescentes - geramente 3 camadas, e em valores tanto aritméticos (1,2,3.4) quanto geométricos para tentar alcançar uma espessura maior sem tantas camadas (1,2,4,8) e mais uma quinta camada, de distância 1 ou 2 apontada para a lateral oposta, para uma visibilidade um pouco melhor. Em resumo, a sombra grossa vai pra direção 'sudeste' e a quinta camada vai pra direção 'oeste'. Y buena suêrte!
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Boa pergunta. O ritmo e o contraste entre preto e branco invertidos, como no logotipo da Televisa até algum tempo atrás, e no jogo de sombra lateral do logotipo azul da Rede Globo, que formam 'C's concêntricos, como as ondas da transmissão de televisão. Kcetada, não deixa de ser um logo interessante, boa observação!
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asked by perguntadorbra
Pois é, não sei que máquina que eles usavam (certamente parece algo artesanal), mas parecem muito com placas de acrílico, como as que mostram nomes de médicos e advogados em portarias de prédios ou nas portas de seus escritórios.
Não sei como é hoje, mas o Hospital Beneficência Portuguesa tinha toda a sua comunicação visual baseada nesse tipo de placas. Até hoje quero saber como elas eram feitas, porquê era curioso, as letras podiam ter qualquer tamanho e aspecto, mas mantinham traços consistentes e podiam ter qualquer cor, o acrílico era pintado por trás superficialmente para dar a cor do fundo, e mais profundamente para dar a cor das letras. Antes de letras adesivas serem acessíveis ao público em geral (nos anos 70 e 80 até que era possível, isso era feito via encomenda com a Esselte/Letraset - acho que foi assim que foi feita a sinalização do Metrô de São Paulo) a galera se virava com essas placas de acrílico, e muito bem. -
Eu achava que sabia tudo desse assunto... Eu me lembro muito bem que em 1994, quando o dólar passou a ser 1 real, SBT, Record e Band trocaram de câmeras para 3 modelos - talvez eu esteja totalmente enganado, mas que seriam as Sony BVP-900 (câmera de estúdio), BVP-900A (câmera portátil) e DXC-D30 - esta mudou completamente a cara do SBT (que até então usava câmeras TK-44 de tubo, usadas NOS ANOS 70 nos EUA), mas o que eu não sabia é que, no SBT, a troca começou ainda no ano anterior, com o dólar a 'vários' reais. Na minha vida aconteceu o 'vácuo do SBT', fiquei sem ver a emissora entre o final de 1992 até meados de 1994, não me lembro o motivo, e quando eu voltei a ver, estava tudo mudado e eu pensei 'Até que enfim o Silvio abriu o bolso' !
Na Record, além disso, por informações que eu tive, a emissora comprou muitos equipamentos novos em 1997, devido ao sucesso do programa Ratinho Livre. O chato de tudo isso é que são câmeras muito boas, mas... standard definition, que tem no máximo umas 950 linhas, algo que em uma televisão CRT é sensacional, já em TV digital... E eu estou inconformado de que o preço desses equipamentos, mesmo usados, talvez permaneça alto por muito tempo.
Outra coisa que me chamou a atenção, talvez eu esteja enganado, mas é que a gente trabalhou com essas câmeras, foi o uso de cameras mais 'leves'
da Sony, destinadas à produtoras de vídeo, no programa No Limite (1999) - muito provavelmente DSR-200 na primeira edição e DSR-300 na segunda. Só a DSR-300 tem 'alguma chance' de ser usada por emissoras de TV, a 200 não tem lente intercambiável.
(Eu falei produtoras de vídeo, mas a GW é uma produtora de vídeo e tem qualidade igual ou superior à da Globo... - http://www.gw.com.br/ Esse pessoal faz alguns programas de TV a cabo e faz as campanhas do PSDB desde a que elegeu FHC no primeiro turno, algo que eu não me conformo até hoje...) -
asked by perguntadorbra
Eu duvido muito. Uma delas tinha até pontos de iluminação (impossível não notar aquilo). Em outra aparece a sombra de um cameraman causada pelo sol, com uma câmera de ombro nada escondida (no mínimo uma DSR-300)... Sabe, tem um pessoal aí extremamente calado nas redes sociais, como atores e participantes dessas pegadinhas, que podiam muito bem pôr a boca no trombone agora!
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asked by perguntadorbra
O GC era um equipamento dedicado, o Videonics TM-2000, que no Brasil foi muito usado por produtoras que gravavam casamentos, e parece que pela afiliada do SBT no Amapá, pelo visto no Programa do Ratinho.
Nunca gostei das fontes dele (todas em bitmap, pré-programadas na ROM do aparelho), se eu estivesse na empresa eu faria tipos de letra muito melhores!...
Até hoje sonho em ter um GC on-line, novo ou usado, daqueles decentes (não dos que parece OSD de televisor), mesmo que isso possa significar a maior extravagância da minha vida. (Na verdade, até eu ter comprado o TM-2000 foi extravagância, comprei ele antes de comprar a câmera!)
Passei a me interessar por isso por causa do gerador de caracteres do Programa Livre, do SBT, que fazia um monte de coisas que pra mim, eram mais legais que o próprio programa...
Ah, eventuais caracteres adicionais foram feitos pelo iMovie, programa no qual eu editei os vídeos em VHS em 2007. -
Já gostei mais das músicas, hoje em dia tá duro... Gosto das decorações, of the comilances, dos panetones... Presentes, faz tempo q andam ausentes, mas enphim...
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asked by ctc2510
Aconteceu faz tempo, mas enphim achei as palavras.
Inspirados, possívelmente, pelo clipe "Escolha já seu nerd", de Os Seminovos, fora uma vinheta de fim de ano da Rede Globo, criamos uma promoção de participação popular nesse clipe que foi um retumbante... phracasso. Não me lembro sequer se alguém que fosse telespectador não-colaborador realmente chegou a mandar vídeos (muita gente falou, falou, mas na hora agá, "com licença que a minha mãe tá me chamando"!) O caso é que até as imagens que EU gravei na minha casa, que seriam parte do clipe definitivo, ficaram ruins!!!
O clipe acabou sendo 100% preenchido por imagens gravadas pelo nosso próprio elenco - que, a propósito, cantou sobre uma base imaginária!... Enfim, foi um dos vídeos mais coxóvski que já fizemos, tanto que eu nem perguntei pro DNN porquê o vídeo saiu do ar, e isso nem me surpreendeu, inclusive. Antes e depois disso, a gente acabou fazendo coisas muito melhores, que acho que valem mais a pena serem relembradas. -
asked by Alaor
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Há uns 2 anos, circulou por aí uma música de 20 minutos que teria sido cientificamente estudada para ser a música mais rejeitável de todos os tempos. Ouvi 1 minuto e meio e desisti (e o projeto acho que deu errado, teve gente que até gostou). Mas uma cancción que eu me pergunto: como alguém teve a capacidade para escrever ISSO é a gospel americana "I've Seen Jesus", de Dottie Rambo. Senhor, proteja meus ouvidos. Se é pecado não gostar de determinadas músicas gospel, como diz o apóstolo Paulo, "eu sou o principal pecador"!!
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Ix, várias coisas. A reportagem do Fantástico que apresentava Thomas Green Morton ao mundo, vários anos antes do programa desmascará-lo. Na RedeTV!, João Kleber correndo pra Castelo Branco e deixando seu próprio programa ao vivo cerca de 10 minutos em silêncio. Na Rede Globo, em novembro de 1988 (eu não me esqueço, foi na semana do meu aniversário), uma vinheta interprogramas, de computação gráfica, difícil de ser produzida, ficou apenas UMA SEMANA no ar, até hoje não entendi o porquê. As críticas de Salete Lemos no SPTV em 1996, totalmente fora do padrão global, talvez por isso ela acabou indo para a Record depois... Na novela Carrossel (de 1989, a mexicana), uma mesa na casa da Maria Joaquina estava bamba e fazendo um vaso quase cair, também não sei o porquê, era um "ruído" na comunicação que não tinha nada a ver com a cena. E por aí vai...
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Duas pessoas (Duas pessoas! Duas pessoas!...) que eu estou curtindo muito o trabalho deles atualmente, cada um a seu modo, são Edu Sterblich, como performático e criador de personagens e o imitador Rodrigo Cáceres.
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Maaaaais ou menos... Talvez uns 20% mais segura do que a vida real, por exemplo... Algo assim.
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Desconcertado, de forma positiva... uma situação extremamente rara na minha vida. Assim como foi quando algumas pessoas cantaram "Com Quantas Letras Se Escreve Natal" enquanto eu saia de um evento de Chaves e Chapolin.
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Both are SO attractive to me... But in case of extreme weather, I choose the city.
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Igor C. Barros’s Bio
Editor de imagens profissional, e cartunista amador. Na Internet, criador da fictícia Televisão Salt Cover.


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