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  1. All responses Most smiled responses
    1. Gustavo Gitti

      "O vídeo do Wallace não tem nada diferente dos de vários outros mestres"

      Isso é sinal de que você está se relacionando (lendo, ouvindo, conhecendo) com EXCELENTES professores. Muito bom, muito bom.

      "você é que está sendo orgulhoso"

      Coisa meio óbvia e fácil de se dizer. Eu sou refém do orgulho quase 100% do tempo.

      "e se prendendo ao objetivo mundano de valorizar o que é seu"

      Sim, você pode ver a coisa toda dessa perspectiva.

      Chegou a ver o outro vídeo? http://www.youtube.com/watch?v=tQzJE4h3DcQ

      Abraço.

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    2. Gustavo Gitti

      "percebo pessoas sendo mesquinhas, ou hipócritas com as outras"

      Isso é fácil.

      Você consegue perceber você mesmo sendo mesquinha(o) ou hipócrita com os outros? Se não consegue, já adianto: você deve ser uma pessoa bastante mesquinha e hipócrita.

    3. Gustavo Gitti

      1. Não existem pessoas falsas. O que existe é um obstáculo, uma dinâmica, um processo no qual muitas pessoas ficam presas. É mais como uma inteligência que move a pessoa. É tipo o ciúme, a raiva, a carência, a ansiedade... Um cara enrolado, um cara falso, um cara ciumento, é tudo a mesma merda. São processos que sequestram nossa mente, nossa energia, nosso mundo, nosso corpo, nosso olhar.

      2. Um bom jeito de lidar é não se perturbar e, se surgir perturbação, observar a perturbação em vez de validá-la e agir com base nela (justificando sua ação negativa em cima da ação negativa do outro).

      3. Sem se se perturbar tanto, tente se familiarizar com a inteligência de ser falso, ciumento, ansioso, carente, enrolador... Veja como essa dinâmica funciona como se você mesmo estivesse estudando para se tornar assim.

      4. Ao mesmo tempo que estuda o obstáculo, relacione-se com a liberdade do outro, com as qualidades positivas, com o melhor dele. Pegue o enrolador e elogie como ele é criativo. Pegue o ciumento e elogie como ele é observador. Pegue o falso e elogie como ele cria boas conexões. Isso vai fazer o outro criar uma relação autêntica contigo e vai abrir espaço para vocês seguirem sem precisar do obstáculo.

      5. Não pense que o outro é seu inimigo. Todos nós estamos no mesmo time, então se o outro puder superar esse obstáculo, todos ganham. E certamente ele pode ajudá-lo a superar seus obstáculos. Peça ajuda para ele e veja como isso altera a qualidade da relação.

      6. Se nada funcionar, é isso: não funcionou. Quem disse que já justiça no mundo?

      Abração.

    4. Gustavo Gitti
    5. Gustavo Gitti
    6. Gustavo Gitti

      Não sei. É um PUTA livro. Se puder ler o inglês, melhor. Se não puder, sei que a versão da ArtMed ficou bem foda. Não acho que a portuguesa ficou ruim a ponto de não valer a pena...

    7. Gustavo Gitti

      Todo mundo começa qualquer coisa com uma motivação meia boca. Meditação, faculdade, relacionamento... Isso não é impedimento algum. Melhor começar com uma motivação tosca do que não começar.

      A diferença é que sua namorada não vai corrigir sua motivação, mas seu professor de meditação vai. ;-)

    8. Gustavo Gitti
    9. Gustavo Gitti
    10. Gustavo Gitti

      Não.

      O importante é que todos nós lá estamos em um treinamento para observar isso diariamente (não a cada ano) e para cultivar as condições para isso surgir naturalmente (em vez de esperar isso acontecer do nada).

      Há trocentos relatos na Cabana mostrando avanços em relação à estabilidade da energia. E há várias práticas para isso também.

      Abraço.

    11. Gustavo Gitti

      Eu enfrento o MESMO obstáculo.

      Algumas opções:

      1. Converse com seu professor e exponha esse problema.

      2. Participe de práticas semanais em grupo.

      3. Participe de retiros para aprofundar sua visão, sua meditação e sua ação no mundo.

      4. Envie um email diário para mim (meu gmail é gustavogitti) me lembrando de praticar. Ao fazer isso você vai se lembrar de praticar e ambos sairemos ganhando. Estou falando sério. Seria ótimo isso!

      Abração.

    12. Gustavo Gitti

      O que as práticas contemplativas das tradições de sabedoria possibilitam é um espaço de treinamento e vários métodos para cultivar uma mente e um corpo capazes de praticar liberdade em qualquer experiência. É esse o foco. Não tem nada a ver em ficar parado dentro de uma caverna, mas treinar para agir livre em meio a qualquer mundo, beneficiando qualquer ser em qualquer situação que encontrar.

      Se você tentar praticar liberdade diretamente em qualquer experiência, isso é mais ou menos como tentar aprender a tocar bateria já num show da Mahavishnu Orchestra, sem ensaio. Não é impossível, mas é muito improvável. Grandes chances de você fazer merda e ficar ainda mais infeliz e confuso. ;-)

    13. Gustavo Gitti

      Passar da fase da faculdade não significa superar as oscilações de energia. Não pense que seu problema tem a ver com o conteúdo da sua história, com os detalhes, com a faculdade, com algo específico, com seus dramas, com aquilo que você conta para as pessoas. Não tem NADA a ver com isso.

      Nosso problema é um só. Use essa experiência para deixar isso nítido em vez de focar no conteúdo do seu drama.

    14. Gustavo Gitti

      Qualquer prática que afrouxe nosso autocentramento. A verdadeira sensibilidade vem da empatia e da compaixão, da capacidade de adentrar nos mundos dos outros.

      E isso não precisa ser bonzinho ou romântico. Você pode ter sensibilidade com vigor, com pau na mesa, por exemplo.

      Não uso essa palavra. Prefiro abertura. Para mim é qualidade parecida com a do baterista que percebe quando a banda toda diminui o andamento e o volume – e toca de acordo (em vez de não se tocar disso e seguir tocando alto). Pra mim isso é sensibilidade. É algo essencial pra foder uma mulher, por exemplo.

    15. Gustavo Gitti
    16. Gustavo Gitti

      É muito complicado você avançar sem um grupo (praticar em grupo é realmente diferente) e sem um professor.

      Me envie um email (meu gmail é gustavogitti) que posso lhe indicar algo em sua cidade.

      Abraço.

    17. Gustavo Gitti

      Os problemas enfrentados pelos casais não são diferentes dos problemas enfrentados por empresas e não são diferentes dos problemas da nossa própria mente.

      Ter perspicácia não resolve. Ter religião também não. O que resolve é cultivarmos uma mente que não tem esses problemas. É como tentar resolver o problema de comer muito doce tentando evitar encontrar os doces. Fazemos muito disso na vida. Não é mais fácil cultivar uma mente que não precisa de tanto doce para seguir bem pela vida?

      Carência, ciúme, ansiedade, distração, autocentramento, visão estreita, energia oscilante, motivação torta... Isso fode qualquer ação, qualquer organização, qualquer relação. Como podemos, dia a dia, cultivar uma mente que não fica refém disso? Não basta ter uma boa intenção porque JÁ cultivamos, dia a dia, uma mente carente, ciumenta, distraída, autocentrada, estreita, oscilante, torta... Então é preciso cultivar outra coisa, dedicar tempo, parar, assim como paramos para ver vídeos no YouTube.

      Abração.

    18. Gustavo Gitti

      Não tem nada místico em relação à linhagem. A mesma dinâmica acontece quando você vai fazer uma trilha (você confia no guia porque sua amiga já foi com o cara e o cara aprendeu com um nativo e o nativo era filho do xamã que desbravou a trilha pela primeira vez) ou quando você vai fazer um doutorado (o seu professor foi aluno do aluno do do francês que criou a teoria que você está estudando).

      Nesse sentido, é melhor fazer a trilha com alguém que manja da trilha e o melhor jeito de verificar isso (e o mais rápido) é checar sua linhagem. Se o cara aprendeu em um livro, você já não confia. Se ele é da linhagem de quem desbravou aquele local, você confia.

      Em relação ao treinamento da mente, à superação das perturbações, ao cultivo de qualidades positivas (generosidade, alegria, equanimidade, energia constante, paciência, compaixão, amor, concentração, paz, sabedoria), é a mesma coisa. É uma trilha, um caminho, um treino, uma prática, um método.

      Se você quer apenas brincar de fazer trilha, parar na primeira cachoeira e voltar, tudo bem, não precisa de guia. É apenas um entretenimento, algo para te fazer se sentir melhor.

      Se você quer chegar na praia que a trilha promete depois de 2 horas, se quer conhecer o casebre mágico que dizem existir após 3 horas de trilha, um guia é essencial para você não se perder e passar 10 horas andando sem achar praia ou casebre mágico.

      Dizer que meditar é apenas parar de se mover é igual dizer que fazer trilha é apenas andar. Num certo sentido, sim, é. Em outro, não, não é.

      A meditação sem linhagem pode ajudar muito. Igual banho de cachoeira.

      Meditação com linhagem torna o método poderoso. A cachoeira vira parte de uma trilha que leva a uma experiência de muito mais felicidade do que uma simples cachoeira (sem contar que tem muitas cachoeiras no caminho...). ;-)

    19. Gustavo Gitti

      Nunca pratiquei MT, então não tenho nada a dizer. Se você tiver um professor altamente qualificado que teve sua sabedoria verificada por um mestre, que também teve sua experiência validada por um mestre, ou seja, se você estiver praticando em uma linhagem, é melhor, pois a linhagem ajuda a evitar muitos problemas. MUITOS problemas.

    20. Gustavo Gitti

      Eu sou apaixonado por uma garota que também lida com seus obstáculos e visões estreitas. Ela é uma pessoa, ela não é o obstáculo.

      Ela também. É apaixonada por um cara cheio de extremimos e confusões.

      Sua situação não é nada diferente da realidade de 100% dos casais.

Gustavo Gitti

São Paulo

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Gustavo Gitti’s Bio

Trabalho com espaços de transformação: Não2Não1, Cabana PapodeHomem, TaKeTiNa e CEBB.

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